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domingo, 29 de maio de 2011
Manifestação contra PL 122, acontece na próxima quarta-feira em Brasília
O pastor Silas Malafaia está mobilizando a sociedade para uma manifestação pacífica contra o PL 122, projeto de lei desarquivado pela senadora Marta Suplicy que criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil. Tal proposta fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9. Por isso, no dia 1º de junho, às 15h, ele pretende reunir cerca de 30 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional em Brasília para protestar contra esse projeto.Na ocasião, o pastor Silas Malafaia vai protocolar no Senado um abaixo-assinado contra o PL 122.
terça-feira, 24 de maio de 2011
O Que a Bíblia Tem a Dizer Sobre Marcar Datas Proféticas
O que Jesus ensinou sobre marcar datas?Nosso Senhor foi bem enfático ao ensinar sobre Sua volta. Em pelo menos cinco passagens (sete, se forem incluídas passagens paralelas), Jesus advertiu os discípulos e crentes contra marcar datas. Mas, como já vimos, em toda a história da Igreja houve uma quantidade incrível de especulações relativas a datas.
Jesus enfatizou a profecia e o entendimento dela nos Seus ensinamentos. Ele não evitou nem descartou sua relevância; fez exatamente o oposto. Ele enfatizou a importância da profecia para entendermos Sua vida e Seu ministério. Mas também explicou que há alguns aspectos do futuro que não podem ser conhecidos com precisão. Sua volta é certa, mas o momento exato não. Jesus entendia a vontade humana de conhecer o futuro, mas não permitiu que Seus seguidores caíssem nas tentações dos videntes:
•Mateus 24.36: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13.32 é uma passagem paralela idêntica).
•Mateus 24.42: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor”.
•Mateus 24.44: “Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.
•Mateus 25.13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora”. (Marcos 13.33-37 é uma passagem paralela.)
•Atos 1.7: “Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade”.
Essas passagens são proibições absolutas de marcar datas. Alguns estudiosos de profecia disseram que estes versículos ensinam que era impossível saber a data na igreja primitiva, mas que nos últimos dias algumas pessoas saberão. Outros estudiosos disseram que estes versículos ensinam que ninguém sabe o dia nem a hora, exceto aqueles que forem capazes de descobri-los usando algum esquema cronológico. Ambos estão absolutamente errados! A data da volta de Cristo é uma questão de revelação de Deus. Ele decidiu não revelar isso nem para Cristo durante Sua humanidade em Sua primeira vinda (Mateus 24.36). Se o Pai não o revelou ao Filho na Sua humanidade, por que alguém pode crer que o Pai lhe revelaria isso? Jesus deixa bem claro: “Não!”
O que mais a Bíblia ensina sobre profecias?
O ensinamento de Cristo é reforçado também em outras partes das Escrituras. Em 1 Tessalonicenses 5.1-2, Paulo reafirma as palavras de Jesus com relação à incerteza da hora da Sua volta: “Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite.”
Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.Algumas pessoas acreditam que há passagens na Bíblia que ensinam que os crentes poderão saber a data da volta de Cristo. Examinaremos algumas dessas passagens para mostrar como aqueles que defendem a marcação de datas usaram os vários versículos de forma errada em suas tentativas de conseguir legitimidade para suas posições. A Bíblia não contém contradições internas. É errado pensar que as Escrituras dizem que “ninguém pode saber”, mas também afirmam que algumas pessoas conseguirão descobrir.
A primeira passagem ocasionalmente citada é Lucas 21.28: “Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.” Algumas pessoas ensinaram que essa passagem implica uma permissão para marcar datas. Mas indicadores contextuais importantes são esquecidos em tal argumento. Estes indicadores incluem o fato de que a passagem se refere aos crentes judeus durante a futura tribulação de sete anos, que, logo antes da segunda vinda de Cristo, devem vigiar, não marcar datas, enquanto passam pelo período final de severa perseguição. Isso não está relacionado a marcar datas durante a atual era da Igreja, já que está relacionado a eventos durante a tribulação de sete anos. Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja (não na tribulação). A era da Igreja termina com o arrebatamento, que é um evento sem sinais. Então não há maneira de ligar, especificamente, eventos da nossa época com os da tribulação para marcar uma data. Devemos vigiar e esperar a volta do nosso Senhor no arrebatamento justamente porque não podemos marcar datas.
Uma segunda passagem citada algumas vezes é Hebreus 10.25b: “antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima.” Alguns ensinam que isso implica que os crentes podem ver ou saber que “o dia” (a segunda vinda) está se aproximando. Enquanto alguns interpretam “o dia” como uma referência à segunda vinda, achamos que o contexto imediato e o contexto do livro de Hebreus indicam uma advertência aos crentes judeus antes da destruição de Jerusalém e do templo em 70 d.C. Trata-se de uma advertência para não voltarem para o judaísmo (i.e., apostatarem) já que o futuro próximo continha apenas castigo para os judeus que rejeitaram Jesus como seu Messias. Então “o dia” não é uma referência à segunda vinda mas sim à destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C. Se essa passagem realmente se refere à segunda vinda, uma vez mais, não haveria base para ligar um fator específico que sirva para marcar a data da segunda vinda. A afirmação geral “tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima” não quer dizer que saberemos especificamente quando Ele vem, assim como alguém que vê a chegada de uma tempestade e não sabe a hora exata em que vai chover no lugar onde está.
Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja.Uma terceira passagem que às vezes é mencionada é 1 Tessalonicenses 5.4: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que este dia, como ladrão, vos apanhe de surpresa.” Ensinava-se, com base nessa passagem, que os crentes saberiam a data “do dia” [i.e., “o dia do Senhor” (veja 1 Tessalonicenses 5.2)] para não serem pegos de surpresa. Mas esta interpretação atribui o sentido errado ao ensinamento de Paulo. Paulo está dizendo que os tessalonicenses não serão surpreendidos porque estão preparados pelo fato de serem crentes. O Senhor cuidará de todos os crentes (acreditamos que através do arrebatamento pré-tribulacional), de forma que, ao contrário do descrente que estará despreparado e será pego de surpresa, o crente estará preparado.
Que perigo existe em estudar profecias e marcar datas?
Não há perigo em estudar profecias. Na verdade, não podemos ignorar as profecias e o estudo correto da Bíblia, mas não podemos cair na armadilha de marcar datas. A Bíblia ensina claramente que a Palavra de Deus é suficiente para tudo o que precisamos a fim de vivermos uma vida que agrade a Cristo (2 Timóteo 3.16,17; 2 Pedro 1.3,4). Isso significa que se algo não é revelado a nós na Bíblia, não é necessário para cumprir o plano de Deus em nossas vidas. A data da volta de Cristo não é dada na Bíblia, então, apesar do que algumas pessoas possam dizer, não é importante conhecê-la para agradar a Deus. O Senhor disse a Israel: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Deuteronômio 29.29). A data da vinda de Cristo não foi revelada; é um segredo que pertence somente a Deus.
Já que a Bíblia proíbe marcar datas, o que ensina? Muitas das mesmas passagens que proíbem marcar datas nos instruem sobre o que fazer até que o Senhor volte. Por exemplo, Mateus 24.42 não só adverte: “porque não sabeis em que dia vem o nosso Senhor”, mas também exorta os crentes a “vigiar”. Mateus 24.44 manda os crentes “ficarem apercebidos” porque “à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá.” E também Mateus 25.13 nos exorta a vigiar “porque não sabeis o dia nem a hora.”
O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador (já que não sabemos quando Jesus voltará). Devemos ficar alertas, ao contrário dos descrentes que ficam dormindo, em relação às coisas de Deus. Devemos ficar alertas a fim de vivermos piedosamente até o Senhor voltar porque estamos na noite escura desta era maligna, que exige uma vigilância ativa contra o mal.
O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador.Se a Igreja soubesse o dia ou a hora do arrebatamento, a iminência, a posição que os crentes pré-tribulacionistas têm em relação ao arrebatamento, seria destruída. A iminência bíblica ensina que Cristo pode, mas não precisa, vir a qualquer momento. Isso também significa que não há sinais que precisam ser cumpridos para o arrebatamento acontecer. Então, Cristo poderia literalmente vir hoje ou neste exato momento ou instante. Todas as tentativas de marcar datas destróem essa iminência.
Se alguém ensinasse que o arrebatamento aconteceria num dia, mês, ou ano específico, então isso significaria que Cristo não poderia vir antes dessa data. E, assim, o arrebatamento não poderia ser iminente, já que Cristo não viria até essa data específica. A iminência é importante porque geralmente está relacionada a mandamentos de vida santa. Por isso, marcar datas também tem um impacto negativo na ética.
Ao mesmo tempo que marcar datas é claramente proibido na Palavra de Deus, acreditamos que é válido entender que Deus está preparando o cenário para Seu grande programa do fim dos tempos. O que isso significa? Como mencionamos anteriormente, o arrebatamento é um evento sem sinais, então é impossível identificar sinais específicos que indiquem sua proximidade. É por isso que todas as tentativas de datar o arrebatamento aplicaram erroneamente à Igreja passagens relacionadas ao plano de Deus para Israel. Um exemplo deste erro seria dizer que as festas de Israel (i.e., Rosh Hashanah) estão relacionados com a marcação da data do arrebatamento como observado acima. Mas, já que a Bíblia descreve os participantes, os eventos, e as nações envolvidas na tribulação final, podemos ver a preparação de Deus para os últimos sete anos das setenta semanas de Daniel para Israel.
Por exemplo, o fato de que Israel foi restabelecido como nação e agora controla Jerusalém é uma indicação forte de que a era da Igreja está chegando ao fim (Isaías 11.11-12.6; Ezequiel 20.33-44; 22.17-22; Sofonias 2.1-3). Mas isso só pode ser uma indicação geral, já que nenhum cronograma é dado especificamente para a atual preparação do cenário. Não podemos saber com certeza que somos a última geração antes do arrebatamento porque Deus pode resolver “preparar o cenário” durante os próximos 100 anos ou mais. O Dr. Walvoord diz corretamente:
Não há base bíblica para marcar datas para a volta do Senhor nem para o fim do mundo... Os intérpretes estão percebendo cada vez mais uma correspondência surpreendente entre a tendência óbvia dos eventos mundiais e o que a Bíblia previu séculos atrás.[1]
Jesus Cristo voltará! É nossa responsabilidade estar preparados para essa volta e para proclamar a salvação que Ele oferece, a fim de que outros também estejam preparados. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Notas
1.Walvoord, Armageddon, Oil and the Middle East Crisis, pp. 21-22.
Extraído do livro A Verdade Sobre O Ano 2000 e as Previsões da Volta de Cristo.
Robô copia a Bíblia com caligrafia medieval
O robô KR16 está em uma nova missão: desde o começo do mês de maio está copiando a Bíblia com uma pena e caligrafia medieval. O robô trabalhará 24 horas por dia nos próximos 11 meses para terminar a obra.O braço robótico, de fabricação alemã, tem 7 metros de altura e faz um trabalho semelhante ao que os monges faziam antes da invenção da imprensa. Para concluir essa cópia, será necessário uma folha de papel especial que mede um quilômetro de comprimento por 63cm de largura. Além disso, será usado um litro de tinta.
A cópia da Bíblia será supervisionada pela equipe técnica e artística formada por Matthias Gommel, Martina Haitz e Jan Zappe. A Bíblia “manuscrita” do KR16 deve ser concluída em 13 de abril de 2012.
Em 2008 o robô participou de um projeto parecido em Portugal, no Museu das Comunicações e levou nove semanas para copiar o Novo Testamento.
Fonte: Gospel Prime
domingo, 22 de maio de 2011
Diretor executivo da SBB é eleito presidente das Sociedades Bíblicas Unidas
Rudi Zimmer, diretor executivo da SBB e novo presidente das SBU
O diretor executivo da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), Rudi Zimmer, acaba de ser eleito, por unanimidade, presidente da Diretoria Mundial das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), aliança que congrega 147 Sociedades Bíblicas no mundo. O anúncio foi feito em 17 de maio, durante reunião da Diretoria Mundial, realizada na abadia de Missenden, Buckinghamshire, Inglaterra. Criada em 1946, as SBU têm o objetivo de criar estratégias de cooperação mútua que facilitem o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas.
Atuando há 20 anos na Sociedade Bíblica do Brasil e, desde 2005, ocupando o cargo de diretor executivo da entidade, Zimmer é doutor em Teologia e por mais de 20 anos foi professor de seminário teológico. Com MBA em Administração pela FIA (Fundação Instituto de Administração), o novo presidente fala fluentemente inglês, espanhol e alemão, além do português. Pastor luterano, Zimmer continua ensinando e orientando os estudos bíblicos em sua igreja local.
“Deus colocou mais esse desafio em minha vida. Agradeço a todos pelo voto de confiança. Peço que intercedam por mim, para que eu consiga cumprir mais essa missão, contribuindo para que a Palavra de Deus alcance ainda mais corações mundo afora”, declara Rudi Zimmer.
Para ocupar a vice-presidência da Diretoria Mundial, foi escolhido o secretário-geral da Sociedade Bíblica do Líbano, Michael Bassous. Com doutorado em Administração e Liderança de Organizações, Bassous é membro do Comitê Executivo da Diretoria Mundial, entre outros cargos regionais e globais dentro da SBU.
As 147 Sociedades Bíblicas existentes são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar. Esse movimento pela difusão do Livro Sagrado teve início em 1804, com a fundação da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em Reading, Inglaterra.
O diretor executivo da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), Rudi Zimmer, acaba de ser eleito, por unanimidade, presidente da Diretoria Mundial das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), aliança que congrega 147 Sociedades Bíblicas no mundo. O anúncio foi feito em 17 de maio, durante reunião da Diretoria Mundial, realizada na abadia de Missenden, Buckinghamshire, Inglaterra. Criada em 1946, as SBU têm o objetivo de criar estratégias de cooperação mútua que facilitem o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas.
Atuando há 20 anos na Sociedade Bíblica do Brasil e, desde 2005, ocupando o cargo de diretor executivo da entidade, Zimmer é doutor em Teologia e por mais de 20 anos foi professor de seminário teológico. Com MBA em Administração pela FIA (Fundação Instituto de Administração), o novo presidente fala fluentemente inglês, espanhol e alemão, além do português. Pastor luterano, Zimmer continua ensinando e orientando os estudos bíblicos em sua igreja local.
“Deus colocou mais esse desafio em minha vida. Agradeço a todos pelo voto de confiança. Peço que intercedam por mim, para que eu consiga cumprir mais essa missão, contribuindo para que a Palavra de Deus alcance ainda mais corações mundo afora”, declara Rudi Zimmer.
Para ocupar a vice-presidência da Diretoria Mundial, foi escolhido o secretário-geral da Sociedade Bíblica do Líbano, Michael Bassous. Com doutorado em Administração e Liderança de Organizações, Bassous é membro do Comitê Executivo da Diretoria Mundial, entre outros cargos regionais e globais dentro da SBU.
As 147 Sociedades Bíblicas existentes são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar. Esse movimento pela difusão do Livro Sagrado teve início em 1804, com a fundação da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em Reading, Inglaterra.
O que é um cristão?
A definição de dicionário de um cristão seria algo semelhante a "uma pessoa que professa a crença em Jesus como o Cristo ou na religião baseada nos ensinamentos de Jesus." Embora este seja um bom ponto de partida, como muitas definições de dicionário, ela cai um pouco aquém de comunicar a verdade bíblica do que significa ser cristão. A palavra "cristão" é usado três vezes no Novo Testamento (Atos 11:26; 26:28, 1 Pedro 4:16). Seguidores de Jesus Cristo foram os primeiros chamados "cristãos" em Antioquia (Atos 11:26) porque seu comportamento, atividade e fala eram como Cristo. A palavra "cristão" significa literalmente, "pertencentes ao partido de Cristo" ou um "seguidor de Cristo."
Infelizmente, ao longo do tempo, a palavra "Cristão" perdeu uma grande quantidade de seu significado e é usado frequentemente de alguém que é religioso ou tem altos valores morais, mas que podem ou não ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo. Muitas pessoas que não acreditam e confiam em Jesus Cristo se consideram Cristãs simplesmente porque vão à igreja ou vivem em uma "nação cristã". Mas ir à igreja, servir aos menos afortunados do que você, ou ser uma boa pessoa não faz de você um cristão. Ir à igreja não faz de você um cristão mais do que ir à garagem faz de você um automóvel. Ser membro de uma igreja, freqüentar os cultos regularmente, e dando ao trabalho da igreja não faz de você um cristão.
A Bíblia ensina que as boas obras que fazemos não pode tornar-nos aceitáveis a Deus. Tito 3:5 diz: "Ele nos salvou, não por causa de atos de justiça que tínhamos feito, mas por causa da sua misericórdia. . Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo "Então, o cristão é alguém que tenha renascido por Deus (João 3:3, João 3:07, 1 Pedro 1:23) e colocou a fé e confiança em Jesus Cristo. Efésios 2:8 nos diz que é "... pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus".
Um verdadeiro cristão é uma pessoa que colocou a fé ea confiança na pessoa e obra de Jesus Cristo, inclusive Sua morte na cruz como pagamento pelos pecados e Sua ressurreição no terceiro dia. João 1:12 nos diz: "Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." A marca de um verdadeiro cristão é o amor pelos outros e obediência à Palavra de Deus ( 1 João 2:4, 10). Um verdadeiro Cristão é de fato um filho de Deus, uma parte da verdadeira família de Deus, e quem foi dada uma vida nova em Jesus Cristo.
Você fez uma decisão por Cristo por causa do que você leu aqui? Se assim for, Nossos Parabéns pela sua decisão de colocar sua fé em Jesus Cristo para a salvação (João 3:16, Romanos 10:9-10). A vida cristã é uma jornada, mas você pode sempre estar confiante de que Deus ama você e é com você a cada passo do caminho "(Mateus 28:20).
Infelizmente, ao longo do tempo, a palavra "Cristão" perdeu uma grande quantidade de seu significado e é usado frequentemente de alguém que é religioso ou tem altos valores morais, mas que podem ou não ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo. Muitas pessoas que não acreditam e confiam em Jesus Cristo se consideram Cristãs simplesmente porque vão à igreja ou vivem em uma "nação cristã". Mas ir à igreja, servir aos menos afortunados do que você, ou ser uma boa pessoa não faz de você um cristão. Ir à igreja não faz de você um cristão mais do que ir à garagem faz de você um automóvel. Ser membro de uma igreja, freqüentar os cultos regularmente, e dando ao trabalho da igreja não faz de você um cristão.
A Bíblia ensina que as boas obras que fazemos não pode tornar-nos aceitáveis a Deus. Tito 3:5 diz: "Ele nos salvou, não por causa de atos de justiça que tínhamos feito, mas por causa da sua misericórdia. . Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo "Então, o cristão é alguém que tenha renascido por Deus (João 3:3, João 3:07, 1 Pedro 1:23) e colocou a fé e confiança em Jesus Cristo. Efésios 2:8 nos diz que é "... pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus".
Um verdadeiro cristão é uma pessoa que colocou a fé ea confiança na pessoa e obra de Jesus Cristo, inclusive Sua morte na cruz como pagamento pelos pecados e Sua ressurreição no terceiro dia. João 1:12 nos diz: "Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." A marca de um verdadeiro cristão é o amor pelos outros e obediência à Palavra de Deus ( 1 João 2:4, 10). Um verdadeiro Cristão é de fato um filho de Deus, uma parte da verdadeira família de Deus, e quem foi dada uma vida nova em Jesus Cristo.
Você fez uma decisão por Cristo por causa do que você leu aqui? Se assim for, Nossos Parabéns pela sua decisão de colocar sua fé em Jesus Cristo para a salvação (João 3:16, Romanos 10:9-10). A vida cristã é uma jornada, mas você pode sempre estar confiante de que Deus ama você e é com você a cada passo do caminho "(Mateus 28:20).
Festa dos “100 milhões de Bíblias”
Personalidades e lideranças cristãs de diversas igrejas do país já confirmaram presença na festa em reverência à marca histórica de 100 milhões de Bíblias produzidas pela SBB. Com programação especial, a grande celebração acontecerá no dia 10 de junho, a partir das 18h30, no Ginásio Poliesportivo José Corrêa, em Barueri (SP). São esperadas mais de cinco mil pessoas.
Já confirmaram participação os representantes máximos de importantes denominações do país. Entre eles, o presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil, Rev. Roberto Brasileiro Silva; o diretor executivo da Convenção Batista Brasileira, Pr. Sócrates Oliveira; o presidente da Igreja Metodista, Bispo João Carlos Lopes; o presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Pr. Nestor Paulo Friedrich; o presidente da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB), Pr. Oswaldo Lopes dos Santos; e o presidente da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Rev. Egon Kopereck. Também estarão presentes o pastor José Wellington, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, e o bispo e senador Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
“Todas as igrejas e lideranças recebem com grande alegria a informação dessa celebração. É, de fato, uma grande sementeira que deve ser festejada e agradecida para Deus”, afirma Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB e coordenador do evento.
Programação
A programação da festa dos “100 milhões de Bíblias” será especial. Haverá momentos de louvor, testemunhos, vídeos, leitura bíblica e oração. Subirão ao palco o grupo Arautos do Rei e os cantores Asaph Borba e Rachel Novaes. Outros músicos também estarão presentes. “Todos se sentem honrados em participar desse momento especial de gratidão a Deus”, ressalta Seibert.
Já confirmaram participação os representantes máximos de importantes denominações do país. Entre eles, o presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil, Rev. Roberto Brasileiro Silva; o diretor executivo da Convenção Batista Brasileira, Pr. Sócrates Oliveira; o presidente da Igreja Metodista, Bispo João Carlos Lopes; o presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Pr. Nestor Paulo Friedrich; o presidente da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB), Pr. Oswaldo Lopes dos Santos; e o presidente da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Rev. Egon Kopereck. Também estarão presentes o pastor José Wellington, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, e o bispo e senador Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
“Todas as igrejas e lideranças recebem com grande alegria a informação dessa celebração. É, de fato, uma grande sementeira que deve ser festejada e agradecida para Deus”, afirma Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB e coordenador do evento.
Programação
A programação da festa dos “100 milhões de Bíblias” será especial. Haverá momentos de louvor, testemunhos, vídeos, leitura bíblica e oração. Subirão ao palco o grupo Arautos do Rei e os cantores Asaph Borba e Rachel Novaes. Outros músicos também estarão presentes. “Todos se sentem honrados em participar desse momento especial de gratidão a Deus”, ressalta Seibert.
sábado, 21 de maio de 2011
Senadora Marta Suplicy faz alteração na PL 122 “para agradar religiosos” e desagradar cristãos que usam a internet
A Senadora Marta Suplicy anunciou que fez uma mudança no texto da PLC 122, antiga PL122 também conhecida como Lei Anti-Homofobia. A divulgação foi feita durante o programa Cidadania da TV Senado no dia 28 de Março, onde fez um discurso pró-gay.A alteração foi a inserção de um parágrafo que protege templos religiosos. Segundo o novo texto, agora o projeto deixa claro que a lei não se aplicará a templos religiosos, pregações ou quaisquer outros itens ligados a fé, desde que não incitem a violência: “Eu tenho também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo”, afirma a Senadora. O novo texto agora inclui o parágrafo: “O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)”.
Senado aprova audiências públicas para PL 122 solicitadas por Magno Malta
Foi na CDH que o Senador Magno Malta solicitou as audiências públicas para ouvir o Brasil.
A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o requerimento de autoria do senador Magno Malta solicitando audiências públicas para debater com a sociedade civil o projeto de lei 122/2006, que trata, entre outros tópicos, a união estável entre casais do mesmo sexo. “Vamos atravessar a fronteira da religião e chegar ao coração da família brasileira para, pela primeira vez, ouvir o que pensa sobre esta mudança de comportamento que afeta hábitos e valores universais da sociedade”, explicou Magno Malta.
Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira, o senador Magno Malta, quer ouvir as lideranças de diversas entidades civis e religiosas. “Vamos convidar para o debate público a Confederação Brasileira de Bispos do Brasil, as denominações evangélicas, os espíritas, budistas, kardescistas, maçons e entidades civis como OAB, Ministério Público, Rotary Club, Lions Club e outras associações que há anos desenvolvem trabalhos pela valorização e união da família Brasileira”. Detalhou o senador.
Magno Malta não participou da sessão da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS), por motivos de saúde. Ele recebeu a informação da aprovação do requerimento com alegria. “O Supremo Tribunal Federal, com apenas 10 ministros, mudou a lei permitindo até adoção de crianças por casais homossexuais. Mas o mérito desta questão cabe ao parlamento, porém, nesta democracia representativa, temos que antes de votar ouvir o que o Brasil pensa e o que de melhor quer a maioria”.
Para Magno Malta, tentaram confundir a opinião publica criando um estigma de preconceito com quem comunga o cristianismo. “Família é família, religião é religião. Não podemos misturar os valores. Os Espíritas são excelentes pais, os maçons são pessoas responsáveis e de moral, os católicos são referências em união familiar e nos bons costumes. Assim também os evangélicos, que tem hábitos saudáveis e éticos, os budistas, que respeitam o próximo como a si mesmo. Enfim, vamos levar o dialogo para fora da religião e esclarecer os pontos que interessam as famílias”, frisou o senador.
A PLc 122/06 traz em seu bojo, além do chamado casamento homossexual, dando todos os direitos concedidos ao casal homem e mulher, polêmicas como adoção de crianças, cerceamento da liberdade de expressão proibindo textos e pensamentos contrários ao homossexualismo e privilégios que outras classes sociais não têm, criando castas, uma verdadeira divisão social. “A sociedade brasileira desconhece esta pauta, hoje, só as partes interessadas, homossexuais e políticos estão incluídos neste debate. Vamos viajar o Brasil e buscar informações, estudos, opiniões e novos conceitos para votar com justiça e sem interesse próprio”.
Magno Malta vai mais longe e esclarece que, “é importante examinar este assunto com visão de futuro e respeito. Todas as pessoas merecem respeito e não podemos discriminar ninguém, nem por raça, cor, credo ou sexo. Mas quando o tema envolve crianças, referências de conduta, então, devemos pensar com os horizontes ampliados no futuro da nação.” Alertou Magno Malta.
Fonte: Assessoria de Imprensa
A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o requerimento de autoria do senador Magno Malta solicitando audiências públicas para debater com a sociedade civil o projeto de lei 122/2006, que trata, entre outros tópicos, a união estável entre casais do mesmo sexo. “Vamos atravessar a fronteira da religião e chegar ao coração da família brasileira para, pela primeira vez, ouvir o que pensa sobre esta mudança de comportamento que afeta hábitos e valores universais da sociedade”, explicou Magno Malta.
Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira, o senador Magno Malta, quer ouvir as lideranças de diversas entidades civis e religiosas. “Vamos convidar para o debate público a Confederação Brasileira de Bispos do Brasil, as denominações evangélicas, os espíritas, budistas, kardescistas, maçons e entidades civis como OAB, Ministério Público, Rotary Club, Lions Club e outras associações que há anos desenvolvem trabalhos pela valorização e união da família Brasileira”. Detalhou o senador.
Magno Malta não participou da sessão da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS), por motivos de saúde. Ele recebeu a informação da aprovação do requerimento com alegria. “O Supremo Tribunal Federal, com apenas 10 ministros, mudou a lei permitindo até adoção de crianças por casais homossexuais. Mas o mérito desta questão cabe ao parlamento, porém, nesta democracia representativa, temos que antes de votar ouvir o que o Brasil pensa e o que de melhor quer a maioria”.
Para Magno Malta, tentaram confundir a opinião publica criando um estigma de preconceito com quem comunga o cristianismo. “Família é família, religião é religião. Não podemos misturar os valores. Os Espíritas são excelentes pais, os maçons são pessoas responsáveis e de moral, os católicos são referências em união familiar e nos bons costumes. Assim também os evangélicos, que tem hábitos saudáveis e éticos, os budistas, que respeitam o próximo como a si mesmo. Enfim, vamos levar o dialogo para fora da religião e esclarecer os pontos que interessam as famílias”, frisou o senador.
A PLc 122/06 traz em seu bojo, além do chamado casamento homossexual, dando todos os direitos concedidos ao casal homem e mulher, polêmicas como adoção de crianças, cerceamento da liberdade de expressão proibindo textos e pensamentos contrários ao homossexualismo e privilégios que outras classes sociais não têm, criando castas, uma verdadeira divisão social. “A sociedade brasileira desconhece esta pauta, hoje, só as partes interessadas, homossexuais e políticos estão incluídos neste debate. Vamos viajar o Brasil e buscar informações, estudos, opiniões e novos conceitos para votar com justiça e sem interesse próprio”.
Magno Malta vai mais longe e esclarece que, “é importante examinar este assunto com visão de futuro e respeito. Todas as pessoas merecem respeito e não podemos discriminar ninguém, nem por raça, cor, credo ou sexo. Mas quando o tema envolve crianças, referências de conduta, então, devemos pensar com os horizontes ampliados no futuro da nação.” Alertou Magno Malta.
Fonte: Assessoria de Imprensa
terça-feira, 17 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
"A minha relação com Deus é direta", diz Percival de Souza

“Minha mãe faltou em um culto de domingo para que eu nascesse”, conta Percival de Souza, um dos mais competentes e conceituados jornalistas investigativos do País, especializado em assuntos criminais e de segurança pública. Com 67 anos de idade e quase meio século dedicado à profissão, ele não somente acumulou uma vasta experiência profissional como também conviveu com situações envolvendo crimes dos mais hediondos, capazes de abalar a fé de muitos que se dizem cristãos. Não a dele, no entanto; afinal, a orientação e a fidelidade aos princípios bíblicos são, possivelmente, o maior legado herdado dos pais. “Sou um crente, no exato sentido do verbo crer, acreditar”, auto define-se.
Casado há 42 anos com Yeda Dias de Souza, pai de duas filhas – Andréia e Tatiana – e avô de dois netos – Julia e Murilo –, Percival é praticamente um paulistano nato, mesmo tendo nascido em Braúna, pequeno município do oeste do Estado. Foi na capital onde ele tomou gosto pelo jornalismo, quando, adolescente ainda, trabalhou como contínuo na redação da Folha de São Paulo. Hoje, o seu currículo profissional é de causar inveja aos mais astutos e proeminentes formadores de opinião: depois da Folha, passou pelo Estadão, revistas Veja, Isto É e Época e, ao lado de Mino Carta, foi um dos fundadores do Jornal da Tarde. Lá, mesmo trabalhando sob a marcação cerrada imposta pelo regime militar, ajudou a promover uma verdadeira revolução editorial na mídia impressa.
No jornalismo televisivo, trabalhou na TV Globo, Cultura e na Educativa; atualmente, é comentarista na Rede Record. E mais: é professor interdenominacional, colunista de revistas evangélicas e autor de 17 livros; dentre eles “Narcoditadura”, no qual recorre às Escrituras Sagradas para a reconstrução dos fatos que envolveram o martírio vivido pelo jornalista Tim Lopes, morto por traficantes em 2002, no Rio de Janeiro.
Na igreja, Percival não perambulou tanto quanto na profissão; simplesmente trocou a Metodista pela Catedral Presbiteriana. Contudo, está sempre à disposição dos “irmãos” de fé quando solicitado para palestras e aulas na Escola Dominical, pela qual se diz apaixonado. Sabe-se lá qual é a mágica que ele usa para administrar os seus horários diante de tantas atribuições, mas, para ir aos cultos, sempre se dá um jeito. “Encontro tempo, a não ser quando o trabalho me coloca obstáculos, como algum caso de grande repercussão. Quando isso acontece, falo com sinceridade e de coração para o Senhor, ou seja, oro”, explica. E foi em meio a essa correria toda que ele se dispôs a conceder uma entrevista exclusiva à revista Exibir Gospel:
Em que momento da sua vida você descobriu a vocação para o jornalismo?
O jornalismo na veia foi descoberto aos 14 anos, quando eu trabalhava como contínuo na Folha de S. Paulo. Eu gostava de escrever e fazia um jornal interno, datilografado, com notícias quentíssimas sobre personagens da redação. Pelas mãos do repórter José Hamilton Ribeiro, entrei para a revista Quatro Rodas, fundada pelo “gênio” Mino Carta. Foi a porta de entrada para o jornalismo, e de lá fui para o jornal O Estado de S. Paulo. Na época, eu tinha 22 anos.
E como se deu a transição para a editoria policial?
Mino Carta é o culpado. O Jornal da Tarde iria revolucionar a Imprensa brasileira, com texto, estilo, fotos, diagramação – tudo novo. Ele queria inovar também a seção criminal e, por razões que eu nunca entendi, acreditava que eu fosse o “cara” talhado para a área. Eu nunca havia entrado numa delegacia antes, mas fui aprendendo, conhecendo e escrevendo, dominando aos poucos e me aperfeiçoando. Nunca mais saí.
Ao longo de sua carreira, alguma vez você já se sentiu desmotivado ou desiludido com o jornalismo?
Pelo contrário. Acredito, um pouco quixotescamente, que era o meu lugar, o meu ofício. Frustra-me, por vezes, não conseguir os Para Percival de Souza, referência no jornalismo policial, o sentido da profissão entra em simbiose com o sentido da vida; e ele sabe muito bem como conciliar o lado profissional com a confissão religiosa. Mas quando conto as minhas histórias, recompondo fatos, sinto--me realizado por ter cumprido um papel. O sentido da profissão entra em simbiose com o sentido da vida. Uma integração. Pensando assim, consegui fazer muita coisa, demolindo moinhos de vento e construindo castelos de sonhos.
E quanto à religião?
Dou à religião um significado transcendente com o divino. Sou um crente, no exato sentido do verbo crer, acreditar. Não sou carola nem piegas. Teologicamente, sou exigente. Por exemplo: durante dois anos me empenhei em estudar as cartas paulinas. Foi um mergulho profundo nos mananciais do Evangelho. Gostei tanto que até viajei a Roma por causa de Paulo, e reverti as maravilhas dessa viagem para o magistério eclesiástico. Não gosto de superficialidades religiosas, crendices, superstições, engodos. Afasto-me dos fariseus contemporâneos – pedras de tropeço –, dos novos vendilhões dos templos, dos modernos vendedores de indulgências; e procuro preservar, intactos, os conhecimentos bíblicos recebidos e buscados.
Como você vê isso na Rede Record, pela ligação da emissora com uma das maiores denominações evangélicas do País – a Igreja Universal do Reino de Deus?
Eu sou o mesmo em qualquer lugar onde fale, escreva e frequente. A Record tem um núcleo de reportagens especiais da mais alta competência, e faz o seu trabalho sem limitações impostas. Quanto à linha religiosa, ela é definida pela cúpula da Iurd. Os horários tidos como religiosos são específicos, enquanto que a grade de jornalismo é autônoma. Há jornalistas ligados à igreja, mas a maioria não é, e sem direcionamentos. Palavra de quem esta lá dentro.
Você já chegou a sofrer algum tipo de retaliação, perseguição ou até mesmo ameaça por trabalhar com jornalismo investigativo?
As ameaças precisam ser administradas. Pessoas sem caráter ou dignidade, corruptas, procuram torpedear o nosso trabalho. Já precisamos, sim, de proteção. Quando a minha primeira filha estava para nascer, tive de esconder a minha esposa, grávida, na casa de um amigo. Havia riscos iminentes. Não conto porque não quero dar nenhum tipo de satisfação para eunucos morais desse tipo, mas eles existem. São pústulas, pulhas, canalhas. Temos de enfrentar a corja arrogante, combatendo o bom combate.
Costuma recorrer a Deus nesses momentos?
A minha relação com o Senhor é direta, com momentos formais ou coloquiais, solenes e descontraídos. Converso com Deus no chuveiro, no carro e antes do programa de TV, e peço a Ele que me dê discernimento e sensatez. Exponho as minhas fraquezas, peço a sua orientação, a sua ajuda, a sua benção, a sua proteção. Quando está tudo bem, agradeço e agradeço novamente. O Senhor me responde, e eu sinto a sua presença na minha vida. Consigo vê-lo e senti-lo nos mais variados cenários, como se Ele, generosa e bondosamente, me dissesse: “Vai, meu filho, estou com você”. É uma dádiva, uma graça!
Você costuma falar sobre religião com os seus amigos e companheiros de trabalho?
Sim. Interessante que eles me fazem consultas e procuram explicações. Como os meus colegas me consideram um bom jornalista e com certo status na casa, acabam me respeitando como uma espécie de religioso confiável. Não sei se é exatamente isso, mas suponho que seja. O fato é que me tratam com respeito. Sou um tipo de consultor informal sobre temas bíblicos, o que acho muito bom.
O que, em sua opinião, levou o teólogo Rubem Alves a negar a existência de Deus após a tragédia das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro?
Sou leitor dele. Sei que o escritor, ex-pastor protestante, filósofo, psicanalista, é devoto de Nietzsche. A reação dele diante da tragédia serrana no Rio não é compatível com a sua profunda erudição, a qual respeito. É triste. Precisa de uma reconversão? Está amargurado por problemas de saúde? Algo para ser verificado pelos seus irmãos, ou ex-irmãos, ou irmãos separados, como foram taxados os primeiros protestantes pós-Reforma. Volte para o rebanho, Rubem. O Bom Pastor o espera, sempre de braços abertos.
Dos inúmeros casos de violência em que você trabalhou, há algum que o tenha marcado mais emocionalmente?
O meu cotidiano é tenso por força da profissão. Preciso de equilíbrio e da sustentação que o Senhor me proporciona. Todos os casos que envolvem crianças são mais marcantes emocionalmente. Isabella Nardoni, a menina de cinco anos arremessada da janela do sexto andar de um prédio em 2008, me deixou angustiado. Enquanto concedo esta entrevista, estou sob o impacto das crianças assassinadas dentro de uma escola em Realengo, no Rio. Chorei no ar, incontrolável; mas eu não tenho vergonha de chorar. Como diria Vieira (Padre Antônio Vieira, Sermão das Lágrimas de Pedro, escrito em 1679), os olhos têm duas funções: ver e chorar. Criança é o meu calcanhar de Aquiles.
De certa forma, isso chega a abalar a sua fé?
Nunca. Fé é convicção, certeza, confiança. Eu sei em quem tenho crido.
Por fim, o que as igrejas devem fazer para contribuir no combate à violência?
O papel da Igreja é formar, moldar personalidades, ensinar virtudes, valores transcendentes. O palco da violência está no coração humano, onde se trava o combate entre o bem e o mal, não num sentido maniqueísta, mas da luta entre Deus e as forças malignas. Para ser violento, é preciso, antes, aprender a odiar. Os valores cristãos não são burocráticos, meramente legalistas, prisioneiros de artigos e parágrafos. O espírito vivifica, sabemos. A igreja tem um papel a cumprir, e se ela se omitir, ninguém fará isso em seu lugar.
Fonte: Exibir Gospel
Casado há 42 anos com Yeda Dias de Souza, pai de duas filhas – Andréia e Tatiana – e avô de dois netos – Julia e Murilo –, Percival é praticamente um paulistano nato, mesmo tendo nascido em Braúna, pequeno município do oeste do Estado. Foi na capital onde ele tomou gosto pelo jornalismo, quando, adolescente ainda, trabalhou como contínuo na redação da Folha de São Paulo. Hoje, o seu currículo profissional é de causar inveja aos mais astutos e proeminentes formadores de opinião: depois da Folha, passou pelo Estadão, revistas Veja, Isto É e Época e, ao lado de Mino Carta, foi um dos fundadores do Jornal da Tarde. Lá, mesmo trabalhando sob a marcação cerrada imposta pelo regime militar, ajudou a promover uma verdadeira revolução editorial na mídia impressa.
No jornalismo televisivo, trabalhou na TV Globo, Cultura e na Educativa; atualmente, é comentarista na Rede Record. E mais: é professor interdenominacional, colunista de revistas evangélicas e autor de 17 livros; dentre eles “Narcoditadura”, no qual recorre às Escrituras Sagradas para a reconstrução dos fatos que envolveram o martírio vivido pelo jornalista Tim Lopes, morto por traficantes em 2002, no Rio de Janeiro.
Na igreja, Percival não perambulou tanto quanto na profissão; simplesmente trocou a Metodista pela Catedral Presbiteriana. Contudo, está sempre à disposição dos “irmãos” de fé quando solicitado para palestras e aulas na Escola Dominical, pela qual se diz apaixonado. Sabe-se lá qual é a mágica que ele usa para administrar os seus horários diante de tantas atribuições, mas, para ir aos cultos, sempre se dá um jeito. “Encontro tempo, a não ser quando o trabalho me coloca obstáculos, como algum caso de grande repercussão. Quando isso acontece, falo com sinceridade e de coração para o Senhor, ou seja, oro”, explica. E foi em meio a essa correria toda que ele se dispôs a conceder uma entrevista exclusiva à revista Exibir Gospel:
Em que momento da sua vida você descobriu a vocação para o jornalismo?
O jornalismo na veia foi descoberto aos 14 anos, quando eu trabalhava como contínuo na Folha de S. Paulo. Eu gostava de escrever e fazia um jornal interno, datilografado, com notícias quentíssimas sobre personagens da redação. Pelas mãos do repórter José Hamilton Ribeiro, entrei para a revista Quatro Rodas, fundada pelo “gênio” Mino Carta. Foi a porta de entrada para o jornalismo, e de lá fui para o jornal O Estado de S. Paulo. Na época, eu tinha 22 anos.
E como se deu a transição para a editoria policial?
Mino Carta é o culpado. O Jornal da Tarde iria revolucionar a Imprensa brasileira, com texto, estilo, fotos, diagramação – tudo novo. Ele queria inovar também a seção criminal e, por razões que eu nunca entendi, acreditava que eu fosse o “cara” talhado para a área. Eu nunca havia entrado numa delegacia antes, mas fui aprendendo, conhecendo e escrevendo, dominando aos poucos e me aperfeiçoando. Nunca mais saí.
Ao longo de sua carreira, alguma vez você já se sentiu desmotivado ou desiludido com o jornalismo?
Pelo contrário. Acredito, um pouco quixotescamente, que era o meu lugar, o meu ofício. Frustra-me, por vezes, não conseguir os Para Percival de Souza, referência no jornalismo policial, o sentido da profissão entra em simbiose com o sentido da vida; e ele sabe muito bem como conciliar o lado profissional com a confissão religiosa. Mas quando conto as minhas histórias, recompondo fatos, sinto--me realizado por ter cumprido um papel. O sentido da profissão entra em simbiose com o sentido da vida. Uma integração. Pensando assim, consegui fazer muita coisa, demolindo moinhos de vento e construindo castelos de sonhos.
E quanto à religião?
Dou à religião um significado transcendente com o divino. Sou um crente, no exato sentido do verbo crer, acreditar. Não sou carola nem piegas. Teologicamente, sou exigente. Por exemplo: durante dois anos me empenhei em estudar as cartas paulinas. Foi um mergulho profundo nos mananciais do Evangelho. Gostei tanto que até viajei a Roma por causa de Paulo, e reverti as maravilhas dessa viagem para o magistério eclesiástico. Não gosto de superficialidades religiosas, crendices, superstições, engodos. Afasto-me dos fariseus contemporâneos – pedras de tropeço –, dos novos vendilhões dos templos, dos modernos vendedores de indulgências; e procuro preservar, intactos, os conhecimentos bíblicos recebidos e buscados.
Como você vê isso na Rede Record, pela ligação da emissora com uma das maiores denominações evangélicas do País – a Igreja Universal do Reino de Deus?
Eu sou o mesmo em qualquer lugar onde fale, escreva e frequente. A Record tem um núcleo de reportagens especiais da mais alta competência, e faz o seu trabalho sem limitações impostas. Quanto à linha religiosa, ela é definida pela cúpula da Iurd. Os horários tidos como religiosos são específicos, enquanto que a grade de jornalismo é autônoma. Há jornalistas ligados à igreja, mas a maioria não é, e sem direcionamentos. Palavra de quem esta lá dentro.
Você já chegou a sofrer algum tipo de retaliação, perseguição ou até mesmo ameaça por trabalhar com jornalismo investigativo?
As ameaças precisam ser administradas. Pessoas sem caráter ou dignidade, corruptas, procuram torpedear o nosso trabalho. Já precisamos, sim, de proteção. Quando a minha primeira filha estava para nascer, tive de esconder a minha esposa, grávida, na casa de um amigo. Havia riscos iminentes. Não conto porque não quero dar nenhum tipo de satisfação para eunucos morais desse tipo, mas eles existem. São pústulas, pulhas, canalhas. Temos de enfrentar a corja arrogante, combatendo o bom combate.
Costuma recorrer a Deus nesses momentos?
A minha relação com o Senhor é direta, com momentos formais ou coloquiais, solenes e descontraídos. Converso com Deus no chuveiro, no carro e antes do programa de TV, e peço a Ele que me dê discernimento e sensatez. Exponho as minhas fraquezas, peço a sua orientação, a sua ajuda, a sua benção, a sua proteção. Quando está tudo bem, agradeço e agradeço novamente. O Senhor me responde, e eu sinto a sua presença na minha vida. Consigo vê-lo e senti-lo nos mais variados cenários, como se Ele, generosa e bondosamente, me dissesse: “Vai, meu filho, estou com você”. É uma dádiva, uma graça!
Você costuma falar sobre religião com os seus amigos e companheiros de trabalho?
Sim. Interessante que eles me fazem consultas e procuram explicações. Como os meus colegas me consideram um bom jornalista e com certo status na casa, acabam me respeitando como uma espécie de religioso confiável. Não sei se é exatamente isso, mas suponho que seja. O fato é que me tratam com respeito. Sou um tipo de consultor informal sobre temas bíblicos, o que acho muito bom.
O que, em sua opinião, levou o teólogo Rubem Alves a negar a existência de Deus após a tragédia das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro?
Sou leitor dele. Sei que o escritor, ex-pastor protestante, filósofo, psicanalista, é devoto de Nietzsche. A reação dele diante da tragédia serrana no Rio não é compatível com a sua profunda erudição, a qual respeito. É triste. Precisa de uma reconversão? Está amargurado por problemas de saúde? Algo para ser verificado pelos seus irmãos, ou ex-irmãos, ou irmãos separados, como foram taxados os primeiros protestantes pós-Reforma. Volte para o rebanho, Rubem. O Bom Pastor o espera, sempre de braços abertos.
Dos inúmeros casos de violência em que você trabalhou, há algum que o tenha marcado mais emocionalmente?
O meu cotidiano é tenso por força da profissão. Preciso de equilíbrio e da sustentação que o Senhor me proporciona. Todos os casos que envolvem crianças são mais marcantes emocionalmente. Isabella Nardoni, a menina de cinco anos arremessada da janela do sexto andar de um prédio em 2008, me deixou angustiado. Enquanto concedo esta entrevista, estou sob o impacto das crianças assassinadas dentro de uma escola em Realengo, no Rio. Chorei no ar, incontrolável; mas eu não tenho vergonha de chorar. Como diria Vieira (Padre Antônio Vieira, Sermão das Lágrimas de Pedro, escrito em 1679), os olhos têm duas funções: ver e chorar. Criança é o meu calcanhar de Aquiles.
De certa forma, isso chega a abalar a sua fé?
Nunca. Fé é convicção, certeza, confiança. Eu sei em quem tenho crido.
Por fim, o que as igrejas devem fazer para contribuir no combate à violência?
O papel da Igreja é formar, moldar personalidades, ensinar virtudes, valores transcendentes. O palco da violência está no coração humano, onde se trava o combate entre o bem e o mal, não num sentido maniqueísta, mas da luta entre Deus e as forças malignas. Para ser violento, é preciso, antes, aprender a odiar. Os valores cristãos não são burocráticos, meramente legalistas, prisioneiros de artigos e parágrafos. O espírito vivifica, sabemos. A igreja tem um papel a cumprir, e se ela se omitir, ninguém fará isso em seu lugar.
Fonte: Exibir Gospel
"O GRANDE BATISMO" ACONTECE NESTE DOMINGO EM AMERICANA
Americana (SP) A Igreja Mundial Abundante Graça, realizará neste Domingo (15) a partir das 8 horas da manhã, "O GRANDE BATISMO", o qual contará com a presença do Bispo Pedro Antônio, Pastora Cris e com total apoio da Equipe de Fé.Em entrevista a Kemp Missões Brasil, o Bispo Pedro Antônio declarou:
"Restaurar vidas para o Reino de Deus, este é o Dom Supremo, o qual realizo com muito amor e dedicação".
Visite Site Oficial: http://www.igrejamundialabundantegraca.com/
domingo, 8 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Salvo Pela"Incrível Graça"
John Newton era pastor de uma igreja crescente em Olney, na Inglaterra, quando compôs a letra daquele que talvez seja o hino mais conhecido até hoje – Amazing Grace (i.e., “Incrível Graça”). Newton estava satisfeito naquele contexto de vida campestre. Ele tinha uma esposa carinhosa ao seu lado, desenvolvia um bom ministério pastoral e estava cercado de pessoas amáveis. Naquele momento, Newton desfrutava de uma ótima vida. Mas, 25 anos antes, sua vida estava em ruínas.Newton nasceu em Londres no dia 24 de julho de 1725. Seu pai, um capitão de navio mercante, o amava, porém era um homem severo e reservado. Por outro lado, a mãe de John era uma mulher atenciosa e cuidadosa. Ela lhe ensinou as Escrituras – capítulos inteiros da Bíblia de uma vez – bem como hinos e poemas. Infelizmente, a mãe de John Newton morreu, duas semanas antes que ele completasse sete anos de idade, e, pouco tempo depois, seu pai casou-se novamente.
Quando o novo casal teve seu próprio filho, ambos deram mais atenção e carinho a este do que a John Newton, de modo que John deixou-se levar pela companhia influente de garotos pervertidos, aprendendo a andar nos sórdidos caminhos que eles trilhavam. Com a idade de 11 anos, ele fez a primeira das cinco viagens marítimas na companhia de seu pai, durante a qual rapidamente aprendeu a xingar e amaldiçoar com os melhores marujos.
Entretanto, durante os cinco anos que se seguiram, John se viu forçado a refletir seriamente sobre a condição de sua alma. Certa feita faltou pouco para que John Newton embarcasse num navio de guerra que levava a bordo um amigo dele. Mais tarde, todavia, ele soube que aquele navio naufragara e que seu amigo, junto com vários outros tripulantes, tinha morrido afogado.
Também foi nessa época que Newton teve um sonho perturbador no qual ele jogava fora um anel que representava toda a misericórdia que Deus lhe reservara. Essas experiências pesaram de forma tremendamente condenatória na consciência de Newton e, por algum tempo, impeliram-no a tratar as questões espirituais com mais seriedade. Contudo, passados alguns dias, ele logo se esquecia daquilo que o levara à sobriedade e continuava sua queda vertiginosa na espiral da perversidade. Newton afirmou: “Eu geralmente considerava a religião como um meio necessário para se escapar do inferno; mas eu amava o pecado e não estava disposto a abandoná-lo”.[1]
Aos 19 anos de idade, Newton foi obrigado a se alistar como aspirante da Marinha para servir no navio HMS Harwich. Passado algum tempo, ele desertou, foi capturado, encarcerado, açoitado a bordo do navio, fustigado com chicote de nove tiras, e rebaixado. Então Newton entrou em terrível depressão e desespero, que o levaram, por vezes, a querer se lançar ao mar e a planejar maneiras de assassinar o capitão que o humilhara. Entretanto, não demorou muito para que a situação dele mudasse, quando o capitão de seu navio fez uma permuta entre ele e marinheiros de um navio que estava preste a zarpar para a África Ocidental à procura de escravos.
A Época no Tráfico de Escravos
Em meados de 1700, o tráfico de escravos era um negócio lucrativo. Mais de 100 mil escravos foram trazidos para o Novo Mundo em navios ingleses.[2] William E. Phipps escreveu: “No século XVIII, a média de mortalidade dos escravos durante o trajeto [da África para algum porto no Caribe ou nos Estados Unidos, onde eram vendidos] em navios ingleses era de aproximadamente quinze por cento”.[3] Cerca de 15 mil escravos africanos morreram a bordo de navios ingleses nessa época.
Em meados de 1700, o tráfico de escravos era um negócio lucrativo. Mais de 100 mil escravos foram trazidos para o Novo Mundo em navios ingleses.
Em seu novo ambiente, Newton não fez absolutamente nada para ser benquisto pelos oficiais do navio. Ele compôs uma cantiga de escárnio para ridicularizar o capitão do navio e a ensinou para a tripulação inteira. Após capturar uma lucrativa quantidade de escravos, Newton ganhou a permissão de ficar na África, ao longo da costa da Guiné, onde trabalhava para um traficante de escravos inglês que vivia com uma amante africana. Essa mulher não gostava de Newton. Quando Newton contraiu malária, ela o tratou cruelmente, com insultos e subnutrição para que morresse de fome.
Tempos depois, Newton foi injustamente acusado de roubar o traficante inglês. Ele ficou acorrentado com cadeias no convés do navio daquele homem e foi mantido com pouca comida, água e roupa. Na verdade, ele se tornou escravo daquele homem e, por ironia do destino, recebeu o mesmo tratamento com o qual eram tratadas as pessoas que tinham sido escravizadas com a ajuda dele.
Esse tormento durou um ano, até que Newton convencesse seu dono a cedê-lo para um outro traficante de escravos. Seu novo senhor tratou-o com bondade e o colocou na supervisão das “feitorias” (prisões para escravos localizadas nos portos).
Apesar dos olhos vigilantes de seu antigo senhor traficante de escravos, Newton conseguiu enviar algumas cartas para seu pai, nas quais pedia socorro. Certo dia, um navio mercante denominado Greyhound [i.e., “cão pernalta e veloz”] chegou onde Newton estava. Ele fora enviado àquele lugar por ordem do pai de John Newton. A princípio, Newton hesitou em deixar seu negócio que a essa altura já era lucrativo, mas, por fim, concordou em voltar à Inglaterra. Newton foi mantido cativo na África por 15 meses ao todo.
A bordo do Greyhound em sua viagem de volta, Newton demonstrou ser o homem mais profano e devasso do navio. Certa noite, ele estava tão bêbado, que quando seu chapéu caiu no mar pela força do vento, se outro marujo não o agarrasse pela roupa, ele teria se lançado nas águas em busca do chapéu.
Mais tarde naquela viagem, Newton folheou um dos poucos livros que havia a bordo – Imitation of Christ [i.e., “Imitação de Cristo”]. Newton começou a ler esse livro como um mero passatempo, mas, depois, passou a se perguntar o que lhe aconteceria se aquilo que nele estava escrito fosse verdade. Ele ficou com medo e fechou o livro.
Atingido Pela Tempestade
Naquela noite de 21 de março de 1748, uma violenta tempestade se abateu sobre o navio, que por pouco não afundou. Homens, animais e provisões foram arrastados pela força das águas e caíram no mar. Newton orou a Deus pela primeira vez depois de anos. Ele temia estar à beira da morte e, se a fé cristã fosse verdadeira, estava certo de que não seria perdoado. John refletiu em tudo o que fizera naqueles últimos anos, inclusive a atitude de zombar dos fatos históricos do Evangelho, e ficou abalado.
Passados quatro dias, a tempestade diminuiu. Pela providência de Deus, a cera de abelha, que se encontrava no porão de carga, ajudou que o navio continuasse a flutuar. Newton atribuiu a Deus aquele livramento que tiveram. Ele começou a ler o Novo Testamento com mais interesse. Quando chegou à passagem de Lucas 15, John percebeu os impressionantes paralelos entre a sua vida e a vida do filho pródigo.
O navio ficou à deriva por um mês. Os suprimentos se esgotaram. O capitão culpou a blasfêmia de Newton como a causa dos problemas que enfrentavam e cogitou a hipótese de jogá-lo ao mar, à semelhança de Jonas. O navio avariado finalmente conseguiu seguir seu rumo para a Irlanda do Norte, a tempo de não ser apanhado por um vendaval que começava a ocorrer. Newton reconheceu que Deus respondera sua oração.
Ao chegarem em terra firme, Newton tomou a decisão de não mais xingar e blasfemar. Ele chegou a voltar para a igreja. Entretanto, ainda não era um crente em Jesus. Mais tarde ele declarou: “Penso que aquele foi o início de meu retorno para Deus, ou antes, o retorno dEle para mim; contudo, só considero que vim a ser crente em Cristo (no sentido pleno da palavra crente) muito tempo depois daquele momento”.[4]
Regenerado Pela Fé
Naquela noite de 21 de março de 1748, uma violenta tempestade se abateu sobre o navio, que por pouco não afundou. Newton orou a Deus pela primeira vez depois de anos.
Em 1749 Newton zarpou como primeiro piloto de um navio negreiro. A essa altura, ele já tinha se esquecido do compromisso que assumira e recaiu nas antigas práticas pecaminosas. Enquanto buscava escravos ao longo da costa ocidental da África, John Newton foi novamente acometido de malária, situação que o levou a refletir mais uma vez sobre a sua vida. Diante das misericórdias de Deus para com sua vida, ele estava absolutamente convicto da culpa pelos erros que recentemente cometera. Meio delirante e enfraquecido, Newton se levantou da cama e caminhou com dificuldade até um lugar afastado da ilha. Naquele local, percebendo a futilidade de tomar decisões autoconfiantes, “ele se entregou ao Senhor”, escreve Richard Cecil, “para que Deus fizesse com ele aquilo que fosse do Seu agrado. Ao que parece, nada de novo acontecia em sua mente, exceto o fato de que ele estava apto para confiar e crer num Salvador crucificado”.[5] A incrível graça de Deus preciosamente se manifestou no exato momento em que John Newton creu pela primeira vez.
Daquele momento em diante, a vida de Newton mudou gradativamente. No começo, como acontece com a maioria dos crentes, ele não percebia todas as áreas de sua vida que precisavam ser transformadas pela graça de Deus.
Por exemplo, por cinco anos, ele enfrentou lutas quanto à certeza de sua salvação. Todavia, através do encorajamento dado por outro capitão de navio, que também era crente em Cristo, as dúvidas foram vencidas, conforme Newton declarou: “Eu comecei a entender [...] e a ter esperança de ser preservado e salvo, não por meu próprio poder e santidade, mas pelo imenso poder e promessa de Deus, através da fé num Salvador imutável”.[6]
A mudança mais evidente na vida de Newton se deu na área do tráfico de escravos. Um ano antes de crer em Jesus Cristo, John Newton se tornou capitão de um navio negreiro. Nos quatro anos seguintes à sua salvação, Newton realizou três viagens com o intuito de buscar escravos na África e levá-los para serem vendidos no Caribe. Durante essas viagens, Newton liderou sua tripulação em cultos de adoração e em momentos de oração. Contudo, ele também foi forçado a sufocar rebeliões de escravos, chegando a ponto de utilizar instrumentos de tortura para apertar polegares a fim de arrancar confissões.
Mais tarde, Newton se conscientizou de que o tráfico de escravos e sua participação nele eram algo moralmente ultrajante e repulsivo. Ele afirmou: “a força do hábito, o exemplo e o interesse [comercial] cegaram meus olhos”.[7]
A partir do momento em que o Espírito Santo convenceu John Newton dos males e pecados envolvidos no tráfico de escravos, ele passou a trabalhar incansavelmente para extingui-lo num esforço de décadas. Ele foi orientador e conselheiro de um crente em Cristo mais novo do que ele, chamado William Wilberforce, o qual atuou no Parlamento Britânico. Wilberforce se tornou o mais notável e eficaz abolicionista da história da Inglaterra. Alguns meses antes da morte de Newton, ocorrida em 21 de dezembro de 1807, o Parlamento Britânico aprovou o Decreto da Abolição do Tráfico de Escravos, o que muito alegrou Newton.
A Ternura da Graça
Antes de experimentar a graça salvadora de Deus, John Newton não tinha o menor receio de xingar e proferir palavrões quando relampejava, de blasfemar contra o Deus do céu, de zombar da Bíblia, de ridicularizar a consagração a Deus, de se envolver em atos depravados, nem o mínimo escrúpulo de comprar e vender seres humanos como se fossem objetos ou mercadorias.
Entretanto, John Newton mudou completamente após a sua conversão. Mais tarde, ele se tornou pastor e exerceu o ministério pastoral por 23 anos, sempre salientando em seus sermões o tema da graça de Deus. Ele compôs e publicou centenas de hinos, inclusive o hino intitulado How Sweet the Name of Jesus Sounds [que traduzido quer dizer: “Quão doce soa o nome de Jesus”] (um nítido contraste com a época blasfema de sua vida pregressa), bem como demonstrou incessante hospitalidade em sua casa.
Ele manteve comunhão com alguns dos mais notáveis nomes do avivamento evangélico na Inglaterra, tais como George Whitefield e John Wesley; ensinou e encorajou pessoas influentes como o grande missionário William Carey, o poeta William Cowper, e o abolicionista William Wilberforce; além disso, tornou-se um dos maiores defensores do fim da escravidão na Grã-Bretanha.
Como explicar tamanha transformação na vida de um homem? Semanas antes de sua morte, já velho e debilitado, Newton explicou: “Minha memória praticamente se foi; mas ainda consigo me lembrar de duas coisas: que eu sou um tremendo pecador e que Cristo é um tremendo Salvador”.[8] (Bruce Scott - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)
Notas:
1.Richard Cecil, The Works of the Rev. John Newton, 3ª ed., vol. 1, 1824; reimpressão, Carlisle, PA: The Banner of Truth Trust, 1985, 1:4.
2.William E. Phipps, Amazing Grace in John Newton: Slave-Ship Captain, Hymnwriter, and Abolitionist, Macon, GA: Mercer University Press, 2001, p. 63.
3.Ibid., p. 60.
4.Cecil, p. 33.
5.Ibid., p. 37.
6.Phipps, p. 66.
7.Ibid., p. 202.
8.Ibid., p. 238.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2008.
Expo Music Gospel agora é Salão Internacional Gospel
"NÃO QUEREMOS QUALQUER FEIRA, QUEREMOS A MELHOR FEIRA PARA O NOSSO DEUS. OU NADA!"Em mais uma iniciativa ousada, visando a total qualidade de seus serviços e a satisfação plena de seus parceiros e clientes, a MR1 Comunicação & Marketing anuncia à todo o mercado e à imprensa segmentada, local e nacional, o início de uma transição de marcas do nome EXPO MUSIC GOSPEL para SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL . A mudança deve-se à necessidade de padronização dos empreendimentos da agência e melhor identificação e fixação da feira junto ao mercado e ao público que representa.
São de Marcelo Rebello as considerações: "Inicialmente, pensamos em um nome que representasse a música Gospel enquanto feira segmentada apenas, com o passar do tempo o leque de negócios foi naturalmente ampliando, foram aparecendo novas frentes de trabalho e importantes parcerias que nos levaram a investir em ações inovadoras de verdade, como o quadro "Tem um Cantor Gospel lá em casa", no Programa Eliana, juntamente com o SBT e que abriu novas portas na mídia, abençoou e expôs artistas e descobriu novos talentos, o Museu da Música Gospel e outras iniciativas que serão anunciadas em breve. Portanto, o conceito foi ampliado, passando a ser um contexto não mais apenas comercial e ministerial, mas também social e cultural, nascendo aí uma necessidade de padronização de linguagem que transmitisse uma fácil identificação sonora e visual, que não causasse qualquer confusão com outros eventos que já existem no mercado e que não apresentam a mesma proposta que a nossa, pois somos únicos e pioneiros em nossas iniciativas! Dessa forma, convocamos uma reunião com a nossa direção de comunicação e com nossos advogados de marcas e patentes, chegando à conclusão que o nome " SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL " seria um nome diferente do que já existe no mercado Gospel e que seria mais adequado ao perfil profissional que é a marca dos investimentos que nossa agência vem fazendo no segmento.", conclui.
A diretora de comunicação Luciana Mazza acrescenta: "Faremos uma transição, onde toda a divulgação da nossa feira daqui para frente virá as duas logomarcas em conjunto, para que as pessoas se acostumem com o novo nome e não se confundam! Quando estivermos há alguns dias da feira, substituiremos de vez a Expo Music Gospel pelo SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL . Creio que Deus tem nos abençoado à cada iniciativa e precisamos nos posicionar sempre que necessário. Queremos fazer a melhor feira para o nosso Deus ou, então, nada! À ele damos toda a honra, toda a glória e o nosso melhor, para que o nome do Deus altíssimo seja exaltado!".
Assessoria de Imprensa
MR1 Comunicação & Marketing
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domingo, 1 de maio de 2011
Cantor Gospel Matheus de Paula, se encontra com Bispo Pedro Antônio, nesta terça-feira.
Divulgando seu novo CD "PASSO A PASSO", o Cantor Gospel Matheus de Paula, visita nesta terça-feira (3) a Igreja Mundial Abundante Graça em Americana.Visite Site Oficial: www.igrejamundialabundantegraca.com
Fonte: IMAG-BRASIL