Veja como lidar com crianças autistas que fazem birra.
Revelado método para acabar com as desobediências, birras e teimosias em alguns dias (as mães dizem que parece mágica). Para saber mais, clique neste link: http://bit.ly/meufilhoobediente
Conheça o perfil da educadora, autora e apresentadora que conquistou o coração das famílias brasileiras.
Argentina, formada em Educação pelo Instituto Nacional Superior del Profesorado en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernández, de Buenos Aires, e com Licenciatura em Letras Inglês-Português pela Universidade de São Paulo (USP), Cris Poli possui mais de quarenta anos de experiência em educação infantil, mais de trinta deles atuando no Brasil.
Conhecida como a apresentadora do aclamado reality show Supernanny, veiculado para o público brasileiro pelo SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), Cris também ministra palestras, cursos e seminários por todo o país. Para saber mais, acesse o site do Instituto Cris Poli.
Os livros de Cris Poli lançados pela Mundo Cristão:
Ler um livro de Cris Poli é uma experiência enriquecedora, tanto por seus sólidos valores quanto pelo vasto conhecimento que é compartilhado com linguagem simples e abordagem prática. Seja pai, mãe, avô ou avó, docente, profissional da educação ou de áreas afins, você será beneficiado ao sentar-se e “ouvir” o que ela tem a dizer!
“Assim como você deve ter certeza acerca daquilo que faz em seu trabalho, também é preciso que tenha convicção em relação às medidas que está tomando com seus filhos. Quando está atento à sua forma de proceder, você escuta pessoas mais experientes, lê bons livros, é diligente e age com mais consistência — e essa postura transparece para todos que estão ao seu redor, inclusive para as crianças.”
Bullying: Como prevenir, combater e tratar auxilia os pais e os educadores a tornar os filhos, as crianças e os adolescentes indivíduos bem ajustados socialmente e adultos normais e psicologicamente equilibrados.
Ao longo da obra, Cris ajuda o leitor a identificar a ocorrência de bullying na família e na escola, aborda os principais danos que a violência pode causar e dá orientações para o tratamento de vítimas e agressores.
Atualíssimo, o livro também traz um alerta quanto à questão do cyberbullying, com dicas de segurança na Internet. Compre aqui.
Cris mune os pais com informações práticas para que possam lidar de forma apropriada com as diversas interferências negativas na criação dos pequenos, as quais podem ser causadas por agentes muito presentes no dia a dia das crianças – avós, parentes, pai ou mãe separados, escola, moda, sociedade, televisão, entre outros.
Ao abordar diferentes esferas da interação interpessoal e familiar, ela ensina a assertividade, o diálogo e a firmeza de convicções como instrumentos indispensáveis ao cuidado com as crianças, o que inclui blindá-las de todo tipo de influência externa que esteja em desacordo com os rumos que se desejam para a vida delas.
A educadora também compartilha histórias reais de famílias que experimentaram sucesso ou fracasso em diferentes situações, o que permite ao leitor avaliar suas próprias atitudes, mediante a análise de relatos verídicos. Compre aqui:
Um livro para ajudar pais e mães a resolver questões que surgem com a chegada dos filhos ou aquelas situações estressantes do dia a dia da família, como disciplina, relacionamento, educação, saúde, alimentação, sexualidade e tecnologia.
Como todo S.O.S, o objetivo da obra é oferecer socorro imediato, para que, se necessário, os pais tenham tempo de buscar, sem angústia e com paz no coração, esclarecimentos mais completos.
As questões abordadas ajudam os leitores a compreender melhor ou a minimizar situações de conflito do dia a dia provocadas por comportamentos ou hábitos não saudáveis adquiridos pelos filhos. O formato de pergunta e resposta foi escolhido para que encontrem rapidamente o socorro de que precisam, no momento exato. É um livro de cabeceira com o qual papai e mamãe poderão evitar muitos problemas. Compre aqui.
Conselhos preciosos para que, trabalhando em equipe, pai e mãe se saiam bem na tarefa de gerar harmonia na criação dos filhos. Com exemplos próprios e de famílias que conheceu ao longo de sua carreira, a autora mostra de forma extremamente prática a melhor maneira de os pais agirem em diversas situações.
Pais responsáveis educam juntos traz informações sobre as fases da criança, as mudanças em suas atitudes e comportamentos e mostra aos pais como controlar e usar as emoções a seu favor. Com papéis bem definidos, cooperação, diálogo e com os insights de Cris Poli, pai e mãe certamente serão bem-sucedidos na aventura de educar os filhos. Compre aqui.
A máxima “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” não funciona quando o assunto é criação de filhos. As crianças, desde muito pequenas, observam e se espelham nas atitudes e no comportamento dos pais, muito mais do que em seus ensinamentos verbais ou broncas.
Todo pai e toda mãe deseja que os filhos sejam amorosos, alegres, pacíficos e pacificadores, pacientes, tolerantes, amáveis, bondosos, fiéis, mansos e que tenham domínio próprio. Mas eles precisam ver essas características nos pais primeiro!
Neste livro, Cris Poli ajuda os leitores a transmitir valores importantes a seus filhos, com a didática que eles compreendem melhor: seu exemplo pessoal. Um livro esclarecedor que não pode faltar na biblioteca do papai e da mamãe! Compre aqui.
Argentina, esposa, mãe, avó, especialista em educação infantil e autora de livros de sucesso direcionados a pais e docentes, Cris Poli possui mais de 40 anos de experiência em educação infantil, mais de 30 deles atuando no Brasil.
“Aprenda a impor respeito, não pelo uso da força, mas por sua liderança coerente e bem ajustada.”
Como cristãos professos, não somos essencialmente do mundo, embora vivamos nele e lidemos com pessoas incrédulas de forma amorosa, independentemente de sua situação e orientação. Mas, por outro lado, possuímos um tesouro muito maior. Fomos escolhidos de acordo com a presciência de Deus. Ele nos procurou e nos encontrou. Ele nos destinou e nos separou por meio de nossa salvação.
Aprovação de Projeto de Lei na Polônia provoca debate sobre educação sexual nas escolas.
Na Polônia, um projeto de lei proposto pelo partido governante PiS tem gerado controvérsia por ser visto como uma tentativa de restringir a educação sexual nas salas de aula. No ano passado, situação semelhante ocorreu quando o Parlamento aprovou projetos de lei semelhantes.
No entanto, na época, o presidente polonês vetou as propostas, alegando que faltava “aceitação social” entre a população. Essa aceitação social é demonstrada através de uma chamada “iniciativa legislativa do cidadão”. Isso significa que a proposta deve vir de fora do Parlamento e ser apoiada por pelo menos 100.000 assinaturas públicas para ser considerada.
Segundo CNE News, a nova proposta incorpora algumas ideias dos projetos anteriores, como a exigência de que ONGs que visitem escolas forneçam informações sobre o conteúdo de suas aulas para o diretor. Entretanto, os projetos anteriores especificavam que um funcionário do governo deveria decidir quais organizações poderiam entrar nas escolas.
Desse modo, isso difere na nova proposta, que proíbe apenas grupos que “promovem questões relacionadas à sexualização de crianças”. A definição de sexualização é deixada em aberto. A oposição propôs definir o termo e também aplicar as obrigações a igrejas e outras associações religiosas, mas a proposta foi rejeitada.
No total, 243 parlamentares votaram a favor do projeto, enquanto 202 se manifestaram contra. A política de oposição Dorota Łoboda argumentou que o partido conservador PiS deliberadamente mistura sexualização, “que é perceber outra pessoa através do prisma da atratividade sexual”, e educação sexual, que significa “transmitir conhecimentos sobre a sexualidade humana”.
Nesse sentido, o ministro da Educação, Przemysław Czarnek, argumenta que a escola é um local onde os professores trabalham e, se alguém mais quiser trabalhar na escola, deve dizer o que deseja ensinar.
“Sabe por que eles têm um problema com isso? Porque na verdade eles querem sexualizar, querem depravar, querem distorcer a consciência e a mente das crianças”, argumentou.
Por fim, o projeto de lei agora deve passar pela câmara alta do Parlamento. Lá, a oposição tem maioria, mas não pode anular a decisão da câmara baixa. Por fim, o presidente Duda terá que assinar o projeto, a menos que o vete.
"Em cada jornada, a esperança se revela como nossa aliada mais confiável. Nos momentos de desânimo, ela se torna a luz que guia nossos passos e nos lembra que as tempestades são temporárias. Ao abraçarmos a fé e a determinação, podemos transformar adversidades em oportunidades de crescimento. Que a força dessa esperança nos inspire a persistir, a acreditar e a encontrar beleza mesmo nas situações mais sombrias. Lembrem-se sempre: vocês são capazes de superar, de florescer e de serem a própria luz na escuridão. Mantenham a esperança viva."
Caso tem cinco votos favoráveis pela descriminalização do porte de drogas para consumo próprio.
O ministro evangélico André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), travou a votação da descriminalização das drogas nesta quinta-feira (24), ao optar pelo pedido de vista do processo, quando ganha mais tempo para analisar o tema.
A sessão foi interrompida após cinco votos a favor da descriminalização do ato e um único voto contrário, proferido por Cristiano Zanin.
Até o momento, já expressaram suas posições o relator do caso, Gilmar Mendes, bem como os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, todos favoráveis à descriminalização da posse de maconha, apesar das divergências sobre os critérios a serem adotados. A presidente do STF, Rosa Weber, também manifestou sua opinião favorável e antecipou seu voto.
Após inicialmente apoiar a descriminalização do porte de qualquer tipo de droga para uso pessoal, Gilmar Mendes reconsiderou sua posição, passando a defender tal medida apenas em relação à maconha. Moraes, por sua vez, propôs a descriminalização para situações envolvendo o porte de maconha, desde que a quantidade transportada não ultrapasse de 25 a 60 gramas da substância.
Cristiano Zanin, nomeado por Lula, foi o único ministro que se manifestou contra a descriminalização, respaldado na Lei de Drogas de 2006. Com a requisição de prorrogação por parte de Mendonça, os ministros Nunes Marques e Luiz Fux decidiram aguardar o voto de vista. Rosa Weber, ciente de sua aposentadoria em setembro e incerta quanto à possibilidade de estar presente na conclusão do julgamento, fez valer seu posicionamento a favor da descriminalização.
O caso, que vem sendo julgado desde 2015, retornou à pauta no início deste mês com o voto-vista de Alexandre de Moraes, o qual levou cinco anos para ser apresentado. Moraes defendeu a despenalização para aqueles flagrados com pequenas quantidades de maconha destinadas ao uso próprio. Essa postura, que à época contou com uma maioria de 4 a 0 a favor da descriminalização do porte de maconha, gerou um conflito entre os Poderes, com o Congresso alegando que a decisão do STF desconsideraria sua prerrogativa para deliberar sobre a questão.
Pedro começa sua carta louvando a Deus por tudo o que ele fez por nós. Mas o que ele fez por nós, e como devemos reagir diante disso?
Pedro escreve aos “forasteiros da Diáspora” (1Pedro 1.1). Com isso ele chama a atenção para nossa posição neste mundo. Se fôssemos apenas criaturas destituídas de direitos, de nacionalidade e indefesas, isso seria um cenário triste. Contudo, Pedro deseja nos mostrar as riquezas imensuráveis que temos em Cristo. Esse tesouro é nossa armadura nas tentações e aflições que vivenciamos. O conhecimento dessa riqueza nos dá forças para resistir e vencer.
Como cristãos professos, não somos essencialmente do mundo, embora vivamos nele e lidemos com pessoas incrédulas de forma amorosa, independentemente de sua situação e orientação. Mas, por outro lado, possuímos um tesouro muito maior. Fomos escolhidos de acordo com a presciência de Deus. Ele nos procurou e nos encontrou. Ele nos destinou e nos separou por meio de nossa salvação, como o evangelista Wilhelm Busch (1897-1966) disse em um de seus últimos sermões:
“Deus me escolheu antes da fundação do mundo e me atraiu para seu Filho, para que o Salvador morresse por mim e para que eu o recebesse pelo Espírito Santo. Ele me comprou, eu não pude fazer nada sobre isso. Foi-me dado como presente.”[1]
Isso é o que significa aqui a “santificação do Espírito” (1Pedro 1.2). E a santificação pelo Espírito é mostrada na obediência do homem salvo a Deus. Somos salvos para servi-lo.
Neste contexto, Pedro também fala da “aspersão do sangue de Jesus Cristo”. A aspersão do sangue evoca a antiga aliança com o ministério dos sacerdotes no tabernáculo. George Waught aponta que o derramamento de sangue foi o sacrifício por nossos pecados. A aspersão do sangue é a aplicação do preço e a eficácia do sacrifício. Também encontramos a aspersão de sangue em Êxodo 24, quando Moisés selou a antiga aliança com Israel.[2]
É somente por meio de sua obra consumada, não por meio de nossas conquistas ou devoção, que podemos ser obedientes a ele.
Ser aspergido com o sangue de Cristo significa que o sacrifício dele é válido por nós de uma vez por todas. É somente por meio de sua obra consumada, não por meio de nossas conquistas ou devoção, que podemos ser obedientes a ele. Através disso somos considerados santos e perfeitos diante de Deus. Entre os não salvos somos forasteiros, aqueles que não pertencem, que não podem ser “integrados” no estilo de vida deles. É por isso que somos perseguidos e hostilizados. Mas o Deus vivo nos separou para si mesmo, nos comprou com o maior e melhor preço que poderia ser pago: o precioso sangue de seu Filho.
Com esse privilégio singular em mente, Pedro coloca o estado de alienação em segundo plano e começa a louvar as riquezas que nos são dadas em Cristo: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pedro 1.3). As riquezas espirituais que Pedro menciona aqui são inteiramente devidas à obra de Deus, sem o menor envolvimento de nossa parte. Isso nos mostra como podemos provar nosso valor na tentação e na tribulação – não é buscando espiritualidade e firmeza dentro de nós mesmos, mas reivindicando a obra de nosso Senhor e as riquezas que ele nos concedeu.
Como podemos provar nosso valor na tentação e na tribulação? Não é buscando espiritualidade e firmeza dentro de nós mesmos, mas reivindicando a obra de nosso Senhor e as riquezas que ele nos concedeu.
Deus Pai, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Não merecemos ou trabalhamos pela nova vida, trata-se de um presente só dele. E ele nos deu essa nova vida unicamente por causa de sua grande misericórdia. Isso exclui qualquer mérito de nossa parte.
No momento do aprisionamento de Jesus, quando Pedro ainda estava convencido de sua própria determinação e firmeza, o resultado foi catastrófico. Porém, por meio de suas três negações, ele percebeu que é somente pela misericórdia de nosso Senhor que recebemos uma nova vida. Deus não depende de nós, nós somos dependentes dele! É por isso que Pedro não podia fazer nada além de lançar toda a sua vida sobre a única rocha inabalável, chamada Cristo.
É a grande misericórdia de Jesus, a nova vida que ele nos concede e a viva esperança de sua ressurreição que nos fortalecem, apesar de todas as provações e ameaças de decepção. Portanto, não fiquemos ocupados com lamentações e reclamações, mas, como Pedro, olhemos com gratidão para o que nos é dado em Cristo e aprendamos a reivindicar e viver disso.
Notas
[1] Wilhelm Busch, Gottes Auserwählte (Bad Liebenzell, Alemanha: Verlag der Liebenzeller Mission 1967), p. 39.
[2] George Waught, Was die Bibel lehrt, Bd 15 – 1. u. 2. Petrusbrief (Dillenburg, Alemanha: CV-Dillenburg, 1991), p. 51.
Johannes Pflaum nasceu na Alemanha, em 1964, é casado, pai de cinco filhos e reside na Suíça, onde integra a diretoria da Sociedade Bíblica Suíça. Serve como Ancião na Comunidade Cristã de Sennwald. Desde 2000 atua como conferencista e docente na área do ensino bíblico, tanto no país como no exterior.
Servidora foi agredida por extremistas que tentaram impedir palestra.
Estudantes vinculados ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) buscaram obstruir a ocorrência de uma palestra sobre empreendedorismo em Israel, que teria como palestrante o presidente-executivo da StandWithUsBrasil e cientista político especializado em Oriente Médio e Segurança Nacional, André Lajst.
O protesto não conseguiu interromper o andamento da palestra, entretanto, resultou em uma servidora da universidade ferida e um estudante detido.
Os estudantes reuniram-se nas proximidades do local onde estava ocorrendo a palestra, na última quinta-feira (10), empunhando cartazes, megafones e bandeiras da Palestina. Em meio a gritos, numerosos militantes pró-Palestina acusaram Lajst de estar envolvido em “apologia ao genocídio do povo palestino”.
Agentes da Polícia Federal do Comando de Operações Táticas foram convocados para conter a agitação. O palestrante precisou de escolta para ingressar e sair do recinto.
Através das plataformas de mídia social, André Lajst expressou que sua presença na universidade foi resistida simplesmente em virtude de sua identidade como judeu israelense, independentemente do tema abordado na palestra.
“Se isso não é antissemitismo, judeofobia, ódio aos judeus, eu não sei mais o que é”, afirmou Lajst em um vídeo compartilhado pelo Twitter.
A servidora da Ufam foi ferida após tentar dialogar com os estudantes. A filha da servidora também foi alvo de agressões por parte dos manifestantes.
Vídeos divulgados nas redes sociais ilustram o momento em que a servidora reage ao grupo, após sua filha relatar ter sido agredida por um dos manifestantes. A servidora revida empurrando os agressores, mas é cercada e derrubada pelos estudantes.
De acordo com informações da imprensa local, a servidora da Ufam teve seu nariz quebrado.
Após o incidente, a servidora registrou um boletim de ocorrência contra os agressores.
Enquanto as manifestações prosseguiam, o presidente da União da Juventude Socialista (UJS) do Amazonas, estudante de história Christopher Rocha, foi detido pela Polícia Federal (PF) por desacato. Vídeos nas redes sociais mostram Christopher gritando com os policiais e recusando-se a obedecer às ordens dos agentes.
Conforme relatado pelo reitor da Ufam, Siylvio Pulga, o estudante foi solto após prestar esclarecimentos na sede da Superintendência da PF.
Na Superintendência, o reitor gravou um vídeo ao lado do estudante. Christopher criticou a atuação da PF e alegou que o grupo “não estava cometendo nenhuma infração”. Mesmo após ter tentado obstruir a realização de um evento em uma instituição pública de ensino, o estudante também afirmou que “continua engajado na luta pela preservação da democracia”.
"Em cada jornada, a esperança se revela como nossa aliada mais confiável. Nos momentos de desânimo, ela se torna a luz que guia nossos passos e nos lembra que as tempestades são temporárias. Ao abraçarmos a fé e a determinação, podemos transformar adversidades em oportunidades de crescimento. Que a força dessa esperança nos inspire a persistir, a acreditar e a encontrar beleza mesmo nas situações mais sombrias. Lembrem-se sempre: vocês são capazes de superar, de florescer e de serem a própria luz na escuridão. Mantenham a esperança viva."
Grupo continua momento de adoração em Jerusalém apesar de ataques.
Há dois meses, em Jerusalém, muitos se reuniram para adorar Jesus em um evento de adoração. No entanto, um inesperado ato de resistência se desdobrou naquele dia, com protestos contra o culto.
Nesse sentido, em um vídeo gravado e compartilhado pelo Fellowship of Israel Related Ministries (FIRM) no Instagram, alguns protestantes ultraortodoxos tentaram bloquear a entrada do local de adoração, ativamente impedindo as pessoas de entrarem.
“Alguns até gritavam “Jesus está morto” em inglês e hebraico”, relatou o FIRM.
De acordo com God TV, apesar da tensão do lado de fora do local, isso não impediu os seguidores de Yeshua de adorá-Lo.
“Enquanto isso, dentro, centenas de judeus e gentios levantavam o nome de Yeshua juntos. Ele é digno de ser louvado, não importa o custo ou a oposição!”, acrescentou o FIRM.
Em vez disso, os seguidores de Yeshua responderam de maneira semelhante a Cristo e continuaram a adorar o Senhor. Por essa razão, sua fé ousada inspirou grandemente o corpo de Cristo em Jerusalém.
“Lembramos do exemplo de Yeshua para com aqueles que odiavam até a morte e pedimos por Sua compaixão. Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”, explicou o ministério, referindo-se a Lucas 23:34.
Além disso, acrescentaram que o que aconteceu não foi surpresa, pois estava escrito nas Escrituras. Em Mateus 10:22, Jesus alertou sobre a perseguição que Seus seguidores enfrentariam.