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sábado, 30 de junho de 2012

Entre os anos 2000 e 2010, população evangélica cresceu 61%, afirma IBGE. Confira dados

Entre os anos 2000 e 2010, população evangélica cresceu 61%, afirma IBGE. Confira dados
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados comparativos entre os censos realizados nos anos 2000 e 2010 sobre religião, e apontou crescimento de 61,45% dos evangélicos nos últimos dez anos.


De acordo com o comparativo, no ano 2000, cerca de 26,2 milhões de brasileiros se declaravam evangélicos, quantidade correspondente a 15,4% da população, e no ano de 2010, a quantidade de brasileiros que se identificaram como evangélicos saltou para 42,3 milhões, ou 22,2% da população do país. Nos dados do censo de 1991, o percentual de evangélicos na população brasileira era de 9%.
Mesmo com esse crescimento, a maioria da população brasileira ainda é católica, embora a perda de fiéis proporcionalmente ao crescimento da população seja constante. Desde o ano em que foi realizado o primeiro censo, 1870, os católicos eram 99,7% da população, e em 2010, somam 73,6% dos brasileiros, de acordo com informações do G1.
O crescimento dos evangélicos está diretamente ligado à diminuição da quantidade de católicos, e nas regiões Norte e Nordeste, o dado comparativo do IBGE aponta com maior clareza esses números.
Entre 2000 e 2010, a maior redução percentual de católicos foi na região Norte, que passou de 71,3% para 60,6% da população, enquanto que os evangélicos saltaram de 19,8% para 28,5%.
Já na região Nordeste, os evangélicos cresceram de 10,3% da população, para 16,4% nos últimos dez anos.
O estado brasileiro com menor percentual de católicos é o Rio de Janeiro, com 45,8%. O estado fluminense também registrou a maior concentração de espíritas do Brasil, com 4% da população.
O estado brasileiro que registra a maior concentração de evangélicos, proporcionalmente, é Rondônia, onde 33,8% dos habitantes se declararam adeptos da doutrina evangélica. O estado do Piauí foi onde a menor presença de evangélicos foi registrada, com 9,7%.
O IBGE divulgou também, dados comparativos entre religião e formação escolar, e dentre os evangélicos, 6,2% não possuem instrução, e 42,3% afirmam ter o ensino fundamental incompleto.
pastor Márcio de Souza comentou a divulgação dos dados e demonstrou preocupação com os reais motivos do crescimento: “Por trás dessa explosão demográfica evangélica, devemos pensar no que tem gerado esse crescimento em nosso meio. Será a ‘fama’ de que crente prospera ou o afã de responder o chamado divino para a ‘Missio dei’? Será que estamos atentando muito para a quantidade e deixado a qualidade de lado?”, questiona Souza.
Segundo o colunista do Gospel+, o parâmetro para visualizar os efeitos do crescimento dos evangélicos é a realidade social: “Um bom termômetro para isso é olhar a situação de desigualdade social e injustiça no país. Quando Calvino pregou o evangelho em Genebra, a cidade deixou de ser um pulgueiro onde pessoas jogavam fezes pelas janelas de casa e passou a ser uma referência de civilidade, justiça social e respeito ao direito do outro. Sem contar que o trabalho foi dignificado e reconhecido como ferramenta de Deus para nos prosperar”, observa.
Para Márcio, o crescimento em números dos evangélicos não tem refletido na sociedade de forma que a transforme: “Hoje, somos 42 milhões e os lixões continuam cheios de crianças sendo exploradas, gente brigando com cães e urubus o pão de cada dia, as favelas continuam a se multiplicar, o tráfico de drogas continua a recrutar nossos meninos e o nosso índice com relação a distribuição de renda e desenvolvimento humano só não é pior que o de Serra Leoa e algumas republiquetas africanas. Se o Evangelho vigente no Brasil seguisse a doutrina dos apóstolos, o país seria outro. Não teríamos pastores milionários e crianças famintas. precisamos pensar se não estamos transformando lobos em bodes ao invés de ovelhas”, critica o pastor.
Para ler a íntegra do artigo “Explosão Evangélica! Somos 42 milhões! E dapi?”, de Márcio de Souza em sua página, acesse este link.
De acordo com o censo, o número de pessoas sem religião cresceu entre os anos 2000 e 2010, passando de 12,5 milhões para 15 milhões.
Confira abaixo, infográficos retirados do site Estadão Dados, com comparativos entre a quantidade e crescimento de adeptos da religião evangélica com as outras religiões no Brasil, entre os anos 1940 e 2010:

Gráfico comparativo de religiões entre os anos 1940 e 2010

Status atual das religiões no Brasil
Fonte: Gospel+

A Verdade Sobre a Criação

A Verdade Sobre a Criaçao



Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados: no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus” (Gn 2.4; Almeida Revista e Corrigida).

Esse versículo-chave de Gênesis não apenas resume o capítulo inicial do livro, como também introduz o segundo capítulo. Observe que os céus e a terra foram “criados” quando Deus os “fez”.
Pelo versículo anterior, fica claro que esses dois verbos (i.e. criar e fazer) não são meros sinônimos, pois nele está escrito: “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera” (Gn 2.3; ARC). Ainda que a diferença entre criar e fazer seja quase imperceptível, no caso dos atos de Deus tal diferença é bastante relevante.
No texto original, o verbo “criar” provém do termo hebraico bara’ e o verbo “fazer” deriva do termo hebraico “asah”. A distinção fundamental reside no fato de que somente Deus pode “criar”, ao passo que, tanto o ser humano quanto Deus são capazes de “fazer” sistemas funcionais a partir de entidades básicas previamente “criadas”. Desse modo, sempre que a Bíblia fez uso do termo “criar”, o sujeito declarado ou implícito é Deus. Por outro lado, os termos “fazer” e “fez” geralmente têm o ser humano (como também Deus) na qualidade de sujeito da ação, a exemplo de Adão e Eva quando “...percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si” (Gn 3.7) numa tentativa de se esconder de Deus depois que pecaram. Mais tarde, “fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gn 3.21).

Os Três Atos de Deus

É relevante o fato de que somente três atos divinos de criação são mencionados no magnífico capítulo introdutório da Bíblia que trata da criação. Os atos divinos de criação são os seguintes:
1. “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Essa maravilhosa declaração resume o ato de Deus de trazer à existência a estrutura física do cosmo: o universo tridimensional composto de tempo, espaço e matéria.
2. “Criou, pois, Deus [...] todos os seres viventes...” (Gn 1.21). Esse versículo sintetiza o ato de Deus de trazer à existência o componente biológico do universo: a vida animal consciente.
3. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Aqui está o registro da criação do componente espiritual do universo, criadoex nihilo (i.e., “a partir do nada”): a “imagem de Deus” localizada única e exclusivamente no ser humano.
Os códigos genéticos de uma espécie permitiam bastante variação (afinal, não existem dois indivíduos perfeitamente idênticos), permitiam até mesmo uma “diversidade” estável, porém nada mais do que isso.
Assim, Deus criou somente as realidades fundamentais do universo – a realidade física, a realidade biológica e a realidade espiritual. Porém, a partir dessas entidades fundamentais, Deus continuou a fazermuitos sistemas complexos. Por exemplo:“Fez, pois, Deus o firmamento [...] Fez Deus os dois grandes luzeiros [i.e., o sol e a lua] [...] e fez também as estrelas [...] E fez Deus os animais selváticos, [...] os animais domésticos, [...] e todos os répteis da terra...” (Gn 1.7,16,25).
Entretanto, no que tange ao universo espiritual, o único sistema complexo feito por Deus foi o ser humano, como está escrito: “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança [...] Criou Deus, pois, o homem à sua imagem...” (Gn 1.26-27). Nesse caso, o homem tanto foi criado quanto feito à imagem de Deus; foi criado como um ser espiritual, capaz de manter comunhão com Seu Criador. O ser humano também foi feito (a partir “do pó da terra” previamente criado; cf. Gn 2.7) à imagem física que o próprio Deus um dia assumiria quando “se fez carne” e tornou-se homem.
Portanto, os elementos de natureza estritamente material que existem no mundo (o que inclui até mesmo os vegetais que, sendo organismos complexos, produzem substâncias químicas, todavia não possuem vida consciente) fazem parte da obra física criada e feita por Deus. Por outro lado, os animais são organismos físicos e biológicos criados e feitos por Deus. Contudo, somente o homem e a mulher são seres físicos, biológicos e espirituais, criados e feitos à imagem de Deus.

A Descrição da Evolução

Tudo o que foi apresentado até aqui parece razoável e bíblico. Mas o que dizem os cientistas a esse respeito? É lamentável que, hoje em dia, a maioria das autoridades científicas e educacionais esteja quase totalmente comprometida com o evolucionismo integral. Eles alegam que, através de um salto quântico espetacular, o universo físico evoluiu do absoluto nada para uma partícula infinitesimal de espaço-tempo. Essa partícula primitiva dilatou-se rapidamente para, então, explodir no, assim chamado, Big Bang [i.e., explosão cósmica]. A partir disso, dizem eles, o universo veio se expandindo velozmente para formar, de alguma maneira, as estrelas, as galáxias e, por conseguinte, os planetas.
Em nosso planeta Terra (e, talvez, em outros planetas), as substâncias químicas inanimadas, que estavam dispersas nos oceanos primitivos, de algum modo passaram a ter vida, na condição de células reprodutivas rudimentares. Estas se desenvolveram em seres invertebrados marinhos multicelulares que evoluíram até se tornarem peixes. Alguns peixes deram origem aos anfíbios, os quais, posteriormente, se tornaram répteis. Destes últimos, pelo menos um evoluiu, dando origem às aves, enquanto outros répteis evoluíam para dar origem aos mamíferos. Por fim, um ramo de mamíferos desenvolveu-se em primatas e alguma criatura dessa ordem simiesca evoluiu para dar origem ao ser humano.
Acredite ou não, essa descrição da evolução é basicamente ensinada como fato ou verdade absoluta em quase todas as escolas do Mundo Ocidental, desde as primeiras séries do ensino fundamental até o ensino superior e de pós-graduação. Essa perspectiva também predomina na mídia jornalística, bem como exerce seu domínio nos sistemas jurídico e político.
Contudo, o fato mais surpreendente é que as verdadeiras evidências científicas não comprovam de modo nenhum tal descrição hipotética. Em conseqüência disso, nos últimos anos milhares de cientistas altamente referendados têm repudiado toda essa descrição evolucionista e passaram a crer numa criação especial.
Esse maravilhoso capítulo inicial de Gênesis também revela dois outros fatos de vital importância.
O primeiro fato é que no texto constata-se, por dez vezes, que tanto animais quanto vegetais receberam a capacidade de se reproduzir exclusivamente “segundo [ou conformea sua espécie”, nunca segundo uma espécie diferente. A despeito de tudo o que uma “espécie” criada por Deus possa significar ou corresponder, ela nunca poderia evoluir para uma nova espécie. Os respectivos códigos genéticos permitiam bastante variação (afinal, não existem dois indivíduos perfeitamente idênticos), permitiam até mesmo uma “diversidade” estável, porém nada mais do que isso.
No registro fóssil do passado (que conta com bilhões de fósseis conhecidos) há muitos exemplos de espécies extintas (por exemplo, os dinossauros), todavia não existe nenhuma seqüência de transição de uma espécie menos complexa para outra espécie mais complexa.
O segundo fato verificável no texto é que tudo “era muito bom” (Gn 1.31). Não existia nada ruim ou mau em todo o universo – não havia pecado, desarmonia, dor e, em especial, não havia morte. Tudo isso sobreveio ao universo somente depois da entrada do pecado, primeiro através de Satanás e seus anjos, e, posteriormente, através de Adão e Eva.
Em seguida, Deus amaldiçoou o solo da terra (do hebraico, ’adamah; i.e., os elementos básicos a partir dos quais Ele tinha feito todas as coisas). Em 1 Coríntios 15.21 está escrito “...que a morte veio por um homem”. Desde então, “...toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora” (Rm 8.22). Na esfera física tudo tende a retornar ao pó do qual foi feito, tal como o corpo de Adão retornou (cf., Gn 3.19). Todas as formas de vida biológica finalmente morrem, ainda que o aspecto “consciente” da vida humana sobreviva para que, no fim, seja unido a um corpo ressuscitado por ocasião da volta de Cristo. A “imagem de Deus” no homem tem sido desfigurada, contudo, ainda pode ser refeita no “...novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (Cl 3.10).

O Dilema da Evolução

A verdadeira ciência não confirma a perspectiva evolucionista; em vez disso, a ciência verdadeira favorece a perspectiva bíblica da criação. Por exemplo, as duas leis científicas mais bem comprovadas e mais aplicáveis no universo apontam com absoluta clareza para a primitiva criação do universo, não para a evolução deste a partir do nada. São elas: A Primeira Lei da Termodinâmica e a Segunda Lei da Termodinâmica, ou como respectivamente são chamadas de lei da conservação quantitativa e lei do decaimento qualitativo de todas as coisas. A Primeira Lei assegura que nem matéria (ou massa), nem energia, continuam a ser criadas ou destruídas na atualidade, conforme está registrado em Gênesis 2.3: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”. O Novo Testamento confirma que agora nosso Criador está “...sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hb 1.3).
Tal fato nos assegura que o universo não poderia ter criado a si mesmo, pois, segundo aPrimeira Lei da Termodinâmica, nenhum fator no atual curso do universo pode criar alguma coisa. Contudo, o universo deve ter sido criado em algum momento do passado, porque aSegunda Lei da Termodinâmica assevera que tudo está em declínio, rumando para a estagnação e “morte”. Essa situação também é obviamente uma decorrência da maldição imposta por Deus sobre “toda a criação” (cf., Rm 8.22).
Ora, se o universo não pôde se criar espontaneamente (conforme determina a Primeira Lei),mas teve de ser criado de alguma maneira (visto que não está morto, ainda que se encaminhe inexoravelmente para a morte, conforme determina a Segunda Lei), a única resposta para tal dilema é a de que Deus o criou! Essa é a conclusão científica mais plausível com base nas melhores leis científicas de que dispomos.
Essa Segunda Lei também esclarece a razão pela qual ninguém até hoje experimentou qualquer tipo de evolução verticalmente “ascendente” a partir de uma espécie inferior ou menos complexa para uma espécie superior ou mais complexa. Em toda a história humana não há sequer um registro documentado da tal “macroevolução”. Há muitos casos de variação “horizontal” (por exemplo, as diferentes raças de cães) de variação degenerativa (por exemplo, mutações, extinções, deteriorações), porém, nada mais do que isso.
No registro fóssil do passado (que conta com bilhões de fósseis conhecidos) há muitos exemplos de espécies extintas (por exemplo, os dinossauros), todavia não existe nenhuma seqüência de transição de uma espécie menos complexa para outra espécie mais complexa. Ernst Mayr, professor da Universidade de Harvard, reconhecido como um dos maiores biólogos evolucionistas ainda vivos e que se declara ateu, admite o seguinte em seu recente livro publicado: “O registro fóssil lamentavelmente continua inadequado” para comprovar a evolução.[1] Além do mais, todos aqueles bilhões de fósseis testificam eloqüentemente acerca de um mundo em sofrimento e degradação mortal. Portanto, esses fósseis devem ter sido enterrados somente depois que o homem introduziu o pecado no mundo.
A evolução da vida ou de qualquer espécie viva nunca foi registrada nos 6 mil anos de história escrita e não há nenhuma evidência dela no registro fóssil do passado. A evolução nunca foi observada empiricamente pelo simples fato de que não pode acontecer. A Segunda Lei da Termodinâmica nos assegura que seria impossível ocorrer qualquer tipo de evolução sem a intervenção incessante e milagrosa de Deus. Além do mais, Deus mesmo determinou a lei biogenética de que [a reprodução] seja “segundo a sua espécie” (cf. Gn 1.11-12, 24-25).
Deus pode intervir quando há uma razão especial para fazê-lo. Por exemplo, houve uma ocasião em que Ele miraculosamente fez com que água “evoluísse” instantaneamente para vinho (Jo 2.7-11). Ele continua a ser o Criador e, como tal, ainda pode realizar milagres de criação quando a ocasião o justifica, porém, a evolução, usada geralmente pelo ser humano para se esquivar da sua necessidade de Deus, não é um desses milagres. (Dr. Henry M. Morris - Israel My Glory)

Nota:

1.  Ernst Mayr, What Evolution Is, Nova York: Basic Books, 2001, p. 69.
Henry M. Morris foi autor de mais de 45 livros sobre o tema Criação-Evolução, bem como fundador e presidente do Institute for Creation Research, situado em El Cajon, na Califórnia, EUA.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2009.

Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também. Assine aqui »

sexta-feira, 29 de junho de 2012

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domingo, 24 de junho de 2012

Deputado Pr. Carlos Cezar visita Araras à convite do Rev. Durvalino


Deputado Pr. Carlos Cezar visita Araras à convite do Rev. Durvalino
O deputado estadual Pr. Carlos Cezar (PSB) esteve nesta quinta-feira (21/06) em Araras.
À convite do Reverendo Durvalino Brocanelli, o parlamentar teve uma agenda recheada de compromissos políticos na cidade.
Ao meio dia, Carlos Cezar esteve nos estúdios da emissora TV Opinião para prestar contas de sua gestão como deputado estadual.
Logo em seguida, o parlamentar foi rever a Associação Vida Nova, que oferece cursos profissionalizantes e atendimentos de assistência social para famílias carentes, em parceria com a Prefeitura de Araras. Ele já esteve no local, quando ocorreu a inauguração, no ano passado.
No fim da tarde, o deputado se encontrou com vereadores de Araras, Leme e Conchal para discutir melhorias para a região.
O deputado ainda deu entrevista para emissoras de rádio e imprensa escrita.
No período noturno, o pastor Carlos Cezar enfim se despediu da cidade ao ministrar a palavra de Deus na Igreja do Evangelho Quadrangular de Araras.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

DEUS e o Destino do Homem

Deus e o Destino do Homem

Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).

Eternidade. O que significa essa palavra e por que motivo alguém deveria aceitar esse conceito, principalmente no que se refere ao destino do homem? Sabemos por experiência própria, e através da observação da natureza, que as coisas materiais se deterioram. A Segunda Lei da Termodinâmica nos diz que todo o universo está se desgastando, como um relógio que está perdendo a corda, e não vai durar para sempre. Portanto, é óbvio que ele teve um princípio, exatamente como diz a Bíblia.
Sabemos que o Sol não esteve sempre no céu, ou já teria consumido completamente todo o seu combustível. O mesmo vale para todas as outras estrelas. Fica claro, então, que houve uma época em que este universo não existia; nada existia, nem mesmo a energia da qual o universo parece ser constituído.
Por que o universo não poderia ter sua origem em alguma misteriosa energia cósmica que sempre existiu, sem ter tido um começo? Por causa da Segunda Lei da Termodinâmica, a lei da entropia. A energia não poderia ter existido desde sempre, desenvolvendo-se rumo a um “Big Bang” (“Grande Explosão”) que teria criado as estrelas e os planetas. Ela teria sofrido entropia antes de “explodir” – e explosões não criam ordem. Se o universo tivesse existido para sempre, agora tudo deveria ter a mesma temperatura: o calor sempre é transmitido para algo mais frio.
Além disso, a energia não tem nem intelecto, nem qualidades pessoais para fazer surgir a incrível complexidade da vida e para criar seres com personalidade própria. Inteligência e personalidade são imateriais e não poderiam ter sido geradas posteriormente a partir da energia ou da matéria e, portanto, devem tê-la precedido.
Não alguma força, mas um Ser pessoal de inteligência infinita e sem começo deve ter criado o universo. Não se trata da “causa original” da filosofia ou dos “deuses” do paganismo, que mudam, seguem seus caprichos e competem entre si. O Criador somente pode ser o “Eu Sou” que revelou a Si mesmo a Moisés na sarça ardente (Êxodo 3.14), o Auto-Existente sem começo e sem fim, de quem a Bíblia diz: “de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).

Tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada.
É óbvio que o intelecto e a personalidade são inteiramente diferentes da matéria e não são a substância constitutiva dela. Portanto, o universo não faz parte de Deus e nem é uma extensão dEle. Isso significa que tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada. Isso é impossível, mas somos levados a essa conclusão pela própria lógica. Contudo, imaginar que a vida e a inteligência brotaram espontaneamente, por sua própria iniciativa e poder, do espaço morto e vazio, seria algo totalmente irracional. Portanto, alguma coisa diferente do universo e de seus componentes deve ter existido sempre.
Não alguma coisa, mas Alguém, sem início nem fim. Por que Alguém? Porque o universo, desde a estrutura atômica até uma célula humana, exibe uma ordem e uma complexidade tão extraordinárias que só uma inteligência infinita poderia ter planejado e executado – e nenhuma coisa, ou força, ou “poder superior” tem a capacidade de pensar, planejar e organizar. Além disso, a espécie humana é composta de personalidades individuais que têm a capacidade de conceber idéias conceituais, expressá-las em palavras ou desenhos e transformá-las em intrincadas estruturas que não existem na natureza. Os seres humanos também têm a capacidade de sentir amor e ódio, alegria e tristeza, perceber a justiça e a injustiça, e raciocinar sobre sua própria existência e destino.
Só uma Pessoa infinita poderia criar pessoas. Portanto, as evidências e a lógica nos levam a concluir que este universo só poderia ter começado a existir sob o comando de Alguém que não teve começo; Alguém que sempre existiu e que possui o gênio e o poder infinitos para trazer à existência todas as coisas e todos os seres, a partir do nada. Certamente não foi pela superstição corrente no Egito em seus dias, mas por revelação divina que Moisés declarou: “Antes que [...] se formassem a terra e o mundo [...] de eternidade a eternidade, tu és Deus [...] mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi, e como a vigília da noite” (Salmo 90.2,4).
Este não é o deus do paganismo, das religiões indígenas, ou de qualquer uma das grandes religiões do mundo, tais como o budismo (pouquíssimos budistas acreditam em Deus), o hinduísmo, o islamismo e muitas outras, mas sim o Deus da Bíblia que, do modo como é descrito nas Escrituras, qualifica-se de forma única e singular para ser o Criador de todas as coisas. Não consideramos o cristianismo como sendo uma das religiões do mundo, mas sim como algo inteiramente distinto de todas elas.

No princípio, criou Deus os céus e a terra.
A Bíblia jamais tenta provar a existência de Deus. Ela simplesmente a toma como um fato. Ela também não tenta explicar o que está além da nossa capacidade de compreensão. A Escritura simplesmente declara, no primeiro versículo: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1). Em gratidão ao Deus que o criou, o rei Davi afirmou: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obrassão admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139.14).
A ciência não foi, nem jamais será capaz de verificar, refutar ou aperfeiçoar essa declaração. Não podemos compreendê-la, mas devemos aceitá-la pela fé. Aqui temos um exemplo do que é a fé: um passo que nada tem de irracional, mas sim uma trajetória racional que pondera as evidências e segue a lógica até o ponto em que a razão consegue alcançar, e depois dá mais um passo além da razão, mas sempre na direção e no sentido que as evidências e a razão indicaram.
A Bíblia expressa esse princípio da seguinte forma: “Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11.3). Alguns autores já disseram que essa foi a primeira formulação da teoria atômica. Não, isso não é teoria; é a afirmação de um fato nas palavras do próprio Deus. No entanto, temos de ter o cuidado de não ler nesse versículo mais do que ele realmente diz. Ele não diz que tudo foi formado de algo invisível. Ele não diz, igualmente, que o universo foi formado de alguma coisa.
O que Hebreus 11.3 nos diz é que o universo visível não foi feito de algo visível, pois isso implicaria dizer que alguma coisa visível sempre existiu e que o universo foi simplesmente fabricado com os materiais disponíveis. Mas ele não poderia ter sido criado dessa forma, porque não existe nada visível que seja eterno. Na verdade, o universo foi criado pela Palavra de Deus: “Disse Deus: Haja [...]” (Gênesis 1.3,6,9, e outros), e tudo que é visível passou a existir em obediência à Sua Palavra. Essa mesma Palavra que criou e sustenta todas as coisas falará novamente, e tudo que é visível na velha criação se dissolverá e tornará ao nada: “Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (2 Pedro 3.7).
Muito antes da formulação da Segunda Lei da Termodinâmica, Jesus afirmou muito claramente: “Passará o céu e a terra” (Mateus 24.35). Entretanto, o universo não está destinado, simplesmente, a se desgastar devido à passagem de incontáveis bilhões de anos. Sob a inspiração do Espírito Santo, Pedro explicou que toda a vida existente na face da terra será sumariamente eliminada e o universo inteiro será destruído por Deus como castigo pela rebelião do homem e de Satanás. Em seu lugar, será criado um novo universo: “[No] Dia do Juízo [...] os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas [...] os céus, incendiados, serão desfeitos [...] Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3.7-13).
A palavra “céus” é usada de duas formas na Escritura: significando tudo o que há de físico no espaço dimensional exterior à terra, e referindo-se à habitação imaterial de Deus, que Jesus indicou quando disse: “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (João 14.2). Um significado refere-se a algo visível e temporal, enquanto o outro fala de algo invisível e eterno. Este universo visível e temporário não é tudo o que existe. Há uma outra dimensão de existência que não é física nem visível – e que não se desgasta nem envelhece com a passagem do tempo, não pode ser destruída e jamais deixará de existir. (Dave Hunt -http://www.chamada.com.br)
Dave Hunt Devido a suas profundas pesquisas e sua experiência em áreas como profecias, misticismo oriental, fenômenos psíquicos, seitas e ocultismo, realiza muitas conferências nos EUA e em outros países, também sendo entrevistado freqüentemente no rádio e na televisão. Começou a escrever em tempo integral após trabalhar por 20 anos como consultor em Administração e na direção de várias empresas. Dave Hunt escreveu mais de 20 livros com vendas totais que passam dos 3.000.000 de exemplares.

domingo, 17 de junho de 2012

Igreja do Evangelho Quadrangular Alvorada em Americana recebe visita do Co-Fundador da Igreja no Brasil

Americana (interior de São Paulo) A IEQ Jardim Alvorada, recebeu neste domingo, a ilustre visita do Pastor Jesus Hermírio Vásquez Ramos, Co-Fundador da Igreja no Brasil.

 
Jesus Hermírio Vásquez Ramos

Vida e Obra
Por Marli de Jesus e Priscila M. C. de Oliveira
Jesus Hermírio Vásquez Ramos nasceu em Huaillacayán, ao norte de Lima, em 22 de julho de 1917, filho de Feliciano Vásquez e Artemia Ramos. Ouviu a palavra pela primeira vez em 1926, aos 9 anos, pregada por missionários andarilhos e aquilo marcou seu coração de menino. Aos 14 anos de idade saiu de sua casa para estudar por 3 anos e ao voltar, já com 17 anos de meio, tornou-se professor primário, a convite das autoridades locais.
Durante o período em que esteve estudando fora de sua cidade natal Jésus ouviu mais uma vez o evangelho ser pregado por pregadores ambulantes e Deus voltou a falar em seu coração. Pouco antes de completar 19 anos ele deixou sua cidade com o apoio de seu pai e seguiu para Huacho, onde conseguiu emprego em uma sorveteria. Pouco tempo depois deixou o emprego e voltou para casa. No caminho foi picado por um escorpião e precisou ficar em repouso por uma semana, neste período ele começou a ler o Novo Testamento.
Assim que melhorou de saúde um vizinho lhe falou que alguns pastores protestantes chegariam para pregar o evangelho em Ocros, há seis léguas de sua cidade. Hermírio Vásquez não pensou duas vezes e enfrentou a distância para conhecer os pastores. Ele ouviu a palavra mas ainda não foi daquela vez que ele entregaria seu coração ao Senhor. Voltou para casa com uma Bíblia e um hinário evangélico e continuou seus afazeres, assumindo a direção de um time de futebol local.
Certa vez, angustiado por problemas com o time, passou a noite meditando e ao orar sozinho em seu quarto entregou sua vida a Deus. Na mesma noite, sozinho em seus aposentos, Jésus Hermírio Vásquez recebeu o batismo com o Espírito Santo, tendo aproximadamente 20 anos de idade.
Semanas após sua conversão o jovem Vásquez decidiu partir para servir ao Senhor e foi para Lima, onde cursou o Instituto Bíblico das Assembléias de Deus. Seu desejo era ir para Ica, ao sul de Lima, mas o Senhor o queria pregando o Evangelho na Bolívia, para onde ele seguiu tão logo terminou seu curso. Depois de uma longa viagem, por terra e mar, ele chegou ao aeroporto de Trinidad no dia 6 de janeiro de 1940, onde encontrou a missionária Isabel Anderson, com a qual iria trabalhar, cooperando com o missionário Jack Anderson na missão entre os índios Sirionós.
Durante todo o ano de 1940 Jesús Hermírio Vásquez trabalho por sua conta, ao final daquele ano, por intermédio do missionário Claire Martin, da Igreja do Evangelho Quadrangular, que era casado com a sobrinha da Sra. Anderson, ele recebeu uma licença da Igreja Quadrangular, assinada pela própria Aimee Semple McPherson, para pregar junto aos selvagens, e só então começou a receber algum sustento da missão.
Em 1943, em uma viagem a Riberalta para revalidar seus documentos junto ao consulado peruano, Hermírio conheceu Florinda Angela Ortiz. Seu casamento foi realizado em 15 de abril de 1944 em Puerto Sucre (Guayamerim), na Bolívia. Lá os dois abriram uma Igreja Quadrangular e também ganharam seu primeiro filho, Gilberto. Foi lá que, trabalhando junto com brasileiros na Companhia Americana de Borracha, Vásquez chegou à conclusão de que o Brasil receberia o Evangelho mais facilmente que os hispanos, logo ele deixou seu emprego na Companhia Americana e seguiu para a fronteira, de onde entrou em contato com pastores da igreja Batista e das Assembléias de Deus no Brasil, sem olhar “barreiras denominacionais”.
Entrando em contato com o Diretor de Missões no Exterior da Quadrangular, Reverendo Howard Courtney, a família Vásquez cruzou a fronteira em direção ao Brasil na segunda quinzena de janeiro de 1945. Logo chegaram a Porto Velho e iniciaram suas atividades. Foi ali que Deus deu a Jésus Hermírio a visão de que a obra Quadrangular deveria ser aberta no Brasil por meio de uma visão da bandeira brasileira e de uma enorme multidão durante suas orações. Após quatro meses em Porto Velho nasceu a pequena Ruth, em 21 de maio de 1945. De lá eles seguiram para Belém do Pará onde substituíram por alguns meses um pastor das Assembléias de Deus que havia sido apedrejado.
Depois disso toda a família retornou à Bolívia, seguindo ordens do Diretor de Missões no Exterior, Reverendo Courtney, eu dizia precisar da ajuda de Hermírio para receber uma nova família de missionários americanos que chegaria em breve, por mais que ele admitisse que mais tarde Vásquez voltasse ao Brasil para continuar a obra.
O missionário Harold Williams chegou à Bolívia, com sua esposa e filho, em setembro daquele ano e logo se encontrou com Hermírio Vásquez. Porém a obra que os dois iniciariam na Bolívia não pode ser realizada devido a uma decisão do governo local. Foi neste momento de decisão que a influência de Vásquez pesou e ambos os missionários, com a autorização da igreja internacional, decidiram partir para o Brasil.

As duas famílias deixaram Guajaramirim no dia 6 de junho de 1946, no dia 13 de junho, quando eles já estavam em Porto Velho, nasceu a segunda filha de Vásquez, Ester. Dezenove dias depois do nascimento da menina eles deixaram a cidade e seguiram seu destino. Chegaram a Belém do Pará em finais de julho e depois foram para Poços de Caldas, em Minas Gerais, onde viveram por alguns anos e tiveram mais dois filhos, Davi e Neemias.
A dificuldade então era aprender o idioma. Em setembro de 1946 foi inaugurado o salão na Rua São Paulo, 116, que serviu também como escola de inglês e onde Vásquez iniciou uma escola primária. Em 1948 o missionário Williams mudou-se para São João da Boa Vista e em 1950, com cinco alunos, Hermírio Vásquez iniciava uma escola profissional, situada à Rua Benedito Araújo, 63 também em São João da Boa Vista. Foi nesta mesma rua que mais tarde realizou-se uma grande campanha de avivamento com o Reverendo Raymond Boatright. Nesta cidade o casal Vásquez teve mais dois filhos, Samuel e Martinho.
Quando os Williams mudaram para São Paulo, por volta de 1955, Vásquez ficou responsável pela igreja de São João da Boa Vista e também pela congregação em Poços de Caldas. Em 1956 ele foi nomeado para Piracicaba e o Reverendo Edward Stwart e sua esposa deram continuidade ao trabalho em São João da Boa Vista, abrindo no ano seguinte o Instituto Bíblico (atualmente chamado de Instituto Teológico Quadrangular), na cidade de São Paulo.
Em Piracicaba, usando o sistema de tendas de lona para pregar o evangelho, Jésus conheceu o evangelista Jayme Paliarin. Com as tendas o trabalho tomou vulto já que estas abrigavam centenas de pessoas que eram salvas e curadas. A igreja cresceu e logo outras congregações foram abertas em Tietê, Vila Rezende, Capivari e Marília. Em Piracicaba nasceu seu filho Esdras e depois de alguns anos o missionário peruano seguiu para Lins, onde permaneceu até 1964. Nesse período outras obras foram abertas nas redondezas: Guiaçara, Getulina e Penápolis – desses trabalhos sairiam nomes importantes para o ministério quadrangular como Ismael Pereira do Lago, João Ferreira de Souza, Guilherme Rodrigues Pereira, Jovino Ferreira da Costa, Lourival Costa, Antonio da Silva, Lotário Guimarães, Moisés Sabino de Faria, Josué Bengtsom e Mauro e Doroty Damásio.
Em 1964 Jésus Hermírio Vásquez seguiu para pastorear a igreja em Americana, onde abriu congregações em Cidade Jardim, Vila Decarle e Vila Amorim. Pastoreou ainda em Botucatu e Santa Bárbara D´oeste. Hoje ele vive em Americana com a família e ainda atende a convites para conferências e pregações.
Sobre o ministério ele diz: “Um dia estaremos perante o juiz imparcial, o Deus onipotente, onisciente, para prestarmos contas por aquilo que praticamos. Vamos honrar nosso ministério,  procurando que o Evangelho brilhe cada vez mais. Fujamos daqueles que pregam doutrinas que não são do Senhor Jesus Cristo mas sim de homens e demônios. Não precisamos de lenço ungido, fita verde, fita amarela, água no copo, hora marcada para oração, revelação que não é revelação. Não brinquemos com os dons do Espírito Santo... Não tenhamos a obra como emprego, nem sejamos empregados. Não façamos o que queremos, mas sim o que o Senhor quer de nós.”

PT e o Governo querem impedir a pregação do evangelho no Rádio e TV

O governo federal prepara um pacote de medidas relacionadas à legislação de rádio e TV. De acordo com o portal da Folha de S.Paulo, que afirma ter tido acesso à última versão da minuta do decreto, o pacote foi batizado de “novo marco regulatório da radiodifusão”, tendo como principal polêmica a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV.
As igrejas evangélicas se beneficiam da atual legislação de telecomunicações, que assegura a liberdade de expressão e não proíbe o aluguel de horários nas grades de programação das emissoras de TV.
Leia na íntegra o manifesto enviado pelo Pastor Silas Malafaia aos principais meios de comunicação
O GOVERNO E O PT QUEREM CONTROLAR A MÍDIA
Por ocasião das eleições em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua opinião sobre o controle da imprensa. Naquela ocasião, exatamente no dia 24/09/10, lançamos um Manifesto à Nação Brasileira, editado nos principais jornais do País sob o título: “Os evangélicos e a Liberdade de Imprensa”.
Destaco aqui o texto principal desse manifesto: “A imprensa livre é fundamental para a manutenção do Estado Democrático de Direito. Só aqueles que querem sustentar ideologias ultrapassadas e antidemocráticas desejam exercer patrulhamento ideológico, cercear garantias individuais da cidadania e tentar colocar mordaça na imprensa”.
Em fevereiro deste ano, o Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ao falar da dificuldade do Governo em comunicar-se com a nova classe média, afirmou: “O ESTADO TEM DE FAZER UMA DISPUTA IDEOLÓGICA POR ESSA FATIA DA POPULAÇÃO QUE ESTARIA SOB A HEGEMONIA DE ALAS CONSERVADORAS, COMO OS PASTORES EVANGÉLICOS”. Nunca vi uma declaração tão idiota, medíocre, que só pode vir de gente que, por meio da sua ideologia, quer controlar o povo, a imprensa e a mídia em geral pelo poder do Estado.
Nós, evangélicos, não estamos disputando classe social com ninguém. Mas, sim, pregando a mensagem que acreditamos transformar a vida das pessoas para melhor. Isso é fato, e contra fatos não há argumentos. Gilberto de Carvalho, com a repercussão contrária de suas palavras, de maneira hipócrita, pediu desculpas aos pastores.
Agora, estamos vendo a história do novo marco regulatório para as concessões de rádio e televisão, pensado por ideólogos do PT — tais como, José Dirceu, Gilberto de Carvalho e outros — para impedir a compra de espaços em rádio e TV, que, em sua maioria, são comprados por evangélicos. Assim, as emissoras ficam mais dependentes das verbas de Governo, podendo este controlar a informação e a notícia.
Imagine, então, se as linhas de ônibus interestaduais, que são concessão do Governo Federal, somente pudessem vender passagem, e não alugar os ônibus. Da mesma forma, as companhias aéreas, que são concessão, só pudessem vender passagens e não fretar as suas aeronaves. Eu poderia citar tantas outras concessões públicas, mas o fato é que a imprensa precisa estar em alerta. O que corre nas veias dos que defendem o controle da imprensa e o marco regulatório para concessões de rádio e TV é a ideologia comunista da vertente Trotskista, que tem como marca PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO, CONTROLE SOCIAL E PROPAGANDA DE ESTADO.
Eu tenho programas em emissoras dos EUA. Mesmo eu sendo um estrangeiro para eles, posso comprar espaços em emissoras de TV da Inglaterra, Alemanha e de outras nações poderosamente democráticas.
Enfim, o povo brasileiro tem de estar atento. Não podemos abrir mão de um ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. É inconcebível o nosso país não ter uma imprensa e mídia livres.
Presidenta Dilma Roussef, não manche o seu Governo com atitudes tão antidemocráticas como essas.
Silas Lima Malafaia
Presidente da Associação Vitória em Cristo e
Vice-Presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil
Veja o vídeo:

Senador Magno Malta discursa sobre o impedimento da pregação na TV Brasileira

O governo federal prepara um pacote de medidas relacionadas à legislação de rádio e TV, conhecido como novo marco regulatório da radiodifusão, tendo como principal polêmica a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV.


Se esta medida for aprovada, igrejas e pastores que pagam para ocupar horários nas grades das emissoras, estarão impedidos de pregar o evangelho nestes veículos de comunicação.

sábado, 16 de junho de 2012

Igreja do Evangelho Quadrangular: Projeto Igreja Embrião


Imagine se pudéssemos ter um lugar que fosse a extensão do trabalho de uma igreja, e que neste lugar pudéssemos atuar sobre o lado espiritual e até social das famílias de uma comunidade. Isso parece ótimo, mas já existe desde que começamos a abrir igrejas pelo Brasil na década de 50. O CED-SP tem promovido o resgate desse tipo de trabalho com o projeto Igreja-Embrião, iniciativa do rev. Rocco Digilio Filho, que têm acelerado consideravelmente a expansão Quadrangular por São Paulo. 

Logotipo do projeto




Com um tamanho padrão e capacidade para 200 pessoas, as igrejas-embrião ajudam pastores com os recursos iniciais da igreja, oferecendo, também, moradia digna para o pastor titular, que conta com uma aconchegante casa pastoral, normalmente construída no andar de cima da igreja.





Veja o que dizem alguns pastores sobre o projeto:


O igreja-embrião foi uma das maiores, senão a maior, bênção de Deus para o meu ministério. A cidade de Alambari foi realmente impactada com a construção da nossa igreja. Minha família foi tremendamente abençoada com a construção da casa pastoral, além de nos livrarmos das duas despesas de aluguéis.
Pr. Sandro Antônio Machado • Alambari

O projeto Igreja-Embrião é um recurso de Deus para alcançar um povo que estava longe e sem esperança. Hoje, a nossa igreja multiplicou em frequência, a arrecadação aumentou e nossa IEQ tornou-se a mais respeitada da localidade.Pr. Paulo Sanches • Itapetininga

Uma grande vitória. É assim que nós classificamos a Igreja-Embrião de Ilha Comprida. Saímos de dois imóveis, pagando aluguéis caríssimos. Nossa igreja, hoje, é reconhecida por toda a cidade e, até mesmo, pelas autoridades. Também é importante mencionar o aumento do número de membros da igreja, o que para nós é motivo de grande orgulho.
Pr. Renato Cesar Silva • Ilha CompridaO blog CED-SP Social já está acessível a você que quer saber dia a dia o que acontece acerca do Igreja-Embrião. É lá que são publicadas as informações em tempo real sobre o projeto e é onde você também pode participar com comentários. Clique no logotipo abaixo e acesse!Clique aqui para acessar o blog!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Piso em Concreto Estampado é Destaque no Brasil



O Sistema PISO FORTE BRASIL de concreto estampado é uma revolucionária técnica de confecção de pisos que elimina várias etapas tradicionais dos serviços, proporcionando ganhos de produtividade, qualidade, beleza e racionalização de tempo e mão-de-obra.     
 
Nada como surpreender as expectativas com um projeto único e diferenciado. Esta é a primeira impressão causada pelos PISOS EM CONCRETO ESTAMPADO, reconhecidos no mundo inteiro pela sua beleza e versatilidade.
 
Os PISOS EM CONCRETO ESTAMPADO, vem se tornando referência importante em todo o Brasil, deixando sua marca em um diversificado segmento de áreas comerciais, residenciais, industrias e com utilização em ambientes externos, a exemplo:
 
:: Residências
:: Concessonárias de Automóveis
:: Aeroportos
:: Calçadas, Praças e Parques
:: Áreas ao Redor de Piscinas
:: Entornos de Fábricas, Igrejas, Hótéis e Lojas Comerciais.
 
O processo de produção dos PISOS EM CONCRETO ESTAMPADO segue os mais rígidos padrões de qualidade. Tudo para garantir ao cliente o máximo de agilidade na instalação, precisão nos detalhes e uma engenharia primorosa.
                                                 
São mais de 30 opções, formas e texturas para combinar com cada tipo de ambiente. O produto é aplicado de uma só vez, eliminado um problema comum aos pisos de pedras e ladrilhos, que acabam soltando com o tempo.
                                                                                                      
Para completar, os PISOS EM CONCRETO, ainda trazem a vantagem de serem antiderrapante, resistente, durável e agradável ao toque.
 
Apresenta manutenção fácil e um custo econômico para o cliente.

Fonte: Piso Forte Brasil
www.pisofortebrasil.com 

16º Congresso Fogo para o Brasil: Centro de Convenções de Serra Negra - SP 24 a 28 de julho de 2012



A cidade de Serra Negra, em São Paulo, foi escolhida para sediar mais uma edição do Congresso Pentecostal Brasileiro Fogo para o Brasil, que desde 1997 anualmente promove a comunhão e o despertamento espiritual. De 24 a 28 de julho, o Centro de Convenções de Serra Negra contará com uma programação composta por ministrações de grandes adoradores e pregadores da Palavra de Deus.

Para ministrar a Palavra de Deus, o evento contará com a presença dos pastores Silas Malafaia, Elizete Malafaia, Marcus Gregório, Jorge Linhares, Elson de Assis, Jabes de Alencar, Josué Brandão, e o conferencista internacional, Dr. Samuel Chand. No louvor, haverá a participação de Jozyanne, Nani Azevedo, Eyshila, Danielle Cristina, Tatiana Malafaia, Dayan de Alencar, Marquinhos Menezes e Lilian, Jotta A e Raquel Mello.

Promovido pela Associação Vitória em Cristo e com caráter interdenominacional, o evento receberá cerca de quatro mil congressistas de diversas regiões do país. Além de visar ao estreitamento dos laços entre os cristãos, o congresso contribui para que cada um reflita sobre seus relacionamentos interpessoais.

Você também pode participar do Fogo para o Brasil e experimentar um crescimento espiritual. Entre em contato pelo telefone 21.2187-7000 para garantir sua inscrição e hospedagem, o que pode ser parcelado em até seis vezes. Para facilitar o traslado dos participantes, fechou-se uma parceria com a TAM Viagens, que oferece passagem aérea e transfer dos aeroportos de São Paulo e de Campinas ao hotel a preços promocionais, com parcelamento em até cinco vezes. Ligue para 0300-210-1122 ou acesse fogoparaobrasil.com.br. 

O Centro de Convenções está localizado na Rua Nossa Senhora do Rosário, sem número (saída para Lindoia) – Serra Negra – SP.

Clique aqui para maiores informações