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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Guerra Israel-Hamas pode ser uma janela profética para o fim dos tempos?

 Cresce especulação sobre profecias bíblicas em meio a conflito entre Israel e Hamas.

O Salmo 83, que fala sobre os inimigos de Israel, tem gerado especulações sobre possíveis implicações proféticas à medida que o conflito entre Israel e o Hamas persiste. Alguns analistas destacam paralelos entre as descrições do Salmo 83 e as atuais posturas de líderes do Hamas e seus apoiadores, como o Irã.

Desse modo, Joel Rosenberg, do All Israel News, sugere que o Salmo 83 pode ser uma “janela profética” sobre a motivação dos futuros atacantes de Israel. Ele destaca a relevância durante o atual conflito. Dessa forma, ele também aponta como as descrições dos inimigos no Salmo 83 refletem sentimentos expressos por líderes do Hamas e nações aliadas.

Além disso, ao considerar as profecias em Ezequiel 38 e 39, ele enfatiza que nada indica que o “fim dos dias” comece com uma guerra. Pelo contrário, a profecia sugere que Israel estará seguro, sem cercas em suas fronteiras. Rosenberg sugere que, se Israel obtiver uma vitória sobre o Hamas, o Hezbollah e a ameaça nuclear iraniana nos próximos meses, isso poderia levar a uma verdadeira segurança e prosperidade regional.

No entanto, há receios de que o conflito atual se torne uma guerra regional, com possíveis ataques de Irã ou Rússia em nome dele, alinhando-se às profecias de Ezequiel 38 e 39. O pastor Greg Laurie destaca as relações entre Rússia e Irã, relacionando-as às profecias de Gogue e Magogue em Ezequiel.

Segundo The Jerusalem Post, ele alerta que uma possível ação militar israelense contra o Irã poderia desencadear eventos descritos nas profecias, enfatizando a necessidade de uma ameaça militar crível para conter o Irã. Apesar das especulações, não há dados suficientes para concluir que o conflito atual representa o cumprimento preciso dessas profecias.

Por fim, analistas sugerem que, por enquanto, o foco deve permanecer na compreensão do conflito atual entre Israel e Hamas como uma batalha entre o bem e o mal, enquanto se mantém vigilante diante de possíveis desdobramentos proféticos. Esse contexto, entretanto, destaca a complexidade das interpretações proféticas em meio a eventos geopolíticos e religiosos, requerendo cautela e discernimento.


quarta-feira, 15 de novembro de 2023

Rodrigo Silva inaugura 1° Museu de Arqueologia Bíblica da América Latina

 Localizado dentro do UNASP, o museu exibe 2.850 peças de várias partes do mundo.

O arqueólogo Rodrigo Silva inaugurou o Museu de Arqueologia Bíblica (MAB) no domingo (12). Localizado no Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), em Engenheiro Coelho (SP), o MAB é o primeiro museu de arqueologia bíblica da América Latina.

No evento de inauguração, Rodrigo Silva abriu as portas do Museu para convidados, emocionado ao ver um sonho realizado. “Dia repleto de emoções, de trabalho, de cansaço, mas também de realização. A Deus toda a glória. E muito obrigado a você que tem apoiado esse projeto, seja com oração, seja participando do Bíblia comentada, das redes sociais”, declarou o arqueólogo em um vídeo no Instagram.

O Museu de Arqueologia Bíblica está aberto ao público para visitação de terça a sexta-feira e aos domingos. A entrada é gratuita, mas é necessário fazer a inscrição antecipadamente pelo site.

Localizado dentro do UNASP, o museu exibe 2.850 peças de várias partes do mundo, incluindo o “tijolo de Nabucodonosor”, pregos de crucificação, páginas manuscritas da Bíblia do século 12, um tijolo romano com a marca da décima legião fretensis que destruiu Jerusalém em 70 d.C. e um selo original do rei Ezequias com o símbolo do escaravelho.

Além de destacar a história da humanidade conforme a Bíblia, o museu também apresenta a cultura do antigo Oriente Médio, abordando a história do Egito, da Babilônia e de Roma por meio de peças raramente vistas na América Latina, proporcionando uma experiência tridimensional das histórias bíblicas para os visitantes.


domingo, 12 de novembro de 2023

Entendendo a Situação em Israel e a Missão da Igreja

 O conflito entre Israel e o Hamas é horrível, mas traz uma grande oportunidade para a igreja de provocar ciúme nos judeus pelo mundo inteiro. Devemos aproveitá-la.

No dia 7 de outubro, pode-se dizer que as portas do inferno se abriram para Israel. O sul de Israel foi atacado, mas não foi um simples ataque, foi uma multidão de feras atacando os residentes do sul de Israel em torno da Faixa de Gaza.

Não quero entrar em detalhes, mas, para que entendamos o que ocorreu em Israel, um pequeno exemplo: ontem (01/11) foi exibido um filme aos deputados do Knesset, o parlamento israelense. A visualização do filme foi voluntária, mas muitos vieram assistir a ele. Tratava-se de uma documentação de todas as atrocidades que aconteceram em torno da Faixa de Gaza. Muitos deputados árabes também estiveram presentes.

As pessoas foram avisadas: “Vocês verão coisas que nunca mais verão na vida. Vocês verão bestialidades que um ser humano nem consegue imaginar”. Alguns saíram da sala depois de apenas alguns minutos. Outros tiveram que receber tratamento psicológico depois do filme. Eles viram horrores que nenhum ser humano poderia imaginar.

A Israel foi revelado novamente o que ele está enfrentando. Vemos algo parecido na Palavra de Deus com a vida de Amaleque. Desde o início, Amaleque tinha apenas um objetivo: a aniquilação de Israel. Portanto, Deus chama Israel e diz: Amaleque deve ser destruído (Deuteronômio 25.17-19).

Israel também entendeu isso em relação ao Hamas. Não em relação aos palestinos, mas em relação ao Hamas. “Nunca teremos paz com eles!” Neste momento, Israel está envolvido em uma guerra em que se trata da proteção de Israel. Israel diz: “Quem nos garantirá que teremos paz nos próximos anos? Nós nos retiramos! Fomos nós que demos comida! Fomos nós que demos água! Fomos nós que entregamos o cimento para os cem quilômetros de túneis. Fomos nós que entregamos os remédios! Garantimos que eles sobrevivessem em Gaza! Nós demos trabalho a eles, não os egípcios”. Qual é a resposta? Terror da pior maneira possível. É com isso que Israel está lidando hoje.

Estamos vivenciando um novo antissemitismo em todo o mundo que não conhecíamos antes. De repente o judeu é novamente aquele que pode ser odiado.

Estamos vivenciando um novo antissemitismo em todo o mundo que não conhecíamos antes. Eu conhecia isso durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), mas de repente o judeu é novamente aquele que pode ser odiado.

Irmãos e irmãs, nós – como igreja – temos uma missão: devemos provocar ciúmes neste povo. Estive numa manifestação pró-Israel em Genebra há duas semanas e foi lindo ver que todos os presentes eram cristãos, que gritavam: “Soltem os prisioneiros!”. Além disso, eles oraram em nome de Jesus.

Os judeus viram isso. Os judeus em todo o mundo notam que, hoje, aqueles que estão do lado deles são cristãos nascidos de novo. Temos uma tarefa enorme e não devemos perder a oportunidade.

Israel está em guerra. E esta guerra, no Sul e no Norte (do Líbano), está ficando mais dura a cada dia. Outro país mais ao sul, o Iêmen, também decidiu atacar Israel e está enviando cada vez mais foguetes para Israel todos os dias. A maioria foi abatida até agora. O Irã apela à destruição de Israel. A Turquia apela à destruição de Israel.

Não devemos ser cegos: algo está acontecendo em nosso mundo que, desde a Segunda Guerra Mundial, não conhecíamos mais. Esta guerra poderá desencadear um conflito mundial, mas também pode ser apenas uma “das dores” para o final – mais uma “das dores”. Não sabemos como isso irá se desenvolver. Mas também devemos compreender uma coisa: há irmãos e irmãs na fé de ambos os lados.

Gaza possui uma pequena igreja, mas ela existe! Entre os soldados israelenses há muitos que acreditam em Jesus Cristo. Cada igreja israelense tem cerca de 20% dos seus membros no exército. Da nossa igreja em Haifa, 26 jovens, entre 18 e 25 anos, estão no serviço militar. É uma pequena igreja que, mesmo assim, tem 26 pessoas servindo no exército. E este é o caso em todas as igrejas do país.

Em meio a tudo isso, também devemos compreender uma coisa: há irmãos e irmãs na fé de ambos os lados.

Este conflito é uma luta pela sobrevivência. Em Israel dizem que, se um ataque massivo tivesse simultaneamente vindo do Norte naquela manhã de 7 de outubro, Israel já não estaria aqui hoje. A situação é muito séria.

Devemos compreender que não se trata de um ataque contra Israel, é um ataque contra Deus. Sei que muitos cristãos não entendem isso – acho que não querem entender. Mas é um ataque contra Deus! E Deus diz: “Porque aquele que tocar em vocês toca na menina dos meus olhos” (Zacarias 2.8). Portanto, queremos ficar do lado de Deus. Queremos entender como Deus vê tudo isso. E, sim, nós sabemos: o povo precisa de Jesus! Os palestinos precisam de Jesus!

Dessa forma, queremos orar para que Deus intervenha nesta situação sem esperança e que, através desta situação, as pessoas encontrem Jesus.

Em Isaías 62, lemos: “Por amor de Sião, não me calarei e, por amor de Jerusalém, não me aquietarei, até que a sua justiça saia como um resplendor, e a sua salvação, como uma tocha acesa. Sobre as suas muralhas, ó Jerusalém, pus guardas, que jamais se calarão, nem de dia nem de noite. Vocês, que farão com que o Senhor se lembre, não descansem, nem deem a ele descanso até que restabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na terra” (v. 1,6-7).

Isso é o que queremos fazer. Queremos levar nossos pedidos de oração por esta região e pela terra de Israel ao Senhor.

ISRAEL, O RELÓGIO DE DEUS

 

Israel é o relógio de Deus. Lá no Jardim do Éden, quando o primeiro casal cometeu o pecado da desobediência, Deus prometeu consertar Sua história com o homem e Ele fez isso enviando Seu Filho único em carne, para crescer, pregar Sua mensagem, morrer e ser ressuscitado pelo Senhor e ficar vivo para sempre. Isso já aconteceu há mais de dois mil anos atrás, quando Jesus nasceu para cumprir a promessa de Deus.

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Igreja do Evangelho Quadrangular celebra seu 100º aniversário no mundo e 72º no Brasil em uma Sessão Solene na Câmara dos Deputados em Brasília

 Na manhã desta quarta-feira, dia 08 de novembro, mês em que se comemora o mês Quadrangular, o plenário da Câmara dos Deputados, no Palácio do Congresso Nacional, foi palco de uma Sessão Solene de grande significado para todo o ministério, marcando o centenário da Igreja do Evangelho Quadrangular no mundo e o seu septuagésimo segundo aniversário de sua presença no Brasil. A ocasião reuniu centenas de pastores da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) de todo o país, bem como representantes políticos da IEQ e membros da frente parlamentar evangélica.

A Sessão Solene foi requerida pelos deputados Messias Donato (REPUBLICANOS/ES), Dep. Jefferson Campos (PL/SP), Dep. Stefano Aguiar (PSD/MG) e Dep. Gutemberg Reis (MDB/RJ). Estiveram presentes pastores, e membros do Conselho Nacional da IEQ entre eles destacam-se o Rev. Mario de Oliveira, Presidente Nacional da IEQ, Pra. Bianca de Oliveira, Coordenadora Nacional de Mulheres (GMM), Rev. Guaracy Silveira, presidente do CED-TO, Rev. Luiz Antonio da Silva, Presidente do CED-SE e membro do CND, Rev. Leandro Genaro, Presidente do CED-MG, Missionária Dionízia Luvizotto, Coordenadora Nacional da Uniora, Rev. Erivelton Tavares, Presidente do CED-BA e outros.

 

A celebração teve inicio com a execução do Hino Nacional seguido do Hino Oficial da IEQ. Pastores e parlamentares representes da IEQ e de outras denominações discursaram durante a manhã enfatizando suas histórias de conversão, gratidão e amor pelo ministério. Em seu discurso o líder nacional da IEQ relembrou sua trajetória desde a conversão na juventude no interior de São Paulo e falou sobre o sentimento de pertencimento e a responsabilidade que norteia toda a sua liderança. “ A transformação que a igreja traz na vida das pessoas não é apenas espiritual é social. Hoje pertencemos a uma igreja e esta igreja é a Igreja do Evangelho Quadrangular, que faz parte do copo de Cristo”, enfatizou.  Discursaram também os parlamentares da frente parlamentar evangélica Deputada Yandra Moura (UNIÃO/SE), Dep. Marco Feliciano (PL/SP) Dep. Eli Borges (PL/TO), Dep. Rogéria Santos (REPUBLICANOS/BA) e outros.

 

Após os discursos a cantora premiada com o Grammy Latino, e pastora da IEQ, Soraya Moraes ministrou duas canções em adoração ao Senhor pelo aniversário do ministério. O Dep. Stefano Aguiar conduziu uma oração pelo país e pela igreja e, em seguida, a sessão foi encerrada com uma benção apostólica dada pelo Dep. Jefferson Campos.  A solenidade foi marcante e celebrou o impacto da IEQ no Brasil e seu compromisso de fé e dedicação ao longo de 100 anos de história.

 

 

História da IEQ

 

A Igreja do Evangelho Quadrangular que teve sua fundação nos Estados Unidos em 1923 pela Irmã Aimée Semple McPherson, com a inauguração do Angelus Temple em Los Angeles, Califórnia, com capacidade para cinco mil pessoas, celebra neste ano, um impressionante marco de 100 anos a nível mundial e 72 anos de presença no Brasil.

 

No Brasil sua história teve inicio com o pastor Harold Williams e auxiliado pelo Pastor Jesus Hermínio Vasquez Ramos, missionários da Foursquare Church Gospel dos Estados Unidos, que fundaram a primeira Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil em 15 de novembro de 1951, na cidade de São João da Boa Vista, São Paulo.

 

Essa jornada missionária foi longa e desafiadora, com os missionários percorrendo a América do Sul antes de chegar ao Brasil. A primeira parada na América do Sul foi na Bolívia, seguida por uma peregrinação pela costa brasileira, passando por cidades como Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e, finalmente, Poços de Caldas. Inicialmente, os sermões eram ministrados em outra igreja protestante local, mas rapidamente o Pastor Williams aprendeu o português e estabeleceu sua própria igreja em São João da Boa Vista. A inovação da IEQ no uso de tendas para levar a palavra de Cristo aos trabalhadores industriais de São Paulo marcou o início de uma tradição distintiva.

 

Hoje, a IEQ é presidida pelo Rev. Mario de Oliveira, que ingressou no ministério aos 19 anos e desde então abriu dezesseis igrejas distribuídas entre os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Atualmente, a IEQ conta com mais de 17 mil templos e obras em todo o país, com mais de 35 mil ministérios ativos, 23 mil obreiros credenciados, 3,640 aspirantes e 8,188 ministros.

 

Ao longo de sete décadas de evangelização no Brasil, a IEQ tem levado o Evangelho de Jesus Cristo a milhares de pessoas, promovendo um crescimento sólido e constante. Sua administração unida e a motivação para alcançar aqueles que mais necessitam são características fundamentais da IEQ. A igreja existe para glorificar a Deus e promover o crescimento de Seu Reino, e tem feito isso com notável sucesso.

 

Ao longo desses anos a IEQ continua a ser uma parte vital do cenário evangélico e cultural do país, inspirando e impactando a vida de inúmeras pessoas com a mensagem de que Jesus Salva, Jesus Batiza com o Espírito Santo, Jesus Cura e é o Rei que em Breve Voltará.  Confira as fotos. 

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Por que os acontecimentos em Israel apontam para profecias bíblicas?

 Cenário geopolítico mundial se alinha para o cumprimento das profecias bíblicas.

A nação de Israel é frequentemente apontada como “o relógio de Deus” e, a cada novo acontecimento na Terra Santa, o relógio escatológico parece avançar para o Fim dos Tempos.

Escatologia é uma parte da teologia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final da humanidade.

Enquanto o cenário geopolítico mundial se alinha para o cumprimento das profecias bíblicas, os acontecimentos em Israel se somam aos relatos da Palavra de Deus.

O profeta Daniel diz que nos últimos dias um acordo de paz será feito com Israel: “E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador” (Daniel 9:27), certamente esse acordo inclui o conflito com os palestinos.

Os relatos bíblicos dão o destino do futuro de Israel, pelo fato de esse povo fazer parte de uma promessas de Deus a Abraão e, por isso, tem sido preservado ao longo do tempo.

Nesse sentido, o futuro de Israel está ligado as profecias, o que também inclui a volta de Jesus Cristo, conforme relatou em Mateus 24, além de estar centralizada na cidade de Jerusalém e no povo judeu (Daniel 9:24).

Essa profecia teve seu cumprimento no ano 70 d.C. com a invasão romana liderada pelo general Tito contra a Judéia. A cidade de Jerusalém foi invadida e destruída, o Templo saqueado e queimado e grande parte do povo judeu foi dispersado pelas nações.

Ao longo da história do povo judeu na diáspora, inclusive a criação do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, o que aconteceu, e tudo mais que venha a acontecer com Israel, pode ser relacionado com as profecias bíblicas.

Paz em Israel

Ao mesmo tempo em que oram pela paz em Israel, seguindo um mandamento bíblico que diz que devemos “orar pela paz” (Jeremias 29:7-9), essa paz eminente aponta para o surgimento de uma figura terrível, o anticristo.

Em Daniel 9:27, ao abordar as “70 Semanas de Daniel” (Daniel9:24), o pronome “ele” diz respeito ao “príncipe que há de vir”, conhecido no Novo Testamento como o anticristo: “e ele firmará aliança com muitos por uma semana”, uma referência ao povo judeu (Daniel 9:24).

Soma-se a profecia de Daniel as palavras do apóstolo Paulo: “Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (1 Tessalonicenses 5:3).

Nesta interpretação da escatologia cristã, os acontecimentos em Israel e o clamor por paz são claramente um preparativo para que surja a figura do anticristo. O anticristo também deverá acordar a reconstrução do Templo, o Terceiro Templo.

Ao final, a profecia também aponta para um rompimento deste acordo de paz e um ataque de nações contra Israel, que estará cercada em Jerusalém pelos exércitos do anticristo, quando clamarão por salvação.

É neste momento que o Senhor Jesus voltará para Israel conforme a promessa (Atos 1:9-12), pisará no Monte das Oliveiras que se partirá ao meio e os judeus contemplarão a Jesus “a quem traspassaram; e prantearão sobre ele, como quem se pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito” (Zacarias 14.4; 12:10; Apocalipse 1:7).

Oficial do Hamas promete repetir massacre de 7 de outubro até a “aniquilação” de Israel

 Ghazi Hamad expôs objetivo do grupo terrorista em uma entrevista para emissora de TV do Líbano.

Ghazi Hamad, do gabinete político do Hamas, disse em uma entrevista na LBC TV, uma emissora do Líbano, que o grupo terrorista está preparado para repetir a Operação “Inundação de Al-Aqsa”, de 7 de outubro, até que Israel seja aniquilado.

Em 7 de outubro, o Hamas invadiu Israel a partir de Gaza, e matou 1.400 pessoas, a maioria civis, feriu milhares de outras e sequestrou mais de 200 pessoas como reféns, no mais mortífero massacre de judeus num único dia desde o Holocausto.


Durante a conversa realizada em língua árabe em 24 de outubro, ele afirmou que os palestinos estão dispostos a suportar as consequências provocadas pelas ações do Hamas e que estão “orgulhosos de sacrificar mártires”.


Para justificar as ações bárbaras do grupo extremista islâmico, Hamad enfatizou que os palestinos são “vítimas da ocupação” e, por essa razão, não deveriam ser responsabilizados pelos eventos ocorridos em 7 de outubro, nem por qualquer outra situação: “Todas as nossas ações são justificadas”.


‘Israel de ser eliminado’


Ghazi Hamad disse sem qualquer embaraço que Israel “deve ser eliminado”.


“Devemos ensinar uma lição a Israel e faremos isso repetidamente”, disse Hamad. “[O massacre de 7 de outubro] foi apenas a primeira vez e haverá uma segunda, uma terceira, uma quarta… a ocupação tem de acabar.”


Questionado se ao terminar “a ocupação” ele queria dizer a “aniquilação” de Israel, Hamad respondeu: “Sim, claro”.


“A existência de Israel é o que causa toda essa dor, sangue e lágrimas”, disse ele. “É Israel, não nós. Nós somos vítimas da ocupação. Ponto final. Portanto, ninguém deveria nos culpar pelas coisas que fazemos. Em 7 de outubro... tudo o que fizemos é justificado.”


Hamad acrescentou, em inglês para enfatizar o ponto: “É justificado”.


Assassinato de famílias inteiras


A entrevista de Hamad foram traduzidos pela primeira vez na quarta-feira (1º/11) pelo Middle East Media Research Institute (MEMRI).


Hamad se tornou destaque ao abandonar uma entrevista na BBC, após ser questionado sobre o assassinato de famílias inteiras em suas camas pelo Hamas durante o ataque em solo israelense.


“Como você justifica matar pessoas, famílias, enquanto elas dormem?”, perguntou Hugo Bachega, da BBC.


“Quero interromper esta entrevista”, disse Hamad, arrancando o microfone e jogando-o no chão.


Sem diálogo de paz


James Cleverly, secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, disse na quarta-feira que os comentários de Hamad provam que não pode haver paz com o Hamas.


“Como pode haver paz quando o Hamas está empenhado na erradicação de Israel?” Habilmente postado no X/Twitter. “Este é um funcionário do Hamas comprometendo-se a repetir as atrocidades de 10/07 uma e outra vez.”


quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Questões para estudo - Comentário Bíblico 1Coríntios

 Faça download do questionário com espaço para respostas


Capítulo 1

  1. De que formas específicas a cultura de Corinto contribuiu para as questões e preocupações que Paulo desenvolve em seus escritos a essa igreja?

  2. Proponha algumas formas pelas quais a cultura coríntia encontra paralelos contemporâneos.

  3. Especula-se que o apóstolo Paulo tenha escrito várias cartas a essa igreja. Quantas foram? Como se explica a possibilidade de algumas terem se perdido?

  4. Que dois fatores levaram Paulo a sentar-se para escrever 1Coríntios?

  5. Cite e explique o versículo-chave dessa carta. De que forma ele se relaciona ao tema de Paulo ao longo da epístola?

  6. De que forma(s) específica(s) os cristãos coríntios entenderam mal o evangelho?

  7. Que princípios de liderança podem ser extraídos da abordagem de Paulo aos problemas dessa igreja?

  8. Quem era Sóstenes? Seria possível que Paulo tivesse um “propósito oculto” ao mencioná-lo? Qual poderia ter sido?

  9. Explique a saudação de Paulo. Qual é a importância de “graça” e “paz”?

  10. Sugira pelo menos quatro assuntos que Paulo apresenta nos primeiros nove versículos de sua carta.

Capítulo 2

  1. Sugira várias formas pelas quais Paulo estabelece sua autoridade para lidar com os problemas nessa igreja.

  2. Paulo cita quatro facções distintas nessa igreja. Cite e explique cada uma delas.

  3. Se você tivesse de identificar as “posições” adotadas por quem divide a sua igreja, quais seriam elas?

  4. Explique a posição de Paulo sobre o batismo. Por que ele dá tanta importância ao fato de que batizou tão poucos naquele grupo?

  5. Que motivos específicos os judeus e os gregos têm para rejeitar a verdade simples do evangelho?

  6. O que Paulo propõe como “loucura” contra a sabedoria do mundo?

  7. Por que o mundo não consegue conhecer Deus por meio de sua própria sabedoria?

  8. Como então é possível, do ponto de vista de Paulo, que uma pessoa venha a conhecer Deus?

  9. Na análise de Paulo, o que exatamente Deus usou para “envergonhar os sábios”?

  10. Cristo é descrito como tendo se tornado sabedoria, justiça, santificação e redenção para nós. Explique a importância de cada uma dessas coisas para Paulo.

Capítulo 3

  1. Como a verdadeira espiritualidade se relaciona com a “sabedoria da cruz”?

  2. Como você descreveria a atitude e a abordagem de Paulo ao pregar aos coríntios? Por que você acha que ele se sentia assim?

  3. Onde Paulo deseja que a fé de seus leitores se “apoie”?

  4. Do ponto de vista do escritor, quem são os “maduros”? Como eles compreendem a “sabedoria da cruz”?

  5. Enumere diversos princípios de evangelismo que você consegue discernir nesse texto. De que forma você planeja colocá-los em prática em sua própria vida e ministério?

  6. De acordo com esse texto, o que a mente e o coração humanos são incapazes de conhecer? E quem conhece isso?

  7. Descreva o “homem natural”. Quem é essa pessoa? Esse indivíduo é salvo ou não? Explique.

  8. Descreva o “homem espiritual”. O que, especificamente, torna essa pessoa “espiritual”?

  9. Com base nesse capítulo, sugira diversas formas específicas pelas quais você pode começar a adquirir as características da pessoa espiritual.

  10. O que significa ter a mente de Cristo? O que isso tem a ver com possuir o Espírito Santo?

Capítulo 4

  1. Descreva os indivíduos nesse capítulo que são descritos como “carnais”. Você considera que eles são salvos? Como Paulo explica o comportamento deles? Você conhece gente assim?

  2. De que forma a questão da maturidade se relaciona com a questão da carnalidade? Seja específico.

  3. Como você caracterizaria o método de Paulo para o crescimento da igreja? Haverá princípios aqui que possam ser transferidos para um cenário contemporâneo?

  4. Compare e diferencie as metáforas da “lavoura” e da “construção”. Por que o escritor teria misturado essas metáforas?

  5. Compare e diferencie a importância do alicerce versus a construção do templo.

  6. O escritor cita dois tipos de material para descrever a qualidade do trabalho realizado por cada indivíduo. Quais são eles? Qual é a importância de cada um?

  7. Em que sentido podemos dizer que o Espírito Santo habita a igreja como santuário?

  8. Em que sentido as pessoas que violam o santuário de Deus serão “destruídas”? Elas são crentes ou incrédulas?

  9. Defenda a afirmação de Paulo de que os “pensamentos dos sábios... são pensamentos vãos” considerando os modernos avanços científicos na medicina e na tecnologia.

  10. Uma vez que Cristo é Deus, como é possível dizer que ele “pertence” a Deus?

Capítulo 5

  1. Ao comparar os vários termos que Paulo poderia ter usado para descrever seu relacionamento com Cristo e com sua igreja, o que significa o fato de ele ter optado pelo termo “ministro” no versículo 1?

  2. Compare e distinga os termos “ministro”, “despenseiro” e “fiel” em sua relação com o ministério apostólico.

  3. De que forma Paulo caracteriza a diferença entre a visão da igreja que ele concebe e a que parece estar se desenvolvendo em Corinto?

  4. Que conselhos práticos podemos derivar do versículo 5 no que diz respeito a “julgar antes do tempo”? A que “tempo” ele se refere? Quem estará envolvido nesse julgamento?

  5. Por que Paulo descreve seu ministério como um “ministério de morte”? De que forma a abordagem dele ao ministério pode servir de corretivo útil para os modernos métodos de crescimento de igreja?

  6. Proponha três princípios fundamentais de discipulado extraídos desse capítulo.

  7. Liste vários princípios metodológicos da abordagem de Paulo ao discipulado que podem ser obtidos desse capítulo.

Capítulo 6

  1. Como Paulo recebeu a informação a respeito da imoralidade na igreja? Há algum princípio a ser extraído dessa situação em relação a quando e se uma ação disciplinar deve ser tornada pública? Qual seria?

  2. Qual era o problema de “atitude” que impedia os cristãos coríntios de agir nessa situação? De que forma(s) era possível dizer que a igreja compartilhava parte da responsabilidade pela grave natureza desse pecado?

  3. Nos versículos 3-5, encontramos uma janela que permite vislumbrar como a igreja primitiva pode ter tratado questões que exigiriam ação disciplinar. Detalhe esse procedimento. De que forma a igreja contemporânea pode se apropriar desse procedimento?

  4. O que significa ter o “poder” de Cristo?

  5. Explique o que significa ser “entregue a Satanás”. Que consequências isso traz? Como isso se relaciona com a salvação do indivíduo?

  6. Discuta a importância simbólica do “fermento” na Bíblia. De que forma Paulo o aplica aqui?

  7. Que festa Paulo estava prestes a celebrar quando escreveu essa carta? De que forma esse tempo festivo influenciou o que o apóstolo escreveu nesse capítulo?

  8. Como é possível separar o que é um relacionamento legítimo com pessoas não salvas do que Paulo entenderia como inapropriado?

  9. A questão do exercício do julgamento na igreja tem um papel importante no pensamento de Paulo. De que forma isso antecipa o que virá no capítulo seguinte? Relacione essa função ao papel da igreja no reino messiânico.

  10. Quando e como Deus “julgará” aqueles que estão fora da igreja?

Capítulo 7

  1. Compare e estabeleça as diferenças entre a atitude judaica em relação a recorrer aos tribunais seculares e o que Paulo apresenta aos cristãos do Novo Testamento.

  2. De que forma você caracterizaria a atitude de Paulo em relação aos fiéis que foram se enfrentar nos tribunais? Por que esse comportamento é indigno deles como membros da igreja de Cristo?

  3. Por que Paulo sugere que os cristãos, ao levarem seus problemas a um tribunal civil, já “perderam” sua causa?

  4. De que forma(s) você limitaria o ensino desse capítulo? Como você o aplicaria a um contexto moderno?

  5. Como você caracterizaria o legalismo na igreja de hoje?

  6. Como você caracterizaria a influência da libertinagem na igreja atual? Quais dessas duas cosmovisões é mais dominante em nossa cultura? De que forma as igrejas deveriam lidar com isso?

  7. É possível ser homossexual e verdadeiramente salvo? Como você interpreta o versículo 9 em relação ao evangelho? Como a igreja deve lidar com homossexuais que desejam se tornar membros?

  8. Consulte os termos “santificar” e “justificar” em um dicionário bíblico ou teológico. Defina e diferencie esses dois termos. Por que Paulo apela para essas doutrinas nesse capítulo? Que impacto prático ele deseja alcançar?

Capítulo 8

  1. Explique o problema associado com o tema desenvolvido na segunda parte de 1Coríntios 6. Qual é o assunto tratado? Qual é sua importância prática para esses cristãos?

  2. Como essa seção se relaciona com as questões levantadas no capítulo 10 dessa carta? Que influências culturais estavam servindo de pedra de tropeço para esses cristãos?

  3. Qual é a importância da expressão “todas as coisas me são lícitas”? Quem eram as pessoas que a usavam? Paulo concorda? Por que ele aborda essa questão?

  4. Como é possível que algumas coisas possam ser lícitas, mas não proveitosas? Dê alguns exemplos da sua própria vida e igreja.

  5. Explique o “princípio do controle” desse capítulo. Há áreas da sua vida pessoal que entram nesse quesito? O que você está fazendo para eliminar esse “controle” da sua vida?

  6. O que a doutrina da ressurreição diz a respeito do propósito do corpo segundo o ponto de vista de Deus?

  7. De que forma(s) a realidade do Espírito Santo que habita em nós é um incentivo à pureza moral?

  8. O pecado é sempre algo terrível. Para Paulo, no entanto, o pecado da imoralidade era especialmente hediondo. Por quê?

  9. Descreva com uma palavra qual é a melhor reação diante da tentação de cometer pecado sexual.

  10. Sugira algumas formas práticas de demonstrar ao mundo que você é “propriedade” de Deus.

Capítulo 9

  1. Explique a importância da expressão “quanto ao”, que aparece pela primeira vez nessa carta em 7.1.

  2. Sugira algumas formas práticas pelas quais o ensino de Paulo sobre as obrigações mútuas do marido e da esposa (v. 1-5) pode ser aplicado de forma criativa em um ambiente de aconselhamento matrimonial.

  3. O que Paulo queria dizer com “digo isto como concessão e não como mandamento” (v. 6)?

  4. Anote alguns motivos pelos quais Paulo advoga em favor do solteirismo no momento em que escreveu a carta. Há situações no contexto moderno em que esse conselho continua sendo recomendável? Quais são elas?

  5. Que razões positivas Paulo sugere para que cônjuges cristãos continuem fiéis a seu parceiro descrente em vez de divorciar-se dele?

  6. Paulo está defendendo a escravidão no versículo 22? Se não, do que exatamente ele está falando aqui e onde entra a escravidão nisso? Sugira outra passagem do Novo Testamento que ensina a mesma verdade.

  7. Explique a natureza da “angustiosa situação presente” citada aqui no contexto dos jovens que desejam se casar.

  8. Qual é o significado de “o tempo se abrevia” no versículo 29? De que forma isso representa a cosmovisão de Paulo? Por que isso é importante para os leitores do primeiro século?

  9. Alguns pensam que Paulo ensina o celibato nesse texto. Você concorda? Se não, o que então ele está dizendo sobre a vida como solteiro para que ela seja recomendável aos cristãos dessa igreja primitiva?

  10. Explique a importância do versículo 39 para a questão do divórcio e do novo casamento para um casal de cristãos. De que forma podemos relacionar esse ensino com o de Jesus nos evangelhos e com o ensino de Paulo em outros textos?

Capítulo 10

  1. Qual é a fraqueza de se possuir conhecimento?

  2. No versículo 2, o que Paulo está dizendo sobre a limitação do conhecimento?

  3. Por que a questão de comer a carne oferecida aos ídolos era um problema tão grande na igreja coríntia?

  4. Nos versículos 4-6, por que a ingestão do que tinha sido sacrificado aos ídolos era tão abominável?

  5. No versículo 7, Paulo está falando de cristãos que continuam comendo alimentos sacrificados aos ídolos? Ou está descrevendo as práticas dos coríntios pagãos?

  6. Na questão da comida, o consumo ou a abstenção de determinados alimentos tem alguma relação com a verdadeira espiritualidade?

  7. Qual é o papel da consciência na convicção a respeito do consumo ou não de alimentos oferecidos aos ídolos?

  8. No ensino de Paulo, o que é mais importante – a liberdade cristã ou a ofensa ao irmão mais fraco? Explique.

  9. Qual é a decisão prática de Paulo caso ele ofenda um irmão ou o leve a pecar?

Capítulo 11

  1. Nessa série de perguntas que faz (v. 1-10), será que Paulo está se gabando e impondo sua autoridade, ou terá ele um argumento legítimo que a igreja coríntia precisa ouvir?

  2. Nessa série de perguntas, que tipo de problema você acha que os coríntios tinham em relação ao apóstolo?

  3. No versículo 11, será que Paulo, o servo do Senhor, está sendo materialista? Por que ou por que não?

  4. Explique como Paulo resume seu argumento nos versículos 12-14.

  5. Nos versículos 15-17, enumere as formas pelas quais Paulo mostra que está devotado à disseminação do evangelho.

  6. Nos versículos 19-21, que razão o apóstolo tem para “rebaixar-se” ao ponto em que as pessoas viviam?

  7. Será que Paulo se submeteria novamente à Lei para agradar aos judeus? Explique o que ele quer dizer no versículo 20.

  8. No versículo 22, Paulo está se referindo à fraqueza moral? Por que ou porque não?

  9. O que levava Paulo a comprometer-se tanto com o evangelho, conforme sua própria explicação nos versículos 24-27?

  10. No versículo 27, o apóstolo está falando da perda da salvação pessoal?

Capítulo 12

  1. Por que Paulo faz referência à história dos antepassados judeus que passaram pelo mar debaixo da liderança de Deus?

  2. De que forma a geração do Antigo Testamento serve de exemplo para nós hoje?

  3. Que lições Paulo tenta incutir na igreja de Corinto?

  4. Com base no que Paulo diz nos versículos 1-12, o que podemos aprender a respeito da moralidade dessa igreja?

  5. O versículo 14 permite concluir que a exortação de Paulo indica que alguns dos cristãos coríntios estavam flertando com a idolatria?

  6. Por que o apóstolo cita a questão da ceia do Senhor no contexto de seus escritos sobre a idolatria?

  7. O que nos leva a crer que os cristãos coríntios estavam confusos a respeito da ceia do Senhor em relação a algumas de suas práticas pagãs idólatras do passado?

  8. O que Paulo tem em mente ao escrever que ele procura agradar “a todos” (v. 33)?

Capítulo 13

  1. Como Paulo vê a ordem e a autoridade espiritual na igreja? E a ordem espiritual entre homens e mulheres?

  2. O argumento de Paulo significa que, diante de Deus, as mulheres são inferiores aos homens?

  3. Qual é o verdadeiro ponto que o apóstolo está tentando transmitir?

  4. Para a mulher, a cobertura da cabeça deveria ser um véu ou o cabelo? Ou ambos? Explique.

  5. Em relação à cobertura da cabeça, o argumento apresentado por Paulo é cultural ou doutrinário?

  6. De que forma o cabelo da mulher pode ser a sua glória? Explique.

  7. Você acha que o que Paulo ensina aqui é aplicável à nossa geração?

  8. Nos versículos 17-34, Paulo diz quantas vezes a igreja deveria celebrar a ceia do Senhor?

  9. A ceia do Senhor transmite “graça” a quem dela participa ou é simplesmente um memorial?

  10. O que o apóstolo quer dizer quando afirma que na igreja de Corinto havia “fracos e doentes e não poucos que dormem” (v. 30)?

  11. Qual era o motivo pelo qual muitos da igreja vinham participar da ceia do Senhor?

Capítulo 14

  1. Por que o versículo 3 é tão importante no testemunho dos indivíduos cristãos? Compare com Gálatas 4.6.

  2. Partindo dos versículos 4-6, mostre como a Trindade divina está envolvida na distribuição dos dons espirituais.

  3. Liste ao menos cinco razões deste capítulo que justifiquem por que o corpo de Cristo recebe dons espirituais.

  4. Com base nos versículos 7, 11, 18 e 28, explique como a concessão dos dons é um “presente” soberano de Deus.

  5. O que é o batismo do Espírito?

  6. O batismo do Espírito é uma obra espiritual ou se refere ao batismo na água?

  7. No corpo de Cristo, há membros que são mais importantes que outros? Como Paulo fundamenta seu argumento em relação a isso?

  8. Da forma que Paulo o descreve nesse capítulo, o corpo de Cristo é formado pela igreja local ou pelo conjunto de todos os cristãos espalhados por toda parte?

  9. É verdade que cada indivíduo cristão recebe todos os dons espirituais? Em outras palavras, o dom de línguas é concedido a cada filho de Deus? Explique.

Capítulo 15

  1. Paulo está dizendo que de fato falou na língua dos anjos? O que ele quer dizer?

  2. Paulo está dizendo que literalmente era capaz de fazer tudo o que é listado nos versículos 1-3?

  3. Qual é o pensamento mais importante do apóstolo nesses versículos? Que mensagem ele está tentando transmitir à igreja de Corinto?

  4. Faça uma lista de todas as qualidades encontradas no amor. Descreva-as. Será que a maioria das pessoas entende o amor da forma que Paulo explica aqui? Justifique.

  5. O que é singular a respeito dos três dons que Paulo cita no versículo 8? Por que ele diz especificamente que um dia eles não existirão mais?

  6. Resuma em um parágrafo o que você entende que seja o pensamento central de Paulo nos versículos 11 e 12.

Capítulo 16

  1. Nesse capítulo, que dom – línguas ou profecia – Paulo diz ser mais importante? Por quê?

  2. De que outra forma se pode usar a palavra “língua”? A respeito de qual, especificamente, Paulo está escrevendo?

  3. O que precisaria acompanhar o falar em línguas? Por quê?

  4. Ao escrever sobre línguas, o que é mais importante para Paulo: que o dom de falar em línguas seja exercitado ou que se proclame uma mensagem clara?

  5. Paulo escreve aqui a respeito de uma experiência de êxtase ou da transmissão de uma mensagem espiritual inteligível?

  6. O que faz o incrédulo compreender seu pecado, levando-o a declarar que “Deus está, de fato, no meio de vocês”?

  7. Por que é importante que haja ordem na comunidade quando as mensagens estiverem sendo transmitidas?

  8. O que controla a transmissão da profecia? De acordo com o que Paulo descreve aqui, profecia é “prever” o futuro ou um dom especial de ensino em circunstâncias incomuns?

  9. Com base no que Paulo diz sobre as mulheres nos versículos 34 e 35, é possível concluir que ele seja contra as mulheres, como dizem alguns? Qual era, possivelmente, o problema da igreja de Corinto que o levou a escrever essas palavras?

  10. Embora o versículo 40 esteja particularmente relacionado ao contexto desse capítulo, é possível que também expresse um princípio mais amplo, aplicável em muitas situações? Explique.

Capítulo 17

  1. Partindo dos versículos 3-8, liste os elementos que Paulo considera importantes ao descrever o evangelho.

  2. Nos versículos 8 e 9, por que o apóstolo se sente tão indigno como ministro do evangelho?

  3. Paulo trabalhava mais ou menos que os outros apóstolos pela causa de Cristo? O que você entende por essa declaração?

  4. Qual é a questão histórica central do evangelho? Por que isso é tão importante?

  5. De acordo com a argumentação de Paulo, seria possível o cristianismo existir sem a ressurreição de Cristo dos mortos? Explique.

  6. Ao escrever que “todos serão vivificados em Cristo”, Paulo faz algum tipo de declaração universal? O que ele quer dizer com isso?

  7. O versículo 29 às vezes é uma passagem problemática. Explique-o com base no contexto e em suas próprias palavras.

  8. Qual é a diferença entre o primeiro Adão e o último Adão? Compare com o que Paulo ensina sobre isso em Romanos 5.14.

  9. Paulo estabelece uma comparação entre o corpo natural e o corpo espiritual. Ele está dizendo que o corpo espiritual ressuscitado não será real, mas apenas alguma espécie de “fantasma”? O que o apóstolo está afirmando?

  10. No versículo 50, Paulo está dizendo que no reino não haverá ninguém com um corpo “natural”?

  11. Descreva e liste os vários elementos que Paulo cita a respeito do arrebatamento nos versículos 51 e 52. Compare isso com 1Tessalonicenses 4.13-18.

  12. De que forma o triunfo final sobre a morte será conquistado? Qual é o papel de Cristo nessa vitória?

  13. Que mensagem positiva Paulo transmite no versículo 58? De que forma isso combina com sua longa dissertação a respeito das bênçãos da ressurreição? De que forma esse versículo ajuda a sustentar os cristãos enquanto eles vivem os problemas e decepções da vida?

Capítulo 18

  1. Descreva como Paulo insiste em que os coríntios preparem sua coleta para a igreja de Jerusalém. Cite e discuta as etapas que ele prescreve para a coleta.

  2. Na sua opinião, por que Paulo desejava ficar algum tempo com os cristãos de Corinto quando fosse para lá? Que propósito você imagina que o apóstolo teria para uma visita estendida?

  3. Por que Timóteo teria medo de ir a Corinto?

  4. Com base nos versículos 10-24, liste os muitos aspectos positivos e encorajadores que o apóstolo tinha a contar a respeito dos crentes com os quais se relacionava. Que lições podemos tirar disso a respeito da forma com que nos relacionamos com outros no corpo de Cristo?

  5. Elabore por escrito a sua impressão geral sobre a primeira carta de Paulo aos Coríntios. O que ela representou para você pessoalmente? O que ela diz às igrejas de hoje?