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quarta-feira, 31 de julho de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
1º LOUVORZÃO ALIANÇA JOVEM é destaque em Americana e Região
Americana (Interior de São Paulo) A Igreja do Evangelho Quadrangular "TEMPLO DA ALIANÇA", realizou no último sábado (27), o "1º LOUVORZÃO ALIANÇA JOVEM."
Evento dirigido pelo Grupo "JOVENS ALIANÇADOS", contou muito louvor, apresentações, danças e videos com mensagens direcionadas aos jovens presentes.
Segundo o Pastor Antonio Martins, Titular da IEQ "TEMPLO DA ALIANÇA", o "1º LOUVORZÃO ALIANÇA JOVEM", contou com presença maciça de jovens e irmãos que compartilharam este maravilhoso Evento Gospel em Americana.
Com certeza, estaremos realizando em breve novos eventos, direcionados aos Juniores, Homens e Mulheres de nossa amada Igreja.
Presidente Mundial da IEQ Pr. Glenn C. Burris Jr. Ministrará em Sorocaba no próximo dia 31 Julho
Sobre Glenn C. Burris Jr.
Presidente Mundial da Igreja do Evangelho Quadrangular
Presidente Glenn Burris Jr. formou-se no Mount Vernon Bible College em 1976. Ele serviu como pastor de jovens em Concord, Carolina do Norte, por um ano e, em 1977, tornou-se um pastor sênior em Macon, Geórgia Mais tarde, ele pastoreou a Igreja do Evangelho Quadrangular em Cornelius, NC, e tem servido como um superintendente divisional, um membro da gabinete, e um membro do conselho de administração, onde atualmente atua no Comitê Building, Comitê Lei municipal, o Comitê Executivo, Comitê de Finanças, Comitê de Governança e Formação Pastoral, Educação e Comitê Nutrir.

Em 1992, Glenn foi nomeado supervisor distrital do Distrito Sudeste, em 2002, foi nomeado supervisor geral da igreja nacional dos EUA. Em 2009, Glenn começou levando A Igreja do Evangelho Quadrangular como presidente interino por um período de 13 meses. Ele foi, então, nomeado presidente pelo corpo votação convenção, e começou a servir um mandato de cinco anos em 1 º de outubro de 2010. Suas paixões estão plantando igrejas e cuidando de pastores.
Presidente Mundial da Igreja do Evangelho Quadrangular
Presidente Glenn Burris Jr. formou-se no Mount Vernon Bible College em 1976. Ele serviu como pastor de jovens em Concord, Carolina do Norte, por um ano e, em 1977, tornou-se um pastor sênior em Macon, Geórgia Mais tarde, ele pastoreou a Igreja do Evangelho Quadrangular em Cornelius, NC, e tem servido como um superintendente divisional, um membro da gabinete, e um membro do conselho de administração, onde atualmente atua no Comitê Building, Comitê Lei municipal, o Comitê Executivo, Comitê de Finanças, Comitê de Governança e Formação Pastoral, Educação e Comitê Nutrir.

Em 1992, Glenn foi nomeado supervisor distrital do Distrito Sudeste, em 2002, foi nomeado supervisor geral da igreja nacional dos EUA. Em 2009, Glenn começou levando A Igreja do Evangelho Quadrangular como presidente interino por um período de 13 meses. Ele foi, então, nomeado presidente pelo corpo votação convenção, e começou a servir um mandato de cinco anos em 1 º de outubro de 2010. Suas paixões estão plantando igrejas e cuidando de pastores.
domingo, 14 de julho de 2013
A Bênção Dos BONS HÁBITOS
“E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação. Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lc 22.39-42).
Em uma época na qual o valor da disciplina espiritual não está em alta entre os cristãos, pode ser encorajador e útil pensar sobre o que a Bíblia e também o exemplo de Jesus nos têm a dizer sobre isso.
É interessante que exista uma mudança de pensamento na atualidade, acima de tudo na pedagogia. Não poucos educadores e professores, por necessidade, fazem a si mesmos a pergunta se os métodos das últimas décadas de lecionar e educar de forma bem-sucedida, com o mínimo de pressão e exigências, realmente se mostraram confiáveis.
O fato é que as crianças e os jovens de gerações passadas não apenas aprenderam muito mais em um espaço de tempo menor, mas, no geral, também eram mais ativos e alegres do que nossos atuais jovens, do tipo “Tô nem aí!”.
Em 2006, foi lançado o livro “Elogio à disciplina – uma polêmica”, do conhecido pedagogo e teólogo Bernhard Bueb. O livro encontrou grande atenção, aprovação e aceitação, mas também rejeição. Isso é um indício de que está ocorrendo uma mudança de pensamento. Ultimamente, também na política está sendo dada mais ênfase na importância da moral, de valores e de virtudes cristãs.
Tanto mais surpreendente é o fato de que, no meio evangélico, percebe-se uma tendência contrária. Pregadores e autores conhecidos e influentes não se cansam de enfatizar que é inútil ou até mesmo prejudicial ler a Bíblia ou orar quando não se tem o desejo de fazê-lo.
Alguns testemunhos, em certas revistas e livros evangélicos, parecem dar a impressão de que quase todas as doenças e aberrações intelectuais ou espirituais remetem ao fato de que os autores, quando crianças, foram submetidas à suposta pressão nociva de uma educação ou de um ambiente cristão conseqüente.
Não poucos educadores e professores fazem a si mesmos a pergunta se os métodos das últimas décadas de lecionar e educar de forma bem-sucedida, com o mínimo de pressão e exigências, realmente se mostraram confiáveis.
Ora, é indiscutível que uma educação aplicada pelos pais que seja severa, sem afeto e marcada por legalismo, na qual eles mesmos não vivem o que pedem de seus filhos, pode causar danos devastadores. Também existem muitas provas disso.
Alguns dos conhecidos ateus, nihilistas e que têm ódio de Deus vêm de lares devotos. O que viram e escutaram ali foi tão repulsivo e hipócrita que eles – enojados disso – juraram a si mesmos que não queriam ter mais nada a ver com a Bíblia e com o cristianismo.
Lenin, por exemplo, tinha 15 anos quando seu pai – membro devoto da igreja ortodoxa russa – recebeu a visita de um clérigo. Como freqüentador assíduo dos cultos, a atitude de seu filho o afligia, pois este não queria mais freqüentar os cultos com regularidade. Quando seu pai pediu conselho ao clérigo, este respondeu: “Surrá-lo, deveriam surrá-lo!”
Ambos não imaginavam que o filho estava no quarto ao lado, ouvia com atenção atrás da porta e escutava estes “conselhos”. Cheio de indignação, o jovem Wladimir Iljitsch arrancou o crucifixo que até então carregava pendurado no pescoço. Desta religião ele estava farto. Nunca mais ele queria escutar nada dela. A partir de então igreja e religião eram, para ele, apenas um “meio dos governantes de oprimir as classes inferiores”.[1]
Por outro lado, naturalmente, se espera em muitas outras áreas como, por exemplo, esportistas e artistas, que as pessoas vivam de forma bem disciplinada a fim de terem rendimento máximo.
Todos são compreensivos quando o técnico de futebol “carrasco”, conhecido por sua disciplina, impõe uma multa pesada ou um treinamento adicional a seus jogadores profissionais quando eles não comparecem pontualmente ao treinamento ou quando são desrespeitosos.
Torcedores fanáticos – muitas vezes eles mesmos acima do peso – reivindicam ruidosamente que seus astros dêem tudo de si no gramado a fim de pelo menos obterem uma vitória para seu time: “Queremos ver vocês suando!”
Quando, porém, um dos jogadores fica acima do peso, seja qual for o motivo, ele precisa aprender a conviver com apelidos depreciativos.
Disciplina e vencer a preguiça reiteradamente, assim, fazem parte da virtude de um esportista.
Quando jovens talentosos treinam diariamente algumas horas no piano ou machucam seus dedos em um instrumento de cordas, admiramos sua energia e os encorajamos a cobrarem bastante de si mesmos.
Quase ninguém se irrita quando pessoas atenciosas com sua saúde visitam semanalmente uma academia a fim de, no suor de seu rosto, perderem alguns quilos desnecessários e sacrificam tanto dinheiro quanto tempo para terem uma boa aparência, ao menos na frente do espelho.
Disciplina e vencer a preguiça reiteradamente fazem parte da virtude de um esportista.
No entanto, quando alguém se atreve, de forma apaixonada, a tomar posição em favor da disciplina espiritual entre cristãos convertidos e encorajar as pessoas a aceitarem normas neotestamentárias para o discipulado como “padrão a ser seguido”, essa pessoa tem que contar com as impetuosas acusações de que está exercendo pressão prejudicial e favorecendo “neuroses” religiosas ou eclesiásticas.
O que podemos aprender da Bíblia e do exemplo de nosso Senhor nessa questão discutível, mas importante?
1. Nosso Senhor tinha hábitos constantes!
O fato de que justamente o evangelista Lucas demonstra certos hábitos da vida de Jesus, foi para mim uma descoberta interessante:
Primeiramente, lemos em Lucas 2.42 que os pais de Jesus, “segundo o costume da festa”, viajavam para Jerusalém todos os anos a fim de festejar o Pessach (“Páscoa” em hebraico, n.trad.). Jesus, com seus doze anos, evidentemente participava disso. Ele cresceu em um lar no qual ordenanças bíblicas conduziam a bons hábitos e, finalmente, se tornavam uma boa tradição familiar.
Dois capítulos adiante, lemos que Jesus, com 30 anos de idade, chegou em Sua cidade Nazaré e “entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume” (Lc 4.16).
Como homem adulto, Ele considerava ser natural ir aos sábados para a sinagoga a fim de escutar a Palavra de Deus. Seus pais Lhe deram exemplo disso e, em sua juventude, Jesus praticou isso como um bom hábito.
Mais adiante, é relatado em Lucas 22.39 que ele foi, “como de costume, para o Monte das Oliveiras”. Muitas vezes Jesus procurava este local familiar a fim de passar a noite ali (veja Lc 21.37; Jo 8.1), se reunir com seus discípulos e para orar (Lc 22.41).
Resumindo, constatamos o seguinte:
- Participar da festa da Pessach,
- Ir semanalmente à sinagoga,
- Ir com regularidade ao Monte das Oliveiras a fim de orar...
...eram hábitos incontestáveis na vida de nosso Senhor, os quais Ele praticava como qualquer israelita temente a Deus.
Jesus sabia que o traidor Judas e os soldados, com os servos dos principais sacerdotes, já estavam a caminho para prendê-lO no jardim do Getsêmani. Judas estava bem familiarizado com este lugar (Jo 18.2)! Mas isso não impediu nosso Senhor de, como de costume, procurar este local.
2. O discipulado é inconcebível sem disciplina.
Nosso Senhor não precisava de disciplina ou regulamentações como Homem perfeito, sem pecado. Mesmo assim, Ele é para nós, através de Seu comportamento, um exemplo e um incentivo para praticar exercícios espirituais essenciais para a vida, a fim de que se tornem pilares incontestáveis de discipulado verdadeiro em nossa vida.
Quando descrevermos alguns exemplos de pessoas de oração da Bíblia e da história da Igreja no próximo capítulo, queremos ter em mente as palavras de Jonathan Edwards, escritas na introdução ao diário do missionário entre os índios David Brainerd, cuja vida de oração realmente foi excepcionalmente intensa:
O exemplo de Jesus Cristo é o único que já existiu, na natureza humana, totalmente perfeito; o que, portanto, é um critério para testar todos os outros exemplos. As disposições, as atitudes e as práticas de outros devem ser recomendadas e seguidas na medida que foram seguidoras de Cristo”.[2]
(Wolfgang Bühne - http://www.chamada.com.br)
Notas
- Siehe: G. Mai, Lenin – die pervertierte Moral [Lenin – A Moral Pervertida] (Berneck: Schwengeler, 1988), p.12.
- Jonathan Edwards, “A vida de David Brainerd entre os índios”. S. José dos Campos: Ed Fiel. 2ª ed. 2005, p.6.
Wolfgang Bühne – cresceu espiritualmente na Igreja dos Irmãos. Trabalhou mais de vinte e cinco anos entre os jovens. Envolvido intensamente no ministério da literatura, é autor de vários livros de caráter evangelístico e apologético. É casado, pai de sete filhos.
JESUS é SOCIALISTA?
Quando é feita a pergunta: “Jesus é socialista?” a resposta clara é: “Não, evidentemente!” A afirmação de que Jesus era socialista foi recentemente feita no Washington Post, por Gregory Paul, que tenta argumentar em favor de um socialismo ordenado biblicamente a partir dos primeiros capítulos de Atos.[1] As afirmações de Paul não têm nada de novo e provavelmente surgiram de um debate abrangente que está sendo travado nos EUA em relação a socialismo versus mercados livres. O presidente Obama e seu grupo querem o socialismo, enquanto o restante da nação quer se mover para longe do controle governamental da economia.
O que é socialismo?
Precisamos primeiramente iniciar este exame com uma definição exata de socialismo. The Oxford English Dictionary define socialismo como “uma teoria política e econômica de organização social que defende que os meios de produção, distribuição e troca devem ser de posse da comunidade como um todo e regulados por ela”.[2] O fato de ser uma teoria política e econômica sempre significa que, na realidade, o governo possui ou regula a economia. Quando o governo regula, mas não possui os meios de produção, isso é chamado de fascismo, como na Alemanha nazista. Quando o governo possui e controla os meios de produção, isso é chamado de comunismo, como na antiga União Soviética. As duas versões se encaixam na idéia mais ampla de socialismo.
Onde é que a Bíblia fala sobre uma teoria política e econômica? De acordo com Gregory Paul, a idéia é abordada nos primeiros capítulos de Atos. Paul diz que Atos 2 e 4 mostram o socialismo:
Bem, amigos, esta é uma afirmação direta do socialismo do tipo descrito milênios mais tarde por Marx, que provavelmente obteve a idéia geral a partir dos evangelhos.[3]
Paul também declara que “a Bíblia contém a primeira descrição de socialismo da história”. Não satisfeito por ter massacrado a Palavra de Deus em Atos 2 e 4, Paul segue adiante para Atos 5, dizendo:
O capítulo 5 detalha a ocasião em que um membro da igreja não entrega toda a sua propriedade à igreja e “cai morto”. Mais tarde, quando sua mulher fez o mesmo, “cai morta”.[4]
E Paul ainda continua com suas barbaridades:
Prezados leitores, isto não se parece com uma forma de comunismo imposta pelo terror por um Deus que acha que os cristãos que não se juntam à coletividade merecem morrer? Não apenas o socialismo é uma invenção cristã, mas também sua variação extrema, o comunismo. A afirmação de muitos cristãos, de que Cristo odeia o socialismo, não é verdadeira, uma vez que nenhuma descrição explícita do capitalismo pode ser encontrada na Bíblia – o que não é surpresa, já que o capitalismo ainda não havia se desenvolvido.[5]
Propriedades privadas em Atos
Não existe sequer uma sombra de socialismo no livro de Atos pelos seguintes motivos: primeiro, se o socialismo estivesse em Atos, não poderia ter havido nenhuma propriedade privada porque a posse de todas as propriedades pelo governo está no coração do socialismo. Onde é que, em Atos, o governo estava envolvido, exceto na tentativa de suprimir a pregação do Evangelho? Não eram funcionários do governo que estavam tratando com a Igreja Primitiva; eram os Apóstolos. Visto que o Deus do Antigo Testamento é o mesmo do Novo Testamento, deve haver continuidade em qualquer que seja o assunto. Wayne Grudem observa: “A Bíblia pressupõe e reforça um sistema no qual as propriedades pertencem aos indivíduos, não ao governo ou à sociedade como um todo”.[6] Mais adiante, Grudem observa que o direito à propriedade privada está pressuposto no oitavo e no décimo mandamentos e por toda a Lei dada por meio de Moisés. Como alguém poderia roubar ou cobiçar as posses de seu próximo se não houvesse propriedades pessoais? No livro de Atos, como seria possível que alguém vendesse suas propriedades pessoais e desse o dinheiro aos Apóstolos se não houvesse propriedades individuais? Se não existissem propriedades pessoais, então o governo possuiria tudo e as pessoas não teriam propriedades para vender. Se os Apóstolos eram de alguma forma os cabeças de um ajuntamento comunitário, então eles é que teriam tido controle sobre as propriedades de todos os demais e não os indivíduos que venderam suas propriedades.
Não existe sequer uma sombra de socialismo no livro de Atos.
Segundo, Paul argumenta em favor do socialismo baseado na afirmação que está em Atos 2.44-45: “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade”.Como é que isto, de alguma maneira, modo ou forma, apóia o socialismo? O contexto é claro: por causa da fé comum que esses convertidos tinham em Cristo (ver versículos 41-43), eles estavam unidos em seu objetivo de espalhar a nova fé entre outros. Entretanto, sabemos, a partir do contexto anterior (At 2.5-11) que muitos dos novos convertidos estavam visitando Jerusalém, vindos de muitos outros países. Portanto, a fim de proporcionar apoio para as necessidades físicas dos que eram de outras localidades enquanto estes estavam sendo instruídos na nova fé, o grupo todo cooperava para ajudar a pagar pelas necessidades deles. A afirmação de que os crentes “tinham tudo em comum” significa que muitos deram suas propriedades privadas para a causa de sustentar a nova congregação. Essa afirmativa demonstra o fruto do Espírito em operação na vida deles, de forma que davam espontaneamente de suas riquezas materiais da mesma forma que hoje fazem muitos cristãos com suas propriedades pessoais.
Terceiro, Paul diz que o motivo pelo qual Ananias e Safira foram mortos pelo Espírito Santo em Atos 5 foi que eles se recusaram a entregar o preço de toda a sua propriedade às autoridades porque a comunidade deveria possuir tudo. Tal visão, à luz do contexto, é ridícula! Paul ignora o versículo 4, no qual Pedro diz ao casal: “Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder?” Tais palavras ditas por Pedro não dão suporte à noção de Paul de que Ananias e Safira foram mortos por não serem bons socialistas. Pelo contrário, o que Pedro diz se encaixa perfeitamente com o ponto de vista do restante da Bíblia, de que o campo do casal era propriedade do casal. Bem como o dinheiro recebido da venda de sua terra. O problema foi que eles mentiram sobre a quantia que estavam doando à Igreja Primitiva. Ananias e Safira fizeram com que parecesse que eles haviam ofertado todo o valor obtido com a venda de sua propriedade, quando, na verdade, haviam ficado com parte do dinheiro para eles mesmos. Tal enganação não era fruto do Espírito Santo, e o Senhor demonstrou logo que, de fato, o Espírito de Deus estava no meio deles porque apenas Ananias e Safira sabiam que estavam mentindo aos Apóstolos.
O que Jesus faria?
A afirmação de que Jesus é socialista é uma afirmação inverídica. Essa afirmação e outras semelhantes a ela têm sido feitas comumente por progressistas por, pelo menos, os últimos cento e cinqüenta anos. Os progressistas não acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus inspirada e infalível e, portanto, tentam tomar partes da narrativa do Novo Testamento (Mateus, Marcos, Lucas, João e Atos) e manipular o significado desses textos a fim de defender suas idéias pré-concebidas. Aparentemente eles acham que tal abordagem atrairá aqueles que estão dentro da Igreja que, de outra forma, não estariam abertos a seus pontos de vista. Portanto, quando Jesus faz afirmações sobre os pobres e contra os ricos, eles não conseguem perceber através do contexto qual era a intenção de Jesus. Em vez disso, apelam para sua noção socialista de luta de classes como se os pobres e os ricos não fossem igualmente pecadores e não necessitassem ambos da graciosa provisão de Cristo.
Atualmente, também vemos que muitos dentro do evangelicalismo estão cada vez em maior número adotando visões progressistas (isto é, visões não-bíblicas) a respeito de todas as coisas, especialmente nas áreas políticas e sociais. Os progressistas freqüentemente retiram palavras e frases do contexto das passagens (os progressistas não são os únicos que fazem isto) e as reempacotam dentro da estrutura de suas próprias idéias (isto foi demonstrado no artigo de Gregory Paul). Eles freqüentemente tentam se opor a Jesus através de outras partes da Bíblia, pintando uma figura de Jesus que a Bíblia não apóia. Depois, eles fazem perguntas sobre esse Jesus ridículo, por exemplo: “Que carro Jesus dirigiria?” Eles têm certeza de que não seria uma SUV. O mesmo acontece quando tentam fazer de Jesus um líder do socialismo. Adoram pegar palavras da Bíblia, como “justiça”. Eles a reempacotam com seus padrões de justiça em vez de usarem o padrão de justiça de Deus, ao qual não dão a mínima. Bem, Jesus faria o que a Bíblia diz que Ele faria e o fará no futuro. Parece não haver a menor preocupação com o que Jesus fará em Sua segunda vinda.
Conclusão
Por isso há inúmeros entre os que são chamados “evangélicos” que são defensores do socialismo, como Jim Wallis, dos Sojourners, Brian McLaren, Ron Sider e Tony Campolo, para falar apenas de uns poucos. Essas idéias estão sendo semeadas gradativamente nas denominadas faculdades e universidades “evangélicas” como sendo questões “de justiça social”. Independentemente do que essas idéias possam ser ou de onde elas vêm, uma coisa é certa: a Palavra de Deus não é a fonte delas. De fato, as fontes de tais idéias são claramente satânicas. De acordo com a profecia bíblica, o mundo está sendo preparado para um tempo em que o socialismo realmente virá a dominar sob o governo do Anticristo. Dessa forma, não é Jesus que é socialista; mas será o Anticristo que posará como “anjo de luz” a fim de usar o socialismo como veículo para fazer surgir temporariamente um período no qual o governo tentará possuir todos os bens dos homens, inclusive seus corações. Não, Jesus não é, nem nunca foi e também jamais será socialista. A Bíblia nos diz que Jesus usará toda a eternidade derramando Suas bênçãos ilimitadas e riquezas sobre os crentes. Maranata!(Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
Notas:
- Gregory Paul, “From Jesus’ Socialism to Capitalistic Christianity” [Do Socialismo de Jesus ao Cristianismo Capitalista], The Washington Post (12 de agosto de 2011).
- Soanes, C., & Stevenson, A. (2004). Concise Oxford English Dictionary [Dicionário Conciso de Inglês Oxford] (11ª ed.). Oxford: Oxford University Press, s. v. “socialism”.
- Paul, “From Jesus’ Socialism”.
- Paul, “From Jesus’ Socialism”.
- Paul, “From Jesus’ Socialism”.
- Wayne Grudem, Politics According to the Bible: A Comprehensive Resource for Understanding Modern Political Issues in Light of Scripture [A Política de Acordo com a Bíblia: Um Recurso Extensivo para o Entendimento das Modernas Questões Políticas à Luz das Escrituras] (Grand Rapids: Zondervan, 2010), p. 262.
| Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center (Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas) e professor de Teologia na Liberty University. Ele é Th.M. pelo Seminário Teológico de Dallas e Ph.D. pelo Seminário Teológico Tyndale. Editor da Bíblia de Estudo Profética e autor de aproximadamente 30 livros, Thomas Ice é também um renomado conferencista. Ele e sua esposa Janice vivem com os três filhos em Lynchburg, Virginia (EUA). |
terça-feira, 9 de julho de 2013
Igreja Quadrangular participa ativamente da Manifestação em Defesa da Família Brasileira
BRASÍLIA (DF) - Aconteceu na tarde do último dia 5 de Julho a manifestação pacífica em Brasília, liderada pelo pastor Silas Malafaia, juntamente a líderes de diversas outras denominações por todo o país. O evento teve o intuito de defender valores cristãos e a família tradicional, e reuniu uma média de 50 mil pessoas, segundo informações da Polícia Militar.
O Secretário Estadual de Comunicação em São Paulo, Pr. Rinaldi Cesar Digilio, esteve presente à manifestação como representante da Igreja do Evangelho Quadrangular paulista, em nome do presidente da igreja no Estado, rev. Rocco Digilio Filho. Também participaram do evento o presidente da IEQ no Brasil, rev. Mario de Oliveira, sua esposa Bianca e os parlamentares Jefferson Campos (Dep. Federal) e Carlos Cezar da Silva (Vereador/SP) para reforçarem a participação e a simpatia da nossa denominação contra às ameaças de cerceamento da liberdade de expressão e de culto promovidas por ativistas gays.
Silas Malafaia criticou a postura de Marta Suplicy contra os valores defendidos pelos cristãos. "Dona Marta, eu estou garantido pela Constituição do Brasil, eu critico o que eu quiser! Para nos calar terão que rasgar a Constituição”, destacou o pastor.
Ele convocou a multidão a declarar “O povo de Deus unido jamais será vencido”, declaração que continuou por minutos. Foi destacado, ainda, que o evento é fruto do trabalho de várias lideranças evangélicas e depois foi marcado um jejum pela pátria brasileira para o feriado de 7 de setembro.
Uma das lideranças presentes foi o deputado pastor Marco Feliciano, recebido com entusiasmo pela multidão. Ele agradeceu e disse crer que o Brasil ainda terá um presidente evangélico. “A igreja mostra que tem força. Antes do Estado vem a família e nós estamos aqui defendendo a família. Que isso aqui seja um recado para os governantes”, disse em seu breve discurso.
O apóstolo Rina, da Bola de Neve, também subiu ao palco. “Não somos uma minoria que grita de qualquer forma, mas nós temos uma voz que, acredita na família tradicional”, disse ele.
A manifestação teve o apoio de outras lideranças evangélicas como R.R. Soares, Márcio Valadão, Ronson Rodovalho, Luciano Subirá e José Wellington. Lideranças católicas como o cardeal Dom Odílio Scherer, considerado um dos principais arcebispos do Brasil, também apoiaram o evento.
Aline Barros, Bruna Karla, Thalles Roberto, Cassiane, André Valadão, David Quinlan, Eyshila e Nani Azevedo deram seu tom musical ao evento e os políticos Magno Malta e Everaldo Pereira, conhecidos por defenderem os valores da família, também estiveram presentes.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Congresso Nacional de Missões 2013 - "O Maior Evento Missionário da América Latina"
2 a 4 de Agosto na Estância Árvore da Vida em Sumaré - São Paulo

Nos dias 02, 03 e 04 de Agosto de 2013 acontecerá o 5º. Congresso Nacional de Missões com a presença confirmada de todos os 42 missionários da Secretaria Geral de Missões, que virão de 18 países. O evento será realizado na Estância Árvore da Vida, em Sumaré-SP.
Serão três dias de congresso e você poderá participar de oficinas temáticas com os missionários e palestrantes convidados, visitar a tenda dos missionários e ver de perto as curiosidades de cada campo além de conhecer os projetos da SGM e como você pode envolver-se em missões.
Durante o 5º. Congresso Nacional de Missões também acontecerá o Congresso Nacional do Amai Infantil, voltado para crianças de 06 a 12 anos.
Você pode parcelar o valor da inscrição em até 4 vezes. Clique aqui para saber mais e não perca tempo, faça já sua inscrição.


