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terça-feira, 28 de maio de 2013

UNIDADE NO ESPÍRITO

Unidade no Espírito

João 16.13-14 fala do Espírito da verdade. Há nessa passagem alguma referência à unidade espiritual dos crentes?

No sermão de despedida de nosso Senhor encontramos em João 14.18 uma declaração muito comovente, em que Ele comunica a Seus discípulos: “Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós outros”.
O Senhor Jesus fala de três coisas:
  1. De Sua morte próxima (indiretamente).
  2. Sobre Sua ressurreição; Ele vol­tará.
  3. Sobre o envio do Espírito Santo, por meio de quem Ele estaria para sempre com Seus discípulos.
É tocante ver o Senhor preocupando-se com Seus discípulos e encorajando-os, ao descrever a grande bênção do envio do Espírito Santo, o Consolador: “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei” (Jo 16.7). Nos versículos 8-15 o Senhor fala ainda mais sobre o Espírito Santo. Os versículos 13-14 merecem ser analisados da perspectiva de “unidade promovida pelo Espírito”: “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.13-14). É claro que esse texto não fala diretamente de unidade. Ele fala do ministério especial e da ação do Espírito Santo que tem, sim, muito a ver com unidade espiritual.

União que vem de baixo

Hoje já existe uma “união”, não produzida pelo Espírito. É uma “unidade promovida por espíritos”, que vem de baixo. Essa chamada unidade segue sobre dois trilhos: por um lado, é a globalização política mundial e, por outro, a união religiosa, conhecida há muitos anos como “movimento ecumênico”. As terríveis maquinações, justamente por essa globalização religiosa, são bem conhecidas. A globalização política se propõe a formar a união secular; o ecumenismo, a união “cristã”. Mas os dois movimentos se originam da mesma fonte: vêm de baixo e são obra do grande inimigo de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Globalização política significa a soma de esforços do mundo inteiro, que cria cada vez mais instâncias impelindo o mundo à sua unificação. E o ecumenismo nada mais é do que uma aliança religiosa mundial que pretende ser uma “plataforma comum” a cristãos de todas as variantes. Mas filhos de Deus que são fiéis à Bíblia sabem que tanto uma como a outra iniciativa de união global acabará por servir a apenas um senhor, que será o Anticristo. É ele que um dia dominará o mundo todo. Ele ainda não chegou. O homem forte ainda não está entre nós, mas sua rede fatal já está sendo diligentemente tecida há anos – tanto em seu formato religioso quanto na sua configuração política. Afinal, tudo deve estar preparado quando ele vier a público.

O homem forte ainda não está entre nós, mas sua rede fatal já está sendo diligentemente tecida há anos – tanto em seu formato religioso quanto na sua configuração política.
No livro de Provérbios encontramos uma declaração interessante justamente sobre união e soma de forças. O texto fala de pessoas que tentam prender outros a si e a seus planos, dizendo: “acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa” (Pv 1.13-14). Na Bíblia Viva lemos: “Conseguiremos riquezas de toda espécie e ficaremos ricos de verdade! Venha fazer parte de nosso bando; tudo que ganharmos será dividido igualmente” (Pv 1.13-14). Percebe-se nitidamente a busca de união, que culmina na declaração: “tudo que ganharmos será dividido igualmente”. É justamente aí que a Bíblia nos alerta com veemência a não tomarmos parte nesse tipo de fraternidade: “Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os teus pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue” (Pv 1.15-16). Essas palavras certamente representam uma advertência muito enfática a nos mantermos afastados da união tão buscada atualmente – tanto política como religiosa. Os esforços por unificação política não nos afetam realmente, mas tanto mais os esforços na área religiosa-espiritual. Esses impulsos ruinosos já existem há décadas com suas tentativas de infiltração na Igreja de Jesus. Queridos amigos, diante desse desenvolvimento funesto precisamos marcar presença e nos posicionar firmemente contra essa falsa doutrina.

Unidade bíblica

Primeiramente, precisa ficar estabelecido que a Bíblia nunca, jamais, fala de paz e união a qualquer preço. É fatal fazer tudo, estar disposto às maiores concessões, pagar qualquer preço – apenas para que haja uma união duvidosa. Na Bíblia não encontramos união a qualquer preço, mas encontramos Cristo a qualquer preço! União verdadeira é uma Pessoa: Jesus Cristo.
Por mais simples que pareça, é fato que a Igreja de Jesus tem, na Pessoa de seu Senhor e Salvador Jesus Cristo, todos os pré-requisitos para ser uma unidade genuína. A unidade real está personificada em Jesus. Mas não só isso: ela está fundamentada na comunhão com o Pai e o Filho. Basta pensar na oração sacerdotal, onde nosso Senhor fez declarações tão grandiosas como: “eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim” (Jo 17.23). Ou pensemos em Colossenses 3.3, onde Paulo escreve: “porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus”.
Oculta juntamente com Cristo, em Deus.” Essas palavras descrevem expressivamente o fundamento da unidade cristã! É essa unidade que nos mantém juntos e ligados. Pois todos nós, que somos filhos de Deus, podemos testemunhar juntamente com Paulo: “...já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Se Jesus personifica a união, então tem imenso significado o fato de Ele viver em nós. Fundamentalmente, Ele habita em cada crente. Mas, apesar disso, Jesus pode estar fora da porta de muitos corações de filhos de Deus. Em Apocalipse 3.20 o Senhor teve de dizer à igreja cristã de Laodicéia: “Eis que estou à porta e bato”. Naquela época, a igreja havia se contaminado pelo pecado. Por isso, Jesus não se encontrava mais em seu meio, mas fora da porta.
Se nos contaminarmos por um pecado qualquer e não o levarmos imediatamente à cruz para recebermos perdão, nossa comunhão com o Salvador fica interrompida. Quando isso está acontecendo, obviamente é um despropósito falar de unidade e união. Portanto, a cada novo dia, esteja preocupado em poder exclamar juntamente com Paulo: “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim!” (Gl 2.20).
Isto é unidade verdadeira: Cristo em mim! Cristo está em mim e em todos os meus irmãos – isso é unidade vivida na prática. Que atmosfera de força e de alegria pode existir dentro da Igreja de Jesus se os filhos de Deus se preocuparem em estar, de fato, cheios de Cristo e plenos do Seu poder! Pois nEle temos recebido, todos nós, a base real para formarmos uma unidade.
Essa morada interior do Único Salvador em todos os crentes tem uma conseqüência grandiosa, descrita em Colossenses 3.9-10: “...vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Portanto, a unidade na Igreja é possível porque cada um que vem se juntar a ela revestiu-se do caráter de Cristo, revestiu-se de Jesus. Cristo vive nele e também em cada um dos outros. Todos nós fomos renovados segundo a imagem de nosso Salvador. O maravilhoso nesse processo é que, com base nessa unidade, um dia será possível o arrebatamento da Igreja plenamente unida!

Unidade promovida pelo Espírito

Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.13-14). Esse texto obviamente nos diz muitas coisas, mas acima de tudo fala da unidade espiritual. A habitação do Espírito Santo em todos os filhos de Deus corporifica a unidade da Igreja de Jesus. O que acontece na prática quando Jesus habita em mim pelo Espírito Santo? Nada mais e nada menos do que aquilo que o Senhor disse acerca do Seu Espírito Santo:“Ele me glorificará” (Jo 16.14).

“...da mão do meu Pai ninguém pode arrebatar” (Jo 10.19).
Unidade promovida pelo Espírito é realmente a obra do Espírito Santo nos filhos de Deus. Para que essa unidade – a sobrepujante vida do Salvador – possa desabrochar plenamente em mim, faz-se necessário o ministério do Espírito Santo. Ele quer glorificar a Cristo em nós em toda a plenitude. Exemplos disso são fornecidos pelo apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” (Rm 15.13). Coisas como justiça, paz, alegria, esperança nos são dadas exclusivamente em Jesus Cristo, como explica o apóstolo Pedro: em Jesus “...nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua glória e virtude” (2 Pe 1.3). Paulo também proclama a boa-nova: “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).
Como é que todas essas virtudes e bênçãos adquirem vida prática? Pelo poder do Espírito Santo. É o que diz João 16.13-14, que já citamos. É o Espírito Santo que deseja proclamar e engrandecer a vitória de Jesus no nosso dia-a-dia. Ele quer transformar em experiência real a vida superabundante que há em Cristo. O Espírito Santo quer tornar efetivo em nossa existência tudo o que tem a ver com Jesus. Nosso Senhor resume a maravilhosa ação do Espírito Santo em poucas palavras: “Ele me glorificará” (Jo 16.14).
Em João 16.13 nosso Senhor diz acerca do Espírito Santo: “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade”. A verdade em pessoa é o próprio Jesus Cristo (Jo 14.6). Portanto, se o Senhor Jesus fala a respeito da verdade dizendo que é o Espírito Santo que nos conduzirá a toda ela, então está em primeiro plano o próprio Salvador. A declaração em si já prova a unidade espiritual entre Jesus e Seu Espírito. O Espírito Santo conduz a toda a verdade, que é Jesus.
João 16.13-14 continua falando do ministério do Espírito Santo: “...não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar”. Esse texto também enfatiza a unidade espiritual. Pois o Espírito Santo fala apenas aquilo que diz respeito diretamente ao Senhor Jesus. O Espírito Santo não fala de coisas novas, Ele não traz novos ensinamentos. Somente fala do que tem relação com o Salvador. Você reconhece a clareza da mensagem? Você percebe o testemunho imponente do que significa unidade no Espírito? É ministério do Espírito Santo transformar em vida abundante em nós tudo aquilo que recebemos de Jesus e por meio de Jesus. E isso nada mais é do que unidade espiritual.

Unidos, mas nem sempre da mesma opinião

Será que unidade espiritual significa necessariamente a inexistência de opiniões diferentes? Não, pois todos nós sabemos que existem assuntos em que os cristãos têm o direito de ter opiniões diferentes. Mas onde Cristo realmente é o centro da comunhão, onde Ele de fato tem todo o direito de habitar e agir, coisas secundárias deixam de ser motivo de desavença. Onde Jesus ocupa o Seu devido lugar, os crentes se concentram no que é essencial. Isso não quer dizer que somente eu tenho a verdadeira visão das coisas e que todos os outros precisam pensar como eu. Significa que eu me empenho com todos os meios de que disponho para que meu próximo, que talvez tenha outra opinião acerca de algum assunto menos importante, veja o Senhor em mim, e eu O veja nele. Isso nos fará estender as mãos fraternalmente apesar das diferenças. E ambos não olharemos mais para o que nos separa, mas para o que nos une.
Para muitos, unidade espiritual significa que todos precisam pensar como eles pensam. Mas é justamente isso que cria tantos conflitos e brigas. Unidade espiritual significa que Cristo cresça mais e mais em mim, pelo Espírito Santo. E quanto mais isso for acontecendo, mais estarei em condições de viver conforme 2 Coríntios 5.16: “Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne...” Na prática, significa que deixo de julgar meu próximo com base nas minhas próprias convicções e passo a avaliá-lo conforme nosso comum Senhor. Quanta paz, quanto amor e compreensão poderiam advir entre cristãos fiéis à Bíblia se todos adotassem essa postura! Quantas querelas inúteis seriam evitadas ou nem chegariam a surgir!
No Livro de Eclesiastes encontramos uma passagem muito peculiar: “Quem é como o sábio? E quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz reluzir o seu rosto, e muda-se a dureza da sua face” (Ec 8.1). Aqui vemos a Cristo, pois conforme 1 Coríntios 1.30, Ele se tornou sabedoria para nós. Nosso Salvador está apto a iluminar de tal forma o semblante de alguém que até suas feições são transformadas. Seu coração será repleto de amor fraternal. Se o Senhor Jesus consegue habitar cada cantinho da nossa vida e estar presente em cada situação por que passamos, então seremos capazes de amar, independentemente de tudo. Sem dúvida precisamos nos submeter à ordem de Filipenses 2.3, onde Paulo escreve: “...por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo”. Sejamos francos: não é nosso orgulho que muitas vezes nos impede de estender a mão a nosso irmão ou irmã quando não nos entendemos? Como cristãos renascidos, deveríamos tentar enxergar as coisas que nos unem, não as que nos dividem! Obviamente precisamos ser cautelosos. Às vezes, o caminho entre diferença de opinião e falsa doutrina é bem curto. Por isso, deveríamos examinar atentamente se está em jogo alguma bagatela sem relevância, algo que é secundário, ou se estamos discutindo uma falsa doutrina.

O Consolador


“A sabedoria do homem faz reluzir o seu rosto, e muda-se a dureza da sua face” (Ec 8.1).
No Evangelho de João, por quatro vezes o Senhor Jesus fala do Espírito Santo como Consolador (Jo 14.16,26; Jo 15.26; Jo 16.7).
Para o Senhor Jesus era muito importante não deixar os discípulos órfãos. Ele tomou providências para que nada lhes faltasse depois de Sua despedida. Ele não os abandonou à própia sorte. O Consolador lembrá-los-ia de Suas palavras. Por duas vezes o Senhor fala de forma marcante sobre esse anseio: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14.26). “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim” (Jo 15.26).Essa preocupação de Jesus é compreensível, uma vez que na ascensão uma nuvem O encobriu diante dos olhos dos discípulos, e então Ele desapareceu definitivamente (At 1.9). Pouco tempo depois, os discípulos foram expostos a uma tempestade impetuosa: não demorou muito, e Pedro e João já se encontravam como se fossem criminosos diante do Sinédrio em Jerusalém. E esse foi apenas o começo. Os discípulos de Jesus foram muitas vezes antagonizados e perseguidos implacavelmente. Nesse contexto conseguimos entender como era maravilhoso o presente que o Senhor deu a Seus discípulos.
O Senhor Jesus não apenas lhes enviou o Consolador, mas também confiou a Ele a tarefa especial de lembrá-los sempre de Suas palavras. Isso pode e deve nos alegrar e animar. Hoje sentimos mais do que nunca a resistência e oposição do inimigo, fazendo-nos perceber nossos limites. As provações dentro de nós tornaram-se enormes, às vezes assustadoras. Mas isso não deve nos apavorar. Pois quanto mais proclamamos a unidade em Cristo, mais o inimigo ficará motivado a nos atacar. Justamente nessa circunstância é válido o legado que o Senhor deixou a Seus discípulos.
Em nossos dias, o Espírito Santo continua nos lembrando do Senhor Jesus e nos recordando as Suas palavras. Ele almeja nos conduzir pessoalmente a toda a verdade (Jo 16.13). Ele deseja glorificar o Senhor em nós, para podermos resistir ao inimigo.
Quando um filho de Deus insiste e permanece em algum pecado, infelizmente a ação do Espírito Santo é reduzida a um mínimo. Isso não quer dizer que o Espírito Santo abandona os filhos de Deus – uma vez que Ele habita permanentemente nos cristãos renascidos. Mas Ele se retrai quando existem pecados não perdoados. Paulo fala sobre isso em Efésios 4.30 e 1 Tessalonicenses 5.19: “...não entristeçais o Espírito Santo”; “Não apagueis o Espírito”.
Portanto, tiremos imediatamente do caminho toda e qualquer diferença ou divergência com nossos irmãos. Só assim o Espírito Santo poderá efetuar Sua maravilhosa obra em nós. Ele nos lembrará de Jesus, que disse, por exemplo: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do meu Pai ninguém pode arrebatar” (Jo 10.28-29). Eterna certeza de salvação – uma âncora segura que nos firma na eternidade. O que mais um filho de Deus poderia desejar? (Marcel Malgo - http://www.chamada.com.br)

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Projeto Calebe promove mega ação social em Pernambuco

Foto: Universal Pernambuco

A antiga sede da Universal, no bairro de Santo Amaro, no Centro de Recife (PE), transformou-se, recentemente, em um verdadeiro centro de recursos sociais, onde 220 voluntários atenderam mais de 1,5 mil pessoas em diversos serviços, como emissão de carteiras de identidade e  tratamentos de beleza.
A ação impressionou por sua grandiosidade e organização. "O evento está muito bem organizado. Essa é a maior ação social que já presenciei até hoje e estou muito feliz, pois quem ganha é a população", relatou o secretário de Estado da Defesa Social (SDS), Wilson Damázio, que estava acompanhado do gerente de Prevenção e Articulação Comunitária da SDS, João Evangelista, e do chefe do Estado Maior Geral, coronel Eden Vespaziano, respondendo pelo Comando Geral.
A mega ação social foi promovida pelo Grupo Calebe de Pernambuco, coordenado pelo pastor José da Guia, e mais 24 parceiros públicos e privados.
O responsável pela Universal em Pernambuco, pastor Gilson Silva, foi determinante para o sucesso do evento, desde a liberação do espaço à disponibilização dos departamentos da instituição, como conservação, limpeza, engenharia, eletricista e administração.
O evento também distribuiu preservativos e folhetos educativos de variados serviços.

(*) Colaborou Amil Romualdo

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Foursquare Missions International anunciou a nomeação de Joyce Butron como missionária para o Sudeste Asiático

Foursquare Missions International anunciou a nomeação de Joyce Butron como missionária para o Sudeste Asiático, um papel em que seu marido, George, tem servido desde a década passada.


Por Andy Butcher

Transição de liderança pode ser complicado, mas deve ser tão simples quanto possível, como Joyce Butron assume como área missionária para o Sudeste da Ásia de seu marido, George, a quem ela apoiou em seu papel ao longo dos últimos 10 anos Foursquare Missions International (FMI).

A partir de sua casa em Cingapura, Joyce vai assumir a superintendência do Evangelho Quadrangular esforços missões em 7 países e um território, enquanto George incidirá sobre o ministério pastoral na Comunidade de Louvor Igreja Batista, onde também atuou como pastor sênior para os últimos quatro anos . A crescente, cheios do Espírito e da Igreja missões de espírito, Community of Praise está envolvida em uma ampla gama de Outreach Ministries, tanto internamente como em outros países da região.

Reconhecendo as "responsabilidades crescentes" na igreja crescer como ele anunciou a mudança, FMI Diretor Jim Scott disse que George tinha "levado com a visão" para FMI. A parceria com os líderes nacionais, ele "serviu com distinção", Jim acrescentou.

Tendo servido com seu marido como missionário há muitos anos, Joyce tem uma ampla gama de experiência e de ter sido um "parceiro totalmente engajado" na área de trabalho missionário de George, ela é "consciente e teve a experiência de servir as muitas oportunidades e desafios em região do Sudeste Asiático ", observou Jim em seu anúncio.

Joyce diz que, embora o novo papel é "um passo de fé" para ela, ela está ansiosa para trabalhar mais de perto com os líderes e igrejas da região "e ajudar em qualquer maneira que eu puder."

Depois de ter se beneficiado pessoalmente do ministério de longo prazo Quadrangular missionários na região, Joyce afirma: "Eu gostaria de investir mais deliberadamente e estrategicamente na vida dos outros para que o reino de Deus pode avançar nesta região através de saudáveis, reproduzindo famílias e igrejas. Sinto-me honrado e um pouco nervoso sobre esta nomeação. Minha oração é que eu vou ser sensível a Deus e àqueles que Ele me chamou para servir nesta temporada da minha vida. "

Agora casados ​​há mais de 30 anos, com quatro filhos, os Butrons conheceu enquanto os alunos da Universidade Oral Roberts. Enviados como missionários, em 1988, o casal tem servido, na Malásia e Papua Nova Guiné, bem como Cingapura.

Além de apoiar George em seu papel como área missionária e ajudando Comunidade liderança de Louvor, Joyce, desde 2004, trabalhou na Escola da Comunidade Internacional de Cingapura, a única escola cristã internacional no país. Durante seu tempo na escola, Joyce era chefe do departamento de Inglês e um professor de história, estava envolvido em esportes e programas de teatro e levou equipes de estudantes em viagens de ministério para o Camboja e Tailândia.

"Eu gostei do meu ministério na escola, apesar de não exigir muito tempo", diz Joyce. "Embora eu sei que Deus me colocou lá para uma temporada específica, eu estou ansioso para poder passar mais tempo com meus amigos e colegas do Sudeste da Ásia."

Como a área missionária, Joyce herda a responsabilidade do trabalho da Quadrangular em uma região onde o movimento tem actualmente cerca de 14.078 igrejas e locais de reunião. Em 2012, o Foursquare registrados 247.671 decisões por Cristo, 57.065 batismos de água e 59.335 Espírito Santo batismos.
A região compreende Camboja. Malásia, Myanmar, Filipinas, Singapura, Tailândia, Vietnã e no território de Guam EUA.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Seminário de ALIANÇADOS Com Apóstolo André Ricardo: 24 e 25 de Maio na IEQ Templo do Louvor


Americana (interior de São Paulo) A Igreja do Evangelho Quadrangular SEDE "TEMPLO DO LOUVOR", através seu Superintendente Bispo Fabio Edmur Feltrim, estará realizando nos próximos dias 24 e 25 de Maio, "Seminário de Aliançados" com a presença do Apóstolo André Ricardo (Igreja Batista Shekinah - Manhuaçu/MG.)

O "Seminário de Aliançados", têm despertado muitas igrejas a entrarem no nível de ALIANÇA, que está no coraç
ão de Deus. 

A ministração da Palavra estará direcionada em três níveis: 

- Aliança com Deus 
- Aliança com a Família 
- Aliança com o Altar da Igreja local (Aliança com o Pastor da Igreja).

INÍCIO: 

Dia 24 de Maio às 19:30 horas 
      25 das 15:00 às 21:00 horas 

Local: Igreja Sede "Templo do Louvor"


Rua Emílio Giordano, 91 – Bairro São Manoel – Americana - SP.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

DESPERTE PARA UM MILAGRE

Imagine ser acordado por um anjo e despertar por um milagre! Foi o que aconteceu com Pedro quando estava na prisão pela terceira vez ,a espera de seu julgamento e morte certa.Anos depois,quando escreveu sua primeira carta,Pedro talvez tivesse essa experiência em mente ao citar o Salmo 34:15,16: “porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos,e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas,mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males”(I Pedro 3:12).Sem dúvida,essa citação resume o que Deus fez por Pedro e revela três certezas maravilhosas para dar encorajamento em tempos difíceis.
1º - DEUS VÊ NOSSAS TRIBULAÇÕES---“Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos” (I Pedro 3:12).Deus viu e atentou para o que Herodes Agripa fazia contra seu povo.Esse homem perverso era neto de Herodes,o Grande,que havia mandado matar as crianças de Belém.Herodes ordenou a prisão de vários cristãos,dentre eles Tiago.Você que tem pensado que está só em suas tribulações,Deus está vendo tudo.
2º -DEUS OUVE NOSSAS ORAÇÕES—(ATOS 12:5-17)—E os seus ouvidos estão abertos ás suas súplicas”(I Pedro 3;12).As palavras em (Atos 12:5): “mas a igreja orava intensamente a Deus por ele” constituem o ponto crítico desta história.Não devemos jamais subestimar o poder de uma igreja que ora! “o anjo chamou Pedro na prisão”, mas foi a oração que foi buscar o anjo. Quando você ora, a sua oração busca o anjo para te livrar.Acompanhemos as cenas do relato emocionante de Atos 12;5,6.Pedro dorme.Será que conseguiríamos dormir a sono solto se estivéssemos acorrentados a dois soldados romanos diante da possibilidade de sermos executados no dia seguinte?Talvez você se sente acorrentado pelos soldados das dívidas, das doenças e no dia seguinte amanhã (Segunda-Feira) você vai ser executado por esses problemas, e por isso essa noite você pensa que não vai dormir. Mas a igreja é poderosa na oração, e a oração vai buscar o anjo para te guardar, e pode crer que você terá um sono tranqüilo. O que Deu a Pedro tanta confiança e paz? Em primeiro lugar, havia muitos cristãos orando por ele continuamente9Atos 12:12),ao longo de toda a semana,e isso ajudou a lhe dar paz(filipenses 4: 6,7).A oração é capaz de nos trazer à memória as promessas da palavra de Deus,como por exemplo “Em paz me deito e logo pego no sono,porque,Senhor,só tu me fazes repousar seguro”(Salmos 4:8). Ou “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus;eu te fortaleço,e te ajudo,e te sustento com a minha destra fiel”(Isaias 41:10). O anjo ordenou que Pedro prendesse as vestes no cinto e calçasse as sandálias. Sem dúvida, eram coisas bastante triviais para fazer durante o milagre.Mas Deus muitas vezes, junta o miraculoso ao trivial para nos incentivar a manter o equilíbrio.Até mesmo em seus milagres,Deus é sempre prático.Somente Deus pode fazer o extraordinário,mas seu povo deve fazer coisas triviais.Jesus ressuscitou Lázaro ,mas os homens tiveram de remover a pedra da entrada do túmulo.o mesmo anjo que removeu as correntes das mãos de Pedro poderia ter colocado as sandálias nos pés do apóstolo,mas pediu que Pedro o fizesse.Deus nunca desperdiça milagres.Tem pessoas que querem que Deus faça tudo por elas.Deus não vai fazer nada se você não ralar.o ralar é o trivial.
3º - DEUS LIDA COM NOSSOS INIMIGOS-(ATOS 12:18-25)—“Mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males”(I Pedro 3:12).Se o relato tivesse terminado com a partida de Pedro,ficaríamos imaginando o que foi feito de Herodes e dos guardas.Não sabemos a que horas o anjo libertou Pedro,mas quando o grupo seguinte de soldados entrou na cela,qual foi sua consternação ao descobrir que os guardas estavam lá,mas os prisioneiros havia desaparecido !Como um prisioneiro acorrentado conseguiu escapar, quando havia quatro guardas na cela e as portas estavam trancadas? De acordo com a lei romana, se um guarda deixasse um prisioneiro escapar, deveria receber o mesmo castigo que o prisioneiro teria recebido, mesmo que fosse pena de morte.
CONCLUSÃO—Os primeiros cristãos eram um povo de oração, pois sabiam que Deus poderia resolver os seus problemas. o trono glorioso de Deus era muito maior do que o trono de Herodes,e o exército celestial de Deus poderia derrotar os frágeis soldados de Herodes a qualquer momento.No início de Atos 12,Herodes parecia no controle,e tudo indicava que a igreja perdia a batalha.Mas no final do capítulo Herodes está morto ( Atos 12:21-23),enquanto a igreja está bem viva e crescendo rapidamente.No início da tua luta,tudo parecia que você iria perder a batalha,mas no final o teu inimigo estará por terra,e você estará bem vivo para contar o teu testemunho.por isso desperte para um milagre.

PISO FORTE BRASIL - TECNOLOGIA CONCRETO ESTAMPADO


O Sistema PISO FORTE BRASIL de concreto estampado é uma revolucionária técnica de confecção de pisos, que elimina várias etapas tradicionais dos serviços, proporcionando ganhos de produtividade, qualidade, beleza e racionalização de tempo e mão-de-obra.

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Na América Latina, CONCRETO ESTAMPADO vem se tornando referência importante em obras de pequeno, médio e grande porte, sendo recomendado por engenheiros e arquitetos de todo o Brasil e Mercosul, deixando sua marca em um diversificado segmento de áreas comerciais, residenciais, industrias e com utilização em ambientes externos.

O processo de produção dos PISOS EM CONCRETO ESTAMPADO, seguem os mais rígidos padrões de qualidade. Tudo para garantir ao cliente o máximo de agilidade na instalação, precisão nos detalhes e uma engenharia primorosa.

                                                                                 
São mais de 30 opções, formas e texturas para combinar com cada tipo de ambiente. O produto é aplicado de uma só vez, eliminando um problema comum aos pisos de pedras e ladrilhos, que acabam soltando com o tempo.
                                                                                                      
Para completar, os PISOS EM CONCRETO ESTAMPADO, ainda trazem a vantagem de serem antiderrapantes, resistentes, duráveis e agradáveis ao toque.

Apresentam manutenção fácil e menor custo econômico para o cliente.

FONTE: www.pisofortebrasil.com


As marcas de Cristo na vida do cristão

INTRODUÇÃO-- Aprendemos muito com o apóstolo Paulo na carta que escreveu aos Gálatas. Na versão bíblia jovem da ed. Sociedade Bíblica que diz  assim: “Para terminar:que mais ninguém crie dificuldades  para mim,pois as marcas no meu corpo mostram que sou escravo de Cristo”Estamos vivendo dias, onde muitos se dizem cristãos, mas na verdade não conseguimos mais identificá-los, pois as marcas em suas vidas se apagaram, estes não brilham mais como Jesus disse “vos sois a luz do mundo” E você pode dizer neste instante que tem a marca de Cristo em sua vida?
Como você se vê como crente?-- Ao fazer uma reflexão sobre este pequeno texto,Paulo tem uma convicção que  a sua vida não lhe pertencia mais,mas pertencia ao Senhor Jesus desde o dia em que o Senhor o visitou no caminho de Damasco quando ele estava a perseguir os cristãos  para maltratar ,prender e até mesmo disposto à matar  todos aqueles que se diziam cristão, por ele ser um fariseu zeloso da leis de JAVEH, mas agora de perseguidor ele passa a ser perseguido e  aprendeu que ser cristão de verdade era necessário ter as marcas de Cristo e da mesma forma que Jesus padeceu e foi caluniado,difamaram,perseguiram,bateram,chicotearam e se escarneceram Dele, o apóstolo Paulo também sente isso na própria carne  e diz “para que ninguém mais o moleste pois o seu corpo estava marcado” e como servo se sentia preso a Jesus e que nada poderia mudar está situação este relacionamento com Cristo pois ele tinha se tornado um verdadeiro cristão.
Você é reconhecido como servo de Deus?--Sabemos que estas marcas profundas ficaram na vida de Paulo ao ponto de ele ser reconhecido em qualquer parte como um servo de Jesus Cristo,pois ele foi transformado de tal maneira que todos que olhavam para ele viram que o Saulo estava morto mas que diante deles havia um novo homem que se chamava Paulo.Será que você leva consigo a marca de Cristo em sua vida e realmente você é uma nova criatura em Cristo? Podemos então dizer que a marca é um sinal que identifica ,e qualquer um que serve a Deus necessita ter uma marca para diferenciá-lo dos demais,o fato de ter a marca de Cristo nos faz aceitar e suportar tudo de bom ou ruim já que estamos sujeito a todas as coisas em nossa vida,tendo uma certeza de que haveremos de vencer pela graça nos dada pelo nosso Senhor .Existem dois tipos de marcas em nossas vidas:A positivas e a negativas.
As marcas negativas--Existem marcas em nossa vidas que deixam seqüelas que não se apagam fácil, o rancor ,raízes da amargura são marcas psicológicas que por conta de um passado sempre aparece no futuro para nos assombrar e relembrar do fato causando até mesmo depressões,angustias e tristezas,marcas materiais e espirituais que ao  menor sinal sempre vamos lembrar,mas que podem se curadas através do poder restaurador de Cristo. Quem fica escravo das marcas negativas do passado,não avança.Não casa,não estuda,não não faz bom negócios e não vive bem em lugar algum.
A marca positiva— Necessitamos da marca de Cristo em nós para sermos curados de nosso passado ruím e fazermos a diferença .(Isaias 43:18,19).
Vejamos então como se identifica-- Quando pensamos em marca sempre vamos lembrar de um símbolo ou sinal que certamente vai no lembrar no mesmo instante de um produto e a nossa mente vai relacionar o produto com a marca um exemplo disto é quando a dona de casa está elaborando uma lista para ir ao supermercado e anotabombril ,de certo você imaginou o que é, mas na verdade o que ela quer é uma palha de aço, bombril é apenas uma marca, mais ao chegar na prateleira terão várias outras mas talvez em vez de optar pela marca, ela leve uma similar para casa. Podemos dizer então que a marca identifica e mostra o que é realmente o produto.     Entenda então que o cristão precisa ser identificado aonde quer que esteja, pois ele tem a marca de Cristo o evangelho de S. João no diz que somos a luz do mundo e função da luz é brilhar em meio à escuridão.
O escravo tem uma marca- Antigamente quando alguém tinha a orelha furada era uma marca um sinal que aquele indivíduo era um escravo e todos podiam identificá-los e até mesmo quando estes saiam para fazer compras para seu senhor este escravo carregava um selo que identificava o seu senhor e quando ele comprava alguma mercadoria era marcado com o selo e todos sabiam que aquela mercadoria pertencia a tal senhor. É maravilhoso saber que Jesus é Senhor de nossa vida e que também nos selou com o selo da promessa que é o Espírito Santo, a marca Dele em nós é o seu sangue que está na nossa vida como um sinal que fostes comprados e resgatados, e o seu selo é a garantia que nos assegura que o sangue de Cristo em nossa vida é genuíno e nos garante que se permanecermos com estas marcas ,quando chegarmos no grande dia da igreja onde se dará o arrebatamento vai demonstrar que pertencemos  exclusivamente a Ele e ao seu reino  que foi preparado para cada um de nós.
CONCLUSÃO--Portanto é necessário que as marcas velhas do nosso passado sejam apagadas e se existe alguma raiz, que seja arrancada, e que por mais que seja triste e sombrio o nosso passado, devemos lançar a nossa vida aos cuidados do Senhor, e tendo esta nova marca em nós, nos diz que a partir deste momento somos um novo homem em Cristo Jesus, sabendo que podemos agora, escrever uma nova história da nossa vida, pois temos a marca Dele em nós.(ll Cor. 5:17).
 Rev. Pr. Carlos Henrique Moraes

domingo, 12 de maio de 2013

"Todos contra a pedofilia": Fernanda Brum, André Valadão, Rodolfo Abrantes e outros artistas gospel se unem no combate à pedofilia


O dia 18 de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração contra Crianças e Adolescentes. Como parte da mobilização em torno dessa luta está a campanha “Todos contra a pedofilia”, que conta com a participação de grandes nomes da música gospel unidos contra o abuso sexual infantil.
Rodolfo Abrantes, Fernanda Brum, Juliano Son, Davi Sacer, Judson de Oliveira, Nívea Soares, Ricardo Robortella, André Valadão e Cris Duran são alguns dos nomes que integram a campanha. De acordo com o site da campanha, esses artistas conhecem e apoiar a organizadora do projeto, a organização não governamental Mobilização Mundial, que trabalha com valores cristãos.
Dados informados pela campanha mostram que 165 crianças e adolescentes são abusadas por dia no Brasil, o que representa sete crianças sofrendo abuso a cada hora. Segundo a UNICEF 250 mil crianças são prostituídas no território brasileiro. O Brasil é também classificado, pela Polícia Federal como o país com maior venda de imagens de abuso infantil, na internet.
- Por mais terríveis que sejam esses dados, eles são reais. Isso acontece nos nossos dias e por essa realidade não podemos ignorar e fingir que não existe. Precisamos conhecer a realidade dos fatos e procurarmos entender como cada um de nós pode fazer a diferença! Não podemos cruzar os braços diante desta realidade! – explica o texto da campanha.
A campanha “Todos contra a Pedofilia” é motivada pela Semana Nacional de Combate de Abuso Sexual em Crianças e Adolescentes, que acontece de 13 a 18 de maio no Brasil. A data foi definida pela Lei Federal 9907, em 17 de maio de 2000.
Por Dan Martins, para o Gospel+

terça-feira, 7 de maio de 2013

15º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética


Sob o tema “Luz num Mundo em Trevas” acontecerá o 15º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética, o qual promete ser mais um encontro de edificação e fortalecimento de nossa fé na única base firme que é Jesus Cristo!

As más notícias nos atropelam diariamente e, muitas vezes, ouvimos a indagação: onde isto tudo vai parar? Há ainda esperança para nosso mundo? Os governos das grandes nações buscam soluções, as religiões oferecem caminhos, mas os que crêem na Bíblia tem certeza que há somente uma resposta: o Senhor Jesus Cristo é a Luz do mundo. O evangelho de João diz: “A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela” (João 1,4-5).

Durante estes três dias, sob intenso estudo da Bíblia, veremos que somos rodeados por trevas as quais cobrem o mundo todo. Contudo, existe a Luz que será o centro de mais este encontro e ela quer nos contagiar para sermos luz no lugar onde andarmos.

Não deixe de participar, traga seus amigos e irmãos que desejam crescer na fé. Vamos, juntos, nos encorajar nesta reta final até que o Senhor volte!

Será um prazer estar com vocês e tenho certeza que seremos abençoados!

Arno Froese
Diretor da Chamada nos EUA

Preletores

Arno Froese
Arno Froese - EUA
É o diretor-executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos EUA. Ele já realizou mais de cinqüenta conferências proféticas nos Estados Unidos, no Canadá, em Israel, na Europa, na Índia e no Brasil. Suas constantes viagens têm contribuído para uma visão aguçada das profecias bíblicas, pois ele as analisa de uma perspectiva internacional..
Arno Froese
Meno Kalisher - Israel
Serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemption e como expositor da Bíblia em congressos interdenominacionais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiânico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pessoal e que Ele é o Messias prometido de Israel. Suas palestras têm sido muito abençoadas, mostrando a visão judaica da Bíblia.
Arno Froese
Norbert Lieth - SuíçaÉ Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.
Arno Froese
Jamil Abdalla Filho - Brasil
Brasileiro, casado com Ana Lúcia, tem dois filhos. Ele e sua esposa integram a equipe de Congressos Internacionais promovidos pela Chamada. É bacharel em Teologia e Educação Cristã pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida (SBPV). Desenvolve o ministério pastoral na supervisão e implantação de igrejas. Tem realizado palestras sobre a palavra profética nas igrejas, através do ChamEsperança. É tradutor e editor de obras teológicas (livros, obras de referência e periódicos).
Arno Froese
Reinhold Federolf - Brasil
Reinhold Federolf é missionário alemão, artista gráfico e palestrante. Trabalha com a Obra Missionária Chamada da Meia-Noite há 30 anos no Brasil, fazendo parte de sua diretoria. Ele viaja por todo o Brasil, com um grande ônibus-trailer, o VERBUS, representando a missão, palestrando nas mais diversas igrejas e divulgando a literatura cristã. Reinhold desenvolveu em seu ministério a pregação audiovisual que tem sido uma bênção para muitos.



Quando, Finalmente, Virá o Senhor?



Certamente esta é uma pergunta que todos nos fazemos. Já estamos na segunda década do novo milênio e o Arrebatamento ainda não aconteceu.

Seja sincero: há 15 anos você contava com a possibilidade de ainda estar vivendo na terra por mais uma década? Creio que muitos de nós pensavam e especulavam que o Arrebatamento estivesse às portas e que nem veríamos a entrada do novo milênio.

Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5.7-8).

Porque a vinda do Senhor está próxima”, diz o texto. Já se passaram quase 2000 anos desde que Tiago escreveu isso. E a verdade é que hoje continuamos na terra, e não na Jerusalém celestial. Você ficou decepcionado? Ou, pior ainda: você ficou chateado com o Senhor por causa disso? Você está irritado porque a volta do Senhor continua sendo adiada? Talvez você faça parte daqueles que estão totalmente desencorajados, que pensam: “Ah!, o Senhor ainda vai demorar muito para vir!”.

"Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai" (Mt 24.36).
No passado houve outra pessoa que em uma situação muito específica e insatisfatória ficou esperando pelo Messias, pela Sua aparição em poder. Então, tomado pela impaciência porque aparentemente nada acontecia, perguntou ao Senhor Jesus: “És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro?” (Mt 11.3). Talvez João Batista – que era a pessoa em questão – tenha, na verdade, formado um pensamento ainda mais agressivo: “Já está mais que na hora de o Senhor Jesus vir para edificar Seu reino messiânico”. Não quero entrar nos detalhes desse acontecimento, mas falar sobre a resposta do Senhor Jesus, a palavra que o Salvador deu a esse discípulo impaciente e desesperado: “E bem-aventurado é aquele que não se escandalizar de mim” (v.6). O Senhor Jesus não respondeu a João Batista, dizendo: “Virei no dia X para edificar meu reino”. Pelo contrário, Ele não deu a João nenhuma dica sobre os acontecimentos no Plano de Deus através das eras. Disse-lhe apenas aquilo que realmente importava. Quero repetir aqui com minhas próprias e imperfeitas palavras: “João, não peque, não duvide de mim, não fique chateado, mas persista. Tenha paciência – qualquer que seja a sua situação – e deixe tudo comigo, no meu tempo; você só precisa confiar e crer!”

Tiago 5 fala de paciência: “Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor”! O Senhor Jesus não revelou o dia da Sua vinda a ninguém, nem mesmo aos apóstolos, aos primeiros cristãos, ou aos pais da Igreja. Em vez disso, o que Ele disse? “Mas daquele dia e hora ninguém sabe...” (Mt 24.36). Uma coisa é certa: o Senhor voltará. Não há dúvida, não precisamos perder tempo discutindo isso. A Bíblia está cheia dessas promessas, e a passagem de Tiago 5 é apenas uma entre muitas outras que mencionam o fato da volta do Senhor Jesus Cristo. O tema “volta do Senhor” é mencionado em todas as cartas do Novo Testamento. Não se trata, portanto, de um tema secundário ou de um acontecimento insignificante. Muito pelo contrário: é um tema central e fazemos bem em falar dele e chamar atenção para ele. Fica claro que os apóstolos esperavam a volta do Senhor a qualquer momento, mesmo que não tenham dito em nenhum momento que essa volta teria de acontecer ainda durante sua própria vida. É isso que diferencia os apóstolos dos muitos fanáticos a respeito do final dos tempos, que pensam ser necessário determinar uma data fixa para a volta do Senhor.

Mas como devemos lidar com essa expectativa justificada em relação à volta do Senhor? Que conseqüências ela traz consigo? A conclusão, de qualquer forma, não é: “Vamos esperar com calma até o Senhor vir”, mas: “Vamos cumprir nossa tarefa com diligência até lá”! Ou, para usar as palavras de Tito 2.11-13: “Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos, para que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus”. Entendemos corretamente? O versículo 13 abre nossos olhos para o encontro com nosso Senhor: “...aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus”, e a conclusão decorrente: “renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente” (v.12). Importa viver com toda sobriedade, vivendo de forma justa e piedosa e em oração:“Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração” (1 Pe 4.7). Ser sóbrio significa não ficar especulando e jogando com números e anos. Também significa que não devemos negligenciar nossa incumbência original diante de tanta expectativa pelo encontro iminente com nosso Senhor e Salvador. Nossa expectativa deve ser imediata, assim como a dos apóstolos e dos primeiros cristãos. A volta do Senhor Jesus é uma realidade. O próprio Senhor Jesus nos diz: “Eis que venho sem demora...” (Ap 3.11).Também poderíamos traduzir assim: “Veja, venho logo, venho rapidamente, de uma hora para outra, no momento em que vocês não esperarem”. Este “eu venho logo” não significa “virei amanhã”, mas: “Quando eu vier, e somente o Senhor sabe a hora, virei de uma hora para outra, de repente, com pressa e muito rapidamente”. Não haverá tempo para fazer mais nada, nem para se despedir, nem para se justificar, nem para colocar alguma coisa em ordem... acabou o tempo! Devemos conversar a respeito, encorajando e exortando-nos mutuamente, mas acima de tudo devemos viver de acordo com isso; com toda a sobriedade e piedade.

Alegre-se pelo dia que o Senhor colocou nas suas mãos para que possamos louvá-lO, adorá-lO e engrandecê-lO.
Tiago fala de paciência. Nesse contexto, ele menciona um exemplo muito bonito, o exemplo do agricultor: “Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas” (Tg 5.7). O que esse exemplo significa para nós? O agricultor faz o que está ao seu alcance. Ele semeia, planta, ara, colhe e outras coisas mais. Mas além dessas coisas, há outras sobre as quais o lavrador não tem poder nenhum, tornando-se completamente dependente delas. Por exemplo, do tempo, da chuva prematura e tardia, como menciona o texto. Nessas coisas só resta confiar e crer que o Senhor fará tudo corretamente – como diz o Salmo 37.5: “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará”. Mesmo que a colheita atrase – seja por qual motivo for – o lavrador não se limita a cruzar os braços, não se deixa desencorajar e continua fazendo seu trabalho.

Esse exemplo também é uma bonita figura para a colheita espiritual. Nós, como Igreja, somos chamados a agir de acordo com nossos dons e nossas forças, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance e que está sob nossa responsabilidade. Tudo deve acontecer com muita paciência, muita sobriedade e sensatez e, principalmente, com muita oração. Como Igreja temos uma incumbência e precisamos desempenhá-la. A incumbência é: adorar ao Senhor, proclamar e ensinar a Palavra, edificar, encorajar e exortar uns aos outros, doar e apoiar, orar, pedir e agradecer, e manter a comunhão. Além disso, a Igreja foi encarregada de dar um testemunho aos de fora – afinal, somos mensageiros de Cristo na terra. A Igreja, especialmente os anciãos e os diáconos, deve cuidar dos fracos, dos doentes, das viúvas, dos órfãos e dos necessitados, ajudando aqueles que são vacilantes e instáveis na fé. A Igreja é muito mais que um grupo que se reúne aos domingos. A tarefa que temos como Igreja e membros dela não termina com o ano, mas vale até que o Senhor nos busque para junto de si por causa de Sua graça, a Seu tempo, e não quando nós desejarmos.

Somos chamados a semear, lavrar e arar. O fruto pode ser confiadamente entregue nas mãos de Deus. Ele, o Senhor, alcançará Seu objetivo com a Igreja, com você e comigo. Mas lembre-se: no tempo dEle! Nesse sentido devemos continuar falando do Arrebatamento e do encontro com nosso Senhor Jesus Cristo: com total liberdade e grande alegria, sem especular e sem calculadora à mão. Acima de tudo: não fique decepcionado, não duvide do Senhor quando a Sua volta demorar e nós continuarmos na terra no começo do próximo ano. Antes, alegre-se pelo dia que o Senhor colocou nas suas mãos para que possamos louvá-lO, adorá-lO e engrandecê-lO. Importante é continuar atentos e prontos, despreocupados e alegres, não duvidando, mas confiando. Em meio a toda essa situação, não percamos de vista as pessoas que nos cercam, pois são parte da nossa incumbência. Que o Senhor o abençoe! (Thomas Lieth - http://www.chamada.com.br)

sábado, 4 de maio de 2013

Entrega da Bíblia Manuscrita à Biblioteca Pública do Rio de Janeiro

Solenidade ocorrerá em 28 de maio, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

A edição completa da Bíblia Manuscrita, transcrita pela população do Rio de Janeiro, será entregue à Biblioteca Pública do Estado. Promovida pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), a cerimônia ocorrerá às 18h30, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A edição das Escrituras Sagradas copiadas à mão está disponível no portalwww.bibliamanuscrita.org.br.

O projeto Bíblia Manuscrita relembra como o Livro Sagrado foi preservado, antes da invenção da imprensa, e transmitido por meio de cópias manuscritas, assegurando que a Palavra de Deus se mantivesse viva até os dias de hoje.

As edições da Bíblia transcritas nos estados de Sergipe, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia, Mato Grosso, Alagoas, Espírito Santo e Rio Grande do Norte também podem ser conferidas no site.

Entrega da Bíblia Manuscrita à Biblioteca Pública
Data: 
28 de maio de 2013
Horário: 18h30
Local: Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/n, Praça XV – Rio de Janeiro - RJ

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

O Caminho Para a Santidade

Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente, pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente. Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada. Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação, se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso. Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado. Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, a pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos. Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1 Pedro 1.22-2.10).


Muitos crentes hoje adoram cantar corinhos de louvor sobre santidade, mas a maioria não tem a mínima idéia de como obter a santidade sobre a qual cantam. Nossas igrejas experimentam uma grande incoerência entre o sentimento e a realidade, entre a emoção de domingo e o comportamento durante a semana. Como alguém se torna santo?

Escrevendo aos crentes que passavam por severos testes de sua fé, o apóstolo Pedro exortou os cristãos à santidade como um meio apropriado para suportar suas provas. Em vez de deixar uma recomendação fácil, ele instou: “Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento” (1 Pe 1.15). Você pode perguntar: como alguém realiza isso? Em 1 Pedro 1.22-2.10, o apóstolo dá as explicações.

Amar Intensamente
(1 Pe 1.22-25)

Pedro não iniciou com a razão. Em vez disso, ele começou com o coração: “Amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pe 1.22). Amar significa colocar o bem-estar de alguém acima do seu. Há muitos anos, quando meus filhos eram pequenos, eles encontraram dois gatinhos sarnentos perdidos na vizinhança. Minha mãe, que estava nos visitando, detestava gatos. Apesar disso, seu amor por seus netos a impeliu a ajudá-los a dar mamadeira aos gatinhos, para que recuperassem a saúde. Fiquei impressionado com o gesto de amor.

“Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pe 1.22).

Deus é santo e completamente único em Sua habilidade e inclinação a amar:“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Os filhos de Deus tornam-se santos, separados para Ele, quando seguem Seus passos e amam aos outros.

Ardentemente indica a natureza zelosa de amar como Deus ama. Esse mesmo advérbio, traduzido como “intensamente” em Lucas 22.44, demonstra a intensidade envolvida: “E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra”.

Existem três razões para amar ardentemente. Primeiro, porque é assim que Deus ama. Segundo, porque esses crentes haviam feito um compromisso: “tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (1 Pe 1.22). Como eles já haviam abandonado o egoísmo, Pedro os instigou a praticarem aquele compromisso. Terceiro, porque foi para isso que eles haviam nascido: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível (perecível), mas da incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Poderíamos dizer que nascemos (de novo) para amar. Não devemos mais viver na velha natureza, mas na nova, que é nascida em Deus e moldada segundo o próprio Jesus. Amar fervorosamente uns aos outros manifestará quem realmente somos. Aqueles que nasceram de semente imperecível devem manifestar um amor imperecível.

Por que Pedro começou falando sobre o amor? Porque o amor é o que deve mover as relações. O conhecimento sem amor produz a arrogância (1 Co 8.1). A obediência sempre pavimenta o caminho para a instrução. O amor deve preceder o aprendizado para que cresçamos em santidade. O exercício é espiritual, em vez de acadêmico, o que pode explicar porque há tanta imaturidade em nossas igrejas, apesar da abundância de ensino bíblico e materiais para estudo bíblico. A maturidade depende não somente de aprendizado, mas de amor.

Aprender Avidamente
(1 Pe 2.1-3)

Em seguida, Pedro disse aos seus leitores para que aprendessem avidamente: “Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1 Pe 2.1-2).


“Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1 Pe 2.1-2).
Nada produz mais fome do que o trabalho pesado. Amar ativamente nossos irmãos deve produzir fome por ensino adicional. Porém, por que Pedro teria que ordenar este desejo pela Palavra? Aparentemente alguns procuram respostas em outros lugares para o sofrimento envolvido em amar seus irmãos. Talvez, alguns procuram em psicologia humana, manipulação interpessoal ou idéias mundanas de autopreservação.

Entretanto, as Escrituras nos dizem para confiarmos em nosso alimento natural. Aqui, a imagem de uma mãe amamentando é forte. O leite materno é para uma criança o que a Palavra de Deus é para um crente. Todos percebem quando há um bebê faminto. Sem malícia, engano ou hipocrisia. Nascemos de novo da Palavra de Deus (uma semente imperecível), e devemos desejar o leite da Palavra. Devemos ser como os recém-nascidos.

Esse desejo deve substituir as atitudes erradas. Sem dúvida, alguns responderam inapropriadamente ao desafio de amar aos outros. A expressão despojando é sempre usada no Novo Testamento para a substituição de algumas atitudes. A maldade e o dolo lembram que o desejo mau e o engano havia penetrado nos relacionamentos interpessoais entre irmãos. A hipocrisia e a inveja indicam a presença do ciúme e a falta da transparência. A palavra maledicências mostra que esses sentimentos foram revelados publicamente, como em uma típica família em que o amor é forçado até o ponto de ruptura.

Pedro ordenou esse desejo pela Palavra, porque o anseio por uma dieta saudável deve ser cultivado. Deixando todo comportamento maldoso, podemos, então, consumir a Palavra de Deus – nosso alimento natural – como o leite em um lar cheio de crianças.

Nosso apetite pela Palavra de Deus deve ser cultivado. Os crentes que experimentaram e viram que o Senhor é bom não devem permitir que comidas prejudiciais destruam seu desejo por alimentação verdadeira. Se você perdeu seu apetite pela Palavra de Deus, recultive-o lendo sua Bíblia regularmente. A obediência (amar ardentemente) e a fome espiritual (aprender avidamente) produzem santidade.

Trabalhar Entusiasticamente
(1 Pe 2.4-10)

O terceiro passo em direção à santidade é o exercício: “Chegando-vos para ele, a pedra que vive... também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual” (1 Pe 2.4-5). O contexto sugere uma ordem suave. Alguns lêem a expressão sois edificados como “deixem-se ser edificados”, enquanto outros invertem o significado como “edifiquem a si mesmos”. Claramente, essa edificação é resultado dos crentes “chegarem-se para Ele”. Portanto, devemos estar disponíveis para o serviço, como participantes do sacerdócio real que Jesus está edificando.

O terceiro passo em direção à santidade é o exercício: “Chegando-vos para ele, a pedra que vive... também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual” (1 Pe 2.4-5).

A Lei de Moisés estabeleceu o sacerdócio levítico para servir à nação de Israel em uma casa física (o Templo). O novo princípio identifica cada crente como um sacerdote em uma casa espiritual. Porém, esse “sacerdócio de crentes” não significa que somos sacerdotes em isolamento. Cada crente é uma “pedra viva” em uma “casa viva”, que é um sacerdócio santo. Devemos trabalhar entusiasticamente, porque a integridade da casa depende de cada pedra.

A casa viva desse plano é a Igreja. Israel falhou temporariamente no que se refere à vinda de seu Messias pela primeira vez. Então, até que Ele retorne, Jesus é a pedra angular de uma casa espiritual – Sua Igreja – que Ele disse que edificaria (Mt 16.18).

Esse templo vivo e santo é o meio pelo qual Deus glorifica a Si mesmo neste mundo, até o dia em que Ele reconstruirá o Templo de Israel para o Reino do Messias. Todos os crentes genuínos, tanto judeus quanto gentios, devem trabalhar juntos para oferecer “sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pe 2.5).

Esse caminho para a santidade é essencial, portanto, para a Igreja, porque essa “geração escolhida” temporária, chamada também por Pedro de “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus”, tem o propósito de proclamar “as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9).

Até que os ramos naturais (o povo judeu) sejam enxertados na sua própria oliveira (Rm 11.24), os ramos da oliveira brava (gentios) devem viver e trabalhar juntos de um modo que reflita a glória e a santidade de Deus ao mundo. Portanto, não deixe que suas provações o distraiam no caminho para a santidade. (Richard D. Emmons - Israel My Glory -http://www.chamada.com.br)

Richard D. Emmons é professor titular de Bíblia e Doutrina na Universidade Bíblica de Filadélfia e pastor-sênior da GraceWay Bible Church em Hamilton Township, Nova Jersey, EUA.