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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A verdade sobre a saída do Pr. Malafaia da madrugada da ‘Band’

As negociações do pastor Silas Malafaia com a “Band”, visando à renovação do contrato, começaram em julho. Neste período, ele percebeu que havia resistência da emissora, e como está na TV há quase 30 anos e conhece muito bem o meio, perguntou a um dos diretores da “Band” se alguém havia manifestado interesse em seu horário.

O mesmo lhe revelou que havia outra igreja interessada e disposta a pagar, aproximadamente, 150% a mais no valor do horário, para obter o espaço. Malafaia suspeitou que apenas dois pastores pudessem comprar este espaço: o missionário RR soares ou o apóstolo Valdemiro Santiago.

Como o Pastor Silas tem acesso a Valdemiro, ligou para o bispo Josivaldo, o segundo na hierarquia da Igreja Mundial do Poder de Deus, questionando sobre o assunto, e obteve a seguinte resposta: “Nós falamos que se o senhor não continuar, nós pegamos o horário”. E aceitaram pagar o valor que foi dito.

Malafaia disse para ele: “Josivaldo, vocês conhecessem o jogo das emissoras de TV. Eles querem usar vocês para me pressionarem a aumentar o preço do programa. Por favor, diga que não está interessado, se não vai ficar muito difícil para mim”. Mal sabia o pastor Silas que eles já haviam assinado um pré-contrato, autorizando inclusive a emissora a negociar duplicatas antecipadamente.

Uma atitude, no mínimo, desleal com o pastor Silas Malafaia, que defendeu a Igreja Mundial em seu programa, quando fecharam o templo sede.

Mediante a tudo isto, o pastor Silas Malafaia faz o seguinte comentário, baseado na Bíblia: “Com a medida que medirdes sereis medido, e mais, tudo que o homem plantar vai colher. É lamentável tudo isso”.

Malafaia acredita que o apóstolo Valdemiro é um homem de Deus e não é por causa desta falha que a sua história vai ser desmerecida. Ele pede às ovelhas para tomarem muito cuidado quando fizerem qualquer comentário acerca do apóstolo.

Finalizando, ele acrescentou que quando Deus fecha uma porta é porque vai abrir uma muito maior e enfatizou que seu desejo é que o apóstolo Valdemiro Santiago seja bênção na madrugada. “O tempo dirá quem está com a razão. Deus é justo”, disse o pastor.

Saiba + visite: http://www.verdadegospel.com/verdade-sobre-a-saida-do-pr-silas-malafaia-da-‘band’/

terça-feira, 27 de setembro de 2011

SBB recebe homenagem do Exército Brasileiro



O diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer, e o Coronel Fabrizio DiGiovani

Em 25 de agosto, Dia do Soldado, a SBB foi homenageada com o Diploma de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro. A entrega da honraria aconteceu no quartel do Arsenal de Guerra de São Paulo, no bairro Ibirapuera, zona sul da capital paulista. Na ocasião, o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer, recebeu a condecoração do Coronel Fabrizio DiGiovanni.

A SBB foi homenageada por sua destacada atuação social e cultural em algumas ações conjuntas com o Exército. A entidade já realizou, por exemplo, a distribuição de literatura bíblica no Haiti, em parceria com as tropas brasileiras em missão naquele país. Muitos soldados também já participaram do projeto A Bíblia Manuscrita da SBB.

Luz na Amazônia: Projetos Sociais da SBB

A AmazôniaOcupando mais da metade do território nacional, a Amazônia Legal abrange os Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Dona de uma beleza deslumbrante, é dominada pelas águas dos rios e pela floresta. Cerca de 60% de todas as espécies vegetais e animais do planeta vivem nessa região. O Amazonas, principal rio da Bacia Amazônica, é o segundo mais extenso do mundo e o maior em volume de água. Em contrapartida, boa parte de sua população é vítima do abandono, da pobreza, de doenças e da fome.

Composta em sua maioria por caboclos – mistura de brancos com índios – a população vive às margens dos rios em pequenas vilas ou casas isoladas, distantes quilômetros umas das outras. Chamados de ribeirinhos, moram em palafitas, casas muito simples de dois cômodos, feitas de madeira e erguidas à beira dos rios sobre estacas. As principais fontes de sustento do ribeirinho são: o extrativismo, a pesca e o cultivo da mandioca.

Em grande parte das casas não há energia elétrica e nem saneamento básico. A água utilizada para beber, cozinhar, lavar e tomar banho é a água do rio, principal responsável pelas doenças que acometem a população. Além disso, na maioria das comunidades não há postos médicos e escolas públicas.
A Amazônia

A Bíblia nos Hospitais


O objetivo desse programa é levar apoio espiritual, assistencial e emocional a enfermos hospitalizados, seus familiares e também para profissionais de instituições de saúde. O trabalho tem como base o estrito respeito à fé de cada pessoa beneficiada, sem conotação doutrinária, buscando humanizar o ambiente hospitalar, dar assistência espiritual e proporcionar paz aos enfermos, contribuindo para sua recuperação.

O programa é desenvolvido por voluntários que recebem suporte da SBB, principalmente no que se refere à doação de literatura bíblica e realização de ações de relacionamento com capelanias hospitalares. A SBB atua, ainda, como incentivadora do desenvolvimento de novos voluntários e da participação de outras instituições, visando expandir o número de pessoas beneficiadas e o crescimento do programa.

Público-alvo
:: Enfermos hospitalizados e suas famílias
:: Pessoas em situação de risco social
:: Profissionais da saúde e demais funcionários de hospitais

Objetivos
:: Oferecer amparo espiritual e emocional

Atividades
:: Distribuição de literatura bíblica
:: Realização de encontros com capelanias hospitalares

Áreas de abrangência
:: Nacional

Recursos Humanos
:: Equipe técnica
:: Voluntários (capelães e visitadores)
:: Parceiros

A Bíblia para o Jovem é o tema do Dia da Bíblia 2011


“A Bíblia para o Jovem” é o tema que vai orientar as celebrações do Dia da Bíblia 2011, no segundo domingo de dezembro. Todas as igrejas brasileiras podem participar da campanha proposta pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Baseada em Provérbios 3.6 - Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo -, tem o objetivo de conectar a juventude com a Palavra de Deus e enfatizar a importância dos princípios bíblicos para a vida.

“Desenvolvemos uma série de ferramentas para ajudar igrejas, congregações e ministérios a colocar a Bíblia no dia a dia dos jovens brasileiros. É importante que os líderes desses jovens também sejam envolvidos na preparação de uma grande celebração em torno do Livro Sagrado”, diz o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert.

O lançamento da campanha acontecerá entre os dias 27 de setembro e 13 de outubro. “Serão realizados eventos regionais em diversas partes do País, com o intuito de engajar a liderança cristã nesta grande festa em torno do livro mais lido, traduzido e produzido de todos os tempos”, explica Seibert.

Confira, a seguir onde acontecerão esses eventos:

- 27/09
:: Belém (PA) - Das 8h30 às 12h – Secretaria Regional da SBB em Belém, Av. Assis de Vasconcelos, 356.

- 28/09
:: Rio de Janeiro (RJ) - Das 8h30 às 12h – Centro Cultural da Bíblia, Rua Buenos Aires, 135, Centro.
:: Belo Horizonte (MG) - Das 8h30 às 12h – Secretaria Regional da SBB em Belo Horizonte, Rua Caldas da Rainha, 2.070.
:: Porto Alegre (RS) - Das 8h30 às 12h – Igreja Batista Filadélfia, Avenida Plínio Brasil Milano, 1.835.
:: Recife (PE) - Das 8h30 às 12h – Seminário de Educação Cristã, Rua Padre Inglês, 143, Boa Vista. - 08/10
:: Brasília (DF) - Das 8h30 às 12h – Auditório da Faculdade Evangélica de Brasília, SGAS 910 Lt 33/34, Cj. D.

- 13/10
:: Barueri (SP) - Das 8h30 às 12h – Museu da Bíblia, Avenida Pastor Sebastião Davino dos Reis, 672, Vila Porto

Entre os itens disponibilizados pela SBB estão: cartazes, material para evangelização de jovens, cofrinho para crianças, envelopes para arrecadação de ofertas pela distribuição da Bíblia, modelo para confecção de camisetas do Dia da Bíblia e Planos de Leitura da Bíblia segmentados: para crianças e jovens, além de um para a leitura da Bíblia completa em um ano. Este material pode ser solicitado através do hotsite www.sbb.org.br/diadabiblia, onde também estão reunidas informações detalhadas sobre como usar essas ferramenta e ideias para marcar o Dia da Bíblia 2011.

“As igrejas também poderão utilizar o hotsite do Dia da Bíblia para divulgar suas programações. Mas é importante que elas se mobilizem para comunicar suas ações ao maior número de pessoas possível, utilizando seus próprios meios de comunicação: boletins, jornais, informativos, programas de Rádio e TV, Internet e redes sociais”, orienta Seibert.

O Dia da Bíblia é celebrado no segundo domingo de dezembro e durante toda a semana que o precede. A SBB estará engajada na divulgação de eventos e programações, realizadas por igrejas de todo o País.

O Dia da Bíblia - Criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, o Dia da Bíblia começou a ser celebrado no Brasil em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em 1948. Graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela SBB, as comemorações se intensificaram e diversificaram, passando a incluir a realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e ampla distribuição de Escrituras - formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida.

HERÓIS DO EVANGELHO POUCO CONHECIDOS

“Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo. Se alguém se considera alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém” (Gl 6.2-4, NVI).


A Igreja é designada de corpo de Cristo. Esse corpo é formado por muitos membros. Cada um tem sua função. Por isso, cada membro é importante. Somente no nosso inter-relacionamento funcionamos plenamente. Se um membro cai, todo o corpo fica deficiente. O corpo de Cristo somente funciona com excelência quando todos os membros cooperam uns com os outros.


O livro de Atos dos Apóstolos é a história dos grandes feitos dos apóstolos. Mas, lado a lado com esses homens famosos houve muitos outros heróis anônimos, homens e mulheres pouco conhecidos, que trabalharam nos bastidores e quase não foram notados.


Os cinco diáconos sem nome: trabalho nos bastidores


“Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia” (At 6.3-5).


Todos nós conhecemos Estêvão e Filipe. Mas havia mais cinco diáconos que realizaram um trabalho igualmente importante para a igreja primitiva. Seu ministério diaconal amoroso e prático liberou os apóstolos de diversas tarefas, permitindo que cumprissem com sua incumbência de pregar o Evangelho. O trabalho desses homens quase não era percebido, mas tinha grande importância para o funcionamento do corpo de Cristo. O mesmo se dá com aqueles apóstolos que não são mencionados outras vezes no decorrer do avanço do Evangelho (por exemplo: Tomé, André, Filipe, Simão, o Zelote, Judas, filho de Tiago, Bartolomeu, Tiago, filho de Alfeu, etc.). O Senhor Jesus havia declarado acerca de todos os Seus discípulos: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós” (Jo 17.9-11).


Querido leitor, querida leitora, mesmo que você não pregue, o trabalho que você faz nos bastidores é importante quando contribui para propagar o Evangelho que outros pregam!


Ananias: obediência nas coisas pequenas




Mesmo que você não pregue, o trabalho que você faz nos bastidores é importante quando contribui para propagar o Evangelho que outros pregam!


“Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: Ananias! Ao que respondeu: Eis-me aqui, Senhor! Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando e viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista” (At 9.10-12).


Ananias não se tornou uma personalidade conhecida como Paulo, Pedro ou Tiago. Mas, por sua obediência, ele foi a chave que o Senhor usou para introduzir Saulo (Paulo) na obra do Senhor.


É justamente a obediência nas pequenas coisas que faz com que a obra do Senhor cresça e se torne grandiosa.


Lídia: o valor da hospitalidade


“Depois de (Lídia) ser batizada, ela e toda a sua casa, nos rogou, dizendo: Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e aí ficai. E nos constrangeu a isso... Tendo-se (eles) retirado do cárcere, dirigiram-se para a casa de Lídia e, vendo os irmãos, os confortaram. Então, partiram” (At 16.15,40).


Lídia se converteu, e logo abriu sua casa para Paulo e seus cooperadores. Ali, na sua casa, eles encontravam repouso e restauração. A partir dela, muitas pessoas vieram a se tornar cristãs e ali Filipe fundou uma igreja. A hospitalidade tem valor inestimável, assim como o encorajamento mútuo. Irmãos em Cristo têm seus fardos aliviados com essas práticas cristãs.


Jasom: empenho altruísta


“Os judeus, porém, movidos de inveja, trazendo consigo alguns homens maus dentre a malandragem, ajuntando a turba, alvoroçaram a cidade e, assaltando a casa de Jasom, procuravam trazê-los para o meio do povo. Porém, não os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irmãos perante as autoridades, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, os quais Jasom hospedou. Todos estes procederam contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei. Tanto a multidão como as autoridades ficaram agitadas ao ouvirem estas palavras; contudo, soltaram Jasom e os mais, após terem recebido deles a fiança estipulada” (At 17.5-9).


“Jasom os hospedou” é uma boa acusação, não é mesmo? Ele pôs sua vida em jogo por causa do Evangelho, sem discursos poderosos, mas simplesmente colocando sua casa à disposição dos judeus que haviam se tornado crentes em Jesus. O que arriscamos por Jesus?


O sobrinho de Paulo: coragem exemplar


“Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele (de Paulo), disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma. Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo. Mas o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido a trama, foi, entrou na fortaleza e de tudo avisou a Paulo” (At 23.11-12,16).




O Senhor pode usar qualquer pessoa, independentemente de sua idade, crentes jovens ou velhos, mas obedientes e destemidos.


O nome desse sobrinho de Paulo não é citado no texto bíblico. Presume-se que Paulo foi expulso de sua família quando se converteu a Jesus (veja Fp 3.8). Mas esse sobrinho, de alguma forma, tinha simpatia por Paulo. Familiares podiam visitar prisioneiros que tivessem a cidadania romana (At 24.23), e o sobrinho fez uso desse privilégio. Deus poderia simplesmente ter arrebatado Paulo, assim como fez com Filipe (At 8.39). Porém, Ele não o fez, para mostrar como é importante nossa cooperação na realização da Sua vontade. Deus poderia ter enviado um anjo, mas usou o sobrinho de Paulo para salvar a vida do apóstolo. Esse jovem teve a coragem de revelar um plano assassino. O Senhor pode usar qualquer pessoa, independentemente de sua idade, crentes jovens ou velhos, mas obedientes e destemidos. O jovem que ajudou Paulo foi corajoso por não seguir com a massa e não compartilhar da opinião da maioria.


Júlio: interferência resoluta


“Quando foi decidido que navegássemos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio, da Coorte imperial. O parecer dos soldados era que matassem os presos, para que nenhum deles, nadando, fugisse; mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu-os de o fazer; e ordenou que os que soubessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra” (At 27.1,42-43).


O centurião Júlio salvou a vida de Paulo quando outros soldados queriam matá-lo. Com isso, o Evangelho chegou a seu destino, a Roma. Você, ao se empenhar com resolução e coragem, também contribui para que o Evangelho seja difundido, independentemente de seu empenho ser reconhecido por todos ou ocorrer de forma mais escondida. Seja uma pessoa que não concorda com tudo o que o ambiente lhe sussura aos ouvidos, mas faça aquilo que o Espírito Santo o constranger a fazer.


Você é importante!


“Deus pôde usar um perseguidor como Paulo... Usou um colérico como Martim Lutero e um melancólico como John Wesley... e uma tetraplégica como Joni Eareckson Tada”.[1]




Deus pôde usar uma tetraplégica como Joni Eareckson Tada.



O corpo humano tem muitos órgãos, mas só quando todos eles operam em conjunto é que formam o corpo. O corpo de Cristo também funciona assim. Os crentes devem evitar dois erros muito comuns: (1) ter orgulho de suas capacidades ou (2) achar que não têm nada a oferecer à comunhão dos cristãos. Ao invés de nos compararmos uns com os outros, deveríamos usar os diferentes dons que Deus nos deu para espalhar a boa mensagem do Evangelho... Paulo, ao usar o corpo como analogia, salienta a importância de cada membro da Igreja. Quando uma parte aparentemente sem importância deixa de funcionar, o corpo todo fica menos eficiente. Considerar o próprio dom mais importante que o dom de outro é sinal de orgulho espiritual. Não devemos menosprezar aqueles que parecem menos importantes, e não devemos invejar aqueles que possuem dons mais vistosos. Ao invés disso, deveríamos usar os dons que nos foram dados para animar outros cristãos a também usarem as capacidades que Deus lhes concedeu. Quando não fazemos isso, a comunhão dos crentes é menos eficiente. (comentário da edição alemã da Bíblia “Neues Leben”)


Jovem ou idoso, com mais dons ou menos dons, em público ou nos bastidores: você é importante! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br/)


Notas:


1. 50 Bibelworte die die Welt veränderten, Brockhaus, p.156.


1. 50 Bibelworte die die Welt veränderten, Brockhaus, p.156.






Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 2009.


Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também. Assine aqui »

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

NÃO QUERO O PÚLPITO, QUERO GANHAR ALMAS!!!


Quero fazer uma breve reflexão com a decepção sobre mim mesmo que me arde no
coração. Cansei do púlpito cansei de estar lá em cima em destaque no
templo, enquanto lá fora não faço nada. Lá fora estão aqueles que
precisam realmente de uma nova vida, aqueles que estão sendo destruidos
pelo maligno e pelo pecado. somos péssimos obreiros. Amamos a fama, o
elogio, mas não amamos as almas dos que estão sem o conhecimento do
Evangelho de Jesus Cristo. Após a ministração da noite na igreja em que
congrego, uma sensação de nada me invadiu...sim, um sentimento que me
levou a me esvaziar de mim mesmo, de minhas conclusões sobre a Obra de
Deus e nosso dever - eu estive errado durante tempos - a missão de um
servo de Cristo é evangelizar, é levar o amor do Senhor Jesus ás
pessoas...somos errados quando pensamos que nossa tarefa é pregar dentro
de um templo - de fato, isso é preciso, já que o povo precisa ser
edificado - mas o que me constrange é como obreiros de diversas
denominações amam pregar dentro de igrejas, mas tremem a um convite de
evangelismo.

O povo cristão tem perdido a identidade de povo missionário. Somos
missionários fracos, pregamos 365 dias para nós mesmos...meu pedido de
oração ontem a noite foi feito em meio a soluços e lágrimas, um clamor
pelas almas que estão morrendo sem Deus, sem Jesus. Quero as praças,
quero os hospitais, os becos, as ruas, as casas como púlpito. Não quero
mais o púlpito da igreja, mas sim quero pregar a quem ainda não conhece a
Cristo.


Precisamos aprender que nossa missão é ganhar almas, pois o tempo está
findando...e como nos apresentaremos a Jesus de mãos vazias? Como
devolveremos os talentos que Ele nos confiou? Estamos os multiplicando
ou temos enterrado, devido ao medo, a timidez, a vergonha? É tempo de
menos fama e mais ação missionária. Precisamos aprender com Jesus Cristo
- ir aos doentes, aos bebados, as prostitutas, aos bandidos, aos
corruptos, aos que estão vivendo na lama da sociedade. Lembremos do que
Jesus fez por nós e nos empenhemos em realizar missões a todo o tempo.

O verdadeiro obreiro, seja lá o cargo que ocupe, se preocupa com as
almas, se preocupa em evangelizar...se constrange por aqueles que estão
morrendo sem ter suas vidas transformadas por Cristo!
Meditemos
sempr eem Filipenses 2.2-11 afim de entendermos que precisamos imitar a
Jesus a cada dia afim de cumprirmos fielmente o ministério
evangelístico a nós outorgado por Deus.

Pastor Ricardo de Freitas
Igreja Batista Fogo Sobre as Naçoes
Rua Ferdinando Pietro Pavan, 384 - Jardim Costa Verde - Araras - SP
Fone: (19)3544-7891

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

13º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética em Águas de Lindóia-SP.

2012 e as Profecias

As previsões dos Maias e de um antigo livro chinês afirmam que o fim do mundo acontecerá no dia 21 de dezembro de 2012; outros falam que haverá uma invasão de “extraterrestres”. Já houve tantas datas anunciadas para o fim do mundo, mas todas falharam. Não podemos esquecer que a Bíblia é a única bússola confiável, capaz de nos orientar quanto aos eventos futuros. Através dela somos exortados: “...acaso, não consultará o povo ao seu Deus?” (Is 8.19; 45.11). Esse convite é estendido novamente a todos nossos queridos amigos para, juntos, participarmos do 13º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética, nos dias 19-22 de outubro de 2011, em Águas de Lindóia-SP.

Necessitamos urgentemente duma direção clara a seguir nesses tempos finais, para nos mantermos no caminho estreito e alcançarmos o maravilhoso alvo prometido! O Senhor deseja renovar nosso ânimo e nos abençoar através da comunhão e da Sua Palavra, para que, em meio à turbulência de nosso tempo, sejamos luz e sal para os que vivem ao nosso redor!

Aguardamos a sua presença com grande alegria, desta vez novamente em Águas de Lindóia/SP – Hotel Monte Real, para esta farta programação, acrescida de algumas novidades.

Nós o saudamos cordialmente, unidos em Jesus Cristo

Dieter Steiger

Preletores

Arno Froese

Arno Froese - EUA
Arno Froese é o diretor-executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos EUA. Ele já realizou mais de cinqüenta conferências proféticas nos Estados Unidos, no Canadá, em Israel, na Europa, na Índia e no Brasil. Suas constantes viagens têm contribuído para uma visão aguçada das profecias bíblicas, pois ele as analisa de uma perspectiva internacional.

Meno Kalisher

Meno Kalisher - Israel
Serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemption e como expositor da Bíblia em congressos interdenominacionais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiânico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pessoal e que Ele é o Messias prometido de Israel. Suas palestras têm sido muito abençoadas, mostrando a visão judaica da Bíblia.

Norbert Lieth

Norbert Lieth - Suíça
É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.

Eros Pasquini Jr

Eros Pasquini Jr. - Brasil
Pr. Eros, além de tradutor juramentado (Inglês), é intérprete e palestrante de congressos de liderança evangélica há 25 anos, e docente do Instituto Haggai Internacional desde 1989. Trabalhou representando as Associações Evangelísticas de Luis Palau e de Billy Graham, no Brasil. Integrou a equipe do Seminário Bíblico Palavra da Vida como professor e orientador de alunos juntamente com sua esposa Jussara. Pastoreou em Manaus, Porto Alegre e São Paulo e atualmente lidera a recém-formada Igreja Batista Bereana, em São Caetano do Sul – SP.

Reinhold Federolf

Reinhold Federolf - Brasil
Reinhold Federolf é missionário alemão, artista gráfico e palestrante. Trabalha com a Obra Missionária Chamada da Meia-Noite há 30 anos no Brasil, fazendo parte de sua diretoria. Ele viaja por todo o Brasil, com um grande ônibus-trailer, o VERBUS, representando a missão, palestrando nas mais diversas igrejas e divulgando a literatura cristã. Reinhold desenvolveu em seu ministério a pregação audiovisual que tem sido uma bênção para muitos.

A Parábola da Figueira


"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.32-35).

Além da oliveira, da videira e do espinheiro, a figueira é uma ilustração de Israel, do judaísmo. Essas quatro "árvores" são mencionadas em uma passagem de Juízes (9.8-15). Além delas, também a romã é uma representação do povo judeu. Certamente a passagem bíblica que exprime com maior precisão que a figueira é uma ilustração de Israel está em Oséias 9.10, onde Deus, o Senhor, diz: "Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova..." É o que também se vê claramente em Jeremias 24.3-7: "Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer. A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração."

Além disso, a figueira contém um sentido profético muito profundo, o que se vê claramente nas palavras proféticas de Jesus quando fala da Sua vinda: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mt 24.32-33).

A seguir vamos analisar a figueira Israel à luz profética da Bíblia, perguntando-nos o que podemos aprender dela: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." Três simbolismos chamaram a minha atenção e quero compartilhá-los a seguir:

Primeira representação: a figueira como mestre que ensina o caminho certo, o caminho para a justiça verdadeira, legítima e permanente

Onde a figueira (Israel) aparece pela primeira vez na Bíblia?

Além da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.9), a figueira ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si") é a única árvore do jardim do Éden mencionada pelo nome.

Onde a figueira (Israel) aparece pela primeira vez na Bíblia?

Talvez alguns leitores dirão que encontramos em Gênesis 12 o chamamento de Abraão como primeiro hebreu, seguido pelo seu filho Isaque e pelo seu neto Jacó, cujo nome foi mudado por Deus para Israel em Gênesis 32.28: "Então disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste." É correto que o nome Israel aparece aqui pela primeira vez.

Mas eu creio que a figueira (Israel), na profundidade profética dos desígnios da salvação de Deus ("Aprendei, pois, a parábola da figueira..."), já aparece nas primeiras páginas da Bíblia, isto é, em Gênesis 3.7: "Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueiras e fizeram cintas para si." Segundo o meu entendimento, encontramos aqui a primeira menção de Israel como figueira na Bíblia, ou seja, o Israel da lei, que apenas pode cobrir o pecado.

Além da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.9), a figueira ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si") é a única árvore do jardim do Éden mencionada pelo nome. Para mim, a menção da figueira já nas primeiras páginas da Bíblia (ao lado de inúmeras outras árvores paradisíacas criadas por Deus, cujos nomes não são citados) é uma gloriosa figura da eleição de Israel: "...o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra" (Dt 7.6).

Adão e Eva haviam pecado e, em conseqüência, reconheceram que estavam nus. Então eles apanharam folhas de figueira e cobriram sua nudez com essas folhas. Entretanto, assim eles somente puderam cobrir a sua culpa, mas não puderam obter o perdão do seu pecado. Para isso foi necessário um sacrifício de sangue: "Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu" (Gn 3.21) Isso significa que Deus matou dois animais e, com sua pele, cobriu a nudez dos dois primeiros seres humanos. O sangue derramado nesse ato serviu para o perdão do pecado.

Portanto, já nas primeiras páginas da Bíblia é revelado profeticamente todo o Plano de Salvação. Ali ele ainda está envolto em mistério, mas no decorrer de outras revelações posteriores tornou-se cada vez mais nitidamente visível.

O que aprendemos disso?

A figueira Israel, do começo até o fim, aponta para a salvação superior em Jesus Cristo, o Grande Sacrifício da Justiça de Deus.

Em Hebreus 7.19 está escrito: ("...pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus." Mas quem é a esperança superior, acima da lei? O sacrifício providenciado por Deus em Jesus Cristo na cruz!

Segundo o meu entendimento, as cintas de folhas de figueira indicam a necessidade de uma vestimenta mais definitiva, que exigia um sacrifício com sangue, uma esperança superior. Depois que Adão e Eva pecaram, imediatamente souberam que estavam nus e que deviam cobrir-se: "...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si." Mas isso não foi suficiente diante do Deus santo. Por isso, cheio de misericórdia, Ele matou dois animais e "fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu."

Exatamente este é o sentido e a finalidade de Israel no Plano de Salvação. A figueira Israel, do começo até o fim, aponta para a salvação superior em Jesus Cristo, o Grande Sacrifício da Justiça de Deus. Em Israel nos foi dada a lei. Mas por meio dela reconhecemos que somos pecadores e carecemos da graça de Deus. Outrora Adão e Eva tomaram as folhas da figueira, mas perceberam que essas cintas feitas por eles mesmos não podiam salvá-los do pecado que haviam cometido e que necessitavam de outra salvação.

Quase toda a Epístola aos Hebreus mostra que o antigo Israel, em todos os seus procedimentos, é uma indicação para Cristo; que todos os seus sacrifícios apontam para o perfeito sacrifício de Jesus na cruz, e que o sumo sacerdote judeu da Antiga Aliança é uma referência ao Sumo Sacerdote verdadeiro, definitivo e eterno: Jesus Cristo.

Israel sob a lei aponta para a graça (Gl 3.24). Em Israel, sob a lei, os pecados puderam ser apenas cobertos (folhas de figueira). Mas pelo sacrifício de Jesus, com sangue – que maravilhosa boa nova de salvação!! – os pecados são perdoados e tirados. A respeito lemos em Hebreus 9.26: "...Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado."

2. Pelas folhas da figueira vemos que as obras da lei não podem produzir a justiça que vale diante de Deus

Em nenhum lugar isso é demonstrado mais claramente do que na figueira Israel. Em todo o decurso da história desse povo, Deus mostrou a todo o mundo que a lei não pode salvar.

Mas justamente este é o grande problema de Israel até hoje, pois eles continuam pensando que podem ser salvos pelas obras da lei. A Bíblia, porém, ensina inequivocamente: "...por obras da lei, ninguém será justificado" (Gl 2.16). Em Gálatas 3.10 isso é expresso de maneira ainda mais precisa: "Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo da maldição..." O apóstolo Paulo dirigiu essas palavras profundamente sérias em primeiro lugar aos crentes na Galácia, que além da graça em Jesus Cristo ainda queriam assumir as leis do judaísmo. Como Adão e Eva ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si)", hoje muitos procuram alcançar o favor de Deus pela observância da lei ou de exercícios religiosos. Conheci, por exemplo, um homem que antes de se converter a Jesus orava o "Pai Nosso" 150 vezes por dia. Todos que fazem tais coisas se esforçam em vão, pois assim estão realmente "...debaixo da maldição". Diante disso, como soa maravilhosa a mensagem do sacrifício de Jesus na cruz: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito (Dt 21.23): maldito todo aquele que for pendurado em madeiro" (Gl 3.13)"fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu." Ele realizou uma salvação superior!

Hans Brandenburg disse certa vez:

O legalismo é o equívoco de trocar o diagnóstico pela terapia... Legalismo sempre é algo pela metade. Em geral o homem escolhe um ponto especial que está disposto a observar e guardar, e então se apóia na pressuposta observância dessa lei e negligencia a comunhão com Jesus.

Exatamente assim também Paulo se expressa quando fala da figueira Israel: "Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus" (Rm 10.3-4).

Qual é a sua situação? Você já aceitou a graça? No fundo, é tudo tão simples: basta ir ao Senhor Jesus Cristo e Lhe entregar toda a nossa vida. Na verdade, este já é o passo do arrependimento, quando reconhecemos: "Eu sou um grande pecador". É impossível mencionar todos os pecados que cometemos em pensamentos, palavras e ações durante nossa vida. Por isso, venha a Jesus Cristo com toda a sua vida e diga a Ele: "Eu sou um grande pecador. Senhor, eu preciso de Ti para toda a minha vida – para tudo que houve, para tudo que é, e para tudo que virá. Eu te aceito agora como meu Salvador". Então você experimentará repentinamente o que é salvação verdadeira – pois esta é a justiça em Jesus, a justiça que tem valor diante de Deus!

Já nas primeiras páginas da Bíblia a figueira nos é mostrada como uma ilustração de Israel, como um livro didático de Deus ensinando sobre a salvação verdadeira. Assim como as folhas de figueira de Adão e Eva indicavam o anseio de salvação – e mais além o sacrifício pleno e suficiente de Jesus Cristo –, Israel nos é dado como um exemplo que aponta para a graça redentora. Por meio deste povo nos é mostrado claramente o anseio por salvação e a satisfação desse anseio em Jesus Cristo.

Segunda representação: a figueira como mestre que ensina sobre a salvação

Já nas primeiras páginas da Bíblia a figueira nos é mostrada como uma ilustração de Israel, como um livro didático de Deus ensinando sobre a salvação verdadeira

Em 2 Reis 20.5-7 o Senhor diz ao Seu profeta Isaías: "Volta e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à Casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde."

O que aprendemos disso?

1. A figueira Israel existe para salvação

Israel é como uma pasta de figos, como remédio para a humanidade, para todas as nações. Mas não é em si mesmo que este povo é salvação e bênção sobre a terra. Israel só pode ser uma ajuda para um mundo enfermo por causa dAquele que vem de Israel e se tornou o sacrifício para o mundo: Jesus Cristo. Este já foi o desígnio de salvação de Deus com Abraão, quando falou ao patriarca de Israel: "...em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gn 12.3b). Jesus é o Salvador do mundo, mas foi o judaísmo que o trouxe ao mundo. Essa é a única razão de ser do povo judeu, do qual o Eterno de Israel fez vir Seu Filho Jesus Cristo para salvação do mundo inteiro!

Os botânicos descrevem a figueira da seguinte maneira:

– "Tem tronco retorcido com casca clara". Em si mesmo, Israel é torto e rebelde, mas resplandece por meio de Jesus Cristo. Tive que pensar em Moisés, que em si mesmo também era "torto". Mas quando retornava do encontro com Deus, "a pele do seu rosto resplandecia" (Êx 34.29).

– "A ramada se estende em todas as direções e tem folhas com cinco pontas". Israel se tornou salvação para todos os povos. O Evangelho foi anunciado primeiramente em Jerusalém, Samaria e Judéia, mas depois, partindo de Israel (figueira), – para todas as direções, para todos os povos. Folhas com cinco pontas: cinco é o número da graça. Uma pasta de figos foi colocada sobre a parte enferma do corpo de Ezequias e ele foi curado. Jesus teve cinco ferimentos que se tornaram a salvação do mundo.

Em Isaías 49.3 está escrito: "...e me disse: Tu és o meu servo, és Israel, por quem hei de ser glorificado" (Is 49.3). Aqui vemos a identificação de Israel com seu Filho maior, Jesus Cristo. A figueira Israel, em conexão com Jesus, o Messias, tornou-se a salvação para o mundo. Por isso está escrito mais adiante: "Sim, diz ele: Pouco é o seres meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra" (Is 49.6). Aqui a Palavra de Deus não se refere mais a Israel propriamente, mas Àquele que viria de Israel, a Jesus Cristo: "...pouco é o seres o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel..." Pois Israel não poderia restaurar a si mesmo, nem poderia tornar a trazer os remanescentes de si mesmo. E como a figueira Israel em si mesma é torta, resplandecendo somente em seu Messias, assim também é evidente que as palavras seguintes se referem ao Filho maior de Israel: "...também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra". Por isso Jesus disse em João 4.22b: "...a salvação vem dos judeus."

2. Profeticamente parece que já se delineia também a futura salvação de Israel – seu próprio restabelecimento se avizinha

Voltemos novamente para o rei Ezequias, que já estava diante da morte, mas em lágrimas implorou a cura ao Senhor. Deus ouviu sua oração e ordenou a Isaías: "Volta, e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde" (2 Rs 20.5-7).

Assim como Ezequias, também Israel ainda terá que enfrentar angústia mortal. Pois no tempo da Grande Tribulação todas as nações da terra se voltarão contra Israel e se reunirão em Armagedom para destruí-lo totalmente. Mas então esse povo, em agonia, como Ezequias outrora, clamará ao Senhor com suas últimas forças: "Deus de Abraão, Isaque e Jacó! Nosso Messias, vem e salva-nos dos nossos inimigos!" Ele ouvirá Seu povo e o salvará – Israel poderá ir ao templo novamente (pois Jesus levantará o templo do Milênio) – Ele derrotará os inimigos de Israel e protegerá a cidade de Jerusalém.

A história de Ezequias se encaixa no contexto das afirmações de Deus sobre o futuro de Israel e da vinda de Jesus. Assim talvez já possamos ver, na pasta de figos, por meio da qual a saúde de Ezequias foi restabelecida, um paralelo da figueira restabelecida em Mateus 24: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." E a declaração: "...no terceiro dia subirás à casa do Senhor", é no mínimo interessante. Pedro disse: "Há, todavia, uma cousa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia" (2 Pe 3.8). Desde a primeira vinda de Jesus a Belém já se passaram quase dois mil anos (dois dias divinos). Não é em vão que após 1948 anos Deus fez de Israel novamente um povo na Terra Prometida, e no ano de 1967 lhe devolveu a cidade de Jerusalém. Será que Israel subirá novamente à casa do Senhor no "terceiro dia"? Não sabemos o momento exato da vinda de Jesus para a Sua Igreja, nem o dia da Sua volta para Seu povo Israel. Mas vemos e presenciamos em nossos dias a restauração da figueira: Israel é conduzido em direção à sua cura. E nosso Senhor prometeu expressamente: "Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.34-35).

Terceira representação: a figueira como mestre que ensina sobre os desígnios proféticos da salvação de Deus

Em Lucas 17.5-6 lemos: "Então, disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé. Respondeu-lhes o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá."

É preciso esclarecer que, conforme diversos autores, a árvore aqui chamada de amoreira é, na verdade, o sicômoro, a figueira brava, a mesma árvore em que Zaqueu subiu para ver Jesus (Lucas 19). Um dicionário da Bíblia diz a respeito: "O sicômoro pode atingir até 16 metros de altura e alcança uma circunferência de até 10 metros. A madeira é dura, uniforme e muito durável e, depois do cedro, é a melhor madeira para carpintaria."



Certa vez o Senhor Jesus apontou para esse fato ao dizer: "Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos" (Mt 21.43)

O Senhor Jesus apontou para uma árvore tão grande e disse aos seus apóstolos, que eram judeus: "Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá." Certamente podemos dizer que, no sentido profético, isso se cumpriu exatamente. Foi o que realmente aconteceu com a figueira Israel, que no tempo de Jesus havia se tornado um povo orgulhoso. Os israelitas foram desarraigados da sua pátria judaica e lançados no mar das nações. Este foi um desígnio de salvação de Deus e tornou-se uma bênção para os povos. Por meio da fé dos apóstolos, que eram judeus, descendendo eles mesmos da figueira, o Evangelho foi levado aos gentios.

A Bíblia fala em Atos 13.46-47 sobre essa transferência do Evangelho de Israel para as nações: "Então, Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Cumpria que a vós outros, em primeiro lugar, fosse pregada a palavra de Deus; mas, posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida eterna, eis aí que nos volvemos para os gentios. Porque o Senhor assim no-lo determinou (Is 49.6): Eu te constituí para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até aos confins da terra." Ao desarraigamento espiritual de Israel seguiu-se, então, também o desarraigamento como nação: no ano 70 d.C. os judeus foram arrancados de sua terra e espalhados por todo o mundo.

Os apóstolos tiveram a fé para transplantar a bênção de Israel para o mar das nações. O Messias deles nos foi trazido como o Cristo. Certa vez o Senhor Jesus apontou para esse fato ao dizer: "Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos" (Mt 21.43).

O que parecia juízo – e, com certas reservas, também o foi – tornou-se uma bênção para os gentios. Paulo fala a respeito em suas palavras aos judeus, e assim explica que, de acordo com Isaías 49.6, isso foi necessário para se tornar salvação e luz para todos os gentios. Enquanto o sicômoro foi transplantado ao mar das nações, nós nos tornamos participantes da "bênção e seiva salvadora" da figueira. A esse respeito Paulo diz em Romanos 11.11: "Porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum; mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios..."


Mas Israel não continuará para sempre com suas raízes arrancadas. A palavra profética da Bíblia promete à figueira seu restabelecimento na terra dos pais – o que acontece desde 1948 e continuará acontecendo –, com o que também a bênção volta para a terra e para o povo de Israel. A figueira novamente lançará raízes e trará frutos. Por isso Paulo continua dizendo: "Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (v. 12). Esse novo arraigamento da figueira Israel na sua terra para restauração espiritual e nacional também é salientado em Romanos 9.26: "e no lugar em que se lhes disse: Vós sois o meu povo; ali mesmo são chamados filhos do Deus vivo." De que lugar se fala aqui? Da terra de Israel!

Assim, finalmente tudo converge na gloriosa promessa de Miquéias 4.4: "Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse" (compare também Ageu 2.19). O sentar-se debaixo da videira e da figueira é uma maravilhosa imagem de uma vida em paz assegurada. Agora ainda não é assim, mas Israel será levado a isso – no Milênio de Jesus Cristo. Já o reinado de Salomão apontou para o Milênio, onde um dia reinará paz: "Judá e Israel habitavam confiados, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão" (1 Rs 4.25). Isso se cumprirá de maneira completa quando Jesus Cristo voltar ao Seu povo como o Messias de Israel. Por isso oramos: "Maranata – vem Senhor Jesus!" (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

sábado, 17 de setembro de 2011

Pregadores Mirins será exibido neste domingo na NATGEO

Therry - 4 anos

Matheus - 12 anos

Quem disse que pregar a palavra de Deus de púlpito hoje é tarefa só para adultos? Três jovens (e quando digo jovens, quero disser bem jovens) meninos participarão do especial “Fé extrema” que será exibido na NATGEO no próximo domingo (18/09/2011) que será composto por “Mini Profetas” (categoria em que eles se encaixam) e “Jasidismo”.

“Bastidores: Pregadores Mirins” apresenta a histórias de três crianças impactam as pessoas que as vêem pregando em nome de Jesus e sem inibição alguma a quem os ouve dissertar. Tipton, Matheus e Terry que têm entre 4 e 12 anos, são os protagonistas do documentário que irá ao ar neste final de semana, sobre mini-profetas.

Tipton tem hoje 4 anos e ainda não sabe ler e escrever, no entanto sua interpretação dos Evangelhos têm lhe concedido o título de “o pregador mais jovem do mundo”, já na Florida quem recebe este título tem sido o americano Terry, que muitos acreditam ter o dom de curar doentes quando os toca. E no Brasil o posto de “pregador mirim”fica com o carioca Matheus Moraes, que prega desde os 6 aninhos de idade e hoje com 12 anos viaja pelo Brasil convertendo ladrões, narcotraficantes e criminosos aos caminhos de Cristo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Secretaria Geral de Missões: Moçambique

Rosane DginkelÉ natural de Curitiba, aceitou Jesus aos 6 anos de idade e aos 18 foi chamada por Deus para serví-lo. Cursou o Instituto Teológico Quadrangular (na época Instituto Bíblico) em Curitiba e tornou-se professora logo em seguida. É ministra ordenada desde 1994. É formada em Pedagogia pela Universade Tuiuti do Paraná. Sempre atuou na área de ensino, foi professora de Escola Dominical, Diretora do ITQ – Itapetininga (1993) e ITQ - Curitiba (1998-2003), Secretária de Educação no Paraná (2002-2203).
Em 2003 foi desafiada por Deus a ir para Moçambique e estabelecer uma Escola Bíblica. Está em Moçambique desde março de 2004.

Alguns trabalhos desenvolvidos neste período:

Auxiliou a pastora Simone Chen no Projeto Construíndo Valores – trabalho de evangelismo em escolas públicas. Realização de Seminários para Pastores em algumas regiões de Moçambique
Seminário para jovens. Participação como preletora nas Convenções Nacionais. Realizou uma classe piloto da Escola Bíblica com os membros Conselho Nacional. Auxiliou na igreja de Chimoio, ensinando na Escola Dominical, no discipulado de líderes e nas pregações. Grupos familiares. Chá evangelístico com mulheres.

Luciana da Cruz
É de Curitiba e seu projeto tem como objetivo a saúde integral da comunidade. Quer alcançar vidas com o evangelho de Jesus Cristo, através dos trabalhos na área da saúde, dando suporte a portadores do vírus HIV em fase terminal, realizando palestras de prevenção, diagnóstico e tratamento de malária. Seu projeto futuramente envolve a implantação de uma farmácia filoterápica.

Jairo, Emmanuelle e João Victor

O casal de missionários vieram da Bahia, onde realizavam trabalhos de pregação do evangelho em lares e cultos ao ar livre nas ruas e praças. Cursaram ITQ, do qual se tornaram professores. Fizeram o curso de missões no CTMQ (Centro de Treinamento Missionário Quadrangular). Além de pastorearem a IEQ em Aracatu, trabalharam com os indígenas em Cabrália.

Atualmente estão em Moçambique desenvolvendo seu trabalho de apoio a IEQ desta nação, realizando cultos, treinamentos para líderes e desenvolvendo ações na áera de ensino.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dilma é presenteada com a Bíblia da Mulher


Em 25 de agosto, a presidente Dilma Rousseff foi presenteada com a nova edição da Bíblia da Mulher. Ela ganhou o exemplar do deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), como homenagem da Frente Parlamentar Evangélica e da Igreja O Brasil Para Cristo, denominação da qual é pastor.

No encontro, que ocorreu em audiência no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), o deputado fez questão de mencionar a histórica marca alcançada, em maio de 2011, dos 100 milhões de Bíblias produzidas no Brasil pela Gráfica da Bíblia da SBB.

“Além de entregar um exemplar do Livro Sagrado, fiz questão de informar a nossa presidente de que o povo evangélico está em constante oração por seu mandato e por sua vida e ainda registrei que bendita é a Nação cujo Deus é o Senhor”, contou Roberto de Lucena.

Campanha de audição bíblica ultrapassa 100 mil participantes

A campanha “É Tempo de ouvir a Palavra de Deus”, criada pela SBB para incentivar a audição bíblica entre os brasileiros, superou a marca de 100 mil participantes em julho último. Com isso, mais de 9,5 mil grupos de audição do Novo Testamento foram formados.

Além disso, para ouvir a Palavra de Deus, foram distribuídos aos grupos inscritos aproximadamente 20 mil exemplares da Bíblia em áudio, gravada no formato MP3. O material contendo o Novo Testamento está disponível em três traduções: Almeida Revista e Atualizada (RA), Almeida Revista e Corrigida (RC) e Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH).

A Tradução Almeida Revista e Atualizada é a preferida dos ouvintes bíblicos, totalizando 68% dos exemplares distribuídos. Sem tempo de ler a Bíblia? Então que tal ouvi-la? Acesse agora o hotsite da campanha e participe!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Bíblia na Tradução Brasileira completa a gama de traduções da SBB

Com uma equipe de profissionais especializados em tradução bíblica, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) busca o que há de melhor em recursos humanos e tecnológicos para publicar a Palavra de Deus. Ao relançar um clássico da literatura bíblica, consolida-se como uma das entidades mais atuantes na tradução, produção e distribuição do Livro Sagrado. A Bíblia Sagrada na Tradução Brasileira, uma obra histórica que levou 11 anos para ser concluída (1903 a 1914), vem somar-se a outras três traduções editadas pela SBB, que igualmente se distinguem por serem fiéis aos originais, em hebraico, aramaico e grego e que são as mais apreciadas pelos cristãos brasileiros:

:: Tradução Brasileira: Publicada pela primeira vez em 1917, é considerada um projeto de tradução pioneiro, por ter sido totalmente realizado no Brasil. Também conhecida como Versão Brasileira ou Versão Fiel, contou com uma comissão de tradução formada por notáveis da literatura nacional, entre os quais Rui Barbosa, José Veríssimo e Heráclito Graça, que atuaram como consultores linguísticos. Liderada por Hugh Clarence Tucker, missionário metodista norte-americano, integraram, ainda, sua comissão de tradução líderes religiosos do Brasil e Estados Unidos, com destaque para Hipólito de O. Campos, Antônio B. Trajano, Alfredo Borges Teixeira, John M. Kyle e John R. Smith.

A Tradução Brasileira ganhou renome pela fidelidade ao sentido original. Chegou a ser conhecida como “Bíblia Tira-Teima”. Seu relançamento está fundamentado em dois grandes pontos: ela é um marco histórico e um documento que auxilia, em muitos casos, a compreender a origem das formulações encontradas na tradução de Almeida Revista e Atualizada.

:: João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida: Esta tradução foi trazida para o Brasil pela Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em data anterior à fundação da SBB. Publicada em 1898, recebeu o nome de Revista e Corrigida (RC). Traduzida por João Ferreira de Almeida a partir dos manuscritos em línguas originais disponíveis no século XVII, a RC adota uma linguagem clássica, praticamente erudita.

É a tradução que mais se aproxima do português falado pela comunidade de língua portuguesa no mundo. Sua última revisão foi elaborada em 2009. Com isso, foi adaptada à reforma ortográfica da língua portuguesa, além de ter recebido algumas alterações em seu texto, entre as quais a substituição da palavra “caridade” por “amor”. Seguindo os princípios da equivalência formal, é adotada por inúmeras denominações evangélicas em países de língua portuguesa, especialmente no Brasil e em Portugal.

:: João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada: Quando, em 1948, a SBB foi fundada, uma nova revisão de Almeida foi encomendada para outra equipe de tradutores brasileiros. O resultado desse novo trabalho, publicado em 1956, é a que hoje conhecida como versão Revista e Atualizada (RA).

Conservando as características principais da tradução de equivalência formal de Almeida, a RA é o resultado de mais de uma década de revisões e atualizações da RC. Igualmente fiel aos textos originais, sua linguagem é viva, acessível, clara e nobre. Sua revisão foi feita a partir da descoberta de manuscritos bíblicos mais antigos. Em 1993, a RA passou por uma segunda revisão, afinando ainda mais o texto bíblico aos textos originais em hebraico, aramaico e grego.

:: Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH): Lançada no ano 2000, essa tradução mantém-se fiel aos textos originais e, ao mesmo tempo, adota a estrutura gramatical e a linguagem falada pelo brasileiro. Desenvolvida pela Comissão de Tradução da SBB, a NTLH é voltada às pessoas que ainda não tiveram nenhum (ou pouco) contato com a Palavra de Deus.

Quando foi publicada a primeira edição desta Bíblia, em 1988, imediatamente a Comissão de Tradução da SBB continuou o trabalho de acompanhamento e revisão da tradução, prestando atenção às sugestões e críticas que surgiam e procurando aperfeiçoar o trabalho realizado. Além disso, a Língua Portuguesa, por ser viva e dinâmica, continuou a sofrer mudanças significativas desde o lançamento da publicação. Assim, depois de 12 anos dedicados a pesquisas profundas e revisões, a SBB lançou a NTLH.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

Morre conceituado tradutor da Bíblia


A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) manifesta seu imenso pesar pela morte do Eugene A. Nida, ocorrido na quinta-feira, 25 de agosto, em Bruxelas, na Bélgica, aos 96 anos. Grande expoente da tradução da Bíblia no século 20, Nida, por mais de 50 anos – a partir de 1943 –, coordenou o programa de traduções da Sociedade Bíblica Americana. Posteriormente, foi o mentor do programa global de traduções das Sociedades Bíblicas Unidas, além de consultor a serviço dessa organização.

“Vai-se talvez o mais influente tradutor da Bíblia de todos os tempos! Milhões de pessoas tiveram acesso à Palavra de Deus, graças a ele”, ressaltou o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer.

Eugene Nida será lembrado principalmente pela revolução que promoveu no âmbito da tradução bíblica, em meados do século 20. O impacto que isso teve sobre o crescimento e o desenvolvimento da Igreja cristã continua a ser sentido ainda hoje, na medida em que milhões de pessoas em centenas de línguas, em todo o mundo, tiveram acesso à Bíblia graças ao método que ele desenvolveu e disseminou.

Valendo-se de conceitos tirados da Linguística, das Ciências da Comunicação e da Psicologia, além de estudos culturais, Nida desenvolveu um enfoque ou método prático de tradução, que ele chamou de equivalência funcional ou dinâmica. Seu objetivo era tornar a tradução clara e compreensível, sem que perdesse a exatidão. Mas a contribuição dele não se limitou à tradução da Bíblia. Nida influenciou também o campo da Ciência da Tradução, que teve origem em sua época. Ele é visto como o homem que deu o pontapé inicial, que levaria ao desenvolvimento dessa disciplina.

Por meio de numerosos livros, artigos e inúmeras palestras, Nida pôde ajudar estudiosos, tradutores e especialistas a encontrar novas formas de comunicar-se de forma eficaz. Seus livros Toward a Science of Translating (Com Vistas a uma Ciência da Tradução), de 1964, e Theory and Practice of Translation (Teoria e Prática da Tradução), de 1969, foram traduzidos para várias línguas e, ainda hoje, são ferramentas essenciais para tradutores da Bíblia. Devido ao seu trabalho acadêmico, sua influência ultrapassou o campo da tradução bíblica influenciando a área da tradução como um todo.

Nida cursou a Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), formando-se em 1936, tendo o Grego como área de concentração e o Latim como área complementar. Obteve uma das mais altas avaliações na história dessa universidade. No verão que se seguiu à sua formatura, Nida se preparou para começar um trabalho missionário de cunho linguístico com a organização que se tornaria o “Summer Institute of Linguistics” (Sociedade Internacional de Linguística – SIL). Um pouco mais tarde, começou a trabalhar com a língua Taramuhara, no México. No entanto, por problemas de saúde teve de retornar à Califórnia. No período do verão, continuava a treinar tradutores para SIL. Ao mesmo tempo, deu início a seus estudos de pós-graduação, concluindo o mestrado em Grego do Novo Testamento, em 1939, na Universidade do Sul da Califórnia, e o doutorado em Linguística, na Universidade de Michigan, em 1943.

Parceria duradoura
Em 1943, passou a trabalhar para a Sociedade Bíblica Americana. Não demorou muito para começar um intenso programa de viagens para ajudar tradutores da Bíblia em todas as partes do mundo. No Brasil, acompanhou o trabalho de revisão da tradução de Almeida, que culminou na publicação da Almeida Revista e Atualizada. Aos poucos, foi desenvolvendo o método da equivalência funcional. Nida se comunicava com extraordinária facilidade e conseguiu mostrar a tradutores, com os mais variados níveis de formação, como poderiam usar o método de tradução que ele desenvolveu. As traduções que resultaram disso eram ao mesmo tempo exatas, do ponto de vista exegético, e compreensíveis para o leitor.

Seu método fez com que a Bíblia se tornasse disponível e acessível numa escala nunca antes vista. Isto vale tanto para línguas da Ásia, África e América Latina, para as quais a Bíblia nunca antes havia sido traduzida, bem como para o inglês e outras línguas mais conhecidas, que já têm uma longa história de tradução bíblica. Exemplos disso são a “Good News Translation”, a “Contemporary English Version”, bem como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Mas outras traduções, como a Nova Versão Internacional e a Nova Bíblia de Jerusalém, também revelam influência do tradutor.

Quando, em 1946, várias Sociedades Bíblicas locais decidiram trabalhar em conjunto e formar as Sociedades Bíblicas Unidas (UBS), Nida se fez presente na reunião em que essa organização foi fundada e, posteriormente, se encarregou de formatar os projetos de tradução dessa nova organização.

Nida sabia que os tradutores da Bíblia precisavam ter acesso às melhores edições dos textos originais e foi assim que tomou a dianteira em projetos tanto para o Novo Testamento Grego quanto para a Bíblia Hebraica. Disso resultou a publicação de O Novo Testamento Grego das Sociedades Bíblicas Unidas – hoje na quarta edição revisada, com uma edição em português publicada no Brasil –, que é a edição mais usada por estudiosos e tradutores em nossos dias, bem como o desenvolvimento do Hebrew Old Testament Textual Project [Projeto do Texto do Antigo Testamento em Hebraico], que ajuda os tradutores a entender mais de 6 mil problemas textuais relacionados com o texto hebraico.

Ele inovou também no campo da lexicografia, na medida em que desenvolveu uma nova maneira de fazer um dicionário do grego do Novo Testamento. Trata-se do Dicionário Semântico, baseado em domínios ou campos semânticos, que são áreas de significados relacionados entre si. Nesse dicionário aparecem, não as palavras ou os equivalentes de tradução em ordem alfabética, mas os significados, que são agrupados por campos semânticos. Esse dicionário é de imenso valor para os tradutores, na medida em que ajuda a distinguir entre os diferentes significados de uma mesma palavra.

Nida teve seu trabalho reconhecido em várias ocasiões tanto pela Sociedade Linguística Americana (da qual foi presidente em 1968) como pela SBL (Society of Biblical Literature). Recebeu vários títulos de doutor honoris causa bem como outras homenagens de instituições de ensino de todo o mundo.

Seu legado continua através do “Eugene Nida Institute for Biblical Scholarship” da American Bible Society.

Nida foi casado por cinquenta anos com Althea Lucille Sprague Nida, que faleceu em 1993. Algum tempo depois, Nida conheceu a Dra. Elena Fernandez-Miranda, renomada tradutora e intérprete, com quem casou em 1997.

Fonte: Philip C. Stine, com tradução de Vilson Scholz. Philip Stine atuou no Departamento de Traduções da UBS de 1984 a 1998. Antes disso, de 1968 a 1984, havia sido consultor de traduções e coordenador regional da UBS na África.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vamos com fome, por aqueles que têm fome




Evento com foco na juventude tem o objetivo de despertar reflexão quanto a fome em diferentes esferas da sociedade. As pulseirinhas-ingresso já estão a venda no Mackenzie.

O projeto 24 Horas de Fome é um evento com foco na juventude cristã que usa a mobilização como forma de reflexão e ação e cujo objetivo é uma nova mentalidade de compaixão e ação. A fome voluntária aguça tudo isso. O tema trata de fome. No entanto, a Visão Mundial alargou o conceito para quatro outras formas de fome que assolam grande parte da população:

FOME DE COMIDA - Mateus 25:35 nos apresenta uma solicitação do Mestre de que teve fome e deram de comer a Ele; teve sede e O deram de beber. Após a pergunta sobre quando deram de comer ou beber a Ele há a afirmação: ”o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos a mim me fizeram”. Comida como necessidade fisiológica básica. Como algo legislado como direito de cidadania. Como justiça, pois se uns têm demais, outros não podem ter falta. Como estabelecimento de paz entre os homens. Paz que não permite o furto ou a cobiça dos bens do próximo (Êxodo 20:15, 17).

FOME DE CIDADANIA - Jesus em Mateus 4:23 vai ao encontro do povo. Vai para garantir que haja cidadania, igualdade. Em um mundo iníquo (desigual), urge irmos por todos os cantos, pregando as boas-novas (não apenas com o kerigma - proclamação, mas, principalmente com a diakonia – serviço).

FOME DE PAZ - Jeremias 29:7 afirma que devemos orar pela paz da cidade, porque na paz dela teremos paz. Todos os pacificadores são chamados por Jesus de bem-aventurados (Mateus 5:9). Eles serão chamados filhos de Deus, porque Ele é o Príncipe da Paz.

FOME DE JUSTIÇA - Miquéias 6:8 afirma que Deus nos mostrou o que é bom e que Ele, o Senhor, exige: “pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus”. A justiça faz parte da essência de Deus. Ele é Justo. E o Seu Filho afirma que “os que têm fome e sede de justiça serão satisfeitos” (Mateus 5:6).

Baseados nessas verdades, profundamente comovidos com a situação de iniquidade do mundo, uma nova geração, somada a uma geração já inconformada, se priva de alimento por 24 horas para poder compreender melhor o que se passa com alguém que faz jejum involuntário e se mobiliza no intuito de mudar o que se estabeleceu, mas que não representa a proposta do Reino de Deus.

Palavras para o evento: jejum, mobilização, louvor, oração, reflexão, doação.

24 horas de fome

Datas:

Dia 2 de setembro, das 18h às 22h - Show de Sérgio Lopes - Auditório Rui Barbosa

Dia 6 de setembro, das 16h às 18h - Show da Banda Resgate - Auditório Rui Barbosa

Local: Universidade Presbiteriana Mackenzie

Campus Itambé - Rua da Consolação, 930, com entrada também pela Rua Itambé (Bairros Consolação/Higienópolis) - São Paulo (SP)


As pulseirinhas-ingresso já estão sendo vendidas na praça de alimentação do campus do Mackenzie.

Extraído do Blog: www.visaomundialbr.blogspot.com