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domingo, 24 de julho de 2022

O poder da oração pelos cristãos perseguidos

Descubra como as orações fazem a diferença para cristãos presos em países onde há perseguição por causa da fé

A perseguição se manifesta de diversas formas. Uma delas, que ocorre desde os tempos bíblicos, é a prisão de cristãos. De 1 de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021, 6.175 cristãos foram detidos ou condenados no mundo apenas por seguir a Jesus. 

A maioria dos casos se concentra em países do continente africano e asiático. Na África, o país que mais detém cristãos é a Eritreia. Já na Ásia, o país com maior número de detidos por causa da fé é a China. Entre os cristãos condenados estão aqueles enviados a prisões, campos de trabalho forçado, hospitais psiquiátricos ou locais similares. Os períodos de confinamento são diversos, levando de dias a anos.

O poder da oração

Desde os tempos bíblicos vemos que a oração da igreja é poderosa para libertar os que estão presos por amor a Cristo

No livro de Atos no capítulo 12, o autor nos conta que após o rei Herodes matar Tiago, irmão de João, à espada, também prendeu Pedro. Na noite anterior ao julgamento do apóstolo, o versículo 5 explica que “Pedro, então, ficou detido na prisão, mas a igreja orava intensamente a Deus por ele”. Uma pergunta pode vir à mente ao ler o texto: “Qual o resultado das orações da igreja em uma situação como a prisão?”.

Nesse caso, Pedro estava dormindo entre dois soldados, preso com duas algemas e havia sentinelas de guarda na entrada da prisão. A resposta das orações feitas pela igreja foi um anjo do Senhor. Ele apareceu na cela e acordou Pedro. Nesse momento, as algemas caíram dos punhos dele.

O anjo seguiu instruindo o apóstolo, que não sabia se aquilo era real ou apenas uma visão. Eles passaram pelos guardas, até chegarem ao portão de ferro que dava para a cidade. Depois de chegar à rua, o anjo o deixou. O versículo 12 fala que “percebendo isso, ele se dirigiu à casa de Maria, mãe de João, também chamado Marcos, onde muita gente se havia reunido e estava orando”.

O resultado da intercessão da igreja foi a libertação de Pedro. Apesar da intensidade das orações, quando a serva que abriu a porta disse que era Pedro, eles afirmaram que ela estava fora de si. Ao abrirem a porta e, verem de fato o discípulo, ficaram perplexos.

Há poder nas nossas orações. E libertações ainda hoje ocorrem quando oramos por irmãos e irmãs presas. Conheça alguns casos. 

Pastor Leopoldo (México)

Apesar de ficar preso por apenas quatro dias, o pastor Leopoldo não pôde receber visitas ou assistência médica para seus ferimentos

Leopoldo teve sua vida mudada em 2002, quando uma pessoa lhe disse para ler a Bíblia. Depois de cinco anos, se tornou pastor de um pequeno grupo e passou a experimentar a perseguição. No dia 4 de novembro de 2013, o prefeito da cidade onde o pastor vivia no México determinou a destruição da igreja de Leopoldo.

O pastor foi levado por membros da comunidade até o centro da cidade onde eles queriam queimá-lo. Enquanto era agredido, a oração dele era para que fosse preso. Já com muitos ferimentos, alguém o levou para a prisão. Leopoldo ficou preso por quatro dias, sem receber visitas ou assistência médica. A soltura dele foi negociada com a polícia, mas o pastor teve que sair escondido em um carro para que a multidão não o atacasse novamente. 

Maryam Rostampour e Marzieh Amirizadeh (Irã)

As jovens cristãs iranianas ficaram presas por nove meses acusadas de participarem de reuniões ilegais e agir contra a segurança do Estado

As cristãs Maryam Rostampour e Marzieh Amirizadeh foram presas em 5 de março de 2009 por forças de segurança iranianas após terem seu apartamento revistado. No local, Bíblias e outros itens foram confiscados. Apesar de serem presas, de acordo com a lei iraniana, nenhuma delas cometeu crime algum.

Elas foram indiciadas apenas um mês depois, acusadas de “participarem de reuniões ilegais” e “agir contra a segurança do Estado”. No dia 9 de agosto do mesmo ano, elas participaram de audiência, onde receberam ordem para renunciar à fé, mas não o fizeram.

Elas voltaram para a prisão, onde a saúde delas se deteriorou devido a superlotação e recursos limitados. Maryam e Marzieh não receberam atendimento médico adequado quando tiveram infecções e febre alta. Depois de nove meses, as cristãs receberam liberdade condicional no dia 19 de novembro de 2009. Em maio de 2010, as jovens foram inocentadas de todas as acusações. 

Helen Berhane (Eritreia)

Helen é uma cantora da Eritreia que, após estudar teologia, passou a pregar o evangelho em todos os lugares. Em 2003, ela gravou um vídeo de música cristã secretamente que ficou muito popular entre os jovens etriteus. Porém, isso fez com que a polícia secreta a vigiasse e, em uma batida policial, ocorrida em maio de 2004, encontraram o DVD de Helen e a prenderam.

A jovem não foi interrogada, nem levada a julgamento. Ela foi colocada em um contêiner de metal, uma prisão destinada a criminosos perigosos, onde meses de tortura a aguardavam. O objetivo das torturas era fazê-la renunciar à fé em Jesus. Mesmo assim, realizava estudos bíblicos e cantava com as mulheres.

Em outubro de 2006, a cristã foi levada para um hospital devido às agressões sofridas e depois levada de volta para a prisão. No final de outubro, depois de dois anos e meio, Helen foi solta, após passar a maior parte do tempo de prisão em condições desumanas e degradantes. Devido aos sucessivos ferimentos nos pés e nas pernas, ela ficou confinada a uma cadeira de rodas. Apesar de tudo, se recusou a deixar a Cristo. 

Hea-Woo (Coreia do Norte)

Depois de ter o marido morto, a cristã norte-coreana Hea-Woo decidiu continuar servindo a Deus e fugir da Coreia do Norte. Porém, após algumas tentativas, ela foi descoberta e mandada de volta. Primeiro, ela foi enviada para uma prisão mista, onde foi interrogada e torturada por dias. No total, passou por dez prisões e depois foi enviada para um campo de trabalho forçado.

Como se sabe, é praticamente impossível sair com vida de um campo de trabalho norte-coreano, mas quando Hea-Woo fugiu do campo, a cerca elétrica que sempre ficava ligada para matar aqueles que tentavam fugir, estava desligada no momento em que passou. 

Asia Bibi (Paquistão)

Asia Bibi, cristã paquistanesa, foi condenada à morte e ficou presa durante quase dez anos

Em junho de 2009, a cristã paquistanesa Aasyia Noreen, conhecida mundialmente como Asia Bibi, foi acusada de fazer referências depreciativas ao profeta Maomé ao conversar com colegas de trabalho. Como as mulheres a agrediram, a polícia foi chamada e a cristã foi mandada para a prisão para aguardar o julgamento por blasfêmia. Depois de mais de 16 meses de processo, Asia Bibi recebeu a pena máxima, sendo condenada à morte por enforcamento.

Como a vida dela corria perigo, a cristã foi transferida para outra prisão. Em julho de 2015, a justiça paquistanesa suspendeu a pena de morte, mas Asia Bibi continuou na prisão esperando o julgamento final do Supremo Tribunal Federal. Enquanto presa, ela foi maltratada, torturada e ficou doente várias vezes. Em 31 de outubro de 2018, a Suprema Corte paquistanesa determinou a soltura da cristã, mas devido a diversas manifestações populares, somente em 29 de janeiro de 2019 ela foi definitivamente declarada livre. Isso se deu porque a corte negou o pedido de absolvição de Asia Bibi.

A vida após a prisão

A experiência vivida por cristãos na prisão geralmente é traumática. Não importa se ficaram apenas alguns dias ou muitos anos, o tempo de detenção vem carregado de diversas sequelas físicas e emocionais. Por isso, a oração da igreja global é tão importante tanto enquanto os cristãos estão presos como depois de soltos.

Para interceder especificamente pelos que estão encarcerados, baixe o guia de 30 dias de oração pelos cristãos presos, com pedidos diários para suas orações. Além disso, com uma doação você mantém ações de socorro e advocacy a cristãos presos em países onde existe perseguição.

Pedidos de oração

  • Interceda por aqueles que estão em liberdade, peça para que o Espírito Santo derrame o seu bálsamo, curando os traumas e feridas na alma.
  • Ore para que eles consigam se readaptar à vida em liberdade e se inserir novamente na vida em comunidade.
  • Interceda por eles para que usem seus testemunhos para alcançar outras vidas.

domingo, 17 de julho de 2022

ELEIÇÕES 2022: 10 Dicas para um voto cristão consciente

                             

“Eu tenho ouvido: ‘Não traga a religião [cristã] para a política’. É precisamente para este lugar que ela deveria ser trazida e colocada ali na frente de todos os homens como um candelabro” (C. H. Spurgeon).

Como se costuma dizer, “a política é o espaço do bem comum”, frase que pode ser entendida como uma forma de praticar o amor cristão. Afinal, é pela ação política que muitas pessoas no país podem ser beneficiadas pelo bem e pela justiça. Mas para que isso aconteça, é necessário que a prática política esteja fundamentada em valores éticos. Além disso, a transformação da conjuntura social de acordo com a cosmovisão cristã é, também, uma forma de evangelizar. Portanto, com o objetivo de propor o voto consciente e responsável aos cristãos, sugerimos alguns elementos que deverão ser considerados na hora da sua escolha eleitoral:

1. Conheça bem o candidato que receberá o seu voto. Pesquise seu histórico pessoal, seus feitos, seus valores e suas propostas. Pesquise também suas promessas durante a campanha eleitoral, analisando se são plausíveis. Acompanhe as entrevistas que os candidatos concederem na mídia e compare o que cada um diz. Veja também se o candidato se porta com decência e se sua escala de valores é voltada para o interesse público. Se ele se identifica como cristão, é importante saber a que igreja ou comunidade ele está filiado e se ele a frequenta regularmente, buscando conselho e prestando-lhe contas. Enfim, não desperdice o seu voto com alguém de quem você nunca ouviu falar, sem saber as suas propostas e sua postura ética durante a campanha eleitoral.

2. Também considere se os projetos do candidato estão de acordo com os do partido ao qual ele está filiado, pois ao votar em um candidato você ao mesmo tempo vota num partido, ajudando a eleger candidatos do mesmo partido. Por isso, é preciso conhecer os programas e a filosofia do partido. No caso de candidatos evangélicos, é bom averiguar se estes e seus partidos não somente afirmam, mas estão comprometidos com a separação entre a Igreja e o Estado, lembrando que toda autoridade procede de Deus.

3. Lute contra todas as formas de corrupção, apoiando mecanismos de controle do uso do dinheiro público e das prioridades do governo; colaborando para que projetos tais como o Ficha Limpa, que tratem sobre a ética nas eleições, sejam conhecidos e aplicados; denunciando o uso da máquina administrativa federal, estadual ou municipal para favorecer determinados candidatos; em conformidade com a lei N.º 9.840/99, denunciando a compra de votos através de dinheiro, programas assistenciais ou promessas de vantagens pessoais.

4. Apoie propostas que defendam a vida e a dignidade do ser humano em qualquer circunstância. Para a fé cristã, a vida humana é dom de Deus, desde a concepção no ventre materno até ao dia de sua morte. Portanto, proteger a vida inclui combater o aborto e a eutanásia; reprimir a violência por meio de políticas de segurança pública realistas; promover uma ética do trabalho que enfatize virtudes bíblicas, tais como honestidade, pontualidade, diligência, obediência ao quarto mandamento (“seis dias trabalharás”), obediência ao oitavo mandamento (“não furtarás”) e obediência ao décimo mandamento (“não cobiçarás”); defender o direito à propriedade privada como direito fundamental (cf. Êx 20.15, 17; 1Rs 21.1-29).

5. Verifique qual a proposta educacional do candidato, analisando se ele defende a qualidade e a liberdade do ensino, inclusive no âmbito religioso, promovendo uma escola digna e de qualidade. Confira também se ele promove as liberdades individuais, por meio do estabelecimento de normas gerais de conduta que redundem em liberdade de expressão, associação e de imprensa.

6. Rejeite candidatos e partidos com ênfases estatizantes e intervencionistas nas esferas familiar, eclesiástica, artística, trabalhista e escolar, que concebam um ambiente onde se tem pouca ou nenhuma liberdade pessoal e econômica. Para a fé cristã, a família, a igreja, o trabalho e a escola são esferas independentes do Estado, pois existem sem este, derivando sua autoridade somente de Deus. Logo, o papel do Estado é mediador, intervindo quando as diferentes esferas entram em conflito entre si ou para defender os fracos contra o abuso dos demais. Portanto, os cristãos devem não somente não apoiar, mas também resistir a um sistema político autoritário ou totalitário (cf. At 5.29; Ap 13.1-18).

7. Repudie ministros, igrejas ou denominações que tentem identificar determinada ideologia com o reino de Deus ou com a mensagem bíblica. Pois, como afirma a Declaração de Barmen [8.18], “rejeitamos a falsa doutrina de que à Igreja seria permitido substituir a forma da sua mensagem e organização, a seu bel-prazer ou de acordo com as respectivas convicções ideológicas e políticas reinantes”. A igreja, ao proclamar com fidelidade a Palavra de Deus, influencia o Estado, de modo que suas leis se conformem com a vontade de Deus, decorrendo daí consequências políticas de tal fidelidade ao chamado primário da comunidade cristã.

8. Apoie candidatos comprometidos com propostas e leis que sejam derivadas da lei de Deus, como revelada nas Escrituras, pois esta é a fonte absoluta e final da ética pessoal, eclesiástica e social. Há que se ter compromisso por parte do candidato com o contrato social, que é um acordo entre os membros de uma sociedade pelo qual reconhecem a autoridade sobre todos de um conjunto de regras, a Constituição, que limita o poder, organiza o Estado e define direitos e garantias fundamentais.

9. Valorize candidatos e partidos comprometidos com o modelo republicano de governo, no qual a nação é governada pela lei constitucional e administrada por representantes eleitos pelo povo, assim como a divisão e a separação dos poderes executivo, legislativo e judiciário, de modo que nenhum governo ou ramo do governo monopolize o poder. Assim também valorize aqueles que respeitem a alternância do poder civil, que impede que um partido ou autoridade se perpetue no poder, assim como a defesa do pluralismo político e partidário. Portanto, devem-se rejeitar candidatos que apoiem o Decreto N.º 8.243, conhecido como Política Nacional de Participação Social (PNPS). Tal decreto fere a cláusula pétrea constitucional da autonomia e independência dos Poderes, e praticamente desmonta a democracia representativa, substituindo-a pela participação popular direta, indicada, nomeada e controlada por órgãos do Estado.

10. Apoie candidatos que enfatizem as funções primordiais do Estado, onde os governantes têm a obrigação de zelar pela segurança do povo, pela qual pagamos tributos (cf. Rm 13.1-7), assim como ressaltem a limitação do poder do Estado, pois a partir das Escrituras, entende-se que o governo civil não tem autoridade para cobrar impostos exorbitantes, redistribuir propriedades ou renda, criar zonas francas ou confiscar depósitos bancários.

Pedimos que o Cristo Rei, o único e absoluto soberano Senhor, nos sustente e nos conduza sempre em nossas opções políticas. Façamos destas eleições um gesto de amor a este país e a nossos irmãos e irmãs, para maior glória de Deus.

domingo, 10 de julho de 2022

Por que Jesus Cristo foi tentado?

 O diabo foi vencido através da Palavra de Deus.

“E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.” (Mateus 4:3)

Ao ser tentado pelo diabo, Jesus Cristo lembrou uma poderosa lição.

Satanás queria que Ele comprovasse Sua divindade, mas a resposta de Cristo foi poderosa.

Quando o diabo tentou a Jesus Cristo, queria que o Filho de Deus usasse seu poder por vaidade.

Sobretudo, queria que o Filho de Deus mostrasse sua divindade.

A resposta de Jesus Cristo deu uma dupla lição a Satanás.

“Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” (Mateus 4:4)

Primeiramente, lembrou que embora fosse 100% Deus, Jesus estava ali para viver como 100% homem.

Mais do que isso, Ele precisava vencer o inimigo de nossas almas como homem.

Da mesma forma, mostrou ao diabo que o sentido da vida é Deus.

Deus deve ser o centro de tudo em nossas vidas.

Jesus Cristo lembrou ao inimigo de nossas almas que todas as coisas dependem da vontade de Deus.

Além disso, Satanás foi lembrado que a vida depende das palavras da boca de Deus.

Muito mais do que alimento, que parece essencial para nossa sobrevivência, o diabo foi lembrado que Deus é o dono da vida.

“Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.” (Mateus 4:7)

Ao mesmo tempo em que detinha todo o poder, Jesus Cristo sabia de sua responsabilidade.

Sobretudo, Ele entendia que deveria usar sua posição de forma a agradar a Deus.

Quando Satanás o tentou, dizendo para Ele se lançar de um alto lugar e dar ordem aos anjos para O livrar, Ele logo  lembrou ao inimigo que não deveria tentar ao Senhor.

Em outras palavras, Ele lembrou ao diabo que devemos agir com responsabilidade.

Muitas vezes podemos ser desafiados pelo inimigo para mostrar nossa intimidade com Deus.

Todavia, precisamos lembrar que tentar a Deus é pecado.

Desta forma, devemos agir de maneira correta.

Principalmente por sermos filhos de Deus.

Ou seja, não devemos usar essa posição para forçar a Deus a fazer coisas por nós.

Isso significa dizer que mesmo com as muitas promessas que recebemos, precisamos agir com temor diante de Deus.

“Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.” (Mateus 4:10)

Nós devemos adorar somente a Deus.

Antes de qualquer coisa, devemos cultuar somente ao Senhor.

Não devemos servir a outros deuses ou colocar qualquer coisa no lugar de Deus.

Essa foi a resposta de Jesus Cristo para a terceira tentação de Satanás.

Ele queria que, apenas por uma vez, Jesus Cristo se prostrasse e o adorasse, prometendo lhe dar tudo.

Porém, Jesus Cristo lembrou que somente Deus é digno de adoração.

Quando Ele fez isso, estava nos dizendo que não devemos colocar nada no lugar de Deus.

Embora possamos receber recompensas para agir como o mundo, quando decidimos ser fiéis estamos honrando a Deus.

Existem muitas formas de idolatria que podem nos levar a pecar.

Portanto, é preciso ter muito cuidado.


quinta-feira, 7 de julho de 2022

Qual é o Dia Mundial do Refugiado?

Além de quando a data ocorre, saiba quem é considerado refugiado e como está relacionado com a perseguição.

Dia 20 de junho é o Dia Mundial do Refugiado. Mas essa não é uma data para ser comemorada, mas sim lembrada com orações e súplicas. Principalmente diante do atual cenário de intolerância, guerras e perseguições que deram início a uma das piores crises migratórias da história da humanidade. Os refugiados são aqueles que estão fora de seu país natal por conta do medo da perseguição relacionada a conflitos armados, questões de raça, religião, nacionalidade, pertencimento a grupo social ou opinião política, bem como violação grave e generalizada de direitos humanos.

Qual a diferença entre refugiado e deslocado interno?

Os deslocados internos, diferente dos refugiados, são pessoas que são forçadas a fugir ou deixar suas casas, mas não saem de seu país. Geralmente isso é devido ao resultado ou para tentar evitar efeitos de conflitos armados, situações de violência generalizada, violações dos direitos humanos e desastres naturais ou causados pelo homem.Segundo relatório de 2021 do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), há 60,1 milhões de deslocados internos no mundo.


Os países com os maiores aumentos nas redes de deslocados internos foram principalmente na África, onde um crescente número de pessoas foram forçadas a fugir de conflitos e desastres. Por exemplo, o Leste e Chifre da África e a região dos Grandes Lagos presenciou um novo deslocamento interno massivo durante o ano de 2020. Isso foi principalmente devido ao surgimento do conflito na região do Tigré, na Etiópia, um país que já luta com o deslocamento, mas agora enfrenta uma crise humanitária em grande escala, com mais de 2,7 milhões de deslocados internos em todo o país. Os vizinhos Sudão e Somália também experimentaram aumento nas suas populações de deslocados internos.

Quantos refugiados há no mundo?

De acordo com o relatório de 2021 da ACNUR, mais de 100 milhões de pessoas estavam em situação de deslocamento, ou seja, foram forçadas a deixar seus locais de origem por diferentes tipos de conflitos. Isso representa mais do que o dobro dos 41 milhões que estavam nessa situação em 2010 e um aumento de 4% do total do ano anterior. Como resultado, 1% da populaçao mundial — 1 em cada 78 pessoas — foram forçadas a se deslocar. Dessas, 32,1 milhões são refugiados.


Onde há mais refugiados?


De todos os refugiados no mundo, 82% vieram de apenas dez países: Síria (6,8 milhões), Venezuela (4,6 milhões), Afeganistão (2,7 milhões), Sudão do Sul (2,4 milhões), Mianmar (1,2 milhão), República Democrática do Congo (865 mil), Sudão (806 mil), Somália (792 mil), República Centro-Africana (713 mil) e Eritreia (490 mil). Muitas grandes crises contribuíram para o deslocamento massivo na última década. Os números também incluem pessoas que foram deslocadas mais de uma vez.


Diversas crises — algumas novas, algumas reaparecendo após anos — forçaram pessoas a fugir dentro ou além das fronteiras do seu país. Afeganistão, Somália e Iêmen continuam sendo focos, enquanto o conflito na Síria já passou de 11 anos. Na região africana do Sahel, cerca de três quartos de um milhão de pessoas foram recém-deslocadas no que talvez seja a mais complexa crise regional no mundo. Na República Democrática do Congo, atrocidades conduzidas por grupos armados resultaram na morte de mais de dois mil civis em suas três províncias orientais.


Na Etiópia, mais de um milhão de pessoas foram deslocadas pelo país durante o ano, enquanto mais de 54 mil fugiram da região de Tigré para o Leste do Sudão. No Norte de Moçambique, centenas de milhares escaparam da violência mortal, com civis testemunhando massacres de grupos armados não estatais em diversas vilas, incluindo decapitações e sequestros de mulheres e crianças. O início das hostilidades entre Armênia e Azerbaijão deixou um impacto devastador em civis de ambos países e deslocou dezenas de milhares de pessoas.


Durante 2020, uma estimativa de 11,2 milhões de pessoas se tornaram deslocadas — um total que inclui pessoas deslocadas pela primeira vez, bem como pessoas que foram deslocadas repetidamente.


Segundo a ONU, em 2020, o Brasil reconheceu um total de 26.577 refugiados. Entre as principais nacionalidades reconhecidas estão venezuelanos, sírios e congoleses.

Como é a situação dos refugiados na América Latina?

O número de refugiados e venezuelanos deslocados no exterior cresceu 8% durante 2020, alcançando cerca de 4,6 milhões. O contínuo deslocamento de venezuelanos, notavelmente para o Brasil, México e Peru, bem como a revisão das estimativas para os deslocados no Peru foram a principal razão para esse aumento. A Colômbia recebeu mais de 1,7 milhão de pessoas deslocadas pela fronteira, 7% do total global, em sua grande maioria da Venezuela. Pela primeira vez em cinco anos, o número de venezuelanos na Colômbia diminuiu, cerca de 124,6 mil venezuelanos voltaram para o seu país devido a dificuldades ocasionadas pela pandemia e seu impacto econômico.


O que merece destaque na questão dos refugiados em países da América Latina é a crise migratória na Venezuela. De acordo com as Nações Unidas, no meio de 2020, cerca de 4,5 milhões de pessoas tinham deixado seu país, dos quais 138,6 mil eram refugiadas. De maneira mais geral, em 2019, também houve um número crescente de solicitações de reconhecimento da condição de refugiado. Entre os que solicitaram refúgio, figuram entre os dez principais países Honduras (78,1 mil), Guatemala (56,1 mil), El Salvador (54,3 mil) e Nicarágua (52 mil).


Por outro lado, quatro países latino-americanos estão entre as dez nações que mais receberam solicitações de reconhecimento da condição de refugiado, são eles Peru, México, Costa Rica e, pela primeira vez, Brasil.

Qual a relação entre os refugiados e a perseguição?

Aproximadamente 18 mil cristãos vivem em campos de refugiados na República Centro-Africana devido a ataques radicais islâmicos


A maioria dos países afetados estão na Lista Mundial da Perseguição e na Lista de Países em Observação, o que quer dizer que os cristãos também são afetados. Muitos precisam abandonar suas casas e vilas para se refugiar em outras cidades ou países, sob condições mínimas de sobrevivência, apenas por seguirem a Jesus Cristo. De acordo com o relatório da Anistia, em países do Oriente Médio e da África Subsaariana, os refugiados cristãos são particularmente visados. Eles estão sujeitos a sequestro, tortura, roubos e agressões físicas por gangues e traficantes de pessoas, além de abusos cometidos por grupos extremistas. Por isso, eles precisam cada vez mais de nossas contribuições e orações.

Ao longo dos anos, mostramos as condições de irmãos e irmãs que, como fugitivos, precisam abandonar casas e vilas para se refugiar em outras cidades, sob condições mínimas de sobrevivência, apenas por seguirem a Jesus Cristo. Em diversos países, a ação de grupos islâmicos extremistas como o Estado Islâmico no Oriente Médio e o Boko Haram na África, também leva muitos cristãos a zonas de refúgio. A fim de expor o islã radical, os grupos utilizam de violência, mesmo que os governos se declarem laicos. O grupo mais hostilizado nesse contexto é o cristão, por se negar a se declarar muçulmano e não negar o nome de Jesus. Ao não seguir as regras de grupos extremistas ou não se converter ao islamismo, a única saída é ir embora.

 Como os cristãos auxiliam os refugiados?

Nos locais que abrigam cristãos, há igrejas dedicadas ao serviço de refugiados, além de vários projetos da Portas Abertas em andamento, em que muitos voluntários e colaboradores se preocupam com as necessidades físicas, emocionais e espirituais de cada um deles. No entanto, em alguns países, a demanda é maior que o oferecido, principalmente quando a igreja local ainda tem de lidar com a discriminação religiosa na própria sociedade.


A Síria vive a maior crise de refugiados do mundo. De lá, saíram fugidos Abud*, a esposa e os quatro filhos para viver em uma tenda solitária, armada em um campo aos arredores de Zahle. Essa é uma das muitas famílias muçulmanas que recebem o apoio da igreja local. “Disseram-nos que a igreja distribuía comida. Ela realmente nos dá um bom apoio”, compartilharam. Um dos colchões dispostos no chão também foi doado pela igreja, que recebe apoio da Portas Abertas para o socorro de refugiados sírios.

Butros*, um voluntário da igreja local, tem 450 famílias sob sua responsabilidade. Ele e sua igreja entendem como sua tarefa ajudar refugiados da Síria. Quase toda a congregação está envolvida, seja na doação de alimentos, cobertores, fogões, combustível, visitas ou ao providenciar estudo para as crianças.

Qual a diferença entre o Dia do Refugiado e Dia do Imigrante?

Campo de refugiados no Sudão abriga, aproximadamente, 70 mil pessoas


A principal diferença entre um refugiado e um imigrante é a motivação das pessoas para a saída de seu país. Os refugiados se deslocam para outro país por motivo de guerra ou perseguição em seu local de origem. No caso dos imigrantes, a saída do país tem por objetivo conseguir melhores condições de vida ou sobrevivência. Por conta disso, o Dia do Imigrante é comemorado em outra data, em 25 de junho. É importante saber a diferença entre os dois porque ao considerar um refugiado como imigrante, tira-se o peso da proteção legal que tais pessoas necessitam. 

Ajude cristãos refugiados

Muitos são os desafios enfrentados pelos cristãos refugiados como resultado da perseguição em todo o mundo. Essa situação é gerada devido a algum tipo de crise, conflito ou guerra. Com uma doação, você permite que cristãos refugiados tenham suas necessidades básicas supridas.

*Nomes alterados por segurança.


AJUDA PARA QUEM MAIS PRECISA

 Socorra cristãos em países da Lista Mundial da Perseguição.

Muitos são os desafios enfrentados pelos mais de 360 milhões de cristãos perseguidos em todo o mundo. A situação piora quando o país enfrenta algum tipo de crise, conflito ou guerra, deixando os cristãos sob dupla vulnerabilidade. Com uma doação de R$ 98,00, você contribui para nosso fundo regional e permite que cristãos perseguidos que mais precisam de ajuda tenham suas necessidades básicas supridas.

Nosso trabalho

O fundador da Portas Abertas, Irmão André, começou o ministério visitando e dando Bíblias a cristãos perseguidos no Leste Europeu. Depois, o ministério foi expandido para treinamento, mas logo descobrimos que dar Bíblias e treinamento só é útil quando as necessidades mais básicas são atendidas.

Os parceiros da linha de frente da Portas Abertas permitem que a igreja continue sendo uma testemunha fiel apesar dos riscos. Nossa visão é que nenhum cristão deve enfrentar a perseguição sozinho. Para que isso aconteça, suas orações e apoio a longo prazo são essenciais. Eles também contam com você nas necessidades mais urgentes. Junte-se a nós no apoio à Igreja Perseguida!

Socorro em situações emergenciais

Entre os países da Lista Mundial da Perseguição existem nações em guerra, conflitos e crise humanitária, além daqueles que enfrentam constantes ataques de grupos extremistas. Há o Afeganistão, recentemente tomado pelo Talibã, criando uma situação caótica e colocando a existência da pequena comunidade cristã em risco. Na Somália, o crime e a corrupção são galopantes e o governo federal controla apenas algumas cidades e vilas e deixa a maior parte do país sob controle do Al-Shabaab. O Iêmen enfrenta uma guerra civil por pelo menos 30 anos, gerando uma das maiores crises humanitárias da atualidade. Isso só para citar três países. Essas situações afetam os moradores em geral, mas em grande parte desses países a presença cristã não é sequer reconhecida; assim, os cristãos são expostos a todas as formas de hostilidade. Nesse contexto, nossos irmãos contam com a igreja global para sobreviverem em meio ao caos e à perseguição.

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Precisamos de heróis!

 

Como humanidade, estamos cansados de falsos heróis. Líderes se levantam, um após o outro, parecendo ser uma alternativa, mas logo se revelam pelo menos insuficientes ou pior ainda, perversos. Com isso é crescente também o cinismo ou ceticismo. Qualquer um que queira fazer algo diferente é encarado com suspeita ou clara hostilidade. Isso é verdade tanto no campo político, como no empresarial ou religioso.

Para nós cristãos, o anseio por um herói foi plenamente preenchido na pessoa de Jesus Cristo. Nele temos um herói resgatador, amoroso e totalmente íntegro. Ao recebermos o Senhor como salvador, nos comprometemos também a caminhar com ele (Colossenses 2.6-7). Assim, de uma forma muito clara, somos chamados a sermos pequenos “heróis” conforme Cristo. Somos chamados a mostrar ao mundo um modo diferente de viver. Somos chamados a “espelhar e espalhar” a imagem de Cristo para que outros possam também encontrar nele a libertação e a salvação.

Para nós cristãos, o anseio por um herói foi plenamente preenchido na pessoa de Jesus Cristo.

Em uma das passagens mais conhecidas sobre o que significa seguir a Jesus, o apóstolo Paulo escreve (Filipenses 2.5-8): 

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!”

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Paulo começa nos chamando a copiar a atitude de Jesus. Atitude é uma expressão que significa muito mais que sentimentos. Copiar a atitude de Jesus significa ver o mundo como ele via. Significa cultivar uma reação ao mundo como a dele. Significa ter uma postura sacrificial para com este mundo perdido. Vamos acompanhar características dessa atitude:

  1. Renunciar à sua condição e de seus direitos. A primeira marca de uma atitude cristã é colocar-se como servo deste mundo. Servir ao mundo não significa fazer sua vontade, mas significa desistir de algumas condições que nos são preciosas. Jesus renunciou à sua glória, mas não sua divindade. Ele não permaneceu apegado ao seu mais absoluto direito de ser adorado. 

  2. Como cristãos, somos chamados a renunciar, não a quem somos, mas à honra e aos direitos que nos são inerentes como filhos de Deus. Isso é complicado, pois nossa cultura nos estimula a defender nossos direitos, defender nossa dignidade. Ao copiar a atitude de Jesus, precisamos estar dispostos a renunciar a várias condições que consideramos como direitos inalienáveis (Marcos 10.45).

  3. Identificar-se com aqueles a quem servimos. Jesus se esvaziou, não de sua essência, mas de sua forma. Esvaziou-se de tal forma que ninguém ao olhar para ele achava que ele era Deus; na verdade, duvidavam disso. Ao mesmo tempo, todos que tinham contato mais íntimo com ele reconheciam que havia algo diferente, reconheciam seu poder.

  4. Como cristãos precisamos tirar toda barreira que nos separa daqueles a quem servimos, sem incorrer em pecado. Paulo declara que fez de tudo para se identificar com aqueles que queria alcançar (1Coríntios 9.19-23). Acredito que quando enfatizamos formas e costumes que nos destacam dos incrédulos não estamos copiando a atitude de Jesus. Com certeza isso não significa que precisamos nos envolver em pecado para nos identificarmos, mas precisamos nos esvaziar de nossas preferências culturais para que incrédulos se sintam à vontade em nossa presença.

  5. Cumpriu plenamente o plano de Deus. A atitude de Jesus foi completamente alinhada com a vontade do Pai, mesmo que o preço tenha sido sua morte por meio de um dos mais cruéis instrumentos de tortura, a cruz.

  6. Somos chamados a mostrar ao mundo um modo diferente de viver, a “espelhar e espalhar” a imagem de Cristo para que outros possam também encontrar nele a libertação e a salvação.

    Uma vez mais, como cristão não posso afirmar ser um seguidor de Jesus e não ter um profundo compromisso com sua vontade para minha vida. A vontade de Deus é perfeita e agradável (Romanos 12.1-2). No entanto, isso não significa que não tenha um custo. Na verdade, para nossa carne o custo é o maior possível: a morte! Em outras palavras, é impossível imitar a atitude de Jesus e ignorar sua morte. Esse é o sentido do batismo (Colossenses 2.12): morremos para uma vida e recebemos dele uma nova vida. De uma forma muito concreta, somos chamados diariamente para celebrarmos o batismo. Somos chamados a fazer morrer nossa natureza terrena e cultivarmos nossa natureza espiritual.

Minha oração é que eu e você, meu irmão ou irmã, vivamos como pequenos heróis, representando diante do mundo aquele que nos salvou e que pode também resgatar a todos que ouvirem sua voz!

Daniel Lima foi pastor de igreja local por mais de 25 anos. Formado em psicologia, mestre em educação cristã e doutor em formação de líderes no Fuller Theological Seminary, EUA. Daniel foi diretor acadêmico do Seminário Bíblico Palavra da Vida por 5 anos, é autor, preletor e tem exercido um ministério na formação e mentoreamento de pastores. Casado com Ana Paula há mais de 30 anos, tem 4 filhos, uma neta e vive no Rio Grande do Sul desde 1995.

Fonte: Chamada

domingo, 3 de julho de 2022

PARANÁ PESQUISAS: BOLSONARO LIDERA PESQUISAS AO PLANALTO EM SÃO PAULO

 Atual presidente aparece com três pontos percentuais de vantagem sobre o petista.

Um levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas neste domingo (3) indicou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) possui uma vantagem de três pontos percentuais sobre o ex-presidente Lula (PT) na intenção de voto entre os eleitores do estado de São Paulo. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais.

De acordo com os números, Bolsonaro conta com 39,7% das intenções de voto, ante 36,4% de Lula. O ex-governador Ciro Gomes, do PDT, aparece na terceira colocação, com 7,7% das intenções de voto. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) fecha a lista dos quatro primeiros colocados, com 1,7%.

Nos índices de rejeição, o líder é Ciro Gomes, com 53,4%. Bolsonaro, de acordo com a pesquisa, é o segundo colocado, com 50,5% dos eleitores. Lula, com 49,2%, e Simone Tebet, com 37%, completam a lista dos presidenciáveis mais rejeitados, de acordo com o instituto.

O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.820 eleitores em São Paulo, entre os dias 27 e 30 de junho, em 77 municípios do estado. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo BR-03362/2022.

Fonte: PlenoNews