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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

CRUZADA EVANGELÍSTICA COM O PASTOR SILAS MALAFAIA EM RONDÔNIA

Nos próximos dias 14 e 15 de fevereiro, o renomado pastor Silas Malafaia estará em Rondônia, para dois grandes encontros nas cidades de Porto Velho e Ariquemes. O evento é uma realização do deputado estadual Valter Araújo (PTB) que está apoiando a Cruzada evangélica liderada por um dos mais populares religiosos do segmento evangélico, Silas Malafaia, em sua primeira viagem ao Estado de Rondônia. A Cruzada evangélica tem como tema central – “Com fé e por amor”. O deputado Valter Araújo informou ontem que nas duas apresentações do pastor Silas Malafaia não haverá nenhuma cobrança de ingresso. O evento religioso terá a participação especial do cantor Nani Azevedo e banda. No dia 14 de fevereiro A Cruzada Evangélica acontece a partir das 19 horas no Espaço do Cetene. Em Ariquemes, no dia 15 de fevereiro também no mesmo horário, o local será o Espaço Alternativo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O DIA MAIS IMPORTANTE DA SUA VIDA

Qual foi o dia mais importante da sua vida?

Será que foi o dia em que você se arrependeu dos seus pecados e aceitou Jesus como o seu salvador? Você tem parentes, amigos, colegas de trabalho ou estudo, e vizinhos? Qual deveria ser o dia mais importante da vida deles? De que eles têm maior necessidade? Qual seria o melhor presente que você poderia oferecer-lhes? O que você tem feito para que isso aconteça? Você tem obedecido a ordem de Jesus expressa em Mateus 28.19 : "Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai , do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado"? A expectativa de Jesus em Atos 1.8 "Mas recebereis poder ao descer sobre o Espírito Santo e ser-me-eis testemunhas em toda a Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, a até os confins da terra" tem sido alcançada pelo seu testemunho? Como você conheceu o Evangelho? Há uma pergunta que sempre ouvimos: Qual é a razão de ser da igreja no mundo? Deus enviou Jesus ao mundo para nos salvar! A igreja é o corpo de Cristo, conforme nos mostra os textos de Romanos 12.5 , 1 Coríntios 10.16, 1 Coríntios 12.27, Efésios 1.23, 3.6 e 5.30. O propósito que Deus tinha quando enviou Jesus ao mundo é o mesmo propósito que ele tem para a sua igreja e, por conseguinte, é o mesmo propósito que ele tem para cada crente! Em Lc 19.10 está escrito: "porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido". Se perguntássemos ao apóstolo Paulo por que Jesus veio ao mundo, ele responderia com 1Tm 1.15 : "Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores dos quais eu sou o principal!" Assim sendo, nossa principal tarefa como crentes e servos do Senhor Jesus é pregar o evangelho, possibilitando a todas as pessoas a oportunidade de serem salvas.

Evangelizar não é um dom; é uma questão de obediência!

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ORAÇÃO: FATOR FUNDAMENTAL PARA A CAMINHADA DAS IGREJAS

Cientes de que a oração é fator fundamental para a caminhada das igrejas no envolvimento com a obra missionária, Kemp Missões visa mobilizar as igrejas para a intercessão missionária e auxiliar na preparação espiritual da vida do intercessor. Desejamos que rios de água viva fluam em nossas igrejas para que o povo brasileiro conheça os mananciais de água oferecidos por Jesus Cristo. Precisamos que toda a igreja seja incentivada a orar incessantemente antes, durante e depois da campanha. É preciso criar um ambiente que motive os crentes a sentirem prazer em dedicar tempo para orar individualmente e em grupo. Para ativar um espírito missionário na igreja motiva-se a igreja por meio de recursos audiovisuais, testemunhos missionários, decorações especiais e o maior número de informações da realidade do povo e da localidade. Diariamente existe um bombardeio de situações e fatos que deixam os cristãos abalados e isso também é uma espécie de estímulo para um posicionamento missionário. Isso tudo deve ser aproveitado para que a igreja pratique a intercessão missionária. A prática da oração move não somente o coração de Deus como também o coração das pessoas. É impossível que alguém que dedique 15 minutos diários para orar pela vida e trabalho de um missionário e nominalmente por pessoas que deseja ganhar para Cristo, não seja despertado para cooperar financeiramente ou para seguir aos campos missionários. Sendo assim, irmãos, pastores e líderes, se existe algo que não pode faltar na preparação e desenvolvimento da campanha é a prática constante da oração. Então, vamos orar e mobilizar as igrejas para a intercessão missionária.Com a continuidade da participação das igrejas nas atividades aqui propostas, com certeza, cercaremos os missionários que estão nos campos com muita oração e a vida dos crentes será incentivada a buscar a face do Senhor a fim de obtermos vitória nas adversidades. Como praticar a oração de preparação para a campanha Liderança - Orar individualmente e em equipe. Combinar dias e horários e, após os momentos devocionais, praticar 15 minutos de intercessão missionária. É importante sentir primeiro o que vai ser sugerido para a igreja fazer. Gastar um pouco mais de tempo para orar pelo pastor, igreja e programação da campanha.Igreja - Colocar versos da Bíblia ou frases de oração no boletim da igreja, fazer perguntas como: "você já orou por missões hoje?", "Você já intercedeu por seu missionário?". Nos momentos de intercessão da igreja pedir oração pela equipe de missões e preparativos para a campanha. Orar também pela viagem do missionário que for convidado pela igreja e por sua família.Liderança e igreja - Realizar uma vigília na véspera de iniciar a campanha. Dividir os horários com as organizações ou ministérios da igreja. Tópicos para oração: famílias, necessidades, projetos da igreja local e campanha de missões. Planejar palestras ou estudos sobre relacionamento com Deus, adoração, crescimento cristão, evangelização e oração. Dar oportunidade para as pessoas darem seus testemunhos de fé. Convidar os jovens para ministrarem momentos de louvor e adoração.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

President Barack Obama's Inaugural Address



My fellow citizens:

I stand here today humbled by the task before us, grateful for the trust you have bestowed, mindful of the sacrifices borne by our ancestors. I thank President Bush for his service to our nation, as well as the generosity and cooperation he has shown throughout this transition.

Forty-four Americans have now taken the presidential oath. The words have been spoken during rising tides of prosperity and the still waters of peace. Yet, every so often the oath is taken amidst gathering clouds and raging storms. At these moments, America has carried on not simply because of the skill or vision of those in high office, but because We the People have remained faithful to the ideals of our forbearers, and true to our founding documents.

So it has been. So it must be with this generation of Americans.

That we are in the midst of crisis is now well understood. Our nation is at war, against a far-reaching network of violence and hatred. Our economy is badly weakened, a consequence of greed and irresponsibility on the part of some, but also our collective failure to make hard choices and prepare the nation for a new age. Homes have been lost; jobs shed; businesses shuttered. Our health care is too costly; our schools fail too many; and each day brings further evidence that the ways we use energy strengthen our adversaries and threaten our planet.

These are the indicators of crisis, subject to data and statistics. Less measurable but no less profound is a sapping of confidence across our land - a nagging fear that America's decline is inevitable, and that the next generation must lower its sights.

Today I say to you that the challenges we face are real. They are serious and they are many. They will not be met easily or in a short span of time. But know this, America - they will be met.

On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord.

On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recriminations and worn out dogmas, that for far too long have strangled our politics.

We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things. The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness.

In reaffirming the greatness of our nation, we understand that greatness is never a given. It must be earned. Our journey has never been one of short-cuts or settling for less. It has not been the path for the faint-hearted - for those who prefer leisure over work, or seek only the pleasures of riches and fame. Rather, it has been the risk-takers, the doers, the makers of things - some celebrated but more often men and women obscure in their labor, who have carried us up the long, rugged path towards prosperity and freedom.

For us, they packed up their few worldly possessions and traveled across oceans in search of a new life.

For us, they toiled in sweatshops and settled the West; endured the lash of the whip and plowed the hard earth.

For us, they fought and died, in places like Concord and Gettysburg; Normandy and Khe Sahn.

Time and again these men and women struggled and sacrificed and worked till their hands were raw so that we might live a better life. They saw America as bigger than the sum of our individual ambitions; greater than all the differences of birth or wealth or faction.

This is the journey we continue today. We remain the most prosperous, powerful nation on Earth. Our workers are no less productive than when this crisis began. Our minds are no less inventive, our goods and services no less needed than they were last week or last month or last year. Our capacity remains undiminished. But our time of standing pat, of protecting narrow interests and putting off unpleasant decisions - that time has surely passed. Starting today, we must pick ourselves up, dust ourselves off, and begin again the work of remaking America.

For everywhere we look, there is work to be done. The state of the economy calls for action, bold and swift, and we will act - not only to create new jobs, but to lay a new foundation for growth. We will build the roads and bridges, the electric grids and digital lines that feed our commerce and bind us together. We will restore science to its rightful place, and wield technology's wonders to raise health care's quality and lower its cost. We will harness the sun and the winds and the soil to fuel our cars and run our factories. And we will transform our schools and colleges and universities to meet the demands of a new age. All this we can do. And all this we will do.

Now, there are some who question the scale of our ambitions - who suggest that our system cannot tolerate too many big plans. Their memories are short. For they have forgotten what this country has already done; what free men and women can achieve when imagination is joined to common purpose, and necessity to courage.

What the cynics fail to understand is that the ground has shifted beneath them - that the stale political arguments that have consumed us for so long no longer apply. The question we ask today is not whether our government is too big or too small, but whether it works - whether it helps families find jobs at a decent wage, care they can afford, a retirement that is dignified. Where the answer is yes, we intend to move forward. Where the answer is no, programs will end. And those of us who manage the public's dollars will be held to account - to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day - because only then can we restore the vital trust between a people and their government.

Nor is the question before us whether the market is a force for good or ill. Its power to generate wealth and expand freedom is unmatched, but this crisis has reminded us that without a watchful eye, the market can spin out of control - and that a nation cannot prosper long when it favors only the prosperous. The success of our economy has always depended not just on the size of our Gross Domestic Product, but on the reach of our prosperity; on our ability to extend opportunity to every willing heart - not out of charity, but because it is the surest route to our common good.

As for our common defense, we reject as false the choice between our safety and our ideals. Our Founding Fathers, faced with perils we can scarcely imagine, drafted a charter to assure the rule of law and the rights of man, a charter expanded by the blood of generations. Those ideals still light the world, and we will not give them up for expedience's sake. And so to all other peoples and governments who are watching today, from the grandest capitals to the small village where my father was born: know that America is a friend of each nation and every man, woman, and child who seeks a future of peace and dignity, and that we are ready to lead once more.

Recall that earlier generations faced down fascism and communism not just with missiles and tanks, but with sturdy alliances and enduring convictions. They understood that our power alone cannot protect us, nor does it entitle us to do as we please. Instead, they knew that our power grows through its prudent use; our security emanates from the justness of our cause, the force of our example, the tempering qualities of humility and restraint.

We are the keepers of this legacy. Guided by these principles once more, we can meet those new threats that demand even greater effort - even greater cooperation and understanding between nations. We will begin to responsibly leave Iraq to its people, and forge a hard-earned peace in Afghanistan. With old friends and former foes, we will work tirelessly to lessen the nuclear threat, and roll back the specter of a warming planet. We will not apologize for our way of life, nor will we waver in its defense, and for those who seek to advance their aims by inducing terror and slaughtering innocents, we say to you now that our spirit is stronger and cannot be broken; you cannot outlast us, and we will defeat you.

For we know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness. We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus - and non-believers. We are shaped by every language and culture, drawn from every end of this Earth; and because we have tasted the bitter swill of civil war and segregation, and emerged from that dark chapter stronger and more united, we cannot help but believe that the old hatreds shall someday pass; that the lines of tribe shall soon dissolve; that as the world grows smaller, our common humanity shall reveal itself; and that America must play its role in ushering in a new era of peace.

To the Muslim world, we seek a new way forward, based on mutual interest and mutual respect. To those leaders around the globe who seek to sow conflict, or blame their society's ills on the West - know that your people will judge you on what you can build, not what you destroy. To those who cling to power through corruption and deceit and the silencing of dissent, know that you are on the wrong side of history; but that we will extend a hand if you are willing to unclench your fist.

To the people of poor nations, we pledge to work alongside you to make your farms flourish and let clean waters flow; to nourish starved bodies and feed hungry minds. And to those nations like ours that enjoy relative plenty, we say we can no longer afford indifference to suffering outside our borders; nor can we consume the world's resources without regard to effect. For the world has changed, and we must change with it.

As we consider the road that unfolds before us, we remember with humble gratitude those brave Americans who, at this very hour, patrol far-off deserts and distant mountains. They have something to tell us today, just as the fallen heroes who lie in Arlington whisper through the ages. We honor them not only because they are guardians of our liberty, but because they embody the spirit of service; a willingness to find meaning in something greater than themselves. And yet, at this moment - a moment that will define a generation - it is precisely this spirit that must inhabit us all.

For as much as government can do and must do, it is ultimately the faith and determination of the American people upon which this nation relies. It is the kindness to take in a stranger when the levees break, the selflessness of workers who would rather cut their hours than see a friend lose their job which sees us through our darkest hours. It is the firefighter's courage to storm a stairway filled with smoke, but also a parent's willingness to nurture a child, that finally decides our fate.

Our challenges may be new. The instruments with which we meet them may be new. But those values upon which our success depends - hard work and honesty, courage and fair play, tolerance and curiosity, loyalty and patriotism - these things are old. These things are true. They have been the quiet force of progress throughout our history. What is demanded then is a return to these truths. What is required of us now is a new era of responsibility - a recognition, on the part of every American, that we have duties to ourselves, our nation, and the world, duties that we do not grudgingly accept but rather seize gladly, firm in the knowledge that there is nothing so satisfying to the spirit, so defining of our character, than giving our all to a difficult task.

This is the price and the promise of citizenship.

This is the source of our confidence - the knowledge that God calls on us to shape an uncertain destiny.

This is the meaning of our liberty and our creed - why men and women and children of every race and every faith can join in celebration across this magnificent mall, and why a man whose father less than sixty years ago might not have been served at a local restaurant can now stand before you to take a most sacred oath.

So let us mark this day with remembrance, of who we are and how far we have traveled. In the year of America's birth, in the coldest of months, a small band of patriots huddled by dying campfires on the shores of an icy river. The capital was abandoned. The enemy was advancing. The snow was stained with blood. At a moment when the outcome of our revolution was most in doubt, the father of our nation ordered these words be read to the people:

"Let it be told to the future world...that in the depth of winter, when nothing but hope and virtue could survive...that the city and the country, alarmed at one common danger, came forth to meet [it]."

America. In the face of our common dangers, in this winter of our hardship, let us remember these timeless words. With hope and virtue, let us brave once more the icy currents, and endure what storms may come. Let it be said by our children's children that when we were tested we refused to let this journey end, that we did not turn back nor did we falter; and with eyes fixed on the horizon and God's grace upon us, we carried forth that great gift of freedom and delivered it safely to future generations.

PRESIDENTE BARACK OBAMA ASSINA DECRETOS PARA 'DAR TRANSPARÊNCIA’


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou ontem, uma série de decretos regulando o comportamento ético de sua administração e fomentando a transparência de seu governo. “A transparência e o estado de direito serão a base de minha presidência”, disse Obama em uma cerimônia, na qual prometeu “uma nova era de abertura” em seu país. Entre as medidas assinadas por Obama no primeiro dia de trabalho está uma ordem para congelar o salário dos funcionários da Casa Branca que ganham mais de US$ 100 mil - aproximadamente 100 -, em um momento em que o país passa por uma difícil crise econômica. “As famílias estão apertando o cinto e Washington deve fazer o mesmo”, afirmou o novo líder, que tomou posse nesta terça-feira.
Além disso, Obama anunciou uma medida para estimular a transparência do governo, que exigirá que todos os organismos governamentais analisem os pedidos de informação que receberem sob a Lei de Liberdade de Informação. “A Lei de Liberdade de Informação é a ferramenta mais poderosa que temos para fazer com que o nosso seja um governo honesto e transparente”, afirmou o presidente. Os funcionários “não só terão que obedecer à sua letra, mas também a seu espírito”, insistiu. O líder também condenou as práticas “de segredo excessivo” da administração anterior, que, disse, “se havia um argumento plausível para não fornecer informação, não era divulgado”.
O presidente assinou ainda uma ordem executiva que estabelece rígidos limites aos lobistas, que representam os interesses de grupos de pressão ou de empresas perante as entidades políticas. Os lobistas não poderão ocupar cargos do governo relacionados com áreas que eles tenham representado nos últimos dois anos. Após ocupar um posto na administração, não poderão pertencer a um grupo de pressão até que Obama tenha deixado a presidência, nem poderão tentar exercer influência sobre seus ex-colegas. Os lobistas em exercício não poderão, por sua vez, dar presentes aos funcionários públicos. O serviço público “é um privilégio” e não deve “servir para ajudar aos amigos, aos interesses das empresas ou para promover um programa ideológico”, afirmou, em outra aparente crítica ao governo de George W. Bush.

sábado, 17 de janeiro de 2009

SALVANDO VIDAS

Evangelismo Pessoal
Para incentivar a evangelização, veja aqui artigos sobre evangelismo, frases e ilustrações sobre evangelismo, missões e mensagem sobre evangelismo. Evangelizar o mundo, eis o grande desejo do coração de Deus. A Bíblia diz que Deus não se alegra na morte de pessoas que não tiveram um encontro com Ele.Pois é seu desejo que todos creiam em Jesus e sejam salvos.Quando nos dedicamos à evangelização também estamos apressando a vinda de Jesus para buscar a sua amada igreja.Veja o que Jesus disse, em Mateus 24:14: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim".

Onde evangelizar
Para saber onde evangelizar, para quem Jesus mandou anunciar o evangelho e como realizar a evangelização em situações especiais. A indicação mais clara de onde evangelizar foi dada por Jesus, quando disse:"Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra" (Atos 1:8). Jerusalém, Judéia e Samaria e confins da terra
Jerusalém pode significar as pessoas que vivem conosco: nossos familiares, vizinhos, colegas de escola e de trabalho.Judéia e Samaria; as pessoas próximas de nós, mas com as quais não temos contato: as pessoas dos bairros e das cidades próximas.Confins da terra representaria as pessoas mais distantes, moradoras de outros estados e países. O Evangelho para todos
Jesus não despreza qualquer ser humano, mas quer que todos ouçam a mensagem do Evangelho.Assim, a igreja de Jesus deve dedicar atenção a todas as pessoas, dedicando-se a evangelizar em todos os lugares.Jesus também disse:"Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15). Onde evangelizar?
Então, onde evangelizar?Vamos examinar o Novo Testamento.Vamos ver em quais lugares os primeiros evangelizadores, a começar por Jesus, anunciaram o Evangelho.Abra a sua Bíblia em Lucas 8:1 e você verá Jesus pregando o evangelho nas cidades e aldeias.Em Atos 5:42, os discípulos anunciando a Jesus Cristo no templo e nas casas.Em Atos 16:31, Paulo e Silas pregando o Evangelho na prisão.E no mesmo livro de Atos, agora 8:29, o diácono Filipe pregando durante uma viagem.Em II Timóteo 4:2, Paulo recomenda a Timóteo:"que pregues a palavra, que instes a tempo e fora de tempo...". Assim, o plano de evangelização da igreja do Senhor Jesus Cristo deve ser:“todas as pessoas em todos os lugares” Alguns lugares
Como exemplos, relacionamos alguns lugares onde se pode anunciar o Evangelho.Podendo ser por contato pessoal ou oferecendo literatura evangelística (folhetos evangelisticos, evangelho, revistas bíblicas, Bíblias, etc.):
· nas filas: comércio, ônibus, bancos,
· nas portas: de bancos, de escolas, de feiras, de estádios, de estações,
· nas festas: religiosas, esportivas
Outras maneiras de evangelizar
Você pode evangelizar usando outros meios, como:
· reuniões em casas de família,
· enviando mensagens para amigos pela internet,
· enviando cartas a familiares e pessoas conhecidas,
· emprestando filmes com temas do Evangelho,
· presenteando pessoas com CDs de música evangélica de boa qualidade,
· contribuindo com programas de rádio/tv com objetivos de evangelização,
· ajudando na manutenção de missionários e evangelizadores,
· dedicando-se à oração em favor dos que atuam em missões e evangelização.
Pessoas internadas
A evangelização também pode ser feita usando métodos especiais para alcançar pessoas que estão em regime de internato:
· hospitais,
· casas de recuperação,
· cadeias, presídios,
· asilos, orfanatos e creches.
Não se esqueça de sempre observar as normas do local onde você entrar, assim como a legislação local sobre a distribuição de panfletos. Eu quero evangelizar, Senhor Jesus!
Você pode acrescentar outros lugares e meios a essa lista.À medida que se dedicar à nobre tarefa de evangelização, o Espírito Santo lhe abrirá novas portas.E lhe conduzirá a lugares onde o Evangelho necessita ser pregado.Para que isso aconteça fique disponível para Deus.


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The new official portrait for President Barack Obama


Today the Transition office released the new official portrait for President Barack Obama. The photo was taken by newly-announced White House photographer Pete Souza, and is the first time that an official presidential portrait has been taken with a digital camera.
http://my.barackobama.com/page/community/blog/samuelkemp


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A ATUAÇÃO DA MÍDIA NO ORIENTE MÉDIO

Jovem palestino posando para as câmeras.

Mito: Os jornalistas que fazem a cobertura do Oriente Médio são movidos pela busca da verdade. Fato: Ninguém deveria se surpreender ao ser informado que os jornalistas no Oriente Médio compartilham do mesmo interesse por sensacionalismo que seus colegas que cobrem assuntos domésticos. Os exemplos mais destacados são os repórteres de TV, cuja ênfase no visual em lugar da substância encoraja um tratamento superficial dos assuntos. Por exemplo, quando o correspondente da NBC em Israel foi questionado por que os repórteres vinham para as manifestações dos palestinos na Margem Ocidental, que eles sabiam ser encenadas, sua resposta foi: "Nós entramos no jogo porque precisamos das fotos".[10] Em países como a Síria, a Arábia Saudita, o Irã ou a Líbia, as redes de TV não têm liberdade para obter as imagens que lhes interessam [por isso as buscam em Israel].Israel freqüentemente enfrenta a situação difícil de tentar contradizer imagens com palavras. "Quando um tanque entra em Ramallah, isso não é bonito na TV", explica Gideon Meir, do Ministério do Exterior de Israel. "Certamente podemos explicar porque estávamos lá, e é o que fazemos. Mas são só palavras. Contra fotos, temos de lutar com palavras".[10a]A magnitude do problema que Israel enfrenta é clara, conforme foi ilustrado por Tami Allen-Frost, presidente da Associação da Imprensa Estrangeira e produtor da ITN britânica: "A cena mais forte que fica na mente é a de um tanque numa cidade", e: "ocorrem mais incidentes na Margem Ocidental do que atentados suicidas [em Israel]. No final, o que conta é a quantidade".[10b]Mito: As autoridades árabes dizem aos jornalistas ocidentais as mesmas coisas que falam ao seu próprio povo.Fato: Os líderes árabes constantemente expressam seus pontos de vista de forma diferente em inglês do que em árabe. Eles revelam seus verdadeiros sentimentos e posições aos seus constituintes em sua língua nativa. Para consumo externo, entretanto, eles aprenderam a falar em tom moderado. Geralmente eles apresentam pontos de vista muito diferentes quando falam em inglês para as audiências do Ocidente. Há muito tempo, os propagandistas árabes já se tornaram mais sofisticados na apresentação da sua causa. Eles agora aparecem rotineiramente nos noticiários da TV americana, são citados na mídia impressa e se apresentam como pessoas razoáveis com queixas legítimas. O que a maioria dessas mesmas pessoas diz em árabe, por outro lado, está freqüentemente muito longe do moderado e razoável. Como os israelenses podem traduzir facilmente o que é dito em árabe, eles estão bem informados sobre os pontos de vista dos seus inimigos. Os americanos, porém, bem como outros povos, podem ser facilmente persuadidos pela apresentação enganosa de um propagandista árabe.Para dar apenas um exemplo, o negociador palestino Saeb Erekat é freqüentemente citado pela mídia ocidental. Depois do assassinato brutal de dois adolescentes israelenses em 9 de maio de 2001, os jornalistas pediram seus comentários. O "Washington Post" noticiou sua resposta:Saeb Erekat, um funcionário palestino, disse em inglês numa conferência de imprensa: "Matar civis é um crime, quer seja cometido pelos palestinos ou pelos israelenses". Esse comentário não foi reproduzido em língua árabe na mídia palestina.[12]O aspecto incomum dessa história: o "Washington Post" revelou que o comentário de Erekat foi ignorado pela imprensa palestina.Mito: Os jornalistas conhecem bem a história do Oriente Médio e, assim, sabem colocar os eventos atuais no contexto apropriado.Fato: Uma causa das más interpretações sobre o Oriente Médio e da parcialidade da mídia nas reportagens é a ignorância dos jornalistas sobre a região. Quase não há repórteres que falam hebraico ou árabe, de modo que têm pouco ou quase nenhum acesso às principais fontes. Muitas vezes eles repetem histórias que leram nas publicações em inglês da região, ao invés de fazerem reportagens independentes. Quando tentam colocar os eventos no contexto histórico, eles freqüentemente entendem mal os fatos e criam uma impressão incorreta ou enganosa. Um exemplo: durante uma narração sobre a história dos lugares sagrados em Jerusalém, Garrick Utley, da CNN, disse que os judeus podiam orar junto ao Muro das Lamentações durante o governo jordaniano (de 1948 a 1967).[13] Na verdade, os judeus eram impedidos de visitar seu lugar mais sagrado. Esse é um aspecto histórico essencial, que ajuda a explicar a posição de Israel com relação a Jerusalém.Mito: Os israelenses não podem negar a veracidade das fotos que mostram seus abusos.A foto de um policial israelense protegendo um estudante judeu-americano foi divulgada em todo o mundo como sendo de um palestino agredido pelo policial.Fato: Uma foto pode valer mil palavras, mas muitas vezes as palavras usadas para descrever a foto são distorcidas e enganosas. Não há dúvida de que os fotógrafos e os câmeras de TV procuram as imagens mais dramáticas que possam encontrar, quase sempre apresentando os brutais "golias" israelenses maltratando os sofredores "davis" palestinos. Entretanto, falta normalmente o contexto.Num exemplo clássico, a "Associated Press" distribuiu para o mundo inteiro uma imagem dramática. Ela foi publicada no "New York Times"[19] e causou revolta internacional porque a legenda, fornecida pela "Associated Press", dizia: "Um policial israelense e um palestino no Monte do Templo". Tirada na época da revolta palestina após a controvertida visita de Ariel Sharon à mesquita de Al-Aksa, a foto parecia ser um caso flagrante da brutalidade israelense. Entretanto, foi constatado que a legenda era incorreta e que a foto, na verdade, mostrava um incidente que deveria ter conduzido à impressão exatamente oposta, se tivesse sido noticiado corretamente.Na realidade, a vítima não era um palestino agredido por um soldado israelense. A foto mostrava um policial israelense protegendo o estudante judeu-americano Tuvia Grossman, que estava num táxi que foi apedrejado por palestinos. Grossman foi puxado para fora do táxi, surrado e esfaqueado. Ele conseguiu se livrar e fugiu para perto do policial israelense. Nesse momento um fotógrafo fez a foto.Além de identificar a vítima de forma errada, a "Associated Press" também informou incorretamente que a foto tinha sido tirada no Monte do Templo. Na verdade, o incidente aconteceu em outra parte de Jerusalém.Quando a "Associated Press" foi alertada sobre os erros, ela fez uma série de correções, muitas das quais não esclareceram a história de forma completa. Como geralmente acontece quando a mídia comete erros, o dano já tinha sido feito. Muitos veículos que usaram a foto não publicaram posteriormente as devidas explicações. Outros fizeram correções que não tiveram nem de longe o destaque da história inicial.Outro exemplo de como fotos podem ser tanto dramáticas quanto enganosas, foi uma imagem da "Reuters" mostrando um menino palestino sendo preso pela polícia israelense no dia 6 de abril de 2001. O menino estava obviamente atemorizado e "molhou" suas calças. Mais uma vez a foto atraiu a atenção do mundo inteiro e reforçou na mídia a imagem dos israelenses como ocupantes brutais que abusam de crianças inocentes.Nesse caso, o contexto foi enganoso. Outro fotógrafo da "Reuters" tirou uma foto um pouco antes, mostrando o mesmo menino jogando pedras em soldados israelenses. Poucos veículos publicaram essa primeira foto.Mito: A imprensa não justifica os atos terroristas.Fato: Pelo contrário, a mídia rotineiramente aceita e repete as platitudes de terroristas e de seus porta-vozes com relação aos seus propósitos. A imprensa aceita ingenuamente as alegações de que os ataques contra civis inocentes são atos de "combatentes pela libertação". Em anos recentes, algumas empresas jornalísticas desenvolveram uma resistência contra o termo "terrorista" e substituiram-no por eufemismos como "militante", porque não querem ser vistas tomando partido ou julgando os responsáveis.Por exemplo, depois que um homem-bomba palestino explodiu uma pizzaria no centro de Jerusalém em 9 de agosto de 2001, matando 15 pessoas, o atacante foi descrito como um "militante"... Em contraste, todos os meios de comunicação chamaram os ataques aos EUA em 11 de setembro de atentados terroristas.Clifford May, da "Middle East Information Network", chamou a atenção para o absurdo da cobertura da mídia: "Nenhum jornal escreveria: ‘Militantes atingiram o World Trade Center...’, nem diria: ‘Eles devem considerar-se combatentes pela libertação, e quem somos nós para julgá-los? Nós somos jornalistas’."A noção de que o "combatente pela liberdade" para uns é o "terrorista" para outros simplesmente não é verdadeira. É possível definir o terrorismo. Eis como o FBI define a palavra:Terrorismo é o uso ilegal da força ou violência contra pessoas ou propriedades para intimidar ou coagir um governo, a população civil ou qualquer segmento dela, com propósitos políticos ou sociais.[20]Se a mídia julgasse os eventos usando essa simples definição, os jornalistas não teriam dificuldades em usar a palavra "terrorista".Mito: A TV Al-Jazeera é a "CNN árabe", proporcionando ao mundo árabe uma fonte objetiva de notícias.Fato: A Al-Jazeera é uma cadeia de televisão de língua árabe, fundada no Qatar, amplamente assistida em todo o mundo árabe. O canal começou em 1996 como um projeto de estimação do emir do Qatar, xeque Hamad bin-Khalifa al-Thani, e ganhou destaque durante a guerra no Afeganistão, por causa de seus antigos contatos com os dirigentes do Talibã e com Osama bin Laden. Divulgando uma variedade de pontos de vista, incluindo opiniões dos funcionários da administração Bush, a rede buscou criar a impressão de que é uma fonte de notícias objetiva para o mundo árabe. Na realidade, a Al-Jazeera tem ficado conhecida como canal de propaganda de visões extremistas no mundo árabe. Um intelectual muçulmano culpou a rede por incitar as massas árabes contra o Ocidente e por transformar bin Laden e seus asseclas em celebridades. "Há uma diferença entre dar oportunidade para que opiniões diferentes [sejam ouvidas] e colocar no ar assassinos armados para que divulguem suas idéias", disse o Dr. Abd Al-Hamid Al-Ansari, decano de Shar’ia e Direito na Universidade do Qatar.[23]Numa entrevista ao programa "60 Minutos", um correspondente da Al-Jazeera, ao se referir à cobertura de notícias do conflito, disse que os palestinos morrem como mártires. Quando Ed Bradley [o entrevistador] replicou que os israelenses os chamariam de terroristas, ele respondeu: "Esse é um problema dos israelenses. É um ponto de vista". Quando lhe perguntaram como eles descrevem os israelenses que são mortos por palestinos, a resposta foi: "Damos-lhes o nome certo: israelenses mortos por palestinos". Bradley disse ainda que a cobertura da intifada pela Al-Jazeera foi responsável por incitar manifestações pró-palestinas por todo o Oriente Médio.[24] (extraído de www.us-israel.org/jsource/myths/ - http://www.Beth-Shalom.com.br

sábado, 10 de janeiro de 2009

THE INFANTILE EVANGELISMO


In the infantile evangelismo it is important to know that Biblical education must in accordance with be the age, searching the best way to evangelizar children. Infantile Evangelismo It will be that we must speak for a child who it is guilty when makes some wrong thing? E that this error can be a sin? Some affirm that the human being must know, since small, that it is a pecador. Others find that only we must evangelizar children when they have more age. When they already know what it is certain e what she is made a mistake. When to evangelizar children? We believe that the infantile evangelismo must be practised since early. If not forgetting, however, that the infantile evangelismo must be in accordance with the age of the child. In the start of the life it is not necessary to speak of guilt and of sin when the child commits some error. Optimum it is Biblical education, preparing the heart of the child to honor the God, to sing louvores and to pray with it. What Jesus spoke on the children? On the children, Jesus said: " … of the such it is the Kingdom of Deus" (Landmarks 10:14) e " … its angels in skies always see the face of my Father who is in céus" (Mateus 18:10). Jesus Christ also is Salvador of the children When she will be in more advanced age the child goes to understand what it is certain e what he is made a mistake. Then he will be able to understand when he errou and when the God disobeyed. In this age, it also he will be able to understand that Christ died for it. E that its sins can be pardoned, believing in Jesus and accepting as its Salvador. The infantile evangelismo starts in house Since early, the parents must say of God its children. To count histories of the Bible, to sing and to pray with them. Thus God commanded to the nation of Israel, through Moisés: “And these words that I command today you will be in your heart; e you will summon them your children and of them you will speak seated in your house, and walking for the way, and lying down to you, and raising you” (Deuteronômio 6:6 - 7)


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Martinho Lutero

O surgimento dos luteranos está ligado aos inícios da Reforma. A idéia central da Reforma é a convicção de que o ser humano não pode nem tem necessidade de salvar-se por si mesmo. Antes, a salvação é dada em Cristo "unicamente pela graça" e aceita "somente pela fé". Aparentemente simples, esse pensamento, biblicamente fundamentado, originou uma nova compreensão da Igreja, do sacerdócio, dos sacramentos, da espiritualidade, da devoção, da conduta moral (ética), do mundo, incluindo aí a economia, a educação e a política. Há um nome indissoluvelmente ligado a essas idéias: Martinho Lutero!
Lutero nasceu no dia 10 de novembro de 1483 em Eisleben, Alemanha. Preocupado com a salvação, o jovem Martinho Lutero decidiu tornar-se monge. Durante seu estudo, sempre o acompanhava a pergunta: "Como posso conseguir o amor e o perdão de Deus?" Lutero foi descobrindo ao longo dos seus estudos que para ganhar o perdão de Deus ninguém precisava castigar-se ou fazer boas obras, mas somente ter fé em Deus. Com isso, ele não estava inventando uma doutrina, mas retomando pensamentos bíblicos importantes que estavam à margem da vida da igreja naquele momento.
Lutero decidiu tornar públicas essas idéias e elaborou 95 teses, reunindo o mais importante de sua (re)descoberta teológica, e fixou-as na porta da igreja do castelo de Wittenberg, no dia 31 de outubro de 1517. Ele pretendia abrir um debate para uma avaliação interna da Igreja, pois acreditava que a Igreja precisava ser renovada a partir do Evangelho de Jesus Cristo.
Em pouco tempo toda a Alemanha tomou conhecimento do conteúdo dessas teses e elas espalharam-se também pelo resto da Europa. Embora tivesse sido pressionado de muitas formas - excomungado e cassado - para abandonar suas idéias e os seus escritos, Lutero manteve suas convicções. Suas idéias atingiram rapidamente o povo e essa divulgação foi facilitada pelo recém inventado sistema de impressão de textos em série.
O Movimento da Reforma espalhou-se pela Europa. Em 1530 os líderes protestantes escreveram a “Confissão de Augsburgo”, resumindo os elementos doutrinários fundamentais do luteranismo.
Em 1546, no dia 18 de fevereiro, aos 62 anos, Martinho Lutero faleceu. Finalmente, em 1555, o Imperador reconheceu que haviam duas diferentes confissões na Alemanha: a Católica e a Luterana.

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domingo, 4 de janeiro de 2009

O EVANGELISMO INFANTIL COMEÇA EM CASA

No evangelismo infantil é importante saber que o ensino bíblico deve ser de acordo com a idade, buscando a melhor maneira de evangelizar crianças.
Evangelismo infantil
Será que devemos falar para uma criança que ela é culpada quando faz alguma coisa errada?E que esse erro pode ser um pecado?Alguns afirmam que o ser humano deve saber, desde pequeno, que é um pecador.Outros acham que somente devemos evangelizar crianças quando elas têm mais idade.Quando elas já sabem o que é certo e o que é errado.
Quando evangelizar crianças?
Acreditamos que o evangelismo infantil deve ser praticado desde cedo.Não se esquecendo, porém, que o evangelismo infantil deve estar de acordo com a idade da criança.No começo da vida não é necessário falar de culpa e de pecado quando a criança comete algum erro.O melhor é o ensino bíblico, preparando o coração da criança para honrar a Deus, cantar louvores e orar com ela.
O que Jesus falou sobre as crianças?
Sobre as crianças, Jesus disse: "...dos tais é o Reino de Deus" (Marcos 10:14) e "... os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus" (Mateus 18:10).
Jesus Cristo também é Salvador das crianças
Quando estiver em idade mais adiantada a criança vai entender o que é certo e o que é errado.Então poderá entender quando errou e quando desobedeceu a Deus.Nessa idade, ela também poderá compreender que Cristo morreu por ela.E que os seus pecados podem ser perdoados, crendo em Jesus e o aceitando como seu Salvador.
O evangelismo infantil começa em casa
Desde cedo, os pais devem falar de Deus a seus filhos.Contar as histórias da Bíblia, cantar e orar com eles.Assim Deus ordenou à nação de Israel, através de Moisés: “E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te”(Deuteronômio 6:6-7)


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Como conduzir uma criança a Jesus


As crianças precisam conhecer o plano de salvação em Jesus, para receber o perdão dos pecados, alcançar um coração limpo e ter um lugar no Céu. Quando evangelizar crianças Na fase inicial da vida não há necessidade de falar de pecado para uma criança.Será melhor encher o seu coraçãozinho da presença de Deus através do ensino da Bíblia, de louvores e de oração. Em idade mais adiantada a criança poderá compreender o que quer dizer desobedecer a Deus.Poderá entender que o pecado nos separa de Deus.E que precisamos crer em Jesus para sermos amigos de Deus, ter nossos pecados perdoados e alcançar um lugar no Céu.Nessa idade, o plano de salvação pode ser apresentado para uma criança.Veja um modelo a seguir.


O plano de salvação para uma criança
· Quando fazemos coisas más, entristecemos a Deus, nosso Criador,
· Quando não ajudamos as pessoas que precisam de nós, Deus também fica triste,
· Aí então, o pecado entra em nossa vida e o nosso coração limpo fica sujo,
· O pecado nos faz sofrer muito porque nos separa de Deus,
· Mas Deus nos ama muito,
· Por isso Ele enviou Jesus, seu Filho, para nos ajudar,
· Jesus morreu na cruz em nosso lugar,
· Ele fez isso para perdoar todos os nossos pecados,
· Quando cremos e aceitamos a Jesus, Ele limpa o nosso coração, e
· Com o nosso coração limpo ficamos amigos de Jesus e filhos de Deus.
Ofereça a Salvação em Jesus

Se você estiver seguro de que a criança ouviu e entendeu o plano de salvação, não deixe passar a oportunidade. Peça para a criança aceitar Jesus em seu coração.Se a criança não entender, explique que "aceitar Jesus" quer dizer deixar Jesus entrar no coração.Jesus vai limpar o coração e ficar morando sempre nele.

Ore com a criança

Se a criança disser que aceita a Jesus, conduza-a numa oração, pedindo-lhe para repetir suas palavras. Por exemplo: "Senhor Jesus, neste momento, eu te aceito como meu único e suficiente Salvador, perdoa todos os meus pecados, limpa o meu coração de todas as coisas ruins e fica morando no meu coração por todos os dias da minha vida, amém".


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Jesus, o amigo forte

É bom ter um amigo.
Alguém para brincar e dar risada.
Às vezes precisamos de um
amigo muito forte.
Quando temos coisa difícil para
fazer.
Quando estamos com medo ou
estamos doentes.
Quando ficamos tristes porque
fizemos alguma coisa errada.
Onde achar um amigo forte?
Jesus pode ser seu amigo
Jesus não quer ver as crianças
sofrendo.
Jesus ama a todas as crianças.
E Ele quer ficar junto das crianças
para ser o maior amigo.
Você pode falar sempre com Ele.
Conte tudo que está no seu
coração. Ele vai te ajudar.
Veja o que Jesus disse:
“Deixai vir a mim os meninos, e
não os impeçais, porque dos tais
é o reino de Deus.” (Lucas 18:16)
Jesus pode ser seu amigo agora.
Feche os olhos e fale com Ele.
Fale o que você quiser.
Falou? Pronto, agora, Jesus é o
seu amigo forte.
Ande sempre com Ele.
______________________ _____
Convite: Chame seus pais para
visitar uma igreja evangélica. Lá
as pessoas cantam, oram e
recebem coisas boas de Deus

sábado, 3 de janeiro de 2009

JESUS O FILHO DE DEUS

Jesus Cristo é freqüentemente comparado a outros profetas e mestres, mas Ele na verdade é a pessoa mais notável de todos os tempos. Tudo desde Seu nascimento até depois de Sua morte, foi miraculoso e o colocou à parte de qualquer outro. Jesus nasceu de uma virgem -- algo naturalmente impossível. Antes de sua mãe Maria se casar, um anjo lhe apareceu e disse que daria a luz ao Filho de Deus. Quando ela perguntou como isto poderia ser possível, ele respondeu, "O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do altíssimo irá cobrir você, também, aquele que há de nascer será chamado Filho de Deus." Assim como prometido, a virgem Maria deu a luz a Jesus Cristo, a mais notável pessoa já existente nesta terra.

UMA VIDA MARAVILHOSA
A vida de Jesus foi maravilhosa assim como Seu nascimento. Aos 30 anos de idade, Ele saiu da cidade de Israel e iniciou seu ministério ensinando e ajudando pessoas. A bíblia registra que Ele era diferente de outros professores, "as pessoas ficavam espantadas com Seus ensinos, Ele as tocava com autoridade, e não como os escribas." Da mesma forma não havia doença tão grande para o Seus poder. A Bíblia diz, "Traziam a Ele todas as pessoas doentes que estavam aflitas com vários problemas e tormentos e Ele as curava." Incomodados com Sua fama e autoridade, as autoridades políticas e religiosas conspiraram para mata-lo.

SUA MORTE
Sua morte tinha sido predita quase mil anos antes. O profeta Isaias escreveu sobre Jesus, (ISAIAS 53.5) Jesus pagaria o preço por nossos pecados para que pudéssemos ser perdoados e ter a vida eterna ". Exatamente como foi predito, Jesus recebeu a mais brutal sentença de morte daquele tempo para cumprir a profecia que Ele era o Filho de Deus. Enquanto era levantado na cruz de madeira com pregos sobre suas mãos e pés, Ele orou, "Pai, perdoa-os pois não sabem o que fazem." Jesus tinha o poder de descer da cruz, mas Ele escolheu sacrificar Sua vida por outros.

A PROMESSA É PARA VOCÊ.
Assim como está escrito, Deus ressuscitou Seu Filho Jesus de volta a vida -- vida eterna -- no terceiro dia depois de Seu sepultamento Ele foi visto por Seus amigos próximos e mais de 500 de Seus seguidores. Ele subiu aos céus diante de seus olhos. Depois de sua ressurreição, seu amigo e discípulo Pedro disse a uma grande multidão para arrependerem se de seus pecados e crerem em Jesus Cristo para serem salvos, "Pois a promessa é para vocês, seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar". Esta promessa é para você! Existem muitas religiões e profetas mas nenhuma oferece o perdão completo de seus pecados e vida eterna com Deus. Ele já morreu por seus pecados , agora você precisa por sua fé Nele. "Se com tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, seras salvo "Romanos 10:9" Se você crer em Jesus, você pode fazer esta oração agora mesmo e receber o presente da vida eterna.

RECEBA JESUS AGORA.
"Senhor Jesus, Eu creio que Tu és o Filho de Deus e o Salvador do mundo. Obrigado por vir a Terra e morrer para que eu pudesse ter a vida eterna. Por favor perdoe todos meus pecados. Agora eu quero Te seguir e Te servir com minha vida. Por favor envie o seu Santo Espírito e dirija meus passos. Em nome de Jesus , Amem."