sábado, 2 de julho de 2016

Pastor Silas Malafaia Comenta: As Questões que Envolvem Bolsonaro


18º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética - 19 a 22 de Outubro de 2016 Águas de Lindóia


Já há quase 2.000 anos os cristãos estão orando: “Venha o teu reino” (Mt 6.10), mesmo assim, Satanás e outros senhores continuam governando nesse mundo. No entanto, o último livro da Bíblia não deixa nenhuma dúvida sequer sobre a maneira como Deus conduzirá a História do mundo ao seu alvo final: “...houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap 11.15). Na Bíblia Anotada consta o seguinte comentário sobre esse júbilo no Céu: “Aqui, o fim está próximo o suficiente para ser anunciado”. É sobre esse assunto que tratará o 18º Congresso Internacional da Palavra Profética. Arno Froese (EUA), Meno Kalisher (Israel), Norbert Lieth e Roger Liebi (Suíça),  falarão sobre “O Apocalipse” e a vitória final de Jesus Cristo. 
Estamos vivendo em uma época em que está sendo preparado o cenário visando os acontecimentos abrangentes para o “Dia do Senhor”. O que fará, então, a Igreja arrebatada? “E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar...” (Ap 15.16-17). 
Em uma época de crescentes crises e de apostasia da fé, teremos oportunidade para, tanto pessoalmente como em conjunto, nos animarmos e fortalecermos através do Apocalipse de Jesus Cristo.

Preletores

Arno Froese

Arno Froese - EUA

Diretor-Executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos. Ele é autor de diversos livros de ampla repercussão. Participou de várias conferências proféticas nos EUA, Canadá, Israel e Brasil. Suas extensas viagens contribuíram para sua aguçada percepção da Profecia Bíblica sob uma perspectiva internacional.
Meno Kalisher

Meno Kalisher - Israel

Serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemption e como expositor da Bíblia em congressos interdenominacionais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiânico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pessoal e que Ele é o Messias prometido de Israel. Suas palestras têm sido muito abençoadas, mostrando a visão judaica da Bíblia.
Norbert Lieth

Norbert Lieth - Suíça

É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.
Roger Liebi

Roger Liebi - Suíça

Dr. Teol. Roger Liebi (Mús. Dipl., B.Teol., M.Teol., Dr. Teol.), nasc. 1958, casado, 6 filhos, formou-se em Música (violino e piano) pelo Conservatório e Escola Superior de Música de Zurique. Ele tem grande conhecimento nos idiomas do mundo bíblico (grego, hebraico clássico e moderno, aramaico e acádico) e formou-se também em Teologia. É professor e conferencista internacional. Participou de três projetos de tradução da Bíblia e é autor de vários livros. Apresentou uma dissertação sobre o Segundo Templo em Jerusalém, na área de Judaísmo e Arqueologia, no Whitefield Theological Seminary na Flórida, EUA.
Não deixe de participar, traga seus amigos e irmãos que desejam se aprofundar nas profecias bíblicas do Dia do SENHOR no Apocalipse e crescer na fé! Aproveite o parcelamento e faça logo sua inscrição

Um abraço em Cristo, 
Dieter Steiger
Presidente da Chamada no Brasil

Globalismo Versus Nacionalismo


Dentre as muitas batalhas espirituais que causam impacto a este mundo físico está o conflito entre o globalismo e o nacionalismo, que revela nossa proximidade com o final dos tempos. Embora a influência do globalismo tenha sido uma tendência óbvia durante muitos anos, o progresso daqueles que têm uma visão globalista tem acelerado e, assim, promete realizar avanços ainda mais significativos.
Tudo isso estabelece o palco para o governo global do Anticristo quando lhe será “dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação” (Apocalipse 13.7, NVI).
A tendência em direção a uma autoridade global centralizada é intensa e há algumas razões bastante lógicas pelas quais a globalização faz sentido. A globalização oferece benefícios econômicos, tais como um crescente comércio global e investimentos que fazem expandir a prosperidade. E há uma visão para a paz entre as nações que deveria ser atingível se o mundo simplesmente pudesse trabalhar mais em conjunto. Logicamente, seria necessário haver uma poderosa autoridade global para fazer isso acontecer.
A elite governante mundial está se tornando mais unificada em sua visão de um governo global como solução para aquilo que aflige a humanidade. E, como os humanistas geralmente negam mas praticam de todo o coração, os fins justificam os meios. Eles têm fabricado uma crise de mudança climática para forçarem o mundo a trabalhar junto e para terem mais controle sobre a população.
Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global. A intensa correção política associada à “ciência estabelecida” da mudança climática revelam que poderosas forças espirituais estão por detrás da crise.
Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global.
O lado feio da globalização é a ideia de que a autoridade mais centralizada é uma coisa boa. Ela apela para uma visão de mundo humanista que acredita que podemos resolver qualquer problema que a humanidade enfrente através do esforço humano coletivo separadamente de Deus. Este espírito de independência de Deus é idolatria e é a mesma atitude que foi prevalecente na Torre de Babel quando Deus espalhou o povo confundindo-lhe a linguagem (Gênesis 11).
Embora visionários humanistas progressistas creiam que uma autoridade mais centralizada torna o governo mais eficiente, o que acontece é exatamente o contrário. O fracasso de poderosos governos centralizados é uma lição óbvia da história. É por isso que temos o clichê que o poder corrompe e que o poder absoluto corrompe absolutamente.
Entretanto, os humanistas do mundo persistem em achar que eles são mais “evoluídos” e, portanto, mais espertos do que todos que já passaram antes deles, crendo realmente serem aqueles que podem fazer o governo centralizado funcionar melhor.
Deveria ser óbvio que, neste mundo caído, um governo mais localizado funciona melhor do que uma autoridade centralizada. Um governo menor e mais distribuído, que seja mais próximo do povo a quem ele serve, é mais capaz de responder às necessidades do povo.
Existem diferenças geográficas, demográficas e culturais entre os grupos de pessoas que lhes dão necessidades diferentes. As autoridades centralizadas não conseguem nem ver essas necessidades, quanto mais pensar em soluções que, por terem funcionado em um lugar, terão sucesso universal.
Dentre as coisas que têm feito os Estados Unidos serem um país excepcional tem sido [sua] Constituição, que permite uma divisão dos poderes centralizados com pesos e contrapesos na autoridade. E havia o princípio dos direitos dos Estados que distribuía o poder governamental mais localmente.
A tendência, entretanto, tem sido dar mais poder para o governo federal e até mesmo os pesos e contrapesos têm sido desagregados, dando ao presidente mais autoridade do que é permitido pela Constituição. Esta cessão de autoridade prefigura o espírito que trará o Anticristo ao poder.
Eles têm um único propósito, e darão seu poder e sua autoridade à besta” (Apocalipse 17.13, NVI).Bíblia e Ciência
Nos Estados Unidos a mudança está no ar. A ideia constitucional de que o governo existe para servir o povo já se foi. Em vez dessa ideia, o que fica é que o povo existe para servir o coletivo. À medida que o crescente espírito do Anticristo faz com que os governos locais cedam sua autoridade para autoridades governamentais superiores, também as pessoas estão dispostas a ceder suas liberdades em troca de mais segurança. Estes são os tempos sobre os quais as Escrituras nos falam:
Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida” (1 Tessalonicenses 5.3, NVI).
O espírito do Anticristo incitando a crescente globalização está no âmago da rebelião contra a ordem que Deus estabeleceu. Esse espírito é que está por detrás do movimento para se abrirem as fronteiras para uma imigração sem restrições. Se o mundo deve estar unido como uma família global, não pode haver fronteiras nacionais. Porém, Deus está no controle e Ele estabeleceu fronteiras nacionais com um propósito.
De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar” (Atos 17.26, NVI).
O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo. Deus está entregando a humanidade a uma mentalidade rebaixada para que o mal possa seguir seu curso natural.
O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo.
Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Ungido, e dizem:“Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!” (Salmo 2.2-3, NVI).
A trajetória deste mundo é desesperadora para aqueles que se importam em considerar as ramificações das mudanças dramáticas que estão em andamento. Em vez de gastarem seu tempo tentando lutar contra essas mudanças, os seguidores de Cristo honrarão mais a Deus se ajudarem as pessoas perturbadas pelas tendências do mundo a verem que a Palavra de Deus oferece consolação para a humanidade nesses momentos.
O caminho deste mundo já foi predito desde os tempos da antiguidade e é necessário que Deus prepare o mundo para Jesus Cristo ser a autoridade governante central final pela qual a humanidade anseia.
Todos os indicadores mostram que este mundo não terá que esperar muito para que chegue o reino milenar. O palco está rapidamente sendo preparado para o tempo terrível da Tribulação, que precede o retorno de Cristo. Mas, como indivíduos nesta Era da Graça, não temos que esperar que Cristo volte para experimentarmos Sua paz em nossa vida agora mesmo.
Todos que entregam sua vida a Jesus, reconhecendo-O como seu Salvador e Senhor, experimentarão uma vida abundante aqui e agora. E também temos a Bendita Esperança de sermos trasladados em nossos corpos glorificados e eternos quando Deus concluir a atual Era da Graça antes da Tribulação. “Amém. Vem, Senhor Jesus!” — Apocalipse 22.20b, NVI (Scott Huckaby — raptureready.com — Chamada.com.br)

terça-feira, 17 de maio de 2016

Pastor Silas Malafaia é uma das pessoas mais admiradas pelos brasileiros


O Pastor Silas Malafaia apareceu na lista das personalidades mais admiradas pelos brasileiros no ano de 2016 em uma pesquisa realizada pelo Instituto britânico YouGov.
O YouGov é um site referência em pesquisa de mercado através de métodos on-line e reuniu entrevistados de 30 países, pedindo-lhes simplesmente que respondessem: “Pensando em pessoas vivas no mundo de hoje, que (homem ou mulher) que você mais admira?”. Uma lista prévia de 20 personalidades globais foi montada e acrescidos de dez nomes de homens e o mesmo número de mulheres, desta vez pessoas populares em seu país.
Foram ouvidas 31 mil pessoas.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Hoje ainda existem profetas?


Norbert Lieth
Há algum tempo foi inaugurada uma Escola de Profetas em Tel Aviv, Israel. No meio cristão é recorrente a menção a “falsos profetas”. Mas será que hoje ainda existe o ministério de profeta?
No Novo Testamento, um texto-chave sobre o ministério profético é o de 1 Coríntios 13.8:“O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará”. Essa é uma declaração básica sobre o futuro, esclarecendo se haveria ou não profecias, línguas ou ciência (aumento do conhecimento bíblico).
A Bíblia explica, portanto, que essas coisas certamente cessarão. A questão é: quando elas cessarão? Chegaremos mais perto da resposta se continuarmos lendo os versículos 9-10: “porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado”. O que fora designado como passageiro, as profecias, as línguas e a ciência, cessaria com a chegada do que “é perfeito”. Poderíamos pensar que “o que é perfeito” seria a vinda de Jesus e o início do Seu reinado na terra. Mas o versículo 13 mostra que não é isso:
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três (não profecias, línguas e ciência, que claramente já deixaram de existir); porém o maior destes é o amor” (1 Co 13.13).
Se “o que é perfeito” fosse a volta de Cristo e Seu reino, isso significaria que a fé e a esperança permaneceriam, ao lado do amor. É evidente que o amor permanecerá por toda a eternidade. E como ficam a fé e a esperança? Ambas tornam-se desnecessárias quando o reino de Deus se tornar uma realidade visível. Quando estivermos vendo Aquele que fora objeto de nossa fé no passado, não precisaremos mais crer. Em outras passagens, a Bíblia nos ensina que passaremos do crer para o ver, do abstrato para o concreto:
– 2 Coríntios 5.7: hoje vivemos por fé e não pelo que vemos.
– Hebreus 11.1: a fé está relacionada com coisas que não vemos.
– Romanos 8.24: esperança que se vê não é esperança.
Portanto, um dia passaremos do crer para o ver, da fé e da esperança para ver a Cristo – quando Ele voltar. E quando estivermos vendo a Jesus e participando do Seu reino, a fé e a esperança não serão mais necessárias. Mas o amor permanecerá. Portanto, “o que é perfeito” não pode ser a volta de Cristo e Seu reino eterno. Então, o que poderia significar o versículo 13 de 1 Coríntios 13?
Na minha opinião, ele refere-se à conclusão do cânon bíblico, que se deu por volta do ano 100 d.C. com a redação do livro do Apocalipse. Quando foi escrita a carta aos Coríntios, a revelação neotestamentária ainda não estava completa; a revelação divina também não estava concluída. Por isso ainda havia profecias por meio de profetas, assim como o dom de línguas com interpretação. Em conseqüência houve um aumento no conhecimento (ciência), justamente porque nem tudo estava revelado. Com a conclusão da Bíblia, essas coisas cessaram, e se mantiveram a fé, a esperança e o amor.
Diante dessa problemática, certamente não é por acaso que a Bíblia termina com as palavras: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap 22.18-19).
Nada deve ser acrescido à Bíblia, nada deve ser tirado. A revelação divina está completa e acabada. Obrigatoriamente não poderá mais haver profecias, pois se esse ministério continuasse depois do registro bíblico, as profecias teriam de ser inspiradas diretamente por Deus (2 Pe 1.20-21) e acrescidas à Bíblia como revelações complementares. Da mesma forma, nada deve ser retirado da Bíblia, como costuma fazer o liberalismo teológico.
Na época da primeira geração da Igreja obviamente ainda havia profetas, entre eles Paulo, Barnabé, Judas, Silas, Ágabo e outros (At 13.1; At 15.32; At 21.10), assim como houve apóstolos até a finalização do texto bíblico (1 Co 12.28; Ef 4.11). Assim como hoje, depois de concluído o cânon do Novo Testamento, não existem mais apóstolos, também deixaram de existir os profetas. Se não fosse assim, poderíamos concluir inversamente que ainda deveria haver apóstolos, o que é impossível conforme Hebreus 2.4, que usa o verbo no tempo passado. Os apóstolos e profetas foram chamados “apenas” para lançar a base e o fundamento, para estabelecer a Igreja (Ef 2.19-22).
Mas o que continua com toda a certeza, mesmo depois da conclusão da revelação divina e até a volta de Jesus, é o ministério de evangelistas, pastores e mestres (Ef 4.11-12). Seu serviço continua edificando a Igreja de Jesus depois que o fundamento foi colocado pelos profetas e apóstolos de uma vez por todas.
Nesse aspecto é interessante observar que o apóstolo Pedro fala (em 2 Pedro 2.1) de falsos profetas no tempo passado, mas em relação ao futuro ele menciona apenas falsos mestres e não falsos profetas. Como apóstolo, ele sabia que no futuro não haveria mais profetas; portanto não haveria falsos profetas, mas haveria, sim, falsos mestres: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (2 Pe 2.1).
Depois da era da Igreja, no tempo da Tribulação, haverá novamente profetas verdadeiros: as Duas Testemunhas do Apocalipse (Ap 11.10). E então haverá mais uma vez um “falso profeta” imitando esse ministério (Ap 19.20).

Pr. Silas prova que quem votou contra o impeachment é covarde e omisso