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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Ataque contra cristãos na Nigéria faz nove vítimas

Grupos armados invadiram um vilarejo em Benue atirando em grupos que voltavam da igreja.
Os ataques às comunidades na região do Cinturão Médio da Nigéria continuam. Mulheres, idosos e adolescentes estão entre as vítimas de um dos últimos incidentes.

Em 17 de novembro, homens armados entraram em uma comunidade no estado de Benue, no centro-leste da Nigéria, e mataram pelo menos nove pessoas, incluindo idosos, mulheres e adolescentes.
“As pessoas estavam voltando da igreja e se preparando para almoçar quando os homens armados, invadiram a vila em motos “, disse uma fonte não identificada. “Eles atiraram aleatoriamente e mataram qualquer pessoa que passasse pelo caminho, incluindo idosos que não podiam correr, mulheres e crianças”.
A identidade dos pistoleiros ainda não foi divulgada, mas a fonte sugeriu que pode ser qualquer grupo extremista que luta pelo poder na região.
A violência vem aumentando no Cinturão Médio da Nigéria nos últimos anos. A maioria dos ataques pode ser atribuída aos pastores de cabras Fulani e ao grupo extremista islâmico Boko Haram, na região que divide o norte predominantemente muçulmano e os cristãos do sul.
Desde o início da insurgência do Boko Haram em 2009, pelo menos 35 mil pessoas foram mortas. E ataques dos Fulani a comunidades de agricultores predominantemente cristãos custaram a vida de pelo menos 3.500 pessoas entre janeiro de 2016 e outubro de 2018, de acordo com um relatório da Portas Abertas, organização internacional que apoia cristãos em todo mundo. Cerca de 57% dessas mortes ocorreram apenas em 2018, tornando a violência entre pastores e agricultores seis vezes mais mortal que a do Boko Haram naquele ano.
As forças armadas da Nigéria estão sobrecarregadas, pois combatem várias insurgências. O governo foi criticado por uma resposta inadequada que criou um vácuo que os grupos de milícias locais estão preenchendo, dificultando ainda mais aos cristãos, que é o grupo mais vulnerável no país.
Enquanto os grupos islâmicos atacam os cristãos por causa de sua fé, em outros casos eles são vítimas da luta entre milícias. O resultado, no entanto, é o mesmo. Pesquisas realizadas pela Portas Abertas em 2017 mostraram que cristãos exaustos no nordeste da Nigéria precisavam de ajuda urgente para reconstruir suas vidas e aldeias destruídas. Eles enfrentam muitos obstáculos, incluindo traumas, casas destruídas, falta de água, insegurança alimentar, falta de educação e problemas na vida da igreja. A Portas Abertas identificou dez aldeias que necessita de ajudar para se reerguer.
A Nigéria é 12° país na Lista Mundial da Perseguição 2019, que classifica os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo.

Você pode ajudar

Com os constantes ataques, a Nigéria se tornou um dos principais focos de ajuda da Portas Abertas.
Por meio de campanhas específicas a este país, a igreja brasileira, livre de perseguição religiosa, pode apoiar os trabalhos já realizados entre os cristãos nigerianos.
Acesse o links a seguir e saiba como participar:

Com igrejas fechadas na Argélia, cristãos se reúnem nos lares

Pastor conta os desafios e benefícios dessa nova maneira de ser o corpo de Cristo

O salão de uma igreja em Tizi Ouzou, Argélia, ficou cheio de policiais na tarde do dia 15 de novembro. Foi o encerramento oficial do prédio. Até agora, 13 igrejas foram fechadas no país desde o início de 2018. Irmãos e irmãs ao redor do mundo têm acompanhado a perseguição do governo argelino aos cristãos; alguns líderes até movimentaram os governos de outros países para pressionar as autoridades da maior nação africana. O pastor da Full Gospel Church, Salah Challah, conta que agora os membros da congregação dele estão se reunindo em casas.
Há um mês, o prédio da igreja do pastor foi interditado, mas isso não indicou o fim dela. “Nós já temos seis igrejas domésticas. Esperamos ter mais. Precisamos de famílias que possam receber pessoas nos lares”, explica o líder cristão. Com esta nova configuração, é comum que as pessoas que se dão melhor frequentem as mesmas casas, porém, esse fato intimida aqueles que desconhecem os anfitriões. Entretanto, há pontos positivos: “As igrejas em casas são muito mais poderosas. O governo não pode monitorar sempre, como fez com nosso prédio. Também, a lei não nos proíbe de receber pessoas em casa. É claro que nós precisamos ser sábios nesses encontros, para  não perturbar os vizinhos”, afirma Sallah.
Outra maneira que o pastor encontrou de manter os membros reunidos e alimentados foi sugerir que eles começassem a frequentar outras igrejas que não foram fechadas. Mas para muitos essa opção é inviável, já que precisariam dirigir entre 30 a 40 km de distância. “A coisa mais importante é a comunhão. Nós sabemos que a salvação é algo principal, mas a vida cristã é vivida em comunidade”, lembra.
O líder cristão também teve a rotina de trabalho alterada. Antes o prédio da igreja era local para cultos, aconselhamentos, discipulados e batizados. Mas agora as residências são os locais dessas atividades e o pastor está pronto para ir onde for necessário. Ele conta que passou o número de telefone para todas as pessoas que frequentavam a igreja e está disponível quando qualquer um precisar dele. “Eu falo com eles quando precisam de mim e, claro, fico feliz quando visito as casas”, completa o líder.  
Pedidos de oração
  • Ore para que a igreja cristã doméstica na Argélia cresça e seja testemunho vivo de Cristo.
  • Peça que o Senhor levante governantes tementes a ele e que as igrejas cristãs tenham liberdade de adorar em seus locais de costume.
  • Interceda pelo sustento físico, emocional e espiritual dos líderes cristãos. Para que eles não percam a esperança e sejam supridos em todas as necessidades.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Novo estudo: perseguição aos cristãos está chegando a níveis de genocídio

ALÉM DAS REGIÕES EM QUE A PERSEGUIÇÃO É ESCANCARADA, AUMENTA NOS PAÍSES DITOS DEMOCRÁTICOS O ASSÉDIO ANTICRISTÃO MEDIANTE LEGISLAÇÕES DE CARÁTER IDEOLÓGICO

 O Secretário de Estado para Assuntos Externos do Reino Unido, Jeremy Hunt, solicitou um estudo a respeito da violência contra os cristãos em todo o mundo e, nesse levantamento, realizado por uma equipe que contou com a participação do bispo anglicano de Truro, o reverendo Philip Mounstephen, constatou-se que uma em cada três pessoas sofrem perseguição religiosa atualmente em todo o planeta, sendo que 80% do total de vítimas são cristãs.
Além de corroborar que os cristãos continuam sendo o grupo religioso mais perseguido no mundo inteiro, o estudo aponta que os níveis de perseguição em certas regiões do planeta são tão extremos que atendem aos parâmetros da ONU para serem considerados nada menos que genocídio. É o caso de regiões do Oriente Médio e do Norte da África.
O bispo anglicano comenta:
“A perseguição aos cristãos no mundo hoje está piorando e envolve a dizimação de certos grupos religiosos. É necessário que o governo dê prioridade específica a tais grupos para apoiar a sua fé em caráter de urgência”.

Outros estudos

O levantamento elaborado pelo governo do Reino Unido não é o único a revelar esses dados.
Em 2016, o instituto de pesquisas Pew Research, dos EUA, já apontava que os cristãos são perseguidos em pelo menos 144 países.
A também norte-americana organização não-governamental Open Doors (Portas Abertas) publicou, neste ano, um relatório segundo o qual “aproximadamente 245 milhões de cristãos nos 50 maiores países do mundo sofrem altos níveis de perseguição”.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Os planos de Deus na condução da nossa história


Lothar Gassmann
Assim diz o Senhor ao seu ungido: a Ciro, cuja mão direita eu seguro com firmeza para subjugar as nações diante dele e arrancar a armadura de seus reis, para abrir portas diante dele, de modo que as portas não estejam trancadas.” (Isaías 45.1)
Assim como Deus é o Senhor da Criação, assim ele também é o Senhor da história. Ele já conduziu muitas vezes a história de maneira diferente do que as pessoas esperavam. Na época relacionada à profecia da passagem mencionada de Isaías, o povo de Israel teve dificuldade em compreender que Deus estaria usando o gentio rei Ciro, da Pérsia, para levar Israel de volta para casa do exílio e para reerguer o templo em Jerusalém. No entanto, foi justamente o que aconteceu. Deus tem liberdade para fazer o que ele quer e também pode colocar gentios a seu serviço. Quer as pessoas creiam em Deus, ou não – suas vidas estão nas mãos dele.
Quer as pessoas creiam em Deus, ou não – suas vidas estão nas mãos dele.
Talvez você também tenha dificuldade em compreender que existe um Deus Onipotente, que tem a sua vida e a minha vida nas mãos. Talvez você tenha imaginado o desfecho de uma situação de modo diferente do que realmente aconteceu. Talvez você, por exemplo, estando enfermo, orou por cura – e mesmo assim não foi curado. Sim, às vezes é difícil compreender as decisões de Deus. Assim, é bom estar ciente de que Deus, em seu pleno poder, enxerga mais longe do que você e eu conseguimos. Por exemplo, ele sabe para que serve uma enfermidade. (Ela pode nos conduzir ao silêncio e à reflexão, ela pode nos tornar humildes, ela pode nos aproximar de Deus...) Algumas situações, que primeiramente pareciam obscuras, em retrospectiva são reconhecidas como bênçãos. Normalmente conseguimos reconhecer a direção e as permissões de Deus apenas retrospectivamente.

domingo, 3 de novembro de 2019

SELO DE ARGILA ENCONTRADO EM JERUSALÉM PODE SER DO PROFETA ISAÍAS

A mão do próprio Profeta Isaías pode ter criado uma impressão de selo do século 8 aC descoberta no Primeiro Templo permanece perto do Monte do Templo de Jerusalém, segundo o arqueólogo da Universidade Hebraica Dr. Eilat Mazar.

"Parece que descobrimos uma impressão de selo, que pode ter pertencido ao profeta Isaías, em uma escavação científica e arqueológica", disse Mazar nesta semana em um comunicado à imprensa anunciando a descoberta de tirar o fôlego.

A equipe de Mazar descobriu a minúscula bula, ou impressão de foca, durante escavações renovadas no Ophel, localizado no sopé da parede sul do Monte do Templo em JerusalémA descoberta foi publicada na quarta-feira em um artigo, “Esta é a assinatura do profeta Isaías?”, Como parte de uma enorme edição de março-junho da Revisão de Arqueologia Bíblica, dedicada ao seu editor fundador recém-aposentado, Hershel Shanks.

A impressão de argila está inscrita com letras e o que parece ser uma corça, "um motivo de bênção e proteção encontrado em Judá, particularmente em Jerusalém", segundo o artigo da BAR.
A bula de forma oval, no entanto, não está intacta. Em sua porção legível, há uma inscrição com letras hebraicas do Primeiro Templo que parecem soletrar o nome  l'Yesha'yah [u]  (pertencente a Isaías). Na linha abaixo, há a palavra parcial  nvy , que presumivelmente indica "profeta".

“Como a bulla foi levemente danificada no final da palavra  nvy , não se sabe se terminou originalmente com a letra hebraica  aleph , que resultaria na palavra hebraica para 'profeta' e teria identificado definitivamente o selo como a assinatura do profeta Isaías ”, disse Mazar.
Arqueólogo Eilat Mazar nas escavações Ophel de inverno de 2018 em Jerusalém. (Captura de tela do YouTube)
No artigo da BAR, Mazar deixa espaço para a possibilidade de a inscrição na bula de Isaías não se referir ao profeta bíblico. “Sem um aleph no final, a palavra  nvy  provavelmente é apenas um nome pessoal. Embora não apareça na Bíblia, aparece nos selos e na impressão do selo na alça de uma jarra, tudo de coleções particulares não comprovadas. ”
"O nome de Isaías, no entanto, é claro", disse ela.

CONEXÕES MILENARES ENTRE UM PROFETA E SEU REI

O mais conhecido dos profetas bíblicos, Isaías é considerado pelos estudiosos como ativo por volta do final do século VIII e início do século VII AEC.

A bula de Isaiah foi descoberta em material peneirado por via úmida, retirado de uma camada da Idade do Ferro próxima à rocha que ficava próxima a uma trincheira de fundação para uma parede de um cofre herodiano. O material foi encontrado perto de uma estrutura que foi descoberta pela primeira vez em 1986-87 e hoje é considerada uma “padaria real”.
As escavações de Ophel no sopé da parede sul do Monte do Templo em Jerusalém (cortesia de Andrew Shiva)
Foi encontrado a apenas 10 pés de distância de onde, em 2015, a equipe de Mazar descobriu uma bula importante e intacta com a inscrição "do rei Ezequias de Judá". O 12º rei do reino de Judá, rei Ezequias, governou por volta de 727 AEC-698 AEC, durante o período em que o reino do norte de Israel caiu para os assírios em 721 aC. Cerca de 20 anos depois, Ezequias lutou com sucesso contra o cerco assírio de Jerusalém, em parte devido a fortificações e um canal de água que ainda pode ser visto hoje.
Uma impressão de selo do rei Ezequias desenterrada nas escavações de Ophel, no sopé da parede sul do Monte do Templo, conduzida pelo Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém ( cortesia de Eilat Mazar; foto de Ouria Tadmor)
Após a descoberta da bula de Ezequias em 2015, Mazar chamou o artefato de "o mais próximo possível de sempre de algo que provavelmente era mantido pelo próprio rei Ezequias".
Nesta semana, Mazar disse em um comunicado à imprensa divulgado pela BAR que é lógico que as bolhas de Isaías e Ezequias sejam descobertas em uma proximidade tão próxima.
“Se é que esta bula é realmente a do profeta Isaías, não deveria ser uma surpresa descobrir essa bula ao lado de alguém com o nome do rei Ezequias, dada a relação simbiótica do profeta Isaías e do rei Ezequias descrito no Bíblia ”, disse Mazar.

Existem vários exemplos bíblicos de interações entre Isaías e Ezequias que indicam que o profeta era um conselheiro espiritual do rei. Ele consolou o governante de que os israelitas sobreviveriam ao cerco. No artigo da BAR, Mazar escreve: “Os nomes do rei Ezequias e do profeta Isaías são mencionados de uma só vez 14 das 29 vezes em que o nome de Isaías é lembrado (2 Reis 19–20; Isaías 37–39). Nenhuma outra figura estava mais próxima do rei Ezequias do que o profeta Isaías. ”
Dara Horn caminhando pelo túnel de Ezequias em Jerusalém, em agosto de 2017. (Brendan Schulman)
As bolhas de Ezequias e Isaías se juntam a outros achados semelhantes de escavações anteriores. Cavando em 2005-2008, no cume da cidade de Davi, em uma grande estrutura que pode ter sido o palácio bíblico do rei Davi, ela descobriu uma impressão de argila com uma inscrição hebraica do Primeiro Templo, com o nome de um oficial israelita de alto escalão que é registrada pelo bíblico Jeremias, “Jeucal, filho de Selemias, filho de Shovi.” Anos mais tarde, a poucos metros da bula de Jeucal, ela encontrou uma impressão de selo pertencente a um segundo oficial de alto escalão, “Gedalias, filho de Pasur. , ”Que também é encontrado em Jeremias. Mais dezenas de bolhas foram descobertas.

Mazar reabriu recentemente a escavação de Ophel e atualmente está cavando na Casa do Medalhão, que ela escavou em 2013, e uma rara e intocada caverna do período do Segundo Templo intocada.
A descoberta não foi revisada por pares e alguns já começaram a recuar contra a hipótese de Mazar, observando que a falta de um  aleph  após o nvy deixa espaço para dúvidas.

“A carta criticamente importante que seria necessária para confirmar que a segunda palavra é o título 'profeta' é um  aleph . Mas nenhum  aleph  é legível nesta bula e, portanto, a leitura não pode ser confirmada ”, disse o professor de línguas semíticas Christopher Rollston à National Geographic.
Isaiah, em uma ilustração da Providence Lithograph Company (Wikipedia)
"A suposição de que este é um [selo] de Isaías, o profeta, é cintilante, mas certamente não é algo que deveríamos assumir que é absolutamente certo", acrescentou. "Não é."

O epigrafista israelense Dr. Haggai Misgav foi ao Facebook para expressar seu ceticismo sobre a possibilidade de esta bula pertencer ao profeta Isaías. Ecoando as preocupações de Rollston sobre o "aleph" desaparecido, o professor da Universidade Hebraica escreveu que, como a impressão estaria ligada a um saco de mercadorias, é altamente improvável que o título "profeta" tivesse sido usado.

“Mas, como sempre, não faltam aqueles que pulam nos achados com gritos de 'Hurrah, nós provamos a Bíblia'”, escreve Misgav.

Embora a própria Mazar admita que o aleph ausente   possa ser problemático, ela diz que a descoberta é importante, no entanto.

“Se a bula que encontramos nas escavações de Ophel é a bula do profeta Isaías, continua sendo, no entanto, uma descoberta única e fantástica”, escreve Mazar no artigo da BAR.

“Encontrar esta bula nos leva a considerar a personalidade e a proximidade do profeta Isaías como um dos conselheiros mais próximos do rei Ezequias - não apenas no que diz respeito aos acontecimentos de seu tempo, mas também em avaliá-los de uma perspectiva informada e prever sua influência. sobre eventos futuros ”, ela escreve.

UM PRESENTE ADEQUADO PARA UM VERDADEIRO AMIGO DE ARQUEÓLOGOS

A caminho de pegar um avião, o novo editor da Biblical Archaeology Review, Dr. Robert Cargill, disse que a publicação da nova e empolgante descoberta em sua revista "surgiu em um momento muito feliz".

Dr. Robert Cargill, editor da Revisão de Arqueologia Bíblica. (cortesia)
Enquanto a Cargill preparava a edição dupla da BAR em homenagem à editora fundadora Shanks, ele se aproximou de Mazar para pedir uma contribuição.

"Ela disse: 'Seu tempo não poderia ser melhor'", relatou a Cargill. Mazar estava se preparando para publicar esta nova descoberta. "Ela nos permitiu publicá-lo como um presente para Hershel [Shanks] para agradecer seu apoio à arqueologia e Israel", disse Cargill.

A revista foi publicada pela primeira vez em 1975 e concentrou-se, às vezes de forma controversa, em descobertas que alegam oferecer insights sobre os trabalhos antigos da Terra Santa - geralmente em artigos acessíveis, escritos pelos principais estudiosos.
Shanks, não um arqueólogo, é advogado por formação. Mas nas últimas quatro décadas, ele escreveu inúmeros artigos e vários livros sobre o antigo Israel e a arqueologia bíblica.
Em frente à escavação de Ophel estão (da esquerda) Suzanne Singer, ex-editora administrativa da BAR; O arqueólogo israelense Dr. Gabriel Barkay; Hershel Shanks, editor emérito da BAR que se aposentou recentemente como editor; e o arqueólogo israelense Dr. Eilat Mazar. (Eilat Mazar)
Em parte de seu “presente” para Shanks, Mazar escreveu: “Como o profeta Isaías, Hershel é muito atencioso e entusiasmado com os eventos atuais relativos a Israel e ao grande Oriente Próximo, neste caso aqueles relacionados a escavações, descobertas e estudos de Arqueologia bíblica ... Criar esse elo valioso entre estudiosos e o público na esfera da arqueologia bíblica foi sua visão 'profética'. ”

Cargill, professor assistente de estudos religiosos da Universidade de Iowa, disse que respeitava o "tratamento cuidadoso e responsável" da bula por Mazar no artigo da BAR.
"Ela não se apressou em dizer conclusivamente que havia encontrado o selo de Isaías ... Em nosso artigo, ela oferece as alternativas possíveis", disse Cargill, que se autodenomina "um cético natural".
Desenho de Reut Livyatan Ben-Arie, do Isaiah Bulla, uma impressão de selo de argila de 2.700 anos que potencialmente pertencia ao profeta bíblico Isaiah. (Ilustração: Reut Livyatan Ben-Arie / © Eilat Mazar; Foto de Ouria Tadmor / © Eilat Mazar)
“Mas se você está me perguntando, acho que ela conseguiu. Você está vendo a primeira referência arqueológica do profeta Isaías fora da Bíblia ”, disse Cargill. "É incrível."
Originalmente publicado no The Times of Israel .

Jovem é aprisionada por sua família por se converter a Cristo

Em alguns países da Ásia Central, a descoberta da fé em Cristo causa reações negativas e violentas dos familiares mais próximos (imagem representativa)
Em alguns países da Ásia Central, a descoberta da fé em Cristo causa reações negativas e violentas dos familiares mais próximos (imagem representativa)

UMA CRISTÃ FOI VIOLENTADA E PRESA POR SUA PRÓPRIA FAMÍLIA QUANDO SUA FÉ FOI DESCOBERTA. REAÇÕES COMO ESTAS SÃO COMUNS NA ÁSIA CENTRAL

Amira* nasceu em uma pequena aldeia em um país da Ásia Central e foi criada como muçulmana. No entanto, dois anos atrás, ela se mudou para trabalhar em outra cidade, longe de casa. Foi então que ela conheceu alguns cristãos e começou a frequentar uma igreja.
Quando seus pais descobriram que Amira havia se tornado uma cristã, ficaram com raiva e agressivos. Em uma ligação, eles lhe disseram: “Você é uma vergonha e uma desgraça para a família”. Eles, então, a mandaram voltar à vila para visitar a família.
Quando Amira chegou em casa, no entanto, não a aguardavam com alegria. Eles a espancaram, prenderam-na e tentaram forçá-la a voltar para o islã. Amira recusou. Sua família, então, decidiu fazê-la se casar com um homem muçulmano, mas a jovem conseguiu escapar.
Amira voltou para sua cidade e igreja. Os líderes da igreja, por segurança, a enviaram para outro município. Agora, Amira está segura e sendo ajudada e apoiada pela Portas Abertas. Ela diz que ainda ama seus pais e parentes, mas nunca vai voltar a vê-los, porque sabe que eles vão forçá-la a se casar com um muçulmano novamente.

Pedidos de oração
  • Clame a Deus pelas cristãs perseguidas. Assim como Amira, muitas mulheres são duplamente vulneráveis à perseguição, pois são discriminadas por sua fé e gênero. Seu sofrimento é, muitas vezes, invisível e ignorado pelo mundo ao redor. Por isso, peça que sejam confortadas e encorajadas pelo amor do Senhor.
  • Interceda pelos cristãos na Ásia Central, que frequentemente enfrentam pressão das autoridades. Os cristãos ex-muçulmanos também precisam lidar com a pressão da família, amigos e comunidade que não aceitam sua nova fé.
  • Ore por todos os países da Ásia Central. Nessas nações é comum que cristãos sejam trancados por longos períodos e espancados por suas famílias. Peça pela proteção do Senhor e por liberdade religiosa.

* Nome alterado por segurança.
Fonte: Portas Abertas