Páginas

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O DIA DA EXPIAÇÃO


Em Hebreus, este termo significa o dia de 'cobertura' ou 'harmonia.' O dia mais importante para os judeus era o Dia da Expiação, o décimo dia do sétimo mês (Levítico 23:27, 25:9). Podemos ver no capítulo 16 de Levítico que até o sumo sacerdote não podia entrar no lugar santíssimo, exceto para rituais específicos. O Lugar Santíssimo em si precisava da expiação tanto quanto os filhos de Israel; assim, o sumo sacerdote tinha de oferecer o sacrifício para transferir os pecados ao impor suas mãos sobre a cabeça do sacrifício. Os filhos de Israel pensavam sobre a santidade de Deus e sobre os seus pecados no Dia da Expiação. Então, até 15 ofertas (inclusive o bode expiatório), 12 ofertas queimadas e 3 ofertas da expiação foram postas diante de Deus (Levítico 16:5-29, Números 29:7-11). Se contarmos "o outro cordeiro" referido em Números 28:8, há 13 ofertas queimadas e 4 ofertas da Expiação. O dia em que Israel expiou os seus pecados anuais foi o décimo dia do sétimo mês. Da mesma forma, o dia da Expiação pelo mundo inteiro foi o dia em que Jesus foi batizado por João Batista. Foi o Dia da Expiação (Mateus 3:13-17). Foi o dia em que Deus tirou todos os pecados do mundo (Mateus 3:15). Foi o Dia da Expiação em que Deus "assim, cumpriu toda a justiça."
Expiar, Expiação
É o ritual para a transferência de todos os pecados do homem para Jesus. No Antigo Testamento, a expiação significava a passagem do pecado para o sacrifício através da imposição das mãos sobre a cabeça do animal. No Novo Testamento, significa o batismo de Jesus por João Batista. Em hebraico e grego, essa palavra significa a passagem do pecado para Jesus Cristo, de tal modo que os pecadores entrem num relacionamento correto com Deus. O Novo Testamento ilustra bem a oferta pela expiação: O batismo de Jesus e Sua morte na Cruz.
No Antigo Testamento: A palavra ‘expiação’ é usada quase 100 vezes no Antigo Testamento e é sempre expressa como ‘kaphar’ em grego (por exemplo, Levítico 23:27, 25:9, Números 5:8) (geralmente escrito como ‘fazer expiação’). Expiação é a tradução de uma palavra hebraica que significa a transferência dos pecados pela imposição das mãos sobre a cabeça de um bode vivo confessando todas as iniqüidades dos filhos de Israel (Levítico 16:20).
No Novo Testamento: A Expiação é relacionada com a palavra aramaica ‘kpr’ que significa cobrir. Isto é o que significa o batismo da redenção de Jesus no Novo Testamento. Jesus veio a este mundo e foi batizado aos 30 anos de idade para cumprir a salvação do homem.
O Sacrifício da Expiação
No Antigo Testamento: Assim como os outros sacrifícios, o sacrifício da santificação foi oferecido no tabernáculo. O sumo sacerdote se limpou e vestiu a túnica de linho sagrada em vez da veste de uso formal para rituais comuns, e selecionou um novilho como oferta pelo pecado e um carneiro como oferta queimada por si e pela sua casa (Levítico 16:3-4). O sumo sacerdote impôs suas mãos sobre a cabeça das ofertas para transferir o pecado. O impor das mãos foi uma das partes essenciais no Dia da Expiação. Se não tivesse feito assim, a oferta do sacrifício não podia ser efetuada, pois a Expiação pelo pecado não podia ser executada sem impor as mãos sobre ela, passando assim os pecados anuais de Israel para a oferta. Em Levíticos 16:21: "Arão porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode e enviá-lo-á ao deserto, pela mão dum homem disposto para isso." Ele tomou do povo de Israel dois bodes para oferta pelo pecado e um carneiro, para holocausto (verso 5). Então ele apresentou dois bodes perante o Senhor à porta do tabernáculo e lançou a sorte a fim de escolher um para o Senhor e o outro para o bode emissário. Aquele que foi oferecido para Deus como oferta pelo pecado, e o bode emissário foram oferecidos vivos perante Deus para expiar os pecados anuais do povo israelense, sendo este enviado ao deserto (Levítico 16:7-10). Os pecados de Israel tinham de ser transferidos para o bode emissário por meio da imposição das mãos. Então, o bode emissário, que assumiu consigo todos os pecados de Israel, foi levado ao deserto para a paz entre o homem e Deus. Assim, os pecados de Israel foram tirados. No Novo Testamento: Do mesmo modo, no Novo Testamento, Jesus Cristo foi batizado por João Batista (a imposição das mãos no Antigo Testamento) e tirou todos os pecados do homem como Cordeiro sacrificial, a fim de cumprir a salvação de Deus (Levítico 20:22, Mateus 3:15, João 1:29, 36). No Antigo Testamento, antes de lançar sorte, Arão matou o novilho como oferta pelo pecado por Si e pela sua casa (Levítico 16:11). Depois colocou sobre o altar o incensário cheio de brasas de fogo diante do Senhor, com suas mãos cheias de incenso aromático, trazendo isto para além do véu. Depois pôs o incenso sobre o fogo, perante o Senhor, para que a nuvem do incenso cobrisse o propiciatório. Ele também tomou o sangue do novilho e aspergiu-o com o seu dedo sobre e diante do propiciatório sete vezes (Levítico 16:12-19). No Dia da Expiação, não podia ser omitido a imposição das mãos por Arão sobre a cabeça do bode. Arão impôs suas mãos sobre a cabeça do bode e transferiu-lhe todos os pecados e todas as iniqüidades de Israel. Então, um homem adequado levou o bode ao deserto e o soltou lá. O bode emissário vagava no deserto carregando os pecados de Israel, e morria por esses pecados. Este foi o sacrifício da Expiação no Antigo Testamento. O mesmo acontece no Novo Testamento, exceto que o bode era Jesus Cristo. Como bode expiatório, Ele assumiu todos os pecados do homem por meio do Seu batismo, derramou o Seu sangue e morreu na Cruz por nós. Por isso, agora, a salvação de todos os pecados não pode ser trazida sem o batismo e a crucificação do sumo sacerdote celestial, que é Jesus Cristo. Isso é o cumprimento da salvação do nascer de novo da água e do Espírito.
Expiação Bíblica
A. No Antigo Testamento, a expiação era feita geralmente por meio do sacrifício de um animal (por exemplo, Êxodo 3:10, Levítico 1:4, 4:20-21).
B. No Novo Testamento, foi mantido o conceito do sacrifício da expiação do Antigo Testamento. Mas a redenção do homem está relacionada com Jesus Cristo. O apóstolo Paulo disse que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados (1 Coríntios 15:3).
A palavra expiação foi usada não para referir-se à morte de Cristo, a qual não foi somente para expiar o pecado original e sim, para tirar todos os pecados do homem. E após o batismo, através do qual os pecados do homem foram transferidos para Jesus (Mateus 3:15), Ele salvou a humanidade derramando o Seu sangue na Cruz (Levítico 1:1-5, João 19:30).
O Apóstolo Paulo explica, em 2 Coríntios 5:14, que “Um morreu por todos,” e no verso 21, por nós, em Gálatas 3:13, “fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar.” Entre muitos versos do Novo Testamento, os quais referem-se a Jesus como Sacrifício (por exemplo, Efésios 5:2), estão João 1:29, 36 (‘Cordeiro’ - João Batista) e 1 Coríntios 5:7 (‘Nosso Cordeiro pascal’ - o Apóstolo Paulo).
Mas Paulo especificou que o batismo de Jesus no rio Jordão foi a expiação por todos os pecados do mundo. Ele explica, no capítulo 6 de Romanos, que todos os pecados do homem foram transferidos para Jesus por meio do batismo de Jesus por João Batista.
Ele continua explicando que a crucificação de Jesus foi o julgamento e compensação pelo pecado, e que o sacrifício da expiação foi oferecido pelas almas dos homens.
A morte de Jesus significa para nós o sacrifício da expiação no Antigo Testamento. A imposição das mãos no Antigo Testamento e o batismo de Jesus no Novo Testamento estão de acordo com a Lei de Deus (Isaías 53:10, Mateus 3:13-17, Hebreus 7:1-10, 18, 1 Pedro 3:21).
O Novo Testamento não termina com o batismo e com a morte de Jesus, mas continua dizendo-nos que o cumprimento da salvação consiste no nosso batismo em Cristo e na nossa morte com Ele (Romanos 6:3-7, Gálatas 2:19-20).
Isso nos diz que Jesus Cristo foi batizado por João Batista para tirar todos os pecados do mundo e que Ele foi crucificado como resultado disso. Por meio de Seu batismo e sangue, Jesus Cristo tirou não somente os pecados do homem e tolerou o sofrimento, mas também salvou o homem da força do Satanás e fê-lo regressar ao poder de Deus, ao aceitar a punição em lugar da humanidade.
Por isso, a redenção de Jesus resolveu o problema do pecado que estava impedindo o homem de aproximar-se de Deus. Assim, restaurou a paz e a harmonia entre o homem e Deus e, ao mesmo tempo, trouxe salvação, reconciliação (Romanos 5:11), vida (Romanos 5:17-18) e redenção (Mateus 3:15, João 1:29, Hebreus 10:1-20, Efésios 1:7, Colossenses 1:14).
Expiação de pecado
Ou 'perdão de pecados.' Os pecados são perdoados quando nos tornamos limpos de todos os nossos pecados através do evangelho da água e do Espírito. A fé no evangelho da água e do Espírito é crer na existência de Jesus como Filho de Deus, na Sua vinda ao mundo como homem, no Seu batismo e na crucificação para a salvação do homem. A redenção que Jesus nos deu é realizada por meio da fé em Seu batismo e no Seu sangue (como está escrito no Antigo Testamento) pelos quais o próprio Jesus salvou todos os homens do pecado. A redenção na Bíblia aponta para a lavagem dos pecados por meio da fé no batismo de Jesus e no Seu sangue. Todos os pecados foram transferidos para Jesus e, assim, não há mais pecado no coração da humanidade. Podemos chamar-nos de 'redimidos e justos,' somente depois de transferir todos os nossos pecados para Jesus por meio do Seu batismo.

A SALVAÇÃO

A salvação significa 'ser salvo de afogar-se.' O homem recebe a salvação quando admite que vai para o inferno por causa de seus pecados e crê que Jesus o salvou de todos os seus pecados por meio de Seu nascimento, batismo e sangue na Cruz. Os homens que se tornam limpos dos pecados ao crerem na salvação de Jesus, no batismo e no sangue de Jesus, são chamados de 'salvos, nascidos de novo e justos.' Podemos usar a palavra 'salvação' para aqueles que foram salvos de todos os seus pecados, inclusive o pecado original e seus pecados diários, ao crer em Jesus. Assim como o homem afogado é salvo, o homem afogando-se no pecado do mundo pode ser salvo ao crer em Jesus como seu Salvador, ao crer no batismo e no sangue de Jesus, ao crer nas palavras da verdade espiritual.

DECLARAÇÃO DE FÉ


Nós cremos que a Bíblia, que consiste apenas no novo e velho testamento, é verbalmente inspirada pelo Espírito Santo, é impassível de erro nos manuscritos originais, e é a infalível e autorizada Palavra de Deus. Nós cremos que o Deus Trino existe eternamente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Nós cremos que Adão, criado à imagem de Deus, foi tentado por Satanás, o deus deste mundo, e caiu. Por causa do pecado de Adão, todos os homens são imputados de culpa, são totalmente depravados, e precisam ser regenerados pelo Espírito Santo para Salvação. Nós cremos que Jesus Cristo é Deus, nasceu de uma virgem, foi batizado por João Batista no Rio Jordão, foi crucificado como o Cordeiro de Deus, ressurgiu da morte, e subiu ao céu, onde ele atualmente é exaltado na mão direita do Pai. Nós cremos que a salvação consiste da remissão dos pecados, da imputação da justiça de Cristo, e do dom da vida eterna, recebida apenas pela fé, independentemente das obras. Nós cremos que o retorno de Jesus Cristo é iminente, e que será visível e pessoal. Nós cremos que os salvos serão ressuscitados para a vida eterna, e abençoados no céu e que os não salvos serão levados para a punição eterna e consciente no inferno. Nós cremos que a igreja, o corpo de Cristo, consiste apenas daqueles que são nascidos de novo, que são batizados pelo Espírito Santo em Cristo no tempo da regeneração, pela qual Ele agora intercede no céu e pela qual ele irá voltar. Nós cremos que Cristo enviou a igreja pra ir a todo mundo e pregar o evangelho para todas as pessoas, batizando e ensinando aqueles que crerem.

A IGREJA EM TRANSFORMAÇÃO

Efésios 4.7-13; 5.27
Folheando as “Institutas da Religião Cristã”, um livro escrito por João Calvino no século dezesseis. João Calvino alertava os cristãos sobre alguns ensinamentos errados que existiam dentro da igreja do seu tempo. Naquela época, havia algumas pessoas imaginando que a igreja era um lugar formado por homens e mulheres perfeitos; gente pensando que o pecado não existia dentro da igreja, que os cristãos jamais erravam, que a santidade era plena em todos os crentes, que todos os cristãos já estavam completos e coisas do tipo.Esse tipo de pensamento, que existia no século XVI, de alguma maneira continua existindo nos dias de hoje. Há muitos crentes imaginando que a igreja é um lugar perfeito, formado por pessoas perfeitas. Ignoram o fato de que a igreja é um lugar em transformação, constituída por pecadores que estão sendo, dia após dia, santificados pelo Espírito Santo, purificados pelo lavar da água mediante a Palavra, expressando os seus dons e ministérios específicos a fim de que sejam apresentados diante de Deus sem mancha nem ruga.O apóstolo Paulo, escrevendo a sua carta aos Efésios, comentou sobre isso: “E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo. Por isso é que foi dito: Quando ele subiu em triunfo às alturas, levou cativos muitos prisioneiros, e deu dons aos homens. (Que significa "ele subiu", senão que também havia descido às profundezas da terra? Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, a fim de encher todas as coisas.) E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4.7-13)Segundo Paulo, a igreja é uma comunidade dinâmica, em transformação. O corpo de Cristo ainda está sendo edificado (Efésios 4.12). Por isso, todos nós precisamos ser suporte uns para os outros, ajudar e respeitar uns aos outros. Jamais devemos ser impacientes com o outro que tem um ministério diferente do nosso ou não tem tanto conhecimento como nós. Antes, devemos ser suporte para todas as pessoas até que todos cheguemos à maturidade.A Igreja é uma comunidade com dons diferentesAs pessoas, por causa da natureza pecaminosa, ainda têm a tendência de serem desequilibradas, ou melhor, de caminhar pelos extremos. Tal situação também acontece dentro da igreja. O cristão costuma imaginar que os dons ou ministérios que possui são sempre os mais importantes – por exemplo, se ele tem o ministério pastoral, ele imagina que todas as pessoas devem possuir esse mesmo ministério. Ele conclama as pessoas a atuarem da maneira como ele atua e, inconscientemente, produz uma situação de desequilíbrio dentro da igreja. Se todos forem pastores, onde estarão os evangelistas, os mestres? Se todos exercerem apenas um único dom ou ministério, onde estará o equilíbrio?Quando escreve a sua carta à igreja de Éfeso, Paulo tem por objetivo chamar os cristãos ao equilíbrio. Ele mostra que a igreja está em transformação. Ela é dinâmica e, por isso, possui vários dons e ministérios diferentes. Na verdade, escreve Paulo: “Quando ele [Cristo] subiu em triunfo às alturas, levou cativos muitos prisioneiros, e deu dons aos homens [...]. E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres.” (Efésios 4.8,11)Os dons e ministérios existem porque a igreja ainda não é perfeita. Eles existem para que a igreja seja edificada com equilíbrio, desenvolvendo todos os ministérios Cada um dos dons e ministérios são necessários para o crescimento e saúde da igreja. Portanto, os cristãos devem aprender a respeitarem-se mutuamente. Dessa maneira, enquanto cada um desenvolve o seu ministério e dom determinado, a igreja em transformação caminha para a maturidade.A Igreja é uma comunidade com pessoas diferentesContudo, também devemos ser suporte uns para os outros, porque a igreja é uma comunidade com pessoas diferentes. Da mesma maneira como existem dons e ministérios diferentes, existem pessoas diferentes dentro da igreja. Tal fato é simples de ser verificado até mesmo no nosso mundo natural. Basta observarmos uma família formada por um casal e quatro filhos gêmeos. Apesar dos quatro filhos possuírem o mesmo DNA, eles são completamente diferentes entre si, com gostos, aptidões, temperamentos e capacidade intelectual diferentes.A realidade dessa família é também a realidade da igreja: as pessoas, apesar de terem nascido de novo, são diferentes: umas têm maior fé, outras têm menor conhecimento e ainda outras têm mais tempo de caminhada cristã. Paulo escreve sobre isso ao mostrar que Jesus deu os dons e ministérios à igreja “com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4.12-13)O propósito de Deus é que haja “a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus”. Porém, dentro da igreja isso ainda não existe. Há graus diferentes de fé e de conhecimento do Filho de Deus. Há pessoas que possuem uma compreensão mais profunda disso, e elas jamais devem desprezar outros cristãos. Ninguém deve ser rejeitado, menosprezado ou ridicularizado dentro da igreja por possuir uma compreensão mais rasa da fé e do conhecimento de Cristo.Da mesma maneira, há dentro da igreja pessoas mais e menos maduras. Há cristãos com anos de caminhada cristã e outros que estão começando a sua carreira com Cristo. De fato, o propósito de Deus é que toda a igreja seja madura. Contudo, a igreja ainda está caminhando rumo a essa maturidade. Por isso, cada cristão deve ser suporte para o outro, entendendo que há diferenças entre pessoas dentro da igreja. Você não deve rejeitar ninguém por saber menos que você ou por não viver da maneira como você vive a vida cristã. Antes, você deve ser um suporte para o outro. A igreja está sendo edificada. Ela está em transformação. E à medida que cada pessoa cumprir o seu chamado dentro do corpo, a igreja irá caminhar para a maturidade. Conclusão A igreja está caminhando para ser apresentada a Cristo “como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.” (Efésios 5.27) Por isso, você deve aprender a respeitar e a honrar o seu irmão, apesar dele ser diferente de você em alguns aspectos. As diferenças são um sinal claro de que a igreja é uma comunidade dinâmica; ela está em transformação. Todos nós, que somos a igreja, estamos sendo transformados dia após dia. Não somos perfeitos. Não fomos transformados em anjos. Você precisa do outro. Portanto, que você e cada um de nós aprendamos a ser suporte para o outro. Somente desta maneira vamos atingir a medida da plenitude de Cristo.

Do lugar da bênção ao deserto da tentação

Texto: Mc 1.12-13

Textos complementares: Mt 4.1; I Co 10.13; Tg 1.14; Hb 1.14
Versículo para memorizar: "Logo depois o Espírito Santo mandou Jesus para o deserto. Jesus ficou lá quarenta dias, sendo tentado por Satanás. Havia animais selvagens ali, e os anjos cuidavam de Jesus". Mc 1.12-13.
Introdução: Jesus acaba de passar por uma experiência maravilhosa com o Pai e com o Espírito Santo, por ocasião do seu batismo nas águas. Como resultado disso, podia-se dizer que Ele estava na plenitude de regozijo e satisfação espirituais. Imediatamente, porém, a Sua experiência muda de característica, quando o Espírito que nEle estava O manda para o deserto, onde o tentador (satanás) O aguarda com grande expectativa. Vejamos, pois, qual a importância dessa experiência.
1 - O Espírito O mandou para o deserto
A primeira coisa que queremos enfatizar, é que o Espírito de Deus o mandou para o deserto a fim de ser tentado por satanás (Mt 4.1). O Pai sabia que aquela experiência, ainda que desagradável, era extremamente necessária, uma vez que Jesus só teria autoridade sobre satanás, se aprendesse a resisti-lo face a face, e vencê-lo. Deus a ninguém tenta, porém, permite a tentação do crente pelo diabo com a mesma finalidade percebida na tentação de Jesus. Para o crente, a tentação, uma vez vencida, promove o crescimento em autoridade contra os poderes das trevas, como aconteceu com Jesus. É estranho pensar em como o Espírito pode impelir para tais experiências, principalmente, depois de termos experimentado o céu. É como a experiência do novo crente, que, após o batismo nas águas, na maioria dos casos, passa a viver grandes provações e tentações. Se, porventura, é o seu caso, não se espante e nem se atemorize. Peça a Deus que o ajude a resistir o mal e que o propósito dEle se cumpra por meio de cada nova experiência, sabendo de Sua promessa a todo aquele que passa por tentações: "Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar" (I Co 10.13).
2 - "Imediatamente" o Espírito O mandou para o deserto
Sobre o ato de mandar para o deserto, já comentamos acima. Mas agora chamamos a atenção para o senso de urgência da parte do Espírito, de querer promover essa experiência tão rapidamente na vida de Jesus. O "imediatamente" do Espirito revela que, antes de qualquer
experiência ministerial junto às multidões, fosse de cura, milagres, ensino, ou o exercício de autoridade sobre os demônios, Jesus tinha de manifestar domínio sobre si mesmo. Antes de dominar sobre as circunstâncias externas, Jesus precisava dominar as internas do seu próprio ser.
A Bíblia diz em Tg 1.14 que "cada um é tentado, quando atraído e engodado (enganado) pela sua própria concupiscência (desejo)". A tentação só terá espaço em nossas vidas quando encontrar em que se apoiar (alguma fraqueza, tendência para o mal, falta de disciplina, etc.). Jesus exerceu autoridade sobre Si mesmo, por isso resistiu à tentação, e não caiu.
Com tudo isso, Deus quer nos ensinar que, antes de dominar qualquer coisa deste mundo, precisamos aprender a exercer o auto-domínio . O "imediatamente" do espírito revela tal prioridade na carreira cristã.
3 - E os Anjos O serviam
É maravilhoso perceber a ação dos anjos na experiência do deserto. Eles estavam com Jesus durante todo o tempo, guardando-O de todo o mal, inclusive das feras que O rodeavam naquele lugar. Assim como o anjo fechou a boca dos leões na cova onde estava Daniel, os anjos ministravam proteção e segurança durante todo o tempo de jejum e deserto. Porém, eles não tinham autoridade para impedir que Jesus fosse tentado. Aquela era uma tentação que Lhe era endereçada, da qual somente Ele poderia Se livrar. Creio que os anjos observavam a toda aquela experiência com grande expectativa, e se alegravam por Sua escolha correta de permanecer em obediência ao Pai. Então, depois, de vencida a batalha, a Bíblia diz que os anjos ministraram a seu favor. "Certamente ministraram conforto, alívio, contentamento pela vitória, e força para permanecer em abstinência dos alimentos até que se completassem os dias".(Hb 1.14).
Conclusão: O Espírito Santo tinha pressa em levar Jesus a uma experiência que Lhe garantisse autoridade sobre o poder das trevas. Isso foi conquistado por meio da vitória sobre a tentação, no deserto.
Aplicação: procure lembrar-se da última vez em que se sentiu tentado a fazer algo contrário à vontade de Deus! Caso você passe pela mesma experiência durante esta semana, creia na vitória sobre ela com a ajuda do Espírito Santo. Se a tentação vier, diga sinceramente ao Senhor o que está se passando. Tenha a certeza de que Ele virá em seu socorro para ajudá-lo a vencer o mal.

domingo, 26 de outubro de 2008

A Importância da Bíblia



A Importância da Bíblia em nossa vida Aqui está reprodução da mensagem de domingo. Espero que seja de bênção e edificação:Sal 119 :105 "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho". Sem dúvida tem sido o livro mais influente da história humana.Isto porque as palavras nela contidas falam a pessoas de todos os tempos e tipos.1. Nos momentos de angústia ela é direção, consolo e força. Salmo 119: 105 "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho". 2. Apta para discernir (mostra realidade) – trabalha o nosso caráter. Hebreus 4: 12 "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração". 3. Tira nossos conceitos errôneos a respeito de Deus. Marcos 12:24 "Respondeu-lhes Jesus: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus?" Mt 22:29 "Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus". 4. Nos ensina como devemos nos aproximar de Deus. Hebreus 11:6 "Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam". Romanos 10:17 "De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus". 5. A Obediência às suas palavras tornam as promessas ( promessas que Ele fez questão de registrar) de Deus realidade em nossas vidas. Deuteronômio 28: 2 "E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, se ouvires a voz do Senhor teu Deus". 6. Ela nos purifica e prepara para darmos muito fruto. João 15: 2, 3 "Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda vara que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado". 7. Deus considera que os que buscam aprender nela com sinceridade são nobres. At 17: 11 Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia as Escrituras para ver se estas coisas eram assim. 8. Temos acesso à vida eterna nele e ela testifica de Jesus. João 5: 39 Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim".

sábado, 25 de outubro de 2008

Três passos para vencer a peleja



LOUVOR“ESTA MENSAGEM IRÁ LHE MOSTRAR ALGO QUE COM CERTEZA VOCÊ PRECISA SABER, PARA EDIFICAR SUA VIDA”.

TEXTO:
II Crônicas – 20:17
17. Nesta batalha não tereis que pelejar; postai-vos, ficai parados e vede o livramento que o Senhor vos concederá, ó Judá e Jerusalém. Não temais, nem vos assusteis; amanhã saí-lhes ao encontro, porque o Senhor está convosco.

1) INTRODUÇÃO
Esta é uma passagem conhecida de todos os cristãos, principalmente pelo v.20, quando o Rei Josafá diz crede no Senhor vosso deus e estareis seguros, crede em vossos profetas e prosperareis, não é linda esta palavra, tão sábia, mas sabe como tudo isso começou, eu vou lhes contar a luz da palavra de Deus.

Alguns homens fofoqueiros, daqueles que gostam de dar má notícia, chegam para o rei Josafá e dizem que vem vindo uma grande multidão contra ele e outra coisa, eles já estão perto, acho que nem vai dar tempo do senhor preparar o seu exército, a coisa ta preta, e acho que vai piorar. O negócio foi tão ruim, tão feio, tão grave, que o rei Josafá teve medo (v.3).

Muitas vezes criticamos pessoas que tiveram medo, mas o medo é um bom sentimento quando este sentimento lhe faz tomar a atitude certa, pois uma pessoa que não tem medo acaba tomando os pés pelas mãos; mas preste atenção eu falo do medo de errar, não do medo em que se sente tímido.

O medo que o rei Josafá teve o fez buscar ao Senhor, o que muitos de nós não fazemos, pois na hora do medo começamos a chorar, e a dizer que Deus nos esqueceu; que bobeira irmão vai ler a bíblia (Is-45:15).

Mas para chegar a vitória contra os inimigos devemos ter consciência de que a bíblia é o único manual de vitórias para o cristão, onde se atentarmos para as palavras que ali estão, certamente chegaremos ao êxito. Por isso nesta mensagem quero frisar, ou colocar em evidência as atitudes que o rei Josafá tomou sob a direção do Espírito Santo, pois sem o Espírito Santo você sempre tomará a pior atitude, mas no caso de Josafá foi diferente, seus passos levaram todo o povo a se deliciar de uma vitória aparentemente impossível aos olhos humanos. Por isso nesta sua batalha não terás que pelejar; postai-vos, ficai parados e vede o livramento que o Senhor vos concederá, Judá e Jerusalém. Não temais, nem vos assusteis; amanhã saí-lhes ao encontro, porque o Senhor está convosco.

1) PRIMEIRO PASSO - JEJUM
No versículo 3, a bíblia relata que o rei Josafá teve medo da multidão de inimigos que vinham contra ele e este medo lhe fez buscar ao Senhor, e por temer ao Senhor ele toma a primeira atitude, a atitude que todo líder deveria tomar, Josafá apregoou um jejum em Judá.

O jejum significa abdicar-se do corpo, buscar o que vem de cima, o jejum bíblico é inutilizar as vontades da carne e buscar o alimento espiritual. Foi o que o rei Josafá viu, que o povo precisava deixar a carne de lado e alimentar o espírito.

Hoje muitos cristãos mais parecem mendigos espirituais diante de Deus, tendo um espírito raquítico diante de Deus, e se você está espiritualmente raquítico, você não tem condições de receber uma vitória. O pior é que existem pastores por aí dizendo e ensinando um jejum de Daniel, só pode comer verdura, ou o jejum parcial que não come, mas pode beber água. Quero te dizer uma coisa jejum é jejum e pronto.

2) SEGUNDO PASSO – A ORAÇÃO
Do versículo 4 a 13, o rei Josafá chama todo o povo a orar ao Senhor, e começam a clamarem ao Deus verdadeiro, dizendo ao Senhor a afronta dos inimigos em tentarem contra os eleitos de Jeová. Amados, lembrem-se de que Deus não desampara os seus, mas nunca desvie seus olhos do Senhor, veja que no versículo 12, na oração eles reconhecem que são incapazes contra tão grande inimigo, e se mostram dependentes de Deus.

A oração termina com uma frase que devemos orar todos os dias, “Porém os nossos olhos estão postos em Ti”. É disto que precisamos.

3) TERCEIRO PASSO – O LOUVOR
Após terem, todo o povo jejuado, orado ao Senhor, no versículo 14 vem a resposta de Jeová, e como sempre usando um profeta, Jeová chama o povo e diz, “não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, senão do Senhor”. Era a palavra de Deus, porém o rei nos mostra que havia mais um passo antes do canto da vitória e nos v.20 e v.21, o povo levanta bem cedo pela manhã e ouve a palavra do rei que ordenou cantores para o Senhor, para que louvassem a majestade santa, dizendo “louvai ao Senhor, porque a sua benignidade dura para sempre”.

No v.22 diz que ao tempo que começaram a louvar ao Senhor, Jeová pôs emboscada contra os inimigos, que se destruíram uns aos outros, sem ser preciso o povo de Judá e de Jerusalém levantar uma arma.

4) CONCLUSÃO
A promessa do Senhor, dada através do profeta Jaaziel, serve de conforto para crentes de todas as épocas que enfrentam situações de desesperança: Não temais, nem vos assusteis...Pois a peleja não é vossa, senão de Deus.

O jejum é simplesmente uma indicação externa de uma sinceridade interna. O clamor, que é a oração do cristão na mais escura noite da sua experiência é: “Senhor, não sei o que fazer, mas sei que posso contar com a tua ajuda”. A palavra Judá significa “louvor”, pois o ato de louvar mostrava a confiança de que Jeová iria entrar realmente com a providência, pois Deus reina entre o povo e faz grandes coisas em seu favor.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Ferice de omul

Ferice de omul care nu se duce la sfatul celor răi, nu se opreşte pe calea celor păcătoşi, şi nu se aşează pe scaunul celor batjocoritori!
Ci îşi găseşte plăcerea în Legea Domnului, şi zi şi noapte cugetă la Legea Lui!
El este ca un pom sădit lîngă un izvor de apă, care îşi dă rodul la vremea lui, şi ale cărui frunze nu se veştejesc: tot ce începe, duce la bun sfîrşit.
Nu tot aşa este cu cei răi: ci ei sînt ca pleava, pe care o spulberă vîntul.
Deaceea cei rău nu pot ţinea capul sus în judecăţii, nici păcătoşii în adunarea celor neprihăniţi.
Căci Domnul cunoaşte calea celor neprihăniţi, dar calea păcătoşilor duce la pieire.

Notícias do Projeto Indígena Brasil

No Brasil existem 258 povos indígenas diferentes, que falam 185 idiomas distintos. Desses, 92 povos ainda não tem nenhum missionário evangélico transcultural para lhes falar da vida abundante que há em Cristo Jesus. Em algumas delas não é permitida pela FUNAI a entrada de missionários “brancos” (não-índios). Em apenas 20 povos existe uma igreja evangélica indígena totalmente estabelecida e forte, necessitando de missionários apenas para auxiliar no seu desenvolvimento e envio de missionários nativos. Já existe também o CONPLEI – Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas – assim como alguns institutos bíblico-missionário para obreiros indígenas nativos, como o Centro de Treinamento Ami (Chapada dos Guimarães – MT), o Instituto Bíblico Cades-Barnéia (Aquidauana – MS), o Seminário Teológico Evangélico da Tribo Tikuna (Benjamim Constant – AM), o Inst. Bíblico Rev. Felipe Landes (Dourados – MS) e alguns outros. Organizações indígenas missionárias também já surgiram e se multiplicam, como a OMITTAS (Org. Missionária Indígena da Tribo Tikuna do Alto Solimões), MIU (Missão Indígena Uniedas), entre outras. Assim, numa parceria Projeto Indígena/VEM Brasil e organizações missionárias entre os indígenas, foi iniciado o projeto de adoção de missionários nativos das tribos indígenas brasileiras por igrejas evangélicas urbanas. Isso permite que os missionários indígenas possam se deslocar para outras tribos e aldeias em projetos missionários, inclusive onde missionários não-índios são proibidos de entrar. As igrejas adotantes, por sua vez, podem participar da obra missionária indígena tendo o “seu missionário” nesses campos. Os missionários indígenas precisam de recursos para seu ministério e as igrejas indígenas ainda não têm conseguido supri-los, pois muito dos seus dízimos e ofertas acontecem em gêneros (farinha, banana, peixe, etc), que ajudam no sustento do pastor nativo local mas não dá para suprir as longas viagens dos missionários nativos (que duram muitas semanas), além de passagens, combustível para os motores dos barcos, medicamentos, equipamentos, etc.Participemos dessa maravilhosa obra missionária entre os povos indígenas do Brasil, as “dracmas perdidas dentro da nossa própria casa” (Lc 15.8-10).

Denn der Herr kennt den Weg der Gerechten



Wohl dem, der nicht wandelt im Rat der Gottlosen noch tritt auf den Weg Sünder noch sitzt, da die Spötter sitzen,
sondern hat Lust zum Gesetz des HERRN und redet von seinem Gesetz Tag und Nacht!
Der ist wie ein Baum, gepflanzt an den Wasserbächen, der seine Frucht bringt zu seiner Zeit, und seine Blätter verwelken nicht; und was er macht, das gerät wohl.
Aber so sind die Gottlosen nicht, sondern wie Spreu, die der Wind verstreut.
Darum bleiben die Gottlosen nicht im Gericht noch die Sünder in der Gemeinde der Gerechten.
Denn der HERR kennt den Weg der Gerechten; aber der Gottlosen Weg vergeht.
http://kempmissoes.spaces.live.com/

domingo, 5 de outubro de 2008

O VASO RACHADO




Um carregador de água na Índia tinha dois grandes vasos que colocava nos extremos de um pau que ele levava acima dos ombros. Um dos vasos tinha uma rachadura, enquanto que o outro era perfeito e entregava a água completa ao final do largo caminho a pé, desde o riacho, até a casa de seu patrão.
Quando chegava, o vaso rachado só continha a metade da água. Por dois anos completos, isto foi assim diariamente. Desde logo, o vaso perfeito estava muito orgulhoso de seus resultados. Era perfeito para os fins para o qual fora criado.
Porém, o pobre vaso rachado estava muito envergonhado de sua própria imperfeição e se sentia miserável porque só podia conseguir a metade do que se supunha devia fazer. Depois de dois anos, falou ao aguador, dizendo-lhe: “Estou envergonhado de mim mesmo e quero me desculpar contigo”... “por quê?” Lhe perguntou o aguador.
“Porque devido às minhas rachaduras, só podes entregar a metade de minha carga. Devido às minhas rachaduras, só obténs a metade do valor do que deverias”.
O aguador ficou muito enternecido pelo vaso e com grande compaixão lhe disse: “quando regressamos à casa do patrão, quero que notes as belíssimas flores que crescem ao largo do cominho”.
Assim o fez e, com efeito, viu muitíssimas flores ao longo de todo caminho, porém de todo modo se sentiu muito triste porque ao final só levava a metade de sua carga. O aguador lhe disse: “Te deste conta de que as flores só crescem no lado do teu caminho? Sempre tenho sabido de tuas rachaduras e quis obter vantagem delas, semeei sementes de flores ao longo de todo o caminho por onde tu vais e todos os dias tu as têm regado. Por dois anos eu tenho podido recolher estas flores para decorar o altar de meu Mestre. Se não fosse exatamente como és, Ele não teria tido essa beleza sobre a sua mesa”.
Cada um de nós tem suas próprias rachaduras. Todos somos vasos rachados, porém se permitimos a Jesus utilizar nossas rachaduras para decorar a mesa de seu Pai... “Na grande economia de Deus, nada se desperdiça”.