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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Propósitos Para o ANO NOVO

Quando um novo ano se aproxima, muita gente contempla o futuro como uma oportunidade de fazer mudanças na sua vida – em seu estilo de vida, no seu planejamento, nas suas atividades, em seus alvos, entre outras mudanças. É bem verdade que muitos propósitos irrelevantes são estabelecidos e, poucos dias depois, são abandonados; porém, alguns propósitos genuínos podem ser mantidos.

As Escrituras Sagradas fornecem exemplos desse último tipo de propósito. Daniel, o grande profeta judeu, “Resolveu [...] firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia...” (Daniel 1.8). Ao preparar-se para um novo ano, sugiro que você “resolva firmemente” dar passos concretos que levarão a um aperfeiçoamento de sua vida espiritual, emocional e física no ano que se aproxima.

Deus nos criou à Sua imagem – com uma natureza trina: espírito, alma e corpo. A alma é aquilo que realmente somos, a saber, o “homem [a mulher] interior do coração”. Antes de nos tornarmos “nova criatura” em Cristo, existíamos em nosso espírito “natural” (i.e., uma natureza consciente), que a Bíblia denomina de “o velho homem”; Cristo nos concedeu uma nova vida espiritual, ou seja, “o novo homem”. O mais fortalecido desses dois é o que vai dominar ou controlar nossas atitudes e procedimentos no dia-a-dia. O mais forte em nossa vida será aquele ao qual mais alimentamos, o mais nutrido dentre os dois. O “homem natural” deseja aquelas coisas que estimulam as paixões da carne e que buscam o reconhecimento humano; o “homem espiritual” prospera na Palavra de Deus pela prática do que agrada a Ele.

O apóstolo Paulo desafiou os crentes em Cristo recém-convertidos de Tessalônica com as seguintes palavras: “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5.23).

Paulo lhes trouxe à memória o fato de que o “tribunal de Cristo” ocorrerá depois do Arrebatamento, não para julgar os pecados que eles haviam cometido antes de conhecer a Cristo (pois todos os pecados foram pagos e perdoados na cruz), mas para avaliar o modo pelo qual viveram a nova vida na qualidade de crentes em Jesus (2 Coríntios 5.10). Nesse tribunal será avaliado o uso que cada salvo em Cristo fez do seu espírito, alma e corpo. Por essa razão, a decisão mais sábia que podemos tomar é a de sermos diligentes no uso de nosso tempo e da nossa energia, de modo que alimentemos regularmente nossa nova natureza com a Palavra de Deus.

Há alguns anos, reuníamos um grupo de jogadores de futebol americano do time do Chargers em nossa casa para estudarmos a Bíblia. Na seqüência de estudos bíblicos demonstrei ao grupo a necessidade de crescermos em nossa vida cristã e expliquei que, apesar de termos nascido de novo em Cristo, o espírito do “velho homem” ainda está presente em nós junto com o espírito do “novo homem”. Então, um dos jogadores perguntou: “Ora, se eu ainda possuo essas duas naturezas, qual delas controla minha vida?”. Minha resposta imediata foi a seguinte: “Aquela que você mais alimenta!”.

Isso continua a ser verdade! Sua consciência espiritual é fortalecida pela quantidade de tempo que você passa com o Mestre e pela prática de Seus ensinos. Se você assume em seu coração o propósito de fortalecer-se “...no Senhor e na força de Seu poder” (Efésios 6.10), um método regular de leitura e estudo da Palavra de Deus promoverá o desenvolvimento de sua nova natureza, a qual, por conseguinte, prevalecerá sobre seu espírito natural. Na Carta aos Hebreus está escrito:

“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hebreus 4.12).

Essa promessa assegura que até mesmo nossos pensamentos podem se ajustar aos pensamentos de Deus. A comunhão diária com o Senhor nos proporciona um relacionamento mais íntimo com Ele e uma compreensão melhor do Seu poder. Tal relacionamento não pode ser obtido por nossa própria força. Em 2 Pedro 1.3-4, as Escrituras Sagradas nos garantem que é possível alcançar esse padrão elevado de viver para Deus:

“Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo”.

Que maior promessa poderíamos obter do que a de nos tornarmos participantes da natureza divina no momento em que depositamos nossa confiança em Jesus Cristo? Se aprendermos a privar nossa velha natureza daquilo que a alimenta, fazendo-a passar fome (i.e., gastarmos menos tempo e energia com coisas banais que não têm valor eterno), desfrutaremos de uma vida vitoriosa com a natureza de Cristo que se encontra em nós.

Grande parte daquilo que é oferecido na mídia eletrônica é prejudicial ao espírito e à mente, impedindo o crescimento de nosso “homem espiritual”.

Na vida moderna, os maiores ataques à nossa mente são oriundos daquilo que assistimos e vemos na mídia eletrônica – os filmes, os programas de televisão e a internet. Grande parte daquilo que é oferecido na mídia eletrônica é prejudicial ao espírito e à mente, impedindo o crescimento de nosso “homem espiritual”.

Charlie “Tremendous” [i.e., “Extraordinário”] Jones, um conferencista evangélico das décadas de 1980 e 1990, freqüentemente dizia: “Você, hoje, é o resultado dos livros que leu e das pessoas com as quais teve contato nos últimos dez anos”. Creio que isso seja verdade, contudo, atualmente eu acrescentaria: “...bem como dos filmes, vídeos, DVDs e programas de TV a que você assiste, além dos sites da internet que tem acessado”. Em termos espirituais, você, hoje, é o resultado da quantidade de tempo que tem dedicado à Palavra de Deus.

Bem no começo de meu ministério pastoral aprendi o método que a organização evangélica The Navigator’s utilizava para ajudar os recém-convertidos a crescerem em Cristo. The Navigator’s desenvolveu o diagrama da “mão”, através do qual apresentava cinco passos para a edificação de uma vida de fé em Jesus Cristo (cada dedo da “mão” corresponde a um passo), a saber:

Em termos espirituais, você, hoje, é o resultado da quantidade de tempo que tem dedicado à Palavra de Deus.

1. Ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10.17)

Participar de uma igreja que creia na Bíblia; uma igreja que ensine a Palavra de Deus e que a ponha em prática como autoridade suprema e final para todos os crentes em Cristo. Tome cuidado com a “igreja emergente” que se denomina “evangélica”, mas não reconhece a autoridade da Palavra de Deus da forma como está escrita na Bíblia.

2. Ler diariamente a Palavra de Deus (Apocalipse 1.3)

Deus optou por nos apresentar uma Palavra escrita e o propósito dEle é que os seres humanos de todas as gerações a leiam. Manter um diário daquilo que você tem aprendido pode ser muito útil. Fazer esse registro diário é realmente muito simples. Apenas peça a Deus que lhe fale pela Sua Palavra, a Bíblia; em seguida, escreva no seu diário cada mensagem que o Senhor, através das Escrituras, comunicou a você naquele dia.

3. Estudar a Palavra de Deus (2 Timóteo 2.15)

Você não pode dar aquilo que não possui. Para estar apto a compartilhar seu testemunho e o amor de Cristo com outras pessoas, é fundamental que você participe de um grupo saudável de estudo bíblico ou se inscreva num curso bíblico por correspondência. A diferença entre um cristão e um servo de Cristo é o estudo bíblico.

4. Memorizar a Palavra de Deus (Salmo 119.11)

Memorizar textos bíblicos faz com que a Palavra de Deus se torne parte de você e é a maneira mais rápida de crescer em Cristo. Esse recurso também lhe será extremamente proveitoso quando você tiver necessidade urgente de orientação e não possuir nenhuma Bíblia à mão. Uma prática que auxilia a memorização é a de escrever versículos específicos num cartão a fim de que a pessoa possa levá-lo e ler, várias vezes ao dia, os versículos nele escritos.

A reflexão diária nos textos lidos da Palavra de Deus irá ajudá-lo a aplicar os princípios bíblicos à sua vida. Busque maneiras de colocar em prática no seu viver tudo o que você tem aprendido.

5. Meditar diariamente na Palavra de Deus (Salmo 119.15-16)

A reflexão diária nos textos lidos da Palavra de Deus irá ajudá-lo a aplicar os princípios bíblicos à sua vida. Busque maneiras de colocar em prática no seu viver tudo o que você tem aprendido.

Os propósitos que você estabeleceu para o ano novo podem influenciar seu espírito, sua alma e seu corpo se você realmente deseja aperfeiçoar sua vida íntima e seu relacionamento com Jesus Cristo. Mesmo que você falhe em algum dia, não desista. A Bíblia faz a seguinte declaração sobre o ser humano: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é...” (Provérbios 23.7). Ao investir tempo no estudo da Palavra de Deus e meditar em suas verdades, você tem condição de aplicar à sua vida o que tem aprendido nas Escrituras. O salmista afirmou: “Bem-aventurado [i.e., ‘feliz’] o homem que não anda no conselho dos ímpios [...] Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite”. É essa postura que auxilia a pessoa nas muitas decisões que precisa tomar diariamente em sua vida (cf. Mateus 4.4).

Que Deus lhe conceda um abençoado ano novo! Creio que Ele o fará SE você nutrir sua alma regularmente com a Palavra de Deus. Jesus disse: “Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4.4). (Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

domingo, 18 de dezembro de 2011

Igreja do Evangelho Quadrangular em Missões Internacionais

Atualmente fazem parte do quadro de missionários da Secretaria Geral de Missões 37 missionários que estão em 14 campos diferentes. Por motivos de segurança nem todos os missionários e paises onde moram serão divulgados.


A SGM pede às igrejas para que não exponham em seus sites e em comunidades como o Orkut informações de missionários que atuam em áreas de risco.


Missionários que estão especialmente no Sul da Ásia, no Norte da África e no Oriente Médio ou em países de minoria cristã sofrem perseguição e correm perigo.


Para maiores informações sobre o Processo Seletivo Clique Aqui

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ele Viu, Veio e Venceu

Os que vieram antes de Jesus podiam apenas dizer como uma pessoa deveria ser. Jesus, porém, mostrou isso em Seu próprio corpo. Ele não apenas indicou o ideal, como os outros fizeram, mas Ele próprio foi o ideal e o viveu diante de nossos olhos. (O. Hallesby, em “Como Me Tornei Cristão)

Ele viu

Nas primeiras páginas da Bíblia lemos que Deus, depois de criar tudo, olhou para a criação e concluiu: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia” (Gn 1.31). O homem, nesse momento, vivia em perfeita harmonia com o seu Criador e com a criação. Mas então o pecado se interpôs, o ser humano perdeu a comunhão com Deus e a criação inteira foi afetada pela queda. A maldade começou a se alastrar: “viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo o desígnio do seu coração” (Gn 6.5). Deus enviou o dilúvio e salvou unicamente a Noé e sua família. Mas o pecado sobreviveu dentro da arca, e não demorou muito para que os homens se rebelassem novamente contra Deus. Construíram a torre de Babel, e Deus teve de intervir para acabar com o orgulho ilimitado da humanidade. Assim, os homens foram dispersos por todo o globo terrestre e Deus confundiu sua linguagem. Mais tarde, Deus escolheu Abraão, e depois dele seu filho Isaque e seu neto Jacó. Deus o fez por uma razão bem específica: queria enviar um Salvador, vindo da descendência de Abraão, para resgatar a humanidade da miséria de seu pecado. Para tanto, Deus deu a Abraão a promessa de que através dele e de sua descendência toda a humanidade seria abençoada: “...em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Essa foi uma clara indicação da vinda de Jesus para salvar o mundo, pois Ele veio da linhagem de Abraão através de Isaque e Jacó, que é Israel. Pensando nesse fato, Jesus disse que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Cristo estava querendo dizer que a salvação para o mundo vem dos judeus porque Ele, como homem, descendia do povo judeu e trouxe a salvação ao mundo inteiro.

Quando Abraão se dispôs a sacrificar seu filho, Deus interferiu e não permitiu que o menino fosse morto. Mas no lugar do sacrifício de Isaque o próprio Deus, um dia, nos concederia um sacrifício de Si próprio trazendo a salvação para o mundo todo. Por esse motivo Abraão declarou profeticamente em relação a esse fato tão significativo no Plano de Salvação: “E pôs Abraão por nome àquele lugar – O Senhor Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá” (Gn 22.14). Com grande probabilidade, esse lugar onde Abraão queria sacrificar seu filho Isaque fica na cadeia montanhosa de Moriá, no monte Gólgota, onde Jesus Cristo morreu pelos pecados do mundo aproximadamente 2.000 anos depois. Deus havia eleito esse lugar, e lá Jesus quis se sacrificar por nós.

Ele veio

Ele veio como bebê, dependendo dos outros para Seus cuidados. Como criança, já começou a ser perseguido e teve de fugir.

O amor de Deus pelos homens foi maior do que a rejeição destes a Deus. Jesus veio à terra não para reinar como Rei, mas como servo, para nos salvar. Ele nasceu como bebê indefeso em condições de pobreza. Tornou-se servo por sofrer pessoalmente muito mais do que qualquer outra pessoa. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

O que significou o Natal para Deus? Em primeiro lugar, Deus separou-se de Seu Filho. O que essa separação deve ter representado para Ele? Jesus abriu mão de Sua glória no céu, que era um inimaginável reino de luz, pureza e beleza e onde incontáveis multidões de anjos O serviam, para vir à terra, dominada pelo pecado, pela impureza e pelo poder das trevas. Ele, que é a própria vida e que existe desde a eternidade, veio a um mundo onde reina a morte. Ninguém consegue imaginar e compreender esse contraste. Jesus não veio como rei, mesmo sendo Rei. Ele veio como bebê, dependendo dos outros para Seus cuidados. Como criança, já começou a ser perseguido e teve de fugir. Jesus não cresceu na riqueza, pois tinha de trabalhar pelo Seu sustento. Muitas vezes não foi compreendido pela Sua família e pelos Seus amigos. Os religiosos de Israel O rejeitavam e perseguiam. Foi chamado de comilão e bebedor de vinho e, no final da Sua vida, foi traído e negado. Seus melhores amigos O abandonaram.

Cristo foi condenado como malfeitor e humilhado, mesmo tendo feito apenas o bem em toda a Sua vida. Mas a maior dor de Jesus foi ter sido abandonado pelo Pai quando estava dependurado na cruz, porque se fez pecado por nós. Jesus veio ao mundo com o propósito de morrer em nosso lugar, para que pudéssemos viver. Jesus veio para que nós pudéssemos chegar ao Pai.

Ele venceu

Jesus não veio apenas para morrer. Ele veio para vencer. Através de Sua morte e ressurreição Ele venceu o pecado, a morte e o Diabo. Não existe destino que Ele não tenha derrotado, nem desesperança ou medo, escuridão ou perdição que Ele não tenha sobrepujado triunfalmente. “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 15.55-57). Esse é o sentido do Natal! Sem Sua morte e ressurreição não haveria festa de Natal. Por Jesus ser Deus, Ele não podia permanecer morto. O Pai O ressuscitou, Jesus retornou para a glória do Pai e voltará como Soberano sobre todo o mundo.

O Natal é para você apenas uma festa sentimental, com velas, música e presentes? Será que o Natal não significa mais do que um bebê que não sai da manjedoura a vida toda? Está na hora de oferecer um presente a Jesus, um presente que Ele merece há muito tempo: você mesmo! Entregue sua vida a Ele! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Município de Schroeder receberá Bíblia completa em Braile

Município de Schroeder receberá Bíblia completa em Braile

No dia 20 de dezembro, a Sociedade Bíblica do Brasil fará a entregará de mais uma Bíblia completa em Braile. Desta vez, a instituição beneficiada será a Biblioteca Pública Municipal Cruz e Souza, de Schroeder (SC), que receberá o conjunto de 38 volumes durante evento programado para as 15 horas. Além da versão em Braile, a Associação também receberá a Bíblia completa em Áudio, assegurando a seus frequentadores o acesso ao livro mais lido de todos os tempos.

“Abastecer bibliotecas com a Bíblia em Braile é dar oportunidade a várias pessoas com deficiência visual de ter acesso à Palavra de Deus, já que um único exemplar pode ser compartilhado de forma democrática por vários leitores”, afirma o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, enfatizando que, devido ao alto custo da publicação, para alcançar a totalidade desta população a SBB tem empreendido grande esforço no sentido de que a Bíblia em Braile esteja disponível em todas as bibliotecas públicas do País.

Entrega da Bíblia completa em braile para a Biblioteca Pública Municipal Cruz e Souza
:: Data: 20 de dezembro de 2011
:: Horário: 15h00
:: Local: Biblioteca Pública Municipal Cruz e Souza
:: Endereço: Rua Paulo Jahn, 325 - Centro Schroeder - SC

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Igreja Batista Fogo Sobre as Nações comemora 3 anos em Araras com Grande Evento Gospel



Pastor Ricardo Freitas


Araras (interior de São PAULO) Com apoio da REVISTA "REVELAÇÃO GOSPEL", a "IGREJA BATISTA FOGO SOBRE AS NAÇÕES", estará comemorando de 16 a 19 de dezembro, seu aniversário de 3 anos na cidade de Araras.

Em entrevista com Pastor Ricardo Freitas, foi confirmado a presença de pregadores e cantores da Musica Gospel Brasil:

Sexta-feira 16/12

Drª. PAULA BERNARDO E FÁTIMA MEREDIG

Sábado 17/12/

PASTOR RICARDO FREITAS E SILVIO TORNADO

Domingo 19/12

PASTOR MARCELO BOZZA E JEAN E JUNIOR

Segunda-feira 20/12

PASTOR WANDERLEY CARCELIANO - THAYARA E MARA MARAVILHA

A recompensa da Visão Celular na vida do líder


Texto: “Não se glorie o sábio em sua sabedoria, nem o forte na sua vitória, nem o rico na sua riqueza. Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.”(Jeremias 9:23,24)

Verdade Central: A Visão Celular no Modelo dos 12 não foi idealizada para recompensa financeira. Embora tenha sua proposta de prosperidade. Precisamos, no entanto, como líderes, compreender e fazer compreendido para os discípulos que a prosperidade é uma consequência para aqueles que guardam os princípios bíblicos, mas não é nosso foco principal.

Introdução: Se nos detivermos apenas no discurso e não agirmos, deixaremos de absorver o que a Visão tem de melhor. A Palavra de Jeremias 9:23,24 é clara quanto a que o Senhor se agrada em relação a nós. E em Eclesiastes 9:11, há um reforço: “Voltei-me, e vi debaixo do sol que não é dos ligeiros a carreira, nem tampouco dos sábios o pão, nem tampouco dos prudentes a riqueza, nem tampouco dos entendidos o favor, mas que o tempo e a oportunidade ocorrem a todos".

A Bíblia diz que o líder para obter recompensa, seja na Visão Celular ou em qualquer outra área, precisa buscar cumprir os princípios de Deus e saber discernir o tempo e a oportunidade.

A recompensa da Visão

Um líder de êxito é reconhecido por vários aspectos. Podemos citar como um ótimo exemplo desse êxito, o líder ter uma vida de testemunho irrepreensível. Outro aspecto que deve ser observado, e que após tanto tempo pode ter caído no esquecimento de alguns é continuar cumprindo os passos da Visão, como o líder enviar, frequentemente, discípulos para o Pré-Encontro, Encontro, Pós-encontro, Escola de Líderes etc.

Para tal, o líder precisa estar frutificando e administrando o tempo e a oportunidade que lhe é dado por Deus, visto que o tempo e a oportunidade ocorrem para todos. Neste estudo, veremos alguns outros aspectos importantes para que o líder tenha recompensa na Visão Celular no Modelo dos 12.

1. Ter uma autoridade inconfundível

O líder tem uma consciência profética que o capacita a entender e discernir a verdade e a mentira, o sim e o não, a vitória e a derrota. Está escrito em I Pedro 2:22,23: “Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano; sendo injuriado, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente.”

2. Ser um líder estável

Três características são marcantes em um líder: o pensar, o falar e o agir. Essas atitudes contribuem para a saúde espiritual do líder e, dessa forma, ele sempre estará íntegro e irrepreensível diante do Senhor.

Todo líder deve ter saúde emocional para responder como convém. A Palavra nos ensina que em tudo que falamos devemos ter um nível de resposta como convém falar. O nosso nível de linguagem é o mesmo refletido em nossa alma. Está escrito em Tito 3:8,9: “Fiel é esta palavra, e quero que a proclames com firmeza para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras. Essas coisas são boas e proveitosas aos homens. Mas evita questões tolas, genealogias, contendas e debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.”

A nossa saúde física depende da nossa saúde espiritual e emocional. Não podemos ser saudáveis fisicamente, se estamos enfermos na alma. Toda vez que o líder chegar ao nível mais elevado, será mais confrontado. Enquanto não somos confrontados, o milagre não vem. Abraão só foi pai da fé depois de confrontado. De Abraão até Paulo, todos os líderes da Bíblia tiveram seus confrontos. O líder estável tem uma posição correta e é transparente.

A recompensa vem em dois níveis: recompensa benigna e recompensa maligna. A recompensa maligna é mãe da destruição, e a benigna é mãe da restauração. A recompensa é o fruto dos sentimentos. Recompensa é mostrar benefícios, acumular tesouros na vida dos outros. Recompensa é ganhar prêmios. Existe a recompensa coletiva e a individual.

Há líderes e discípulos que sempre estão se destacando por seu trabalho incansável. Estes devem ser recompensados. Afinal, recompensa é um prêmio honesto. E, segundo Eclesiastes 9:11, o prêmio nem sempre é para aquele que corre mais, que é mais veloz, mas para aquele que chega primeiro, porque sabe discernir entre o tempo e a oportunidade.

Temos que estar, sempre, sondando nosso coração. Não podemos ser como alguns que, porque querem recompensa, correm mais velozes, mas o objetivo é apenas passar por cima dos irmãos, mostrando que é melhor. Temos que correr com honestidade.

Pedras trabalhadas são para derrubar gigantes e não para ferir os irmãos. O mais valente é aquele que conquista mais, mas de forma honesta. As células serão conquistadas quando tivermos estratégias eficazes, de acordo com a direção divina e não direção humana competitiva, que não leva a nada.

A prosperidade e até mesmo a riqueza são consequências que vêm provenientes de nossa fidelidade e não de nossa esperteza. A terra não é do mais esperto. Todo esperto será envergonhado diante de Deus, porque Ele vê todas as coisas. A fidelidade de um líder e de um discípulo é o seu maior tesouro.

Não espere colher uma semente diferente da que foi semeada. Se você quer ganhar presentes, por exemplo, precisa ser um líder e um discípulo presenteador. Tudo no Reino só acontece por legalidade. Então, busque sempre semear a semente certa, sabendo que a verdadeira recompensa que você pode ter da Visão Celular no Modelo dos 12 é ver as vidas transformadas, recebendo o caráter do Messias. O mais, Ele mesmo acrescentará.

Se você olha para sua vida e liderança e vê que, ao seu redor, muitos alcançaram o prêmio, menos você, saiba que o tempo e a oportunidade ocorrem para todos, é o que a Palavra, que não mente jamais, diz. Quem alcança o prêmio alcançou não por causa de Deus, mas pelo seu trabalho, sabendo, é claro, que Deus é Aquele que abençoa o que trabalha. Mas de igual modo, quem não alcança o prêmio, não é por causa de Deus, mas de si próprio.

Deus tem uma recompensa especial para a sua vida, tudo o que você precisa fazer é cumprir os princípios da Palavra e discernir o tempo e a oportunidade, buscando correr para agradar ao Pai. Essa deve ser sua maior motivação.

Conhecendo a Visão Celular no Modelo dos 12

" disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15)

" porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente." (Gênesis 17:2)

"O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu, o SENHOR, ao seu tempo o farei prontamente." (Isaías 60:22)

A Visão Celular é fácil, prática e possível. Não é mais uma denominação, mas um modelo de evangelização que traz crescimento, multiplicação e muita responsabilidade com a Igreja local.

O alvo da Visão é fazer de cada membro de Igreja um discípulo do Senhor Jesus, e um líder no Modelo dos 12. Essa Visão veio para nos levar a fazer exatamente o que Jesus mandou que fizéssemos: discípulos de todas as nações da terra. "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo." (Mateus 28:19)

Tudo que envolve a Visão Celular está relacionado a ganhar vidas, pois para isso Jesus veio, morreu, ressuscitou e voltará. A Visão não tem um cunho doutrinário, pois ela é devocional; é uma estratégia que atrai um resultado que todos podem experimentar e reconhecer que, de fato, só Deus dá tamanho crescimento. "De modo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento." (I Coríntios 3:7)

Quando a Visão é implantada na Igreja gera uma restauração completa. Os líderes sentem alegria em compartilhar a Palavra numa dimensão ainda maior. As pessoas são treinadas para ganhar outras vidas, há dinâmica nas reuniões, tanto nos cultos principais quanto nas células, nas macro-células, nos 12 e nas Redes, vem com uma explosão de alegria e todos os nossos objetivos são alcançados.

1. Etapas da Visão

A Visão Celular pode ser compreendida por qualquer veterano na Igreja ou novo convertido. Ela é processada de uma forma que, além de trazer muito conteúdo bíblico, adestra a pessoa em uma velocidade muito grande formando um líder de êxito em um tempo hábil.

As etapas da Visão Celular são: "GANHAR", "CONSOLIDAR", "DISCIPULAR" e "ENVIAR".

GANHAR

Acontece através do evangelismo pessoal, das células de multiplicação, cultos das Redes e cultos de celebração. Podemos realizar programas que atraiam as pessoas segundo a sua faixa etária, como chás, cafés, jantares, reuniões de oração, lazer com propósito evangelizador etc. Devemos sempre utilizar recursos, buscando alternativas que funcionem; tudo debaixo da direção de Deus.

CONSOLIDAR

É o processo de firmar o novo convertido na fé, é doutrinar, ensinar o caminho, tirar das trevas para a luz. Esse é o processo mais singular da Visão Celular, tanto que chamamos a consolidação de "pulmões da Visão". A consolidação bem planejada é o sustentáculo da multiplicação.

Quando alguém aceita a Jesus, como Senhor e Salvador de sua vida, precisa de cuidado e acompanhamento, para que sinta-se seguro e possa, dessa forma, ser conduzido ao Pré-encontro, Encontro e Pós-encontro. Aí o novo discípulo será incentivado a ingressar na Escola de Líderes e cumprir todas as etapas da Visão Celular como:

1. Pré-encontro:

O Pré-encontro acontece uma vez por semana durante um mês e cada reunião tem a duração de uma hora. Objetiva esclarecer para o novo convertido os princípios básicos da Palavra de Deus, estimulando-o a ir ao Encontro, que é tremendo!

2. Encontro

O Encontro tem a duração de três dias. Sempre que possível, deve ser realizado em um lugar fora da cidade para que as pessoas possam ficar longe do contato secular.

No Encontro, as feridas são saradas, o caráter é tratado, somos levados a um genuíno arrependimento e comunhão profunda com Deus. Saímos confrontados pelo ensino da Palavra e com a responsabilidade de ganharmos as pessoas para Jesus.

3. Pós-encontro

O Pós-encontro segue os mesmo princípios do Pré-encontro e capacita o discípulo a vencer os contra-ataques do diabo, resistindo a cada um deles.

É de fundamental importância fazer o Pós-encontro, pois o inimigo tentará atacar em cinco áreas específicas: família, amigos do passado, finanças, saúde e mente.

DISCIPULAR

Quando o discípulo ingressa na Escola de Líderes, recebe inúmeros ensinamentos acerca da Palavra de Deus e recebe ainda mais do caráter de Cristo a cada lição. Isso gera um desejo de não apenas ganhar as vidas, mas discipulá-las. Então, no segundo bloco da Escola, o aluno já está liberado, debaixo do acompanhamento do seu discipulador, para começar a liderar uma célula.

O aluno da Escola de Líderes deve procurar ser um excelente aluno, colocando todos os ensinamentos recebidos em prática no dia-a-dia, principalmente quando estiver discipulando as vidas que o Senhor confiará em suas mãos.

É muito importante ter zelo no cuidado com os discípulos, pois isso os faz sentirem-se amados e criará neles o desejo de serem líderes que formarão posteriormente outros líderes. Nesse processo, as gerações começam a ser levantadas.

ENVIAR

Enviam-se os discípulos quando eles estão preparados para liderar células. Nessa etapa da Visão Celular, o líder forma a sua 1ª geração, realiza seus próprios Encontros, possui Escola de Líderes sob a sua direção; está conquistando territórios. Enfim, ele tem experimentado os resultados benéficos que a Visão Celular produz.

Na Visão Celular, o ideal antes de levar as pessoas a qualquer culto é introduzi-las sabiamente em uma célula. Muitas pessoas têm medo de Igreja, estão assustadas e traumatizadas por escândalos. Nesses casos, a reunião em casa é a melhor opção.

Quando a pessoa vai primeiro a reunião de célula para depois freqüentar a uma Igreja em Células, ela chega ao Reino com uma mentalidade de célula, o que facilita a compreensão sobre a Visão.

Um dos melhores lugares para fazer uma célula é nas casas. Vemos isso através de vários exemplos bíblicos. " Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais? E eles disseram: Rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde moras? Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima." (João 1:38,39). " todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo." ( Atos 5:42). "Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acaia em Cristo... Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da família de Aristóbulo. Saudai a Herodião, meu parente. Saudai aos da família de Narciso, os que estão no Senhor." ( Romanos 16:5,10,11).

Nas células, os discípulos são impactados por serem trazidos para a intimidade do discipulador, onde não há disfarces e todos mostram realmente quem são. Esse fato faz com que o novo convertido gere interesse de participar das reuniões e cumprir o alvo da Visão Celular: ganhar vidas. "O fruto do justo é árvore de vida; e o que ganha almas sábio é."(Provérbios 11:30

A Visão Celular tem como objetivo principal ganhar vidas, por isso é uma Visão que busca tratar caráter, confrontar pelo ensino da Palavra, produzir um genuíno arrependimento e comunhão profunda com Deus, além de gerar relacionamentos entre irmãos.

O Encontro não é a Visão Celular; é muita coisa, mas diante do tudo que Deus tem a oferecer, o Encontro não é nada. Não se atrapalhe no processo. Algumas pessoas fazem o Encontro, são impactadas, mas ficam pelo caminho, não compreendem que não podem parar no Encontro, pois Deus tem muito mais para realizar em suas vidas.

Passos para um discipulado autêntico

Amar e viver em unidade para ganhar vidas

O princípio do discipulado nos dá a idéia de que o discípulo de hoje será o mestre de amanhã. Se pudéssemos encerrar o discipulado diríamos que o verdadeiro discipulado está pronto quando se torna igual ao seu mestre.

Sabemos, entretanto, que existem aqueles que vão além do conhecimento e sabedoria daquele que os discipulou. Refiro-me ao aspecto humano, pois apesar de podermos fazer coisas maiores que o Mestre, como está registrado em João 14:12, nunca seremos maiores que Jesus. "É necessário que ele cresça e que eu diminua." (João 3:30)

No texto de Mateus 5:13 e 14, Jesus declara explicitamente uma das formas de todos reconhecerem que os Seus discípulos eram verdadeiramente Seus discípulos: se eles amassem uns aos outros como Ele os havia amado.

Em seguida, Jesus fala sobre a unidade numa oração ao Pai: "Para que todos sejam um, como tu, ó Pai o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. (João 17:21). Assim, Jesus cita mais uma característica que deve envolver os Seus discípulos que é a unidade. Deste modo, todos serão mais parecidos com Ele e revelarão mais Sua semelhança, a semelhança de amor que estava em Jesus.

Quando somos um com o nosso irmão, assim como Jesus é um com o Pai, estamos testemunhando através da nossa própria vida e atitude que Deus enviou Jesus para resgate da humanidade.

Diante de tantos textos, verificamos que os discípulos, ao apresentarem as características de seu Mestre, Jesus, serão identificados com Ele de tal modo, que todos reconhecerão que são verdadeiramente Seus discípulos.

Amar incondicionalmente para formar

O amor de Deus, manifestado em Cristo Jesus, é o princípio fundamental de todo o Novo Testamento e das Boas Novas do Evangelho (João 3:16). Todo o discipulado é primordial para a vida do Corpo de Cristo, Sua Igreja. Assim, precisamos fazer com que os neófitos cresçam e a cada dia se pareçam mais e mais com Cristo, que é o nosso Mestre, nosso Senhor e Salvador.

Se quisermos discipular devemos, em primeiro lugar, amar. Devemos nos negar a nós mesmos, pois não é fácil tornar alguém um discípulo; investimos tempo, energia física e emocional; vencemos desafios.

Se quisermos ter êxito no discipulado, não podemos desistir, pois o discipulado será sempre um desafio. Alguns discípulos desistem; outros querem um lugar de privilégio; outros se dizem dispostos a tudo, mas recuam.

O discipulador deve estar firme para agir independentemente de qualquer "mas", a fim de tratar o caráter do discípulo e socorrê-lo, incondicionalmente. "Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há tropeço."(I João 2:10)

Amar derramando a vida de Cristo

Todos os segmentos da Igreja devem estar preocupados em criar condições favoráveis para o discipulado, de modo que o ensino da Palavra se torne uma prática constante. Temos que preservar a unção que da parte do Pai recebemos.

O discipulador deve estar adestrado, formado, equipado e ser excelente conhecedor da Palavra, para que o inimigo não o envergonhe. A Igreja de Jesus deve buscar o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério e para a edificação do Corpo de Cristo. "Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo." (Efésios 4:13)

À medida que uma pessoa está sendo discipulada, ela também está sendo doutrinada à luz dos conceitos teológicos daquele que a discipula. Assim os primeiros convertidos à fé cristã, relatados no Novo Testamento, perseveravam na doutrina dos apóstolos (Atos 2:42).

O apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo, diz: "Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência..." (II Timóteo 3:10). O ensino doutrinário está inserido no próprio contexto do discipulado.

Equipar o discípulo é dar-lhe condições de desempenhar bem o seu papel. É ensinar-lhe a fazer, fazendo. É ensinar-lhe a guardar, isto é, a obedecer todas as coisas que Jesus ordenou.

Jesus aplicou muito bem este tipo de didática, enviando os 12 com a missão de pregar o Evangelho às ovelhas perdidas da casa de Israel, anunciando que era chegado o reino dos céus. Jesus os equipou, dando-lhes poder para expulsar os espíritos imundos e para curar toda a enfermidade e todo o mal (Mt 10:1).

O Mestre nos ensinou que equipar, passar a visão doutrinária, derramar a vida de Cristo no discípulo é responsabilidade do discipulador, é tarefa do líder que está sobre derramar sobre o discípulo.

Se assim nos portarmos, teremos uma Igreja forte, onde os princípios do Reino estarão instalados num discipulado que tem como base o amor incondicional de Deus por nós e de nós por nossos discípulos. "Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor." (I João 4:8)
Viver a Visão Celular

Estamos vendo em todo o Brasil e além fronteira o êxito da Igreja Celular na vida de cada líder. É estimulador notarmos como cada um deles tem se comportado e atuado na visão.

Deus tem agido para com a Igreja de forma maravilhosa, pois alguns novos convertidos, com aproximadamente um ano de vida cristã já podem ter células, se passaram pelo processo inicial da Visão.

Nestes anos temos acompanhado o desenvolvimento de cada um que decidiu abraçar a Visão Celular com grande eficiência, porque a Visão foi vivida no ministério, foi experimentada e colocada em prática.

Formas de viver a Visão Celular:

1. Nos lares

Viver a Visão dentro de cada lar não representa apenas ter uma reunião de célula dentro de casa, vai muito além. Viver a Visão dentro dos lares fala de, primeiramente, cada líder viver de forma santa e digna, pois a nossa voz nos lares é o nosso testemunho.

Sabemos que falamos através da nossa vida. Sabemos ainda que nossas atitudes falam mais alto do que qualquer palavra que possa sair de nossos lábios. Portanto nossa casa deve ser a extensão da Igreja. E assim como a Igreja não cresce pelo que fala, mas principalmente pelo que vive, nos lares não deve ser diferente.

A família é a célula principal. Essa não é uma frase demagógica, mas uma verdade do Reino. A Visão tem sido vivida pelos queridos discípulos que já entenderam que verdadeiramente família é a célula principal.

O objetivo da Visão Celular é que cada casa se torne instrumento de Deus, para que muitas vidas circunvizinhas conheçam a graça redentora de Jesus Cristo. É por isso que afirmamos sobre a importância de viver a Visão dentro de casa e estabelecer, no lar, os princípios do Reino de Deus.

Quem vive os princípios do Reino e abre a sua casa para essa Visão, para receber uma célula, está abrindo o caminho da salvação para muita gente, pois é no lar onde a visão corre velozmente e a legalidade está implantada.

2. Viver a Visão no trabalho

O nosso ambiente de trabalho é outro lugar onde devemos viver a Visão. Afinal, como filhos de Deus, devemos dar um bom testemunho em todo lugar.

Não são poucas as pessoas que relatam sobre o fato de terem células nos seus trabalhos. Muitos conseguiram ganhar vários colegas de trabalho, o chefe, enfim. Isso é um tremendo testemunho de como a Visão funciona.

A Visão Celular nos devolveu a missão de evangelizarmos. Deus tem se alegrado com essa atitude dos santos. A nossa esperança é que a Visão se alargue e que cada célula se reúna em uma casa.

3. Viver a Visão em todo lugar

A conquista sempre está diante dos nossos olhos: Deus nos entregou territórios. Milhares de discípulos da Visão Celular estudam em colégios, faculdades, andam pelos lugares mais diversificados possíveis. Entendemos que Deus abriu essa porta.

Não podemos mensurar as centenas de vidas que já foram ganhas por intermédio da Visão Celular nos lugares mais variados possíveis. Os colégios e as faculdades se tornaram um grande celeiro. Técnicos, mestres e alunos em geral têm feito uma decisão ao lado de Cristo. A Visão não tem limites quando tomamos o cetro de autoridade.

O principal de tudo isso é ter a consciência de que onde estamos plantados aí devemos dar o nosso fruto, um fruto que permaneça. Se a Visão entrou em nós, de fato vamos falar de Jesus com alegria. Em todo o tempo é tempo de testemunhar a Visão.

Somos os verdadeiros arautos de Deus e Ele nos chama para ministrarmos a Sua palavra. Você, que é nascido de novo, tome o cetro de autoridade e ministre o Evangelho do Reino onde você estiver.

Não interessa a denominação da qual você faz parte, o que devemos fazer é colocar ação à nossa fé e fazermos o que Deus mandou que fizéssemos: pregar a Palavra a tempo e a fora de tempo como está escrito em I Timóteo 4:2.

Na Igreja Celular temos uma vantagem: sabemos o que fazer com o resultado, com o fruto, com as vidas que se convertem. É por isso que a Visão Celular deve ser considerada como uma preciosa ferramenta de Deus para os últimos tempos.

Vivamos a Visão Celular. Deus está levantando um povo que já entendeu que é tempo da última colheita, que é tempo de fazer exatamente o que Ele nos mandou: GANHAR VIDAS.

Uma Igreja que não aumenta a sua membresia está fora do chamamento. Quando uma Igreja pára de crescer ela estanca, então começam as obras da carne. É como água parada, tem germes e mau cheiro.

Infelizmente é assim que estão algumas Igrejas. Não têm crescido e o inimigo utiliza essa situação para disseminar malignidade. Só há uma forma de mudar essa verdade que é permitir que as águas corram, pois águas correntes manifestam vida e renovo aonde passam (Ezequiel 47).

"... escreve a visão, e torna-a bem legível sobre tábuas, para que aquele que a ler, corra com ela... O Senhor é a minha força; torna os meus pés como os das corças e me faz andar sobre os lugares altos" (Hc 2:2 e 3:19).

Nosso alvo, dentro da Visão Celular é ter uma proposta de evangelismo prático e eficaz. De fato, esperamos que em pouco tempo atinjamos cada vez melhores resultados. Surpresos ficamos, entretanto, pelo que percebemos, pois a profecia se tem cumprido mais velozmente do que esperávamos.

Já sofremos bastante, pois a Visão, apesar de ser simples e fácil, fora demasiadamente grande para a estrutura existente. Porém, buscamos o socorro do alto, da parte do grande Deus, para solucionar as dificuldades que ocorreram.

Deus que é Maravilhoso e rico em misericórdia nos deu graça. Sabemos hoje que a Visão é de fato tudo aquilo que o Senhor dissera que ela é, e Ele fez tudo aquilo que prometera fazer.

O Senhor nos deu muitas palavras que enriqueceram a Visão Celular no Modelo dos 12 na sua integridade. Percebemos que o nosso êxito depende da seriedade com que encaramos a Visão na qual estamos caminhando.

Não nos aventuramos na Visão; cremos e seguimos. Alguns líderes, por orgulho e até mesmo por não se submeterem à legitimidade da Visão, tentam mudar os princípios básicos dela, trazendo transtornos e, claro, obtendo resultados traumáticos. Alguns especuladores estiveram utilizando a Visão para o seu próprio benefício.

Neste tempo houve líderes que não pensaram no Reino, na Igreja, na coletividade, porém trabalharam para si, pensando em si, legislando em causa própria. Isto foi muito ruim para o todo da Visão que, por causa desses, recebeu uma interpretação equivocada. Porém, Deus é fiel.

A história da Visão deu uma virada. Claro que tivemos diversas lutas, porém tivemos muito êxito. É tempo de usufruirmos o que Deus está nos entregando. Muitas denominações, que com maturidade abraçaram a Visão Celular estão em pleno êxito.

Muitas Igrejas cresceram, alargaram suas tendas e tiveram o histórico de seus ministérios totalmente mudados. Em Manaus não foi diferente. Hoje, muitas Igrejas, Apóstolos e Pastores em Manaus, em nível denominacional, abraçaram a Visão como Assembléia de Deus, Igreja Quadrangular, Pentecostal, alguns segmentos Presbiterianos e Batistas, como também Igrejas livres.

Os céus da nossa cidade estão limpos e abertos para a Visão que vem do coração de Deus. E uma grande maioria na cidade, entre ímpios e santos, falam sobre células, porque já é comum a linguagem sobre a Visão da Igreja Celular.

Muitas Igrejas em Manaus, principalmente as Igrejas livres, adotaram, e não adaptaram, a Visão e estão obtendo êxito. Podemos afirmar que Em Manaus, quase não há desvios da Visão, porque temos líderes arautos, atalaias que têm ajudado os demais para que a Visão não corra solta, sem direção. Esta estratégia de Deus para os últimos dias, seguida dentro dos princípios é, verdadeiramente, uma bênção.

É comum afirmarmos que a Visão correu mais veloz que a corça. Essa afirmação dá-se em decorrência do impacto causado na Nação. Não há um líder de expressão que não tenha ouvido sobre tal assunto nestes últimos anos. Ainda que nem todos tenham aderido à visão, alguns são simpatizantes e outros quase aderiram.

Não foram poucos os que não aderiram a Visão Celular por medo ou porque dependem de algum tipo de direção. Houve ainda os que não absorveram a Visão por terem sido discipulados contra a mesma. Porém, quando o entendimento se abrir, começará um outro momento para eles.

Ninguém impedirá o processo da Visão Celular no Modelo dos 12, pois ela veio do coração de Deus como uma estratégia poderosa para alargar as tendas e firmar as estacas. Vamos nos envolver nessa obra, crédulos que o Senhor começou a fazer uma coisa nova. "Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo." (Isaías 43:19)

"Homens valentes adestrados para a guerra, que sabiam manejar escudo e lança; seus rostos eram como rostos de leões, e eles eram tão ligeiros como corças sobre os montes." (I Crônicas 12:8)

Para o avivamento acontecer as pessoas precisam de um coração disposto a orar e a buscar ao Senhor. " se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (II Crônicas 7:14).

Precisamos de um povo que busque sempre estar em família, em comunhão, que sinta a necessidade do outro, vivendo em harmonia, sendo fiel ao próximo e às células. Vivemos em um mundo que se preocupa apenas com os seus próprios interesses e não vê o ser humano como pessoa, que tem raça, cor, cheiro, que necessita ser ouvido, respeitado.

Nossos conceitos têm sido mudados ao longo da nossa história. Não podemos viver o presente sofrendo por um passado que nos trouxe sérios problemas, por não termos tido nossos direitos respeitados com dignidade.

A vida nos oferece coisas bem mais acentuadas do que ficarmos presos a uma época que nos oprimia e massificava, que foi cruel e não nos tratou como gente. Muitos morreram lutando para que hoje pudéssemos ter um futuro melhor, mais adequado e mais acessível, para alcançarmos uma nova conquista e trilharmos uma nova caminhada de fé. Mediante a fé o Espírito de Deus conquistará e controlará as nossas vidas e o nome do nosso Pai será glorificado.

O mundo busca auto-satisfação; tem uma fome incontrolável que gira em torno do seu próprio egoísmo, do eu sou, eu tenho, eu posso. Porém, nós que somos salvos, vivemos e caminhamos de acordo com a Palavra de Deus, fomos escolhidos e chamados por Jesus para manifestação da Sua glória.

Nós que somos filhos de Deus somos diferentes dos padrões do mundo e devemos fazer diferença. Fomos chamados para sermos vasos de Deus. Para que isso aconteça é necessário dedicarmo-nos a Ele completamente e esvaziarmo-nos de nós mesmos, sendo vasos totalmente comprometidos no serviço do Reino.ÂÂ

Precisamos render graças ao Senhor em qualquer circunstância e ter uma visão mais ampliada, crendo que a Sua glória poderá ser manifestada aos homens. Embora não tenhamos, em meio a uma circunstância adversa, prova visível para os nossos olhos, ou prova audível para os nossos ouvidos, ou prova tangível para nossas mãos, que confirmem que o Senhor está cumprindo Seu plano em nós, vamos exercitar a nossa fé no Deus do impossível e confiar nas suas promessas (Hebreus 10:23). Assim nos tornaremos vasos preciosos nas mãos de Deus.

Hoje Deus convoca o Seu povo a uma consagração plena e total. Deus tem um chamado específico para a Sua Igreja: cumprir a Grande Comissão do Mestre. "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém" (Mateus 28:19-20)

Podemos ver em inúmeros textos bíblicos personagens da história que abriram sua própria casa para fortalecer laços de relacionamento e discipulado. Tomemos como exemplo o profeta Samuel. Ele reuniu grupos ao seu redor, hoje usamos a nomenclatura célula, a estes ele chamava de filhos dos Profetas.

Os grupos de filhos dos Profetas eram encontrados em Siló, Gilgal, Betel, Samaria e Ramá. " todos os profetas, desde Samuel e os que sucederam, quantos falaram, também anunciaram estes dias." (Atos 3:24).

Samuel, exemplo de profeta, homem de uma vida irrepreensível, estabeleceu em sua casa, na cidade de Ramá, uma Escola de Profetas. Antes ele percorria todo o seu território, como itinerante, supervisionando e administrando os negócios do povo (I Sm 7:15-17).

Em nosso coração há um desejo de alcançar vidas, fortalecer células e conquistar nações. Vamos voltar os nossos olhos para Deus a fim de ampliarmos a nossa visão, não cumprindo a nossa missão de qualquer forma, mas ouvindo de Deus o que Ele quer que façamos pela Menina dos Seus olhos, Seu povo escolhido, a Igreja, e pela nossa rua, bairro e Estado.

Que haja um crescimento abundante da Palavra onde quer que esteja instalada uma célula e a unção multiplicadora do Pai se faça presente. Se cada um decidir ser uma bênção, fazer a vontade do Pai, alcançaremos as nações para Jesus. Ele cumprirá em nós a Sua Palavra: "Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens" (Mateus 4:19).

Sabemos que à luz do Novo Testamento, o discipulado deve ocupar um lugar de destaque em toda e qualquer comunidade cristã. E para que isso seja uma realidade, devemos tomar como orientação os exemplos deixados pelos Apóstolos e principalmente por Jesus.

A ordem é fazer discípulos e nesta ordenança todo e qualquer filho de Deus se enquadra, pois é alvo legítimo do mandamento de discipular contido em Mateus 28:19. Fazer discípulo leva tempo, mas é a maneira mais eficaz, certa e segura de efetivamente alcançarmos o mundo.

É fácil fazer um membro de Igreja, porém é uma ciência gerar um discípulo, até formar Cristo nele. "Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós" (Gálatas 4:19).

No início de Seu ministério, Jesus chamou 12 homens que se constituíram em 12 discípulos e depois 12 Apóstolos. Jesus estava iniciando um trabalho no qual iria discipular, preparar e equipar pessoas para a obra que Ele próprio estava anunciando ao mundo: o estabelecimento de um Reino que jamais teria fim (Daniel 2:44; Mateus 4:17).

Jesus ensinou aos Seus discípulos todas as coisas. "Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo..." (Mateus 5:13-14). Jesus se tornou um expositor do Evangelho, ensinando aos Seus discípulos, em todos os momentos, assuntos relacionados desde a Lei e os Profetas, até o novo mandamento.

"... Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (João 13:34,35)

A Visão nasceu para conquistar a Terra

"Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão." (Salmos 2:8)

"...deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar." (Gênesis 22:17)

Quantos querem receber a unção da multiplicação? Para que a Visão funcione, é necessário que todos na Igreja, passem pelos processos da Visão. Após conclusão das fases, teremos outras conquistas ao longo da caminhada.

Deus tem-nos falado sobre uma Visão que não ficará restrita apenas ao nosso território geográfico: além de conquistar as nossas cidades e Nação, também varará as fronteiras, trazendo muitas vidas envolvidas na Visão Celular.

O Brasil é o shofar das nações. A palavra shofar significa convocação. O shofar era tocado para convocar para a guerra, o louvor, a adoração, um novo momento, uma função determinada. O shofar é a voz de Deus chamando o Seu povo.

Afirmamos que o Brasil é o shofar das nações porque cremos que nossa Nação é o shofar da Visão Celular. Não estamos-nos colocando maiores que os outros, mas estamos crendo na responsabilidade incomensurável que o Senhor colocou em nossas mãos.

Deus já nos tem usado para levarmos esta Visão às nações, e, o mais curioso, para onde mais? Simples: para Jerusalém!

Recebi a palavra de que o Brasil é o shofar das nações em En-Gedi, Jerusalém. Guardei-a no coração, depois compartilhei com alguns discípulos... Mais tarde, ao ministrar um seminário sobre Tabernáculo, um homem de Deus, judeu crente, que me ouvia, esperou-me com lágrimas nos olhos, abraçou-me profundamente e falou: "Eu estava na Inglaterra há dois anos, quando Deus me disse: O Brasil é o shofar das nações. Eu queria lhe entregar esta palavra, mas em seguida saiu e não nos vimos mais durante toda a nossa estada em Jerusalém."

Na madrugada em que íamos regressar para o Brasil, fomos orar no Muro das Lamentações. Quando saíamos daquele lugar, este mesmo homem veio ao meu encontro, e, com um sorriso muito extenso, abraçou-me e disse: "Lembra? O Brasil é o shofar das nações". E a palavra penetrou como espada.

Hoje, quando ministro que somos o shofar das nações, falo de uma convicção interior e de uma promessa. A Visão Celular sofreu muitos tipos de perseguições, porém entendo que era o Senhor quem estava por traz, permitindo cada uma delas, para forjar o caráter da Visão e fazer uma seleção, para que alguns não entrassem na Visão fora da hora do Senhor.

Temos entendido que o Senhor usará a Visão como ferramenta para mudar o histórico das nações da terra, e, nesta conquista, a nação brasileira, será como ponta de lança da Visão Celular.

Quero estimular o seu coração para juntos cumprirmos o propósito de Deus, pois o Senhor tem uma promessa grandiosa e essa promessa só se cumprirá se velarmos por ela.

Você e eu somos responsáveis por esse milagre. O Brasil tem sido chamado de celeiro de missões e terra do avivamento. Tomemos posse destas verdades e façamos valer a verdade do Pai. Gostaria que você dissesse para si mesmo: "Eu sou o shofar da nação, para as nações."

Neste encorajamento, avance para que o propósito divino se cumpra e para que sejamos um instrumento usado para que esta palavra se manifeste. Que você seja ampliando em seu conceito sobre a Visão Celular. Espero que a sua vida se torne um referencial da Visão para o acréscimo do Reino de Deus.

Visão Celular - O por quê dos 12?

12 é o número que fala da totalidade perfeita. Na economia de Deus, 12 é a perfeição na ciência e no conhecimento.

Israel tinha 12 estandartes quando saiu do Egito. "Assim partiram pela primeira vez segundo a ordem do SENHOR, por intermédio de Moisés. Porque primeiramente partiu a bandeira do arraial dos filhos de Judá segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Naassom, filho de Aminadabe. E sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar. E sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom. Então desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo. Depois partiu a bandeira do arraial de Rúben segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur. E sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai. E sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel. Então partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros levantaram o tabernáculo, enquanto estes vinham. Depois partiu a bandeira do arraial dos filhos de Efraim segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde. E sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur. E sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni. Então partiu a bandeira do arraial dos filhos de Dã, fechando todos os arraiais segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Aieser, filho de Amisadai. E sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã. E sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã. Esta era a ordem das partidas dos filhos de Israel segundo os seus exércitos, quando partiam." (Números 10:13-28).

Jacó teve 12 filhos, dos quais saíram as 12 tribos de Israel. " serão aquelas pedras segundo os nomes dos filhos de Israel, doze segundo os seus nomes; serão esculpidas como selos, cada uma com o seu nome, para as doze tribos."(Êxodo 28:21)

Josué separou 12 pedras, e nelas escreveu os nomes das 12 tribos. "Tomai do povo doze homens, de cada tribo um homem. E mandai-lhes, dizendo: Tirai daqui, do meio do Jordão, do lugar onde estavam firmes os pés dos sacerdotes, doze pedras; e levai-as convosco à outra margem e depositai-as no alojamento em que haveis de passar esta noite. Chamou, pois, Josué os doze homens, que escolhera dos filhos de Israel; de cada tribo um homem. E disse-lhes Josué: Passai adiante da arca do Senhor vosso Deus, ao meio do Jordão; e cada um levante uma pedra sobre o ombro, segundo o número das tribos dos filhos de Israel. Para que isto seja por sinal entre vós; e quando vossos filhos no futuro perguntarem, dizendo: Que significam estas pedras. Então lhes direis que as águas do Jordão se separaram diante da arca da aliança do SENHOR; passando ela pelo Jordão, separaram-se as águas do Jordão; assim estas pedras serão para sempre por memorial aos filhos de Israel. Fizeram, pois, os filhos de Israel assim como Josué tinha ordenado, e levantaram doze pedras do meio do Jordão como o SENHOR dissera a Josué, segundo o número das tribos dos filhos de Israel; e levaram-nas consigo ao alojamento, e as depositaram ali."(Js 4:2-8)

Doze homens foram espiar a Terra Prometida. " falou o Senhor a Moisés, dizendo: Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada um príncipe entre eles. E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo a ordem do Senhor; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel. E estes são os seus nomes: Da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur; Da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori; Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné; Da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José; Da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num; Da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu; Da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi; Da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi filho de Susi; Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali; Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael; Da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi; Da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui. Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oséias, filho de Num, Moisés chamou Josué." (Números 13:1-16)

Davi tinha 12 chefes das tribos de Israel. "Então os chefes dos pais, e os príncipes das tribos de Israel, e os capitães de mil e de cem, até os chefes da obra do rei, voluntariamente contribuíram. E deram para o serviço da casa de Deus cinco mil talentos de ouro." (I Crônicas 29:6,7)

Salomão tinha 12 chefes, chamados príncipes. " tinha Salomão doze oficiais sobre todo o Israel, que proviam ao rei e à sua casa; e cada um tinha que abastecê-lo por um mês no ano."(I Reis 4:7)

A Nova Jerusalém tem 12 portas. " tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel... E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro. E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais. E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo. E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda. O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente." (Apocalipse 21:12,14-21)

Jesus tinha 12 anos quando ascendeu a Jerusalém para fazer o Bar Mitzvah.", quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré. E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa. E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa." (Lucas 2:39-42)

Após subir ao monte para orar, Jesus escolheu 12 discípulos. " subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar. E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios. A Simão, a quem pôs o nome de Pedro. E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão. E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão o Zelote. E a Judas Iscariotes, o que o entregou." (Marcos 3:13-19)

Os discípulos de Jesus, posteriormente, tornaram-se 12 Apóstolos. " aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus. E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos." (Lucas 6:12,13)

O Modelo dos 12 nos devolve ao sacerdócio, deve estar no peito. "Farás também o peitoral do juízo de obra esmerada, conforme à obra do éfode o farás; de ouro, de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido o farás. Quadrado e duplo, será de um palmo o seu comprimento, e de um palmo a sua largura. E o encherás de pedras de engaste, com quatro ordens de pedras; a ordem de um sárdio, de um topázio, e de um carbúnculo; esta será a primeira ordem. E a segunda ordem será de uma esmeralda, de uma safira, e de um diamante. E a terceira ordem será de um jacinto, de uma ágata, e de uma ametista. E a quarta ordem será de um berilo, e de um ônix, e de um jaspe; engastadas em ouro serão nos seus engastes. E serão aquelas pedras segundo os nomes dos filhos de Israel, doze segundo os seus nomes; serão esculpidas como selos, cada uma com o seu nome, para as doze tribos." (Ex 28:15-21).

Cada um dos 12 é uma pedra preciosa de valor.

O objetivo dos 12 é possibilitar que toda a Igreja seja ministrada na mesma linguagem, e que todos sejam acompanhados individualmente. O objetivo funcional é que todos os 12 tenham células, façam o Reencontro e Encontro de Níveis, bem como os demais Encontros que a Visão oferecer, pois na Visão Celular, todos são convocados a serem líderes e precisam de treinamento.

Paragominas (PA) receberá Bíblia completa em Braile

No dia 05 de dezembro, a Sociedade Bíblica do Brasil fará a entrega de mais uma Bíblia completa em Braile. Desta vez, a instituição beneficiada será a Fundação Cultural Tancredo Neves – Biblioteca Pública Municipal Welton Marques Gonzaga, de Paragominas (PA). A doação do conjunto de 38 volumes será às 16h e a expectativa é que cerca de 100 pessoas, entre deficientes visuais e seus familiares, entre outros convidados, compareçam à cerimônia. Além da versão em Braile, a instituição também receberá a Bíblia completa em Áudio, assegurando a seus frequentadores o acesso ao livro mais lido de todos os tempos.

Entrega da Bíblia completa em braile para a Fundação Cultural Tancredo Neves – Biblioteca Pública Municipal Welton Marques Gonzaga, de Paragominas (PA)
:: Data: 05 de dezembro de 2011
:: Horário: 16h00
:: Local: Fundação Cultural Tancredo Neves – Biblioteca Pública Municipal Welton Marques Gonzaga
:: End.: Av. Presidente Getúlio Vargas, s/n – Centro Paragominas - PA

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vitimizando os Cristãos

Teorias e terapias de aconselhamento psicológico deram aos americanos uma nova maneira de pensar e fizeram dos EUA uma cultura terapêutica do ego – onde o eu e como ele se sente sobre si mesmo estão no centro de todo propósito (naturalmente, essa tendência não se limita aos EUA. Ela logo se espalha pelo mundo ocidental, razão porque este artigo tem validade para muitos outros países – N. R.). As pessoas aderiram a um modo de pensar psicológico que coloca as privações e as “feridas” emocionais como as causas principais de quase todos os problemas pessoais e sociais. Esse modo de pensar tem o potencial de fazer com que todos sejam vítimas que precisam dos serviços do sistema de saúde mental que se expande cada vez mais. Quinze anos atrás, Charles Sykes escreveu um livro intitulado A Nation of Victims: The Decay of the American Character (Uma Nação de Vítimas: A Decadência do Caráter Americano), no qual diz:

O ethos [síntese dos costumes de um povo] da vitimização tem uma capacidade interminável não apenas de eximir uma pessoa da culpa e de remover toda sua responsabilidade numa torrente de explicações – racismo, sexismo, pais desajustados, vícios, e enfermidades – mas também de projetar a culpa sobre os outros.[1]

Sykes também diz: “O impulso de escapar da responsabilidade pessoal e culpar os outros parece muito mais profundamente arraigado na cultura americana”.[2] Na verdade, ele declara: “O Hino Nacional tornou-se A Lamúria”, e explica, “Cada vez mais, os americanos agem como se tivessem recebido uma permissão para escaparem permanentemente do infortúnio e uma liberação contratual da responsabilidade pessoal”.[3]

O modo de pensar psicológico

O modo de pensar psicológico evoluiu a partir do desenvolvimento razoavelmente recente da psicologia clínica (incluindo a psicoterapia, a psicologia do aconselhamento, e o aconselhamento familiar e matrimonial), que nasceu em faculdades e universidades em torno de 1950 e se expandiu por meio da política e do dinheiro.[4] Desde aquela época, a psicologia clínica explodiu até o ponto de a Dra. Ellen Herman descrever a popularidade e o impacto da psicologia no mundo ocidental em seu livro The Romance of American Psychology (O Romance da Psicologia Americana):

A introvisão (insight) psicológica é o credo do nosso tempo. Em nome da iluminação, os estudiosos prometem ajuda e fé, conhecimento e conforto. Eles inventam fórmulas seguras para uma vida feliz e planos ambiciosos para dissolver os nós dos conflitos. A psicologia, de acordo com seus incentivadores, possui respostas valiosas para nossas perguntas pessoais mais difíceis e oferece soluções práticas para nossos problemas sociais mais intratáveis.[5]

Herman também afirma:

Nos Estados Unidos do final do século XX, provavelmente vamos crer em tudo que os estudiosos da psicologia nos dizem. Eles falam com autoridade a uma vasta audiência e se tornaram figuras familiares na maioria das comunidades, na mídia, e em virtualmente todas as áreas da cultura popular. O aconselhamento deles é um grande negócio.[6]

As pessoas aderiram a um modo de pensar psicológico que coloca as privações e as “feridas” emocionais como as causas principais de quase todos os problemas pessoais e sociais.

O tipo de psicologia que tem esse poder de fazer as pessoas se tornarem vítimas é a psicoterapia com suas psicologias subjacentes, tais como a teoria do inconsciente de Sigmund Freud e a hierarquia das necessidades de Abraham Maslow, juntamente com cerca de 500 sistemas diferentes de aconselhamento e suas teorias. Afinal, quem tem uma vida perfeita? Certamente nenhum dos teóricos, os quais desenvolveram seus sistemas a partir de sua própria vida pessoal e imaginação criativa.[7]

Em seu livro Manufacturing Victims: What the Psychology Industry is Doing to People (Fabricando Vítimas: O Que a Indústria da Psicologia Está Fazendo às Pessoas), a Dra. Tana Dineen revela em que se transformou a assim chamada profissão de “cuidados e orientação”. Ela começa sua obra com as seguintes palavras e o restante do livro prova o que ela quer dizer:

A psicologia se apresenta como uma profissão que demonstra cuidado e afeição e que trabalha para o bem de seus clientes. Mas, por trás da fachada de benevolência, está uma indústria voraz, que serve a si própria e que oferece “fatos” que são geralmente infundados, fornece uma “terapia” que pode causar danos, e exerce uma influência que está produzindo efeitos devastadores no tecido social.[8]

Dineen também afirma:

Não é novidade dizer que a psicologia se tornou uma força cultural influente ou que a sociedade está se tornando cada vez mais cheia de pessoas que se consideram vítimas e que são psicologicamente carentes de uma forma ou de outra.

A novidade é que a psicologia está fabricando a maioria dessas vítimas; que ela está fazendo isso por motivos baseados no poder e no lucro (ênfase da autora).[9]

Embora, de fato, haja vítimas reais, o modo de pensar psicoterapêutico banalizou os horrores que algumas pessoas experimentaram, expandindo seu significado de forma que qualquer um, se quiser, preenche os requisitos e pode achar que tem aquele problema. O papel da vítima pode ser deveras sedutor. Além de atrair a solidariedade dos amigos, ocupar horas intermináveis de terapia psicológica centralizada no eu, e ser eximido da responsabilidade e da culpa, ser vítima fornece uma nova identidade, [permitindo à pessoa] ser o herói ou a heroína em seu próprio drama de superar obstáculos horrendos na grande busca pela cura psicológica. Em vez de ter que enfrentar o desagradável fato de seu próprio pecado sem desculpas nem razões, ou de troca de acusações, a pessoa escolhe ser vítima. A Dra. Carol Tavris e o Dr. Elliot Aronson descrevem a utilidade do fazer-se de vítima que vem da terapia das memórias recuperadas. Eles afirmam em seu livro Mistakes Were Made (but not by me): Why We Justify Foolish Beliefs, Bad Decisions, and Hurtful Acts [Erros Foram Cometidos (mas não por mim): Por Que Justificamos Crenças Tolas, Decisões Erradas, e Atos Prejudiciais]:

Por que as pessoas diriam se lembrar que sofreram experiências angustiantes se não as tivessem sofrido, especialmente quando essa crença causa divisões na família e entre os amigos? Ao distorcer suas memórias, essas pessoas podem “conseguir o que querem ao alterarem o que tiveram”, e o que querem é fazer com que sua vida presente, não importa quão desolada ou rotineira, torne-se uma vitória deslumbrante sobre a adversidade. Lembranças de abuso também as ajudam a resolver a dissonância entre “Sou uma pessoa inteligente e competente” e “Minha vida agora está realmente uma droga” com uma explicação que as faz sentirem-se bem e isentas de responsabilidade: “Não é minha culpa que minha vida esteja essa droga. Olhe só que coisas horríveis fizeram comigo”.[10]

O modo de pensar psicológico cristianizado?

A mentira de que a Palavra de Deus, a obra do Espírito Santo e a comunhão dos santos não são suficientes para curar os chamados problemas psicológicos existenciais é promovida por inúmeros líderes e aceita na maior parte das igrejas.

Sim, estamos rodeados por uma nação de vítimas com um modo de pensar terapêutico, mas, esperem – somos cristãos! Como isso afeta aqueles dentre nós que receberam nova vida através da obra completa que Jesus realizou na cruz? O que isso tem a ver com o Evangelho e com viver a vida cristã? Muito!

Quase tão logo quanto o romance da psicologia laçou os americanos, ela foi adotada pelos cristãos que acreditavam que as teorias e terapias de aconselhamento psicológico seriam úteis para ajudar os crentes. Essas ideias de aconselhamento psicológico foram trazidas para as aulas de aconselhamento pastoral em inúmeros cursos de teologia de graduação e de pós-graduação. A seguir vieram os “psicólogos cristãos”, que tramaram um plano para integrar as teorias e terapias de aconselhamento psicológico com o cristianismo, tanto para aconselhar os crentes quanto para instruir os santos sobre como viver a vida cristã. E agora, que conselho as pessoas ouvem quando estão lutando com alguma angústia emocional e algum problema existencial? “Você precisa de aconselhamento!” O que querem dizer é: aconselhamento profissional, psicoterapia e suas teorias subjacentes do ego. Por quê? Porque acreditam numa mentira que, em resumo, diz que a cruz de Cristo, a Palavra de Deus, a obra do Espírito Santo e a comunhão dos crentes não são suficientes para pessoas com problemas emocionais ou de relacionamento. Crêem que os cristãos precisam aquilo que apenas as teorias e terapias podem oferecer. Isso acontece por causa do que Sykes chama de

O triunfo da mentalidade terapêutica... que insistia em ver as questões imemoráveis da vida humana como problemas que demandam soluções. A cultura terapêutica forneceu ambos em abundância: os terapeutas transformaram os antiqüíssimos dilemas humanos em problemas psicológicos e afirmaram que eles (os terapeutas) eram os únicos que conheciam o tratamento.[11]

Essa mentira de que a Palavra de Deus, a obra do Espírito Santo e a comunhão dos santos não são suficientes para curar os chamados problemas psicológicos existenciais é promovida por inúmeros líderes e aceita na maior parte das igrejas. Um desses líderes é o Dr. Bruce Narramore, Professor Emérito da Faculdade de Psicologia Rosemead da Universidade Biola, que diz:

Acho que os críticos [da psicologia] precisam perguntar: “Por que as pessoas estão tão interessadas na psicologia?” A idéia é que deveríamos voltar aos modos antigos. Mas os modos antigos não estavam funcionando.[12]

Narramore afirma isso sem provas ou evidências e, portanto, implica que, por quase 2.000 anos, Deus falhou em dar a Seus filhos os meios de tratar dos problemas existenciais.

O problema do pecado vem de dentro de nós e a solução vem de fora de nós. Ela vem do próprio Deus por meio da cruz de Cristo.

A integração das teorias e terapias da psicologia do aconselhamento foi bem sucedida em fazer do corpo de Cristo um monte de vítimas. Se esse fosse o título de um livro, o subtítulo poderia ser “O Fim do Ministério Bíblico”. Em sua ansiosa adesão a esse tipo de psicologia, a Igreja deixou seu primeiro amor e se apaixonou pela sabedoria do homem e sua “filosofia e vãs sutilezas” (Cl 2.8; 1 Co 2). Que esse tipo de psicologia agora é algo comum nas igrejas pode ser visto na observação do Dr. Frank Furedi em seu livro Therapy Culture (A Cultura da Terapia), no qual ele diz: “Um estudo sobre ‘igrejas atraentes’ nos EUA afirma que a habilidade delas em cativar novos adeptos se baseia na habilidade de penetrarem na compreensão terapêutica dos americanos”.[13] Ele vê esse fato como uma preocupação com o ego e, realmente, tudo gira em torno do ego!

Tudo a ver com o ego

O enfoque da terapia psicológica está no ego e em seus problemas a partir da perspectiva de que o eu é essencialmente bom, mas está emocionalmente ferido pelas circunstâncias e por outras pessoas. Portanto, cada vez mais cristãos estão se vendo como vítimas inocentes com suas “falhas” e problemas existenciais devidos a outras pessoas e circunstâncias fora de seu controle. Pior ainda, alguns, que foram convencidos que a fonte de seus problemas é o que aconteceu com eles quando eram crianças, passam meses e anos na terapia e/ou na chamada cura interior. Alguns tentam obter introvisões através de lembranças de eventos reais e outros estão buscando memórias supostamente esquecidas de abuso e negligência. Outros são estimulados a ver uma figura de Jesus acrescentar algo à lembrança para curá-la ou mudá-la, mas, como isso tudo se passa na sua imaginação, eles acabam tendo um falso Jesus. A idéia em todo esse tipo de aconselhamento e cura interior é que o eu foi ferido de alguma maneira e deve ser ajudado e curado.

Dessa forma, a psicoterapia tenta consertar o ego para que a chamada bondade essencial possa ser experimentada e expressada. O modo de pensar psicológico vê o problema como se fosse exterior. A solução é encontrada no interior do eu, embora com a ajuda daqueles que têm conhecimento psicológico especial. O eu é central e deve ser nutrido com auto-amor, auto-estima, auto-valorização, sendo que todos estes devem levar à auto-realização, mas que geralmente aumenta a auto-absorção, o egocentrismo e a auto-indulgência.

Em contraposição, a Palavra de Deus apresenta a verdade sobre a humanidade: que somos pecadores por natureza e, portanto, não essencialmente bons em nós mesmos. Romanos 3.10 diz: “Não há justo, nem um sequer”. E, no versículo 23, lemos: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”. O problema do pecado vem de dentro de nós e a solução vem de fora de nós. Ela vem do próprio Deus por meio da cruz de Cristo, que suportou nosso pecado, e adquiriu uma nova vida para nós, que é recebida pela graça por meio da fé e vivida pela graça através da fé.

Vítima ou pecador?

Um dos objetivos principais de grande parte da psicologia do aconselhamento é aliviar a culpa para que os indivíduos possam sentir-se melhor acerca de si mesmos e, supostamente, conduzir suas vidas de modo mais eficiente. Ajudar um indivíduo a ver-se como necessitado, emocionalmente ferido, e maltratado ou decepcionado por outros é uma maneira conveniente de eximir-se da responsabilidade, do pecado e da culpa pessoais. Isso é o oposto do que a Bíblia diz, pois ela provê o remédio verdadeiro para o pecado e a única cura para a condição humana por meio de Cristo e de tudo o que Ele realizou para nos libertar do pecado e da culpa.

Toda a Escritura aponta para o Cordeiro de Deus morto antes da fundação do mundo. Seu ponto focal é que Jesus Cristo satisfez a ira de Deus contra o pecado, obtendo o perdão e uma nova vida para os crentes. O cristianismo tem tudo a ver com viver uma nova vida e reconhecer-se como morto para a vida velha. O cristianismo não tem nada a ver com enfocar problemas, os pecados e as limitações de outras pessoas, e também não tem nada a ver com pescar fatos do passado para consertar o presente. A vida cristã tem a ver com confessarmos nossos próprios pecados, caminharmos de acordo com a nova vida em Cristo: “esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.13-14).

A igreja primitiva tinha o único remédio para os problemas atuais e as circunstâncias passadas de todos nós: a cruz de Cristo! A magnitude do pecado de cada pessoa contra Deus, desde o berço até a sepultura, é mais do que cada um poderia imaginar, mas Jesus levou tudo sobre Si para que pudesse dar uma nova vida a todo crente. Ele, que não conheceu pecado, morreu no lugar daqueles que eram pecadores por natureza. Ele não veio para apenas reparar nossa carne (a velha natureza). Jesus veio para encravar nossa velha natureza na cruz para que os crentes, ao se identificarem com Ele, pudessem se reconhecer como mortos para a velha natureza e vivos para a nova natureza.

Até certo ponto, todos fomos afetados desfavoravelmente pelo pecado de outras pessoas, mas os efeitos adversos ou as tendências pecaminosas de nossos pais, ou as maneiras pecaminosas que aprendemos deles residem na carne (velha natureza). O problema, portanto, é nossa carne, e não algo exterior a nós mesmos, seja no passado ou no presente. A Bíblia não ensina às pessoas a nutrirem sua assim chamada “criança interior” ou a desenvolverem a auto-estima ou a esquadrinharem seus anos de infância buscando ver como os adultos falharam em relação a elas. A Bíblia não aconselha ninguém a se lembrar e a re-experimentar as dores do passado, as decepções, ou mesmo abusos, para obter crescimento pessoal ou espiritual. A Bíblia não sugere que as pessoas devem ser curadas emocionalmente antes que possam crer em Deus ou antes que possam crescer espiritualmente.

Considerando as penosas circunstâncias e a infância de muitos cristãos gentios, a igreja primitiva tinha grande número de “vítimas” em potencial (muitos nascidos e criados na escravidão, com o conseqüente abuso sexual e físico e tratados de modo desumano). Mas, a Igreja as tratou como vítimas que necessitavam de cura para suas feridas emocionais ou que precisavam lembrar da dor do passado a fim de conhecerem a Deus e crescerem espiritualmente? Não! A Bíblia não retrata os seres humanos como vítimas, mas como pecadores. Jesus morreu pelos pecadores, não pelas vítimas!

O caminho da cruz

O caminho da cruz é uma forma totalmente diferente de tratar das questões sérias da vida e com problemas existenciais. Em vez de tentar lembrar do passado e de alguma forma re-trabalhar as memórias dolorosas através da terapia ou da chamada cura interior, os cristãos precisam reconhecer que estão mortos para o passado, identificando-se com a morte de Cristo, e vivendo de acordo com a nova vida nEle. Tudo deve ser levado à cruz em vez de ser revivido e relembrado em conversações. Não obstante, muitas das pessoas que promovem esse retorno sem sentido ao passado concordam que Cristo morreu pelos nossos pecados, mas insistem em que muitos cristãos ainda precisam de cura do passado. Entretanto, cavar velhas lembranças com o propósito de mudar a vida presente é contraproducente em relação à cruz e, de fato, nega a obra acabada de Cristo.

Jesus disse: “Está consumado!” (Jo 19.30). Então nós dizemos aos amigos cristãos: identifiquem-se com essas palavras quando vocês trouxerem à cruz seus próprios pecados ou os pecados cometidos contra vocês. Reconheçam que Jesus sofreu a dor e a conseqüência eterna por aqueles pecados. Ele sentiu a dor e a agonia por todo pecado cometido contra vocês. Ele tomou tudo sobre Si e disse: “Está consumado!” Se uma lembrança voltar ao seu pensamento e provocar dor, tratem-na como uma tentação do inimigo, que quer roubar de vocês a verdade sobre o que Cristo fez e minar sua identificação com Ele, tanto em Sua morte quanto em Sua ressurreição. Satanás sempre trabalha para manter os cristãos lutando na carne, porque é aí que somos mais vulneráveis e também porque ele odeia a vida de Cristo em cada cristão. Ele fica muito satisfeito quando os cristãos andam de acordo com a carne ou com sua velha natureza. Portanto, o diabo fica satisfeito com todas as formas de terapia psicológica e formas relacionadas de cura interior, incluindo o Ministério de Oração Teofóstica.[14].

Pense biblicamente, não psicologicamente

Os cristãos precisam pensar biblicamente quando lêem livros sobre como viver e lidar com problemas existenciais. Precisam guardar sua mente quando observam ou ouvem crentes ou não-crentes conversando sobre como tratar com as questões da vida e sobre o que é ser cristão. Precisam estar alertas para expressões como: necessidades sentidas, rejeição, vidas quebradas, repressão, negação, mecanismos de defesa, complexo de inferioridade, sublimação, projeção, transferência, desajustamento, baixa auto-estima, o inconsciente, reservatórios escondidos, memórias escondidas, feridas emocionais, cura emocional, co-dependência, vício, compulsão, trauma, estresse, crise de identidade. Cada comportamento imaginável tem a possibilidade de uma descrição psicológica mal feita.

A Bíblia não sugere que as pessoas devem ser curadas emocionalmente antes que possam crer em Deus ou antes que possam crescer espiritualmente.

A utilização das terapias psicológicas ou da cura interior cega os cristãos para a glória da cruz e para o grande amor que foi derramado por eles. Aqueles que estão dispostos a encarar sua própria depravação e os pecados que continuam a cometer após terem recebido a nova vida e que percebem exatamente o que Cristo suportou no lugar deles têm uma realização muito maior no amor de Deus. Disse Jesus: “Mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama” (Lc 7.47). Assim, ao verem a magnitude do que Cristo fez ao perdoá-los, os crentes ficam conhecendo o amor dEle, e ao conhecerem e receberem o Seu amor, são capacitados a amá-lO também e o amor dEle flui do interior deles para os outros. A cruz é a resposta para todas as dores do passado, e Jesus é a resposta para todos os problemas existenciais do presente. Esta é a vitória ganha por Cristo e entretecida na vida dos crentes à medida que eles se reconhecem mortos para a vida velha e vivos para Ele. Não surpreende que o inimigo de nossa alma tenha inventado uma armadilha tão sedutora como fazer-nos ver a nós mesmos como vítimas!

Os cristãos não têm suas vidas transformadas por observarem os pecados dos outros ou por revisitarem o passado, mas por confessarem seu próprio pecado e por crerem que Jesus os libertou. Os cristãos precisam abandonar na cruz tanto seus pecados quanto os pecados cometidos contra eles, e não ficar tentando se lembrar, reconstruir, consertar, ou transformar a chamada criança interior, que é, na verdade, a velha natureza ou a carne. Eles devem viver a nova vida que Jesus lhes deu por direito, a nova vida que se estende até a eternidade. Colossenses 2.6-10 nos diz:

“Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças. Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade”.

A Palavra de Deus chama continuamente os crentes de volta à sua fonte de nova vida, de volta à fé em Cristo e a tudo o que Ele realizou para vivermos uma nova vida. Os crentes não são chamados para serem vítimas de suas circunstâncias presentes ou de seu passado ou de um poderoso inconsciente motivador supostamente formado durante o início de sua vida. Eles devem andar em fé, crescer em fé e “ser abundantes em ações de graça”. Isso não se parece com a lamúria de vítimas.

Além disso, Paulo admoesta os crentes a não deixarem que lhes roubem o que eles têm em Cristo através de “filosofia e vãs sutilezas” que os transformam em vítimas. As teorias de aconselhamento psicológico não são uma ciência. Elas caem melhor na categoria que Paulo chama de “filosofia e vãs sutilezas”. De fato, elas se assemelham mais a religião do que a ciência. O Dr. Thomas Szasz trata dessa questão claramente em seu livro The Myth of Psychoterapy (O Mito da Psicoterapia): “Aqui está uma das mais supremas ironias da psicoterapia moderna: ela não é meramente uma religião que pretende ser uma ciência, é, na verdade, uma falsificação de religião que busca destruir a religião verdadeira”.[15] As teorias de aconselhamento psicológico são coleções de opiniões humanas organizadas em moldes teóricos. Elas são invenções humanas baseadas em percepções e experiências pessoais dos próprios teóricos. Elas são “falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professando-o, se desviaram da fé” (1 Tm 6.20-21).

Mesmo quando Paulo foi espancado e deixado para morrer, ele não se viu como vítima, mas como recipiente da verdadeira vida de Cristo pela graça através da fé. Por isso, ele afirmou: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.19b-20). Em vez de serem vítimas eternas buscando ser curados de feridas emocionais, os cristãos são novas criaturas em Cristo (2 Co 5.17), totalmente equipados para enfrentarem desafios, dificuldades, decepções, perigos e toda sorte de calamidades. Cristo já obteve a vitória e “Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade” (Cl 2.10).

A vitimização desvia a atenção da responsabilidade sobre aquilo que cada um pensa, diz e faz. Ela desvia a atenção do pecado de cada um e a coloca nos pecados que outros cometeram contra eles. A vitimização desvia os crentes da cruz de Cristo. Ela rouba dos crentes a gratidão pelo dom inexprimível de Deus e por isso rouba deles também a possibilidade de uma caminhada íntima com o Senhor. Fazer com que os cristãos sejam vítimas enfraquece-lhes a fé e impede seu crescimento espiritual. Cada escolha para andar de acordo com o Espírito, pela graça através da fé, traz maturidade espiritual. Todo crente tem que escolher se quer ser uma vítima definida e criada psicologicamente ou um pecador biblicamente definido, salvo pela graça e crescendo na semelhança de Cristo. (Martin e Deidre Bobgan - PsychoHeresy Awareness Letter - http://www.chamada.com.br)

Notas:

  1. Charles J. Sykes, A Nation of Victims: The Decay of the American Character, New York: St. Martin’s Press, 1992, p.11.
  2. Ibid., pp. 14,15.
  3. Ibid., p. 15.
  4. Rogers H. Wright e Nicholas A. Cummings, eds. The Practice of Psychology: The Battle for Professionalism. Phoenix, AZ: Zeig, Tucker & Theisen, Inc., 2001.
  5. Ellen Herman. The Romance of American Psychology. Berkeley, CA: University of California Press, 1195 [sic], 1996, p. 1.
  6. Ibid.
  7. Harvey Mindess. Makers of Psychology: The Personal Factor. New York: Insight Books, 1988; Linda Riebel, “Theory as Self-Portrait and the Ideal of Objectivity”, Journal of Humanistic Psychology, primavera de 1982.
  8. Tana Dineen. Manufacturing Victims: What the Psychology Industry is Doing to People. Montreal, QB: Robert Davies Multimedia Publishing, 1996, 1998, 2000, p. 15.
  9. Ibid., pp. 17,18.
  10. Carol Tavris e Elliot Aronson. Mistakes Were Made (but not by me): Why We Justify Foolish Beliefs, Bad Decisions, and Hurtful Acts. New York: Hancourt, Inc., 2007, p. 94.
  11. Sykes, op. cit., p. 34.
  12. Bruce Narramore. Christianity Today, 17 de maio de 1993, p. 26.
  13. Frank Furedi. Therapy Culture: Cultivating Vulnerability in an Uncertain Age. New York: Routledge, 2004, p.18.
  14. Ver Martin e Deidre Bobgan. Theophostic Counselling: Divine Revelation? Or Psychoheresy? Santa Barbara, CA: EastGate Publishers, 1999.
  15. Thomas Szasz. The Myth of Psychoterapy. Garden City: Anchor/Doubleday Press, 1978, p. 28.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, agosto de 2009.

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