segunda-feira, 30 de julho de 2018

EUA irão impor sanções contra Turquia por prisão de pastor cristão


Tribunal turco decidiu que o pastor Andrew Brunson,
preso há 21 meses, deveria ser transferido para regime de prisão domiciliar
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (26) que os EUA irão impor sanções contra a Turquia pela prisão de uma pastor cristão norte-americano que está sendo julgado por terrorismo e espionagem.
Na quarta-feira, um tribunal turco decidiu que o pastor Andrew Brunson, preso há 21 meses, deveria ser transferido para o regime de prisão domiciliar.
As autoridades turcas o acusam de agir em nome da rede do pregador Fetullah Gülen, a quem Ancara acusa de ser o mentor do golpe fracassado de julho de 2016, mas também em nome do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). Essas duas organizações são consideradas terroristas pela Turquia.
“Os Estados Unidos vão impôr grandes sanções contra a Turquia pelo longo tempo de detenção do Pastor Andrew Brunson, um grande cristão, homem de família e ser humano maravilhoso. Ele está sofrendo muito. Esse homem inocente e de fé deve ser libertado imediatamente!”, postou no Twitter.
O vice-presidente, Mike Pence, disse nesta quinta que Brunson é vítima de perseguição religiosa e que “não há nenhuma evidência crível” contra ele. Também disse que a transferência do pastor para prisão domiciliar é um primeiro passo, mas não é bom o suficiente.
O caso de Brunson aumentou a tensão nas relações entre Ancara e Washington.
Brunson dirigia uma pequena igreja protestante na cidade de Esmirna. Ele está preso desde outubro de 2016 e pode ser sentenciado a 35 anos de prisão. Seu processo foi aberto em 16 de abril.

Fonte: G1

A prática precisa acompanhar a teoria


Norbert Lieth
Assim, se você me considera companheiro na fé, receba-o como se estivesse recebendo a mim.” (Filemom 17)
Filemom aparentemente afirmou várias vezes que Paulo é seu “companheiapóstoloro”, ou seu “amigo”. Talvez ele até tenha ficado orgulhoso, em certo sentido, pelo fato de ser companheiro do grande apóstolo dos gentios.
“Companheiro” significa: “Alguém envolvido com outra pessoa. Participante, sócio, acompanhante, que segue junto no mesmo caminho e tem o mesmo direcionamento, a mesma disposição”.
Agora Paulo se aproveita dessa confissão de Filemom para interceder por Onésimo: “Se você me considera seu companheiro, então aceite Onésimo de volta, pois eu também o aceitei; e, acima de tudo, ele foi aceito pelo Senhor”. É o que a Bíblia nos ensina em Tiago 1.22: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando vocês mesmos”. Quantas vezes afirmamos coisas em nossas orações que têm um significado amplo:
  • Afirmamos ter um coração sincero, “de todo o coração”, e justamente com referência ao nosso coração conseguimos ser tão melindrosos e falsos.
  • Afirmamos nossa total disposição para o reavivamento, dizendo: “Senhor, reaviva primeiramente a mim!”, mas carregamos ciúmes e inveja em nosso coração.
  • Afirmamos nossa plena disposição para o trabalho: “Queremos te seguir de coração!”, mas servimos muito mais a nós mesmos do que ao Senhor.
  • Afirmamos nossa disposição em sermos aproveitados em qualquer missão, para qualquer obra, mas vivemos na comodidade e desprezamos qualquer empenho que não nos agrade.
  • Muitas vezes usamos palavras pomposas, afirmamos nosso amor ao próximo, mas não desejamos que o outro consiga progredir.
  • Será que estamos dispostos, quando formos requisitados, a colocar em prática nossas afirmações sobre nossa fidelidade, amizade, amor e fraternidade? Ou continuamos enganando a nós mesmos?

terça-feira, 17 de julho de 2018

Médico é demitido por defender que as pessoas nascem com sexo definido

Cristão, David Mackereth disse que não podia negar o que a Bíblia ensina

 David Mackereth
Após 26 anos trabalhando como médico do Serviço Nacional de Saúde (espécie de SUS do Reino Unido), o médico David Mackereth foi dispensado por causa de suas convicções. Ele teria a oportunidade de assumir uma posição como assessor médico do Departamento de Trabalho e Pensões.
Uma de suas funções seria entrevistar pessoas, mas teria de chama-las pelo “gênero de escolha”. Logo, se um homem entrasse no seu consultório afirmando que era mulher, teria de ser tratado como “senhora”. Em toda a documentação assinada por ele o mesmo padrão precisaria ser seguido.
“Como cristão, acredito que o sexo é determinado tanto geneticamente quanto biologicamente”, explica o médico. “Acabei sofrendo pressão e sabia que poderia pôr fim à minha carreira [no Estado], mas não poderia ficar bem comigo mesmo, se não mantivesse minha convicção. Isso seria mentir e eu não queria viver mentindo.”
Mackereth, de 55 anos, acabou sendo considerado “inapto” para trabalhar no departamento. “Não conseguirei mais nenhum emprego público, as portas estão fechadas para mim”, lamenta.
O médico teme que outros profissionais cristãos também sejam descartados simplesmente por manterem opiniões conservadoras sobre os gêneros. “Eu não estou atacando o movimento de transgêneros, mas estou defendendo meu direito à liberdade de expressão e liberdade de crença”, destacou.
“Estou magoado, mas aliviado porque mantive minha convicção. Acredito com todo o meu coração que Deus nos criou macho e fêmea, e tenho o direito de acreditar nisso”, explicou ele.
O doutor também ressaltou que teme ver o mesmo acontecendo com outras pessoas no Reino Unido. “Eu não estou tentando incomodar ninguém. Eu me importo muito com as pessoas transgênero, mas também devemos ser capazes de dizer no que acreditamos. Caso contrário, podermos nos tornar em um Estado ditatorial, no qual todos seremos escravizados”, avalia.
Finalizou dizendo que nenhum de seus colegas manifestou apoio a ele com toda essa situação. Mesmo assim, ele não se arrepende: “Está claro na minha mente o que a Bíblia ensina sobre gênero”. Com informações de Daily Mail

Governo Temer patrocina “enfrentamento” contra bancada da Bíblia

Presidente assina documento que explicita oposição aos conservadores do Congresso


Mostrando mais uma vez que não foi escolhido para ser vice de Dilma Rousseff à toa, o presidente Michel Temer decidiu atacar “as bancadas religiosas” e promover “a defesa da laicidade do Estado”.
Em alguns meses ele deixará o Planalto e como não irá se candidatar a nada, está investindo na criação de uma “Frente Popular Inter-religiosa”. O Diário Oficial da União de hoje (13)  que mostra o presidente assinou um “extrato de termo de fomento”.
Nele, autoriza o repasse de 100 mil reais para o grupo “Católicas pelo direito de decidir”. O nome é enganoso, pois essa ONG que promove a legalização do aborto no Brasil não possui nenhuma ligação com a Igreja Católica.
O aporte para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres servirá para a realização de um seminário “com lideranças de diferentes religiões do Brasil para debater a atuação da bancada religiosa conservadora no Congresso Nacional e elaboração de estratégias conjuntas de enfrentamento à esta atuação”.
O uso da palavra “enfrentamento” é típica dos movimentos de esquerda dentro do Congresso e mostra, mais uma vez, que Temer está comprometido com suas pautas.
O deputado Ezequiel Teixeira (Pode/RJ), que é pastor e membro da bancada evangélica, mandou um recado duro a Temer: “Estado laico não significa Estado contra a igreja. Os valores da família são inegociáveis. Sou favorável a vida, se é enfrentamento que o Temer sugere, vamos lutar com as nossas armas espirituais e nenhuma investida do maligno vai prevalecer. As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja. A quem interessa esse patrocínio do governo? Para mim fica muito claro, pretendem beneficiar um grupo abortista, na tentativa de impor essa agenda sobre o país. Como deputado venho lutando contra esse tipo de ação e fica mais claro, às vésperas da eleição, quem é contra os valores defendidos pela maioria dos brasileiros”.

sábado, 14 de julho de 2018

CORONEL AZIM - 14 A 16 MANIFESTAÇÃO NO PARQUE IBIRAPUERA EM SP


Conclamamos a todos os Patriotas a participarem de 14 à 16 de Julho no Ibirapuera em São Paulo, das manifestações contra o comunismo no Brasil.

BOMBA 2 LANÇADA PELO CEL JAMES NESTA SEXTA FEIRA 13!



O juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal Federal, recebeu denúncia e abriu ação penal contra 62 acusados na Operação “Câmbio, desligo” Entre os denunciados estão o ex-governador Sérgio Cabral, agora réu pela 24ª vez – já condenado a 100 anos de reclusão -, e o doleiro Dario Messer, apontado como o líder de um esquema que movimentou US$ 6 bilhões em pelo menos 52 países.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Exército israelense nas colinas de Golã é visto como uma mensagem para Assad


A instalação de reforços de Israel nas colinas de Golã é uma mensagem ao ditador sírio, Bashar al-Assad, à medida que suas forças se aproximam da fronteira com Israel, afirmou um analista israelense.
“Agora que seu exército está vindo em direção ao sul, não os envie à zona desmilitarizada estabelecida no acordo [de cessar-fogo] de 1974. Israel verá isso como uma violação séria”, foi como o analista de defesa Roni Daniel, do noticiário de TV Hadashot, definiu a aparente mensagem de Israel.
O exército israelense enviou tanques e canhões de artilharia para a fronteira síria na manhã de domingo (1) em meio a uma ofensiva das forças de Assad e de militares russos contra os redutos rebeldes no sudoeste da Síria. Logo em seguida, a Força de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) anunciou seus movimentos à imprensa.
“Esta foi uma mensagem para Assad”, disse Daniel. “Quando a IDF implanta e anuncia reforços, há um só endereço: Assad.”
Este movimento não foi uma surpresa. Desde a retomada da campanha de Damasco, que teve início no último mês contra cidades controladas por rebeldes na província de Daraa, complementada por apoio aéreo dos russos e com a assistência em terra de milícias apoiadas pelo Irã, cerca de 160.000 cidadãos sírios fugiram de suas casas e viajaram para as fronteiras com Israel e Jordânia, buscando refúgio.
Centenas de sírios em fuga se estabeleceram em acampamentos próximos à fronteira de Israel, dentro da zona desmilitarizada estabelecida após a Guerra do Yom Kippur em 1973, aparentemente na esperança que Israel comece uma ação para garantir o acordo de separação e evitar que forças sírias entrem na área.
De acordo com Daniel, Israel não está se limitando a enviar sua mensagem indiretamente por meio de manobras militares: há relatos de que o ministro da Defesa, Avigdor Liberman, contatou seu equivalente russo, Sergei Shoigu, para pedir que este passe a mensagem explicitamente a Assad.
Segundo afirmação da IDF, os reforços de Israel foram enviados para aumentar a capacidade da 210ª Divisão da IDF, a Bashan, que defende as colinas de Golã. Uma declaração do exército explicou: “Isso foi feito como parte das preparações e prontidão da IDF em vista dos eventos ocorrendo no setor sírio das colinas de Golã próximos à fronteira”.
O exército se comprometeu a oferecer uma “reação determinada” a qualquer fogo vindo da Síria – intencional ou acidental – que atinja o território de Israel.

Fumaça sobe das áreas controladas pelos rebeldes na cidade de Daraa durante ataques aéreos das forças do regime sírio, em 30 de junho de 2018. (AFP/Mohamad Abazeed)
“A IDF considera de grande importância manter o acordo de armistício entre Israel e Síria de 1974”, afirma uma declaração do exército, e acrescenta: “A IDF vai continuar a manter seu princípio de não envolvimento naquilo que acontece na Síria, mantendo ao mesmo tempo uma política de mostrar uma reação determinada às violações da soberania de Israel e ameaças a seus cidadãos”.
Tanto Israel como a Jordânia declararam que não aceitarão refugiados, mas têm providenciado ajuda humanitária a eles. Na semana passada, a IDF anunciou que entregou várias toneladas de alimentos, roupas e remédios no sul da Síria em vista da situação que se deteriora nos acampamentos de refugiados montados rapidamente perto da fronteira.
Na sexta-feira (29), Israel também trouxe seis sírios feridos, quatro deles crianças que perderam seus pais em ataques sírios e russos, para tratamento médico em hospitais israelenses. “Israel tem fornecido ajuda humanitária por anos e continuará a fazê-lo agora em vista da necessidade”, afirmou o exército.
Na manhã de domingo (1), o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reafirmou que Israel oferecerá assistência, mas não permitirá que refugiados entrem em Israel. “Continuaremos a defender nossas fronteiras. Vamos estender nossa ajuda humanitária dentro de nossas habilidades. Nós não vamos permitir a entrada em nosso território e vamos exigir que o Acordo de Separação de Forças, de 1974, com o exército sírio seja mantido rigorosamente”, disse na reunião semanal com seus ministros.
O primeiro-ministro acrescentou que ele, o ministro da Defesa e o chefe do Estado-maior estão em contato constante com os Estados Unidos e a Rússia – os dois maiores poderes na questão síria – a cerca dos combates no sudoeste da Síria.
Desde 19 de junho, o regime de Damasco, apoiado pela Rússia, tem realizado uma campanha de bombardeios mortais no sul da Síria à medida que avança para retomar a área estratégica próxima dos setores israelense e jordaniano das colinas de Golã.
No sábado, forças do governo controlavam mais da metade de Daraa, um aumento a partir dos 30 por cento controlados no início da operação, afirmou o Observatório Sírio de Direito Humanos.
Oito cidades na província retornaram ao controle do regime, devido a acordos intermediados pela Rússia, afirmou o Observatório. Isso ocorreu “após conversas entre generais russos, assim como líderes locais e os rebeldes remanescentes”, disse o líder do Observatório, Rami Abdel Rahman.
Estes assim chamados acordos de “reconciliação”, para que estas cidades se rendessem, são as últimas de uma longa sucessão de acordos por todo o país que têm resultado na retomada de áreas controladas pela oposição após ataques aéreos e terrestres devastadores.

Sírios fogem de áreas controladas por rebeldes na cidade de Daraa durante ataques aéreos do regime Sírio, em 30 de junho de 2018. (AFP/Mohamad Abazeed)
A retomada de toda a província de Daraa seria uma vitória simbólica para o regime, já que esta é vista como o berço do levante anti-Assad de sete anos atrás, que cresceu até tornar-se uma guerra civil.
Forças do regime bombardearam outras partes da província de Daraa no sábado (30), com ataques aéreos matando pelo menos 15 civis, de acordo com o Observatório. Ataques aéreos não identificados mataram 10 civis, incluindo cinco crianças na cidade de Al-Sahwa, que é controlada pelos rebeldes, disse o Observatório, que tem sua sede na Inglaterra.
O recente aumento das hostilidades acontece apesar do fato de que Daraa e a vizinha Quneitra, controlada por rebeldes, estarem incluídas em uma área de “diminuição de hostilidades” a partir de um acordo entre Rússia, Estados Unidos e Jordânia no ano passado.
O principal grupo de oposição da Síria, a Comissão Síria de Negociação (SNC, na sigla em inglês), implorou à comunidade internacional para que ela se manifeste contra esta violência: “Clamamos à comunidade internacional que condene esta quebra brutal da área de diminuição de hostilidades [...] e a tomar todas as medidas possíveis para parar este ataque ao nosso povo”, disse a porta voz da comissão, Yahya al-Aridi, em uma declaração.
No total, 115 civis foram mortos nos bombardeios do regime na província desde 19 de junho. No mesmo período, 96 combatentes pró-regime e pelo menos 59 rebeldes perderam suas vidas.
Os refugiados fugindo de áreas sob ataque incluem 20 000 que partiram para áreas próximas do posto da fronteira jordaniana de Nasib, uma área que já detém mais de 650.000 refugiados sírios registrados. Alguns afirmam que o número real é mais próximo de 1,3 milhão. Milhares têm fugido para a fronteira israelense nas colinas de Golã.
Amã, capital da Jordânia, tem dito que não pode abrir suas fronteiras para mais sírios que fogem do conflito que já tem sete anos, mas no sábado (30) anunciou que enviou ajuda para os desalojados do outro lado da fronteira.
Mais de 350.000 pessoas morreram na Síria desde que a guerra começou em 2011 com a brutal repressão de protestos contrários ao governo. — Times of Israel